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Objetivo da implantação de uma Unidade de Conservação (APA/Área de Proteção Ambiental) no Bairro Copacabana, proposto pela AmaCopa, será o plantio de mudas de árvores nativas para aumentar o poder de combate às mudanças climáticas e evitar uma ilha de calor naquela região. A criação do Centro de Referência em Educação Ambiental tem como objetivo provocar na nova geração e nas antigas gerações o senso de preservação do patrimônio natural. Para tanto, haverá atividades no local, tais como: ensino prático de plantios e o reconhecimento das espécies. Além disso, plantio de árvores, com tratos culturais adequados, servirá como área de recarga hídrica para a perenização das nascentes locais, que praticamente desaparecem em épocas de estiagem. O cercamento da UC é imperativo, além de construção de aceiros e de um vale para evitar queimadas, sempre constantes naquele espaço. Outro objetivo é deter o processo erosivo da encosta hoje invadida por proprietários de residência, que usam o espaço para plantio de vegetação inadequada, como bananeiras, pois plantio da frutífera em encostas, morros ou áreas de declividade acentuada é desaconselhado por especialistas em manejo de solo por aumentar significativamente o risco de deslizamentos de terra e acidentes, especialmente em períodos chuvosos.  

10/04/2026– 10:52

Artigo Ricardo Motta Buscando o Aurélio Buarque de Hollanda, o chamado “Pai dos Burros”, mas bem melhor que o Google, agora por IA, li atentamente que PONTO FORA DA CURVA é o mesmo que exceção, diferente, atípico, anormal, discrepante ou outlier (chique!). É o que temos visto nos últimos anos em Ponte Nova quando tratamos de Meio Ambiente. O desrespeito sempre foi flagrante: e não destruíram mais por causa da minha atuação. Veja o caso da Rodoviária Velha. Para a revitalização em 2023 (agora vai voltar o terminal de passageiros para lá/aranha caranguejeira) cortaram 04 (quatro) sibipirunas de 40 anos de idade e 15 metros de altura, plantadas em 1980. O prefeito Dr. Milton (Avante) prometeu dar autonomia ao órgão colegiado de meio Ambiente. Mas, até esta data em que reescrevo este artigo (15 meses de governo) ainda não havia sido enviado projeto de lei para a Câmara para alterar a lei e assim permitir que o presidente seja eleito. Outra situação que vem incomodando os ambientalistas e os moradores dos bairros de Fátima, São Pedro, Cidade Nova, Bom Pastor e Novo Horizonte é a radicalização contra a lagoa do Parque Natural Municipal Tancredo Neves, no Passa-Cinco (foto), que perdeu 12.353,90 metros cúbicos de espelho d’água, pois tinha 35.863,80 metros cúbicos e hoje tem apenas 22.510 metros cúbicos.  

27/03/2026– 11:35

  Objetivo da implantação da Unidade de Conservação será o plantio de cerca de 04 (quatro) mil mudas de árvores nativas para aumentar o poder de combate às mudanças climáticas e evitar uma ilha de calor naquela região. Haverá, também, um Centro de Referência em Educação Ambiental com o objetivo de provocar na nova geração e nas antigas gerações o senso de preservação do patrimônio natural. Para tanto, haverá atividades no local, tais como: ensino prático de plantios e o reconhecimento das espécies. Além disso, o plantio de árvores, com tratos culturais adequados, servirá como área de recarga hídrica para a perenização das nascentes que ficam abaixo perto da Santinha de Copacabana, que praticamente desaparecem em épocas de estiagem. O cercamento da UC é imperativo, além de construção de aceiros e de um vale para evitar queimadas, sempre constantes naquele espaço. Outro objetivo é deter o processo erosivo da encosta hoje invadida por proprietários de residência, que usam o espaço para plantio de vegetação inadequada, como bananeiras, o que é desaconselhado pela Defesa Civil e especialistas em manejo de solo por aumentar significativamente o risco de deslizamentos de terra e acidentes, especialmente em períodos chuvosos. Aquela região tem por característica uma quantidade não abundante de solo sobre rochas e que precisa de vegetação adequada para manter a sua estabilidade. Já existe uma enorme erosão por sobre o campinho existente dentro da área pretendida pela AmaCopa, com a terra cada dia escorregando mais.  

20/03/2026– 11:49

João Mattos falando da última reportagem do Líder Notícias (páginas 7 e 11 (27/02/2026): destaco a presença e atuação do jornalista e ambientalista Ricardo Motta, que acompanhou e orientou o plantio do Ipê Alice, seguido de uma verdadeira aula sobre ecologia e ambientalismo. Sua boa vontade e disposição foram realmente admiráveis: “Agora, fique tranquila. Você volta para sua cidade atual, eu e o João Mattos cuidaremos de sua plantinha com todo carinho. Você sempre será bem-vinda à sua terra natal”. Eu tenho um compromisso profundo, apaixonado e visceral com a defesa da natureza. Eu não acredito em sustentabilidade, que é, nada mais nada mesmo, uma palavrinha moderna criada pelos empresários/especuladores imobiliários e devastadores do meio ambiente.  Eles usam esta palavrinha mágica, mas mentirosa, para invadir área de preservação permanente, construir prédios e privatizar o Rio Piranga, como diz Milinho Trivellato, produtor de mudas de hortigranjeiros e nativas. Ele doou duas mil mudas para a Defesa Civil de Ubá e de Juiz de Fora. Reflorestar depois da tragédia Eu tenho um estilo de vida e uma visão de mundo onde a proteção ambiental não é apenas uma preocupação ocasional, mas parte fundamental da identidade do indivíduo ou organização.

06/03/2026– 11:40

Nunca tive dúvida: a interação entre Jesus Cristo e a mulher samaritana junto ao poço de Jacó, relatada em João 4, é um encontro teológico profundo que transforma a necessidade física da água em uma revelação sobre a salvação e o Espírito Santo. A Água Viva oferecida por Jesus representa a graça que sacia a sede espiritual permanente do ser humano. A relação entre a mulher e a água no Sertão Nordestino é marcada pela resiliência, protagonismo e transformação social. Historicamente responsável pela busca de água em locais distantes, a mulher sertaneja passou a ser protagonista na gestão hídrica, através de tecnologias sociais como as cisternas, mudando sua própria realidade e a de sua comunidade. A tradição das lavadeiras de roupa à beira de rios, incluindo o Rio Piranga na região de Ponte Nova, representa um marco cultural e histórico de resistência e trabalho feminino. Por aqui, o simbolismo da água é grande com o Rio Piranga saciando a sede de todos e sendo sempre maltratado. Sem tratamento, depósito de lixo, poucas árvores na sua mata ciliar. A relação entre a mulher e a água é um tema lírico profundo, frequentemente associado à força, fluidez, fertilidade e emoção. Artigo Ricardo Motta 

27/02/2026– 11:25

A psicologia diz que falar sozinho nada tem de maluco. Há quem more e trabalhe sozinho. E como não vê ninguém por muitos dias, tem uma tendência maior a falar consigo mesmo, algo cientificamente associado a pessoas que passam mais tempo sem nenhuma companhia. No entanto, até mesmo quando está rodeada de gente, essa pessoa pode se pegar tendo uma conversa inteira consigo mesma, o que de forma alguma é um sinal de loucura. Na verdade, a psicologia diz que isso pode revelar certos traços de personalidade e de habilidades excepcionais associadas a uma inteligência emocional acima da média. Eu cá de cima e de baixo dos meus pensamentos fico imaginando certas coisas e falo sozinho. Às vezes me comunico com as plantas e bichos, que ficam assustados. Faço discurso, declamo poemas e até me pego em sonhos, quase sempre eróticos. Neste momento entram na minha fala todas as mulheres que nunca tive, mas gostaria de ter como companheira. Outro dia declamei um poema preferido, publicado no livro O Maldito dos Malditos, que começa assim: É você que me cobre/com seu corpo/e me arranha e deseja/feito louca/que sussurra obscena/que me mata/que me invade, me alisa/e me maltrata.  

13/02/2026– 11:53

Caros leitores, Todo ciclo tem um fim, e hoje, com um misto de gratidão e nostalgia, escrevo minha última coluna para este jornal. Foram 676 edições em 13 anos de uma jornada incrível, recheada de aprendizados e trocas, que me permitiram crescer tanto profissionalmente quanto como cidadão. Se eu precisasse resumir toda essa experiência em uma palavra, eu não conseguiria, pois ela é feita de muitas emoções e memórias. Lembro-me do primeiro texto, da ansiedade da estreia e da responsabilidade que é ocupar este espaço, dialogando diretamente com vocês, que sempre foram a razão de cada palavra escrita. Ao longo dos anos, este jornal foi minha casa, um lugar onde pude exercitar a liberdade de expressão e a paixão pelo jornalismo. Mais do que apenas informar ou opinar, meu maior aprendizado foi o de ouvir. Através dos abraços, e-mails e conversas, entendi as nuances da nossa comunidade e a força das nossas raízes. Foi uma honra poder usar esta plataforma para, de alguma forma, contribuir para o debate público e o bem-estar da nossa sociedade. Agradeço a cada um de vocês pelo apoio e pela oportunidade de caminhar juntos até aqui. Este percurso reforçou em mim o profundo amor à pátria. Acredito na força do nosso povo, na importância da informação de qualidade e na capacidade de juntos, construirmos um futuro melhor. Meu compromisso com esses valores permanece inabalável, mesmo seguindo novos caminhos. Na trajetória, da mídia escrita no papel à digital. Metamorfose vivida. "Vivi a essência de uma das transformações mais profundas da comunicação humana nas últimas décadas”. Resultou no progresso inegável, quanto na nostalgia de uma era que se encerra. A transição da mídia escrita no papel para o formato digital não foi apenas uma atualização tecnológica; foi uma verdadeira metamorfose cultural e comportamental que todos nós, de alguma forma, vivenciamos. A era do papel era tangível, permanente e, de certa forma, ritualística. Folhear um jornal pela manhã, sentir a textura das páginas de um livro ou guardar uma carta impressa criava uma conexão física e sensorial com a informação. O papel tinha peso, ocupava espaço e exigia tempo — o tempo do prelo, da distribuição e da leitura focada. Hoje, meu coração está cheio de gratidão. Agradeço à direção do jornal pela confiança, aos colegas de redação pela parceria e, principalmente, a vocês, leitores e leitoras, por me permitirem entrar em seus lares e mentes por mais de uma década. A saudade será eterna, mas as lições e o carinho que recebi ficarão para sempre. Sigo de mãos vazias, mas com o coração confiante e a certeza de que a vida é feita de ciclos que se encerram para que novos possam começar. Não é um adeus, mas um "até logo", pois as histórias que compartilhamos continuarão a viver nas páginas que escrevi e nas mentes que toquei! Obrigado por tudo e BOAS FESTAS! Com carinho, Adão Adilson Bombassaro  

19/12/2025– 11:21

Olá, tudo bem? Estamos vivendo tempos sombrios na economia e observando países ao redor do Brasil tomando medidas de redução de impostos e a economia decolando, como Paraguai, Argentina e Uruguai. O último a adotar essa medida foi a Bolívia, na última segunda--feira, através de seu novo e recém empossado Presidente Rodrigo Paz Pereira. No Brasil, com seu emaranhado tributário, mais uma Emenda Constitucional (EC) foi aprovada: a de nº 137, em 09 de dezembro de 2025. Tal Emenda dispõe sobre a imunidade de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) a veículos terrestres de passageiros, caminhonetes e mistos com 20 (vinte) anos ou mais de fabricação, à exceção de micro-ônibus, ônibus, reboques e semirreboques. Ou seja, com todo o respeito, é a famosa migalha e a penitência com chapéu alheio. Primeiro, a cobrança de tal tributo é de competência exclusiva dos Estados, o que se percebe no mínimo uma violação ao pacto federativo. Segundo, certamente haverá compensação de arrecadação em outros veículos, na medida em que irá reduzir a arrecadação e certamente o Governo irá dar com uma mão e tirar com a outra. Terceiro: não há a previsão de quanto que cada Estado perderá com tal arrecadação, sem contar que os repasses aos Municípios também diminuirão, já que parte de tal imposto é dos Municípios aos quais os veículos estejam endereçados. Ou seja, é a famosa penitência com o chapéu alheio. Enquanto isso, vejamos um show de horrores no Poder Legislativo nacional, onde um Deputado Federal que agrediu um visitante com socos e pontapés sendo somente suspenso de seu mandato enquanto outros, que cometerem ilícitos de caráter muito menor, de crimes contra a honra, tiveram os seus mandatos cassados. Esse é o Brasil varonil de 2025. Aguardemos os desdobramentos da dança e do xadrez no parla mento federal. Ano que vem tem eleições. Aguar demos os desdobramentos destas inovações legislativas! Abraço.    

19/12/2025– 11:17

Escravos, no Distrito Rosário do Pontal. Mas, ainda espero a água que absurdamente retiraram da lagoa do Passa-Cinco, além da reposição e reposição das árvores ceifadas por cortes criminosos em Ponte Nova. Mas, eis que recebo esta mensagem da Lara Repolez, que vai lançar novo livro, em 2026: “Lobo Guará da Bacia do Rio Doce, que amargou, Poeta verde, selvagem, amante de tudo que é feminino!  Segue o artigo de dezembro/2025 em anexo, junto dele meu uivo de amor longo, doce como mel de abelha sem ferrão, direto do Vale Mágico para você! Bendito aliado das mulheres: desde os tempos que não se falava disso!”. Estaria eu a querer mais alguma coisa? Feliz Natal, iluminada bruxa do Vale Mágico!  

19/12/2025– 11:16

Caros leitores, Todo ciclo tem um fim, e hoje, com um misto de gratidão e nostalgia, escrevo minha última coluna para este jornal. Foram 676 edições em 13 anos de uma jornada incrível, recheada de aprendizados e trocas, que me permitiram crescer tanto profissionalmente quanto como cidadão. Se eu precisasse resumir toda essa experiência em uma palavra, eu não conseguiria, pois ela é feita de muitas emoções e memórias. Lembro-me do primeiro texto, da ansiedade da estreia e da responsabilidade que é ocupar este espaço, dialogando diretamente com vocês, que sempre foram a razão de cada palavra escrita. Ao longo dos anos, este jornal foi minha casa, um lugar onde pude exercitar a liberdade de expressão e a paixão pelo jornalismo. Mais do que apenas informar ou opinar, meu maior aprendizado foi o de ouvir. Através dos abraços, e-mails e conversas, entendi as nuances da nossa comunidade e a força das nossas raízes. Foi uma honra poder usar esta plataforma para, de alguma forma, contribuir para o debate público e o bem-estar da nossa sociedade. Agradeço a cada um de vocês pelo apoio e pela oportunidade de caminhar juntos até aqui. Este percurso reforçou em mim o profundo amor à pátria. Acredito na força do nosso povo, na importância da informação de qualidade e na capacidade de juntos, construirmos um futuro melhor. Meu compromisso com esses valores permanece inabalável, mesmo seguindo novos caminhos. Na trajetória, da mídia escrita no papel à digital. Metamorfose vivida. "Vivi a essência de uma das transformações mais profundas da comunicação humana nas últimas décadas”. Resultou no progresso inegável, quanto na nostalgia de uma era que se encerra. A transição da mídia escrita no papel para o formato digital não foi apenas uma atualização tecnológica; foi uma verdadeira metamorfose cultural e comportamental que todos nós, de alguma forma, vivenciamos. A era do papel era tangível, permanente e, de certa forma, ritualística. Folhear um jornal pela manhã, sentir a textura das páginas de um livro ou guardar uma carta impressa criava uma conexão física e sensorial com a informação. O papel tinha peso, ocupava espaço e exigia tempo — o tempo do prelo, da distribuição e da leitura focada. Hoje, meu coração está cheio de gratidão. Agradeço à direção do jornal pela confiança, aos colegas de redação pela parceria e, principalmente, a vocês, leitores e leitoras, por me permitirem entrar em seus lares e mentes por mais de uma década. A saudade será eterna, mas as lições e o carinho que recebi ficarão para sempre. Sigo de mãos vazias, mas com o coração confiante e a certeza de que a vida é feita de ciclos que se encerram para que novos possam começar. Não é um adeus, mas um "até logo", pois as histórias que compartilhamos continuarão a viver nas páginas que escrevi e nas mentes que toquei! Obrigado por tudo e BOAS FESTAS! Com carinho, Adão Adilson Bombassaro  

15/12/2025– 16:04

Cuidar da nossa cidade é também cuidar das bênçãos que Deus nos deu. A criação do Senhor não é apenas cenário para a nossa vida — ela é um presente confiado às nossas mãos. E quando falamos de conservação ambiental, especialmente do descarte de lixo, estamos falando de responsabilidade, de amor ao próximo e de obediência a Deus. A Palavra diz que “ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela existe” (Salmo 24:1). Se tudo é d’Ele, então cada rua, cada praça, cada rio e cada bairro da nossa Ponte Nova são espaços sagrados que devemos honrar. Por isso, precisamos despertar uma consciência mais profunda: o lixo que jogamos fora nunca desaparece - ele sempre chega a algum lugar. E quando descartado de maneira errada, ele machuca nossa cidade, entope bueiros, causa enchentes, contamina a natureza e prejudica famílias inteiras! Cada saco bem fechado, cada lixo colocado no horário certo, cada atitude responsável, é uma semente plantada para uma cidade mais limpa, mais segura e mais bonita. É um testemunho de fé! Cuidar do lixo é cuidar de gente. Cuidar do lixo é amar o próximo. Cuidar do lixo é honrar a Deus. Que cada um de nós seja parte da mudança. Que possamos ensinar pelo exemplo. E que Ponte Nova seja conhecida não só pelo povo acolhedor, mas também pela consciência e respeito com a criação de Deus. Observação: Este texto poético ecológico-religioso é de autoria do Pastor Fabiano, pastor da Igreja Quadrangular Gerando Propósitos e vereador em Ponte Nova (MG). Foi lido na palavra Livre da Câmara, em 08 de dezembro de 2015.

15/12/2025– 16:03

Mais uma Emenda Constitucional!   Olá, tudo bem? Estamos vivendo tempos sombrios na economia e observando países ao redor do Brasil tomando medidas de redução de impostos e a economia decolando, como Paraguai, Argentina e Uruguai. O último a adotar essa medida foi a Bolívia, na última segunda-feira, através de seu novo e recém empossado Presidente, Rodrigo Paz Pereira. No Brasil, com seu emaranhado tributário, mais uma Emenda Constitucional (EC) foi aprovada: a de nº 137, em 09 de dezembro de 2025. Tal Emenda dispõe sobre a imunidade de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) a veículos terrestres de passageiros, caminhonetes e mistos com 20 (vinