Pesquisar

Ricardo Motta

“E ao longo do rio surgiram povos de todo jeito e toda cor. Gente que pescava, que plantava, que construía, que fazia arte. E essa gente foi fazendo casas, roças, comunidades, cidades e todo tipo de coisa que se possa imaginar. O rio e a terra seguiam felizes com suas criações. O coração da terra sonhava lindas histórias para suas criaturas, e os sussurros das águas revelavam esses sonhos para todos os seres, que, assim VIVIAM EM PAZ! Até que um dia, um homem parou de escutar o próprio coração. E aproximou-se do rio com uma ideia má: ele queria ter mais poder do que a terra e as águas. Então, pegou um pouco de água do próprio rio, misturou com alguns pigmentos e, enquanto mexia, acrescentou palavras e pensamentos gananciosos. Pronto! Assim o homem produziu uma tinta com um terrível feitiço: o poder de escrever histórias que se transformavam em realidade e que eram capazes de modificar a vida criada pelos que sentiam o coração da terra e escutavam os sussurros das águas”. Estas palavras, acima, em fonte gráfica Comic Sans MS são da antropóloga e escritora ponte-novense Roberta Brangioni Fontes, que tem seu e-book disponibilizado na Biblioteca Virtual da ONU (Organização as Nações Unidas). Roberta Brangioni Fontes, filha de Eduardo Mengão, da Flanova, escreveu o livro “Um Canto para o Rio”, com lustrações de Taisa Borges, para contar a história da tragédia provocada pelo rompimento da Barragem de Fundação em 05 de novembro de 2015. Na Semana da Água, exatamente no Dia Mundial de Água, 22 de março 2023, estive no Passa-Cinco, exatamente no CEA (Centro de Educação Ambiental) quando matei saudades, mas sai triste pelo abandono do local: entrada com lama provocada por uma nascente que poderia ser canalizada e passar por baixo da estrada; uma cratera, também na entrada, cheia de entulhos da construção civil; guaritas destruídas, casas da área de lazer em pedaços e confirmado o deficit de 40 mil árvores e a lagoa com água já dando sinais da estiagem, que nem começou. Roberta Brangioni Fontes

24/03/2023– 09:59

A enchente trouxe transtornos, desespero, agonia e muito trabalho por parte da Coordenadoria da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros Militar, DMAES, Assistência Social e a solidariedade dos voluntários. Foram dias difíceis, desde o início dos primeiros pingos de água do fim de ano, alagamentos iniciais em 10 de janeiro de 2022, ainda na Arthur Bernardes, mas uma jornalista fez uma diferença enorme: Isabella Ottoni, da TV Educar! A profissional parecia que tinha vários clones, pois a cada 30 minutos ela aparecia em cenário diferente da tragédia, que a cada ciclo da natureza, fica bem perto do título maior do escritor colombiano Gabriel Garcia Márquez: “Crônica da Morte Anunciada”. Isso mesmo: o que se tem feito é apenas o mais do mesmo, quando sai a enchente e volta nova enchente! A direção da TV Educar colocou o bloco na rua e Isabella Ottoni saiu da bancada de apresentadora do “Jornal Educar” para as ruas cheias de água e lama, levando aos telespectadores a informação, em tempo real, como o fechamento da Ponte da Barrinha, às 17h30min de 11/01, as primeiras águas da Rua João Pinheiro (Centro Histórico) na tarde de 10/01 e a retirada dos idosos do Asilo Municipal, na manhã de 10/01. Foi a primeira vez que a TV trabalhou neste sistema full time na cobertura de um sinistro ambiental. E olha que a competente e bela jornalista usava um microfone que a deixava ainda mais móvel, elétrica e consciente. Sua imagem preponderou nas entrevistas com as autoridades e cidadãos locais, principalmente os comerciantes. Como uma estrela-guia, Isabella Ottoni era o sinal que faltava nesta tragédia, que mais uma vez encheu a cidade de lama e incertezas. Eu tive o prazer de trabalhar com Isabella Ottoni como repórter do Jornal Educar, ainda em 2013. A conheci ainda adolescente no “Programa Minha Escola na TV”, na TV Educar, com 14 anos, dando os primeiros passos na frente das câmaras. Viajou, sozinha, horas e horas à noite, para se formar em jornalismo. Mas, eis que a menininha/adolescente esbelta, mas desajeitada, virou mulher e estrela, a estrela-guia que iluminou as águas turvas e bravias do Rio Piranga e do Ribeirão Vau Açu! ………………………………………………………………………………………………………………… O texto acima saiu publicado na edição 472, de 14 de janeiro de 2022, na mesma página 2 que eu repito nesta semana que é dedicada à MULHER, que tem seu dia comemorado em 08 de março! Sempre gostei de ver nas mulheres a coragem para deter investidas machistas e jamais me esquecerei que o grande movimento contra o Feminicídio aconteceu ainda em 1976, quando o playboy Doca Street assassinou a socialite Ângela Diniz, A Pantera de Minas, dando origem à indignação das mulheres, pois ele foi absolvido pela indigna expressão Legítima Defesa da Honra Leila Diniz não o queria mais), mas condenado no segundo Tribunal Júri e pegou 15 anos, depois dos protestos e passeatas com o slogan QUEM AMA NÃO MATA!    

10/03/2023– 10:46

Txai Suruí (Txai é um apelido para Walelasoetxeige, nome que significa “mulher inteligente” em Tupi Mondé, a língua falada pelo povo Paiter Suruí, que vive em Rondônia) é uma líder indígena ativista brasileira da etnia suruí. Ela é coordenadora do Movimento da Juventude Indígena e trabalha na organização não governamental de defesa dos direitos indígenas Kanindé. Além disso, é Embaixadora da Z1, um programa de embaixadores de uma conta digital para adolescentes. Segundo a Organização das Nações Unidas, as mulheres são as mais afetadas pela crise climática: 80% dos deslocados por desastres e mudanças do clima são mulheres e crianças. Mas elas também estão na linha de frente na luta para evitar a catástrofe climática. A revista National Geographic destaca 03 (três) delas: Txai Suruí, amanda Costa e Paulina Chamorro. Txai Suruí esteve na COP 26, em Glasgow, na Escócia (2021) e subiu ao palco central. Ela só tinha 02 (dois minutos). Ela sabia que, naquele cenário frio e formal de fundo azul, levava, além da companhia de seus ancestrais, a voz de muitas outras mulheres que lutam contra as mudanças climáticas. Mulheres que, como ela, já entenderam que a comunicação é o elo indispensável para que o mundo compreenda a urgência da preservação do meio ambiente. Naquele momento, a jovem de 25 anos tinha a missão de comunicar mensagem que, para o seu povo, é muito clara há mais de 06 (seis) mil anos: não há futuro se a humanidade não lutar para manter a Amazônia em pé! Aos 24 anos, a indígena Txai Suruí atraiu os holofotes do mundo ao discursar na abertura da COP26, a Conferência do Clima das Nações Unidas. Sua fala atraiu críticas do presidente Jair Bolsonaro – quem, sem citá-la nominalmente, disse que ela foi à COP para "atacar o Brasil". O presidente não foi à conferência, realizada em Glasgow, na Escócia. "Na verdade eu só vim trazer a realidade dos povos indígenas. E, depois desse pronunciamento dele, eu venho recebendo muitas mensagens racistas, misóginas, mensagens de ódio nas minhas redes sociais, fake news, querendo descredibilizar o meu discurso, a minha pessoa. Sendo que eu estou para uma luta que não é só minha", completou.   Txai Surui contra o aquecimento global  

03/03/2023– 10:28

(*) Ricardo Motta (*)  

17/02/2023– 10:49

Passei a ir ao Bairro Copacabana cada vez mais. Na década de 1980, ia para aquelas bandas atrás de um rabo de saia, que por motivos óbvios não vou citar o nome. Nos tempos atuais conheci muita gente boa: Salame, Arlindo, Ronaldo e Vaninha professora, Dona Sônia (já falecida), Catito, Vasco, Maíta, Marcinho de Belim, Marcim Filho, Porretão, Leninha Borges, entre outros. Se for citar os nomes a história não vai caber neste espaço. Um dos mais engraçados é o ferroviário aposentado Cacetinho, o único cara que tem mais 03 apelidos em Ponte Nova e em toda região: Ratão do Pântano, Sapão do Brejo e Patão do Rock. Ele tem papel importante neste “roubo” do Campeão. O Marcinho de Belim é um exímio cozinheiro, pois usa diversas ervas em seus temperos, marapuama e Sal do Himalaia. Todas as sextas-feiras tem uma galera que se aproveita de pratos feitos por ele. Os participantes levam os ingredientes como suã, frango, peixe, costelinha, costelão, etc. Numa dessas, ficou definido que seria a vez do Cacetinho levar um galo para fazer o famoso “Galo com Macarrão”. Ah! É bom lembrar que o Russo, ou Alemão, é atleticano “doente”, mas tem um belo bar. Em dias ou noites de jogos do Galo ele sempre tem muitos torcedores: contra e a favor! Cacetinho levou o tal galo numa sexta-feira para ser feito na outra sexta-feira. O tempo foi passando e nada de Marcinho de Belim fazer o “Galo com Macarrão”. “Meu cumpadre, que dia que você vai fazer o prato? O galo está aí já tem mais de 02 meses”, disse Cacetinho, bem-humorado, como sempre. Um dia, Marcinho de Belim arrancou a roda: “Aquilo que está na geladeira é muito pequeno! Parece um pinto crescidinho. Galo? Nunca que é!” Alguém matou a charada. Então era um franguinho? Foi quando um cidadão disse que Russo estava chateado, pois o Campeão sumira. Nos dias dos jogos Atlético, o galo garnisé, que andava solto dentro do bar e dormia em cima dos engradados de cerveja, virava uma “danera”. Gol do Galo, Russo explodia. Ele escutava a voz do dono, saia dos engradados, batia as asas e cantava de alegria. O negócio era mesmo de outro mundo! Cacetinho confessou que comprou o “galo” depenado na mão de “Zói de Merda”, que levou um troco, mas não disse onde “surrupiara” o galináceo, que é da família originária da Ilha de Guernsey, uma dependência da Coroa Britânica, da qual herdara o nome. Estava explicado o mistério do sumiço do Campeão! Cumpre aqui dizer que Cacetinho não sabia desta história e se soubesse não teria comprado a ave de estimação dos atleticanos dos bairros Copacabana e Nova Copacabana. “Zói de Merda” nega de pé de junto, dizendo que o produto era do seu galinheiro. Na noite de terça-feira, 08 de fevereiro (2021), estive com o Reginaldo da Remar, que é irmão do Russo. Ele me prometeu arranjar uma foto do Campeão. Até o fechamento desta historinha, eu ainda não havia recebido a foto e nem sei se tem. Mas, aqui ficam nossas condolências para Russo e para todos os atleticanos. Não sei se o “galinho” foi preparado pelo Marcinho de Belim. De uma coisa eu tenho certeza: eu não comi! (este texto foi escrito em 2021.Estou repetindo a pedidos)    

13/01/2023– 10:17

Pato Manco nos Estados Unidos é a expressão usada quando o presidente não pode fazer mais nada no final de mandato. No Brasil, onde o povo é mais criativo, já encontraram o nome ideal para o presidente Jair Bolsonaro: Napoleão de Hospício. Além disso, coloque em conta o desmanche dos órgãos de proteção ao Meio Ambiente, à Cultura/Fundação Palmares. Furou o teto de Gastos 05 vezes, meramente por interesse eleitoreiro. Deu dinheiro para caminhoneiros, estraçalhou com o FGTS, PEC Kamikaze e dos Precatórios e deu grana até para taxistas. Deixou uma dívida externa de R$ 5 bilhões por não pagar órgão como OMS (Organização Mundial de Saúde) e a ONU (Organização das Nações Unidas). Transformou o Brasil num pária internacional. Há muito o que se fazer neste País Tropical, além de combater as queimadas na Amazônia e o garimpo ilegal em terras indígenas. Reorganizar o IBAMA (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis) e o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) e criar o Ministério dos Povos Originários, como no Canadá. Antes de abandonar o barco à deriva, o Napoleão de Hospício, atravessando a noite com delírios de poder inconsequente, assinou em 22/12, o Indulto de Natal, perdoando assassinos policiais. Em determinação, inédita nos últimos anos da gestão Bolsonaro, diz que o indulto será concedido a agentes de segurança pública "que, no exercício da sua função ou em decorrência dela, tenham sido condenados, ainda que provisoriamente, por fato praticado há mais de trinta anos, contados da data de publicação deste Decreto, e não considerado hediondo no momento de sua prática". O Massacre do Carandiru completou 30 anos no dia 02 de outubro deste ano (2022) - na época, o massacre não se enquadrava como crime hediondo - constavam na lista a extorsão mediante sequestro, latrocínio e estupro. O homicídio foi incluído na lista dos crimes hediondos em 1994, após a repercussão do assassinato da atriz Daniella Perez. O STF (Supremo Tribunal Federal) encerrou o processo e os assassinos poderiam para a cadeia, mas a caneta BIC de Jair Messias Bolsonaro funcionou e ele publicou este decreto delirante que livra a cara dos assassinos e atinge diretamente os parentes dos que foram massacrados em suas celas, muitos inocentes, conforme o livro do médico Drauzio Varella, base do roteiro do filme Carandiru. De nacionalista Jair Bolsonaro não tem nada, pois a caneta brasileira é a Compactor, muito melhor que a sua similar francesa, que ele usada nos decretos. Até acho que ele sofre de Síndrome de Estocolmo, pois o presidente reeleito francês Emmanuel Macron critica sua postura e ele ainda presta homenagem a quem lhe despreza e lhe tortura, mentalmente. A psiquiatria explica os desvios comportamentais chamados de Napoleão de Hospício e Síndrome de Estocolmo. O procurador-geral da República, Augusto Aras, ajuizou uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) na terça-feira, 27/12, para invalidar o decreto do presidente Jair Bolsonaro (PL), que concedeu Indulto de Natal a policiais e militares, incluindo os condenados pelo massacre do Carandiru, em São Paulo.

30/12/2022– 09:08

O Congresso Nacional derrubou  na sexta-feira, 16 de dezembro um veto feito pelo presidente Jair Bolsonaro (PL)  a uma lei que proibia a chamada arquitetura hostil em espaços públicos. A lei ganhou o nome de Padre Júlio Lancellotti, em homenagem ao padre paulista que tem um trabalho reconhecido de ajuda a pessoas em situação de rua. Arquitetura hostil é o nome que se dá ao uso de materiais e estruturas para afastar pessoas em situação de rua de locais públicos nas cidades — como pedras, espetos pontiagudos, pavimentação irregular, entre outros. Em 2021, um vídeo do Padre Júlio Lancellotti, da Pastoral do Povo da Rua (Arquidiocese de São Paulo), quebrando pedras colocadas debaixo de viaduto  de São Paulo para afastar pessoas em situação de rua, viralizou nas redes sociais. O veto de Bolsonaro foi derrubado por 60 votos a 04 (quatro) no Senado e 354 votos a 39 na Câmara. A lei foi vetada pelo atual presidente na quarta-feira, dia 14 de dezembro. O presidente alegou o veto foi necessário para preservar a “liberdade de governança da política urbana”. O presidente Jair Bolsonaro decidiu barrar o texto por avaliar que o projeto “poderia ocasionar uma interferência na função de planejamento e governança local da política urbana, ao buscar definir as características e condições a serem observadas para a instalação física de equipamentos e mobiliários urbanos, a fim de assegurar as condições gerais para o desenvolvimento da produção, do comércio e dos serviços”.   Há 03 (três) anos, na Sala de Licitações da Prefeitura de Ponte Nova, estive presente no encontro de empresários, artistas e políticos, que foram ver de perto a apresentação, pela secretária municipal de Planejamento e Desenvolvimento Econômico, Sandra Brandão, do Projeto de Revitalização da Rodoviária Velha e seu entorno, no Centro Histórico, agora apelidado de Novo Centro pela atual administração pública. Em dado momento, eu e Geraldo Jannus (presidente do Sindserp, na época) começamos a ficar inquietos, ela (Sandra) falava que haveria uma revitalização que mudaria a plástica daquele lugar. Mudou mesmo, inclusive fizeram o corte de 04 (quatro) sibipirunas de mais de 40 anos. Tiveram que usar máquinas para arrancar as profundas raízes. “Vai ficar muito bonito!”, disse a secretária.   Decidimos que Geraldo Jannus faria a pergunta que não quer calar: “Tudo legal, show de bola, mas o que estão pensando para resolver a situação daqueles a moradores de rua, viciados em crak, que transitam por lá?”. Um secretário que estava assistindo interveio e disse: “Primeiro vamos revitalizar para melhorar o comércio local, colocar uma imagem melhor. Este problema a gente vê depois”. Levantei-me da cadeira, me dirigi para a porta de saída e fui embora. O Novo Centro continua por lá e os moradores de rua abandonados à própria sorte.  

22/12/2022– 12:36

Por muito tempo o feminismo foi reduzido a uma cartilha de escolhas pessoais. Feministas, afinal, são mulheres que lutam pelo direito de ter pelos debaixo do braço. A tentativa de se ridicularizar uma luta que nada diz respeito a decisões de ordem individual é ferramenta antiga no combate a lutas emancipatórias. Ridicularizar para diminuir e, assim, enfraquecer. "Por que pelos no corpo de uma mulher incomodam tanto?", escreveu Milly Lacombe em sua coluna no Canal UOL de Notícia, terça-feira passada,13 de dezembro. Uma pergunta dessas que pode nos levar a refletir de modo mais profundo sobre o que está em jogo. Nesta semana, a atriz Bruna Linzmeyer foi atacada nas redes sociais por exibir seu corpo livre na praia em um momento de alegria. O pecado de Bruna foi ter pelos debaixo do braço. Por que a sociedade em que vivemos acha que pode legislar sobre corpos de mulher? Pelos nas axilas masculinas não causam fúria, mas na da mulher sim. O que está inscrito nessa discrepância? Desde sempre as mulheres têm seus corpos regulados: fecha a perna; não vai sair com essa roupa, mulher usa salto; mulher precisa se maquiar; mulher usa saia; mulher precisa ser magra; Precisa cuidar da pele do rosto; mulher não pode andar por aí de qualquer jeito etc. Em 2009, escrevi artigo no site Pontenet e no jornal “O Município de Ponte Nova”, que falava sobre pelos nas mulheres. 13 anos depois continuo pensando deste jeito. Trago trechos do artigo. Leiam abaixo: Uma mania vem “atacando” quase todas as mulheres. Elas estão raspando a genitália por completo. Alegam que ficar com pelos é anti-higiênico, e coisa e tal. Engraçado esta nova filosofia! Quer dizer que as mulheres que ostentam pelos são porcas? Não promovem a higienização devida no delirante objeto do desejo? Do desejo e da continuidade da vida! O certo é que muita gente anda meio decepcionada com esta nova mania. É só olhar e perceber que aquele local não tem mais o charme e o encanto necessário e que provoca um tesão incontido. Aliás, a vagina é o órgão mais bonito do corpo humano. Depois dos seios, é lógico! Os 02 (dois) fazem a diferença. Um procria e o outro cria. O outro provoca devaneios e o um incendeia! Pelos à parte: TIREM AS GARRAS DO CORPO DA MULHER!

16/12/2022– 10:37

O Primeiro-ministro da Inglaterra (1940) Winston Churchill teria dito que a democracia é a pior forma de governo, à exceção de todas as demais. Mas, é na democracia que temos que acreditar, E a democracia brasileira, a exemplo de outros regimes democráticos, vive uma crise. Espaços de poder são hoje ocupados por forças políticas, pessoas e discursos contrários aos direitos fundamentais e ao funcionamento de instituições independentes. Parlamentares eleitos invocam a imunidade material garantida pela Constituição de 1988 para sustentar visões de mundo absolutamente autoritárias. Governo, à exceção de todas as demais. Mas, é na democracia que temos que acreditar. Nesse cenário, a Revista da AJURIS publicou artigo que analisa os limites constitucionais à imunidade material, de modo a afirmar que tal garantia, embora fundamental para assegurar a independência do Poder Legislativo e o bom exercício dos mandos, não abarca a defesa de ideias francamente antidemocráticas, como a dissolução do Congresso Nacional, o fechamento da Suprema Corte ou discursos de ódio. A demarcação desses limites não apenas perpassa o exame do que é imunidade material e da interpretação que o Supremo Tribunal Federal dá ao conceito. A tarefa também envolve o reconhecimento de que a democracia brasileira deve ser uma democracia militante, isto é, um regime político que protege a sua própria sobrevivência, diante de projetos autoritários de poder. No dia 12 de setembro deste ano, foram comemorados, isto mesmo: foram comemorados os 100 anos da chegada do Fascismo na Itália! As comemorações mais ruidosas aconteceram em Predappio, cidade onde nasceu e foi enterrado Benito Mussolini, o criador do regime discriminatório e violento. Seu túmulo, localizado na cripta da capela da sua família, atrai dezenas de milhares de visitantes todos os anos. Hoje o movimento neofascista no Brasil se apresenta sob a forma do bolsonarismo. Esse neofascismo no mundo ganha cada vez mais adeptos. Veja o que ocorre na Hungria, na Polônia. Na Suécia, com raízes neonazistas, o partido Democratas da Suécia (SD) conquistou mais de 20% dos votos nas eleições do dia 10 de setembro deste ano. Agora já pode fazer parte do governo pela primeira vez na História. No Brasil, o desfile cívico-militar, no 7 de setembro de 2022, deve ser visto como um alerta para os que amam a democracia. Aliás, Bolsonaro é um personagem tipicamente de extrema-direita que não convive com os ideais democráticos. Disse bem Mathias Alencastro, em artigo para a “Folha de São Paulo” publicado em 12 de setembro de 2022, que Jair Bolsonaro é de extrema-direita. O Líder Notícias tratou do assunto em 09 de setembro deste ano (2022) e mostrava o perigo dos governos autoritários. Voltemos ao tema: o princípio da democracia militante destina-se, pois, a amarrar um procedimento de normatização legítima do direito. Significa, portanto, que somente podem pretender ter validade legítima leis juridicamente capazes de ter o assentimento de todos os parceiros de direito em um processo de normatização discursiva.

25/11/2022– 10:47

As eleições para a presidência do Brasil se encerraram há 18 dias (escrito dia 17/11). E desde então o engenheiro civil Cleber Tavares, de 34 anos, tem tido problemas em seu trajeto de ida e retorno entre o trabalho e casa devido ao bloqueio instalado na Avenida Raja Gabaglia, em frente à sede da 4º Região Militar, em de Belo Horizonte. No local, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) manifestam contrariamente ao resultado das urnas, que elegeram Lula como próximo presidente do Brasil A foto que ilustra este artigo é dele (Cleber Tavares) e as informações eu li no domingo passado, dia 13/11/2022, no Portal UAI/Estado de Minas, quando preparava matérias especiais para a edição nº 516, que circula nesta sexta-feira, 18/11. Isto mesmo, eu trabalho aos domingos para adiantar textos e elaborar pauta de trabalho para toda semana. Jornalista não tem feriado e nem domingo e trabalha por prazer. Para mim, é quase um orgasmo.   Eles, os manifestantes da Raja Gabaglia e de tantas outras manifestações antidemocráticas, odeiam Lula, odeiam nordestinos, odeiam “comunistas”, termo que abrange tudo que não idolatre o extremismo bolsonarista. Odeiam, talvez, a própria existência. Durante um dos vários congestionamentos que tem enfrentado na região, Cleber Tavares observou uma cena de contraste que o fez tirar uma foto. Um tanque de guerra com uma manifestante à frente, enquanto, bem ao lado, uma senhora procura restos de comida em sacos de lixo espalhados pela calçada. VOLTEM PARA CASA! CHEGA DE BOBAGEM! A ESPERANÇA VENCEU O MEDO E VAMOS CAMINHAR JUNTOS! LULA VAI GOVERNAR PARA TODOS!

18/11/2022– 11:14

 A esperança venceu o Gabinete do Ódio e seus tentáculos macabros! O PESADELO ACABOU!

04/11/2022– 09:56

No livro “Assassinato de Reputações – Um crime de Estado”, Romeu Tuma Jr. narra a história de uma chantagem contra Lula por fotos de “uma coisa muito comprometedora” contra o petista ocorrida na Amazônia. Romeu Tuma Jr. foi Secretário Nacional de Justiça de Lula e 01 (um) ministro de Jair Bolsonaro bate na porta dele para encontrar outra “bala de prata” na reta final de campanha para atacar Lula. O ex-ministro não disse nome e informou que tudo que ele tinha a dizer está no livro. A lista de bondades para ganhar a reeleição incluiu a "PEC Kamikaze", que ampliou benefícios em ano eleitoral, e a liberação de verbas do Orçamento Secreto. Sem a chamada "bala de prata" no primeiro turno, os assessores presidenciais focaram no aumento da rejeição de Lula, mas Bolsonaro perdeu com mais de 6 milhões de votos de diferença. O ministro das Comunicações do governo Jair Bolsonaro (PL), Fábio Faria, pode ter cometido crime eleitoral com a denúncia – sem provas – de que emissoras de rádio estão boicotando a campanha à reeleição do presidente. Segundo Faria, ao longo do segundo turno, essas emissoras deixaram de veicular ao menos de 154 mil inserções da propaganda eleitoral de Bolsonaro, conforme uma suposta “auditoria”. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes negou na noite de quarta-feira, 26 de outubro pedido da campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) para investigar a alegação de irregularidades em inserções eleitorais por emissoras de rádios. Para Moraes, os dados apresentados pela campanha sobre supostas irregularidades são inconsistentes. O candidato à reeleição disse que recorreria ao STF. O âncora do programa “O É da Coisa”, jornalista Reinaldo Azevedo, afirma que Jair Bolsonaro está atrás da famosa “bala de prata”, alguma coisa que mude o que parece ser o destino das eleições. Reinaldo Azevedo acredita que o presidente não perdeu votos de seus eleitores após a prisão do ex-deputado Roberto Jefferson. Porém, ele entende que essa história não ajuda o candidato à reeleição a ganhar votos. A conclusão é a de que o comitê de Jair Bolsonaro teme algumas “loucuras” próprias do estilo presidencial, como, por exemplo, o pífio resultado do Auxílio Brasil que não rendeu um voto sequer para o presidente Bolsonaro, assim como não rendeu nada, também, o barateamento da gasolina e do diesel, tido pelo comitê da reeleição como 02 (dois) tiros n’água. Até porque os beneficiários desses 02 (dois) traques teriam sido exatamente os que já votam em Bolsonaro: sobretudo os mais ricos. (*) No folclore, uma bala de prata é supostamente o único tipo de munição capaz de matar lobisomens, bruxas e outros monstros. Não só bala de prata, mas flechas de pratas também pode ser um item utilizado para matar alguns monstros.  

28/10/2022– 10:09

Siga nas redes sociais
Seja um anunciante
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo.
Os 10 artigos mais recentes
Contato Líder Notícias
Acessar o conteúdo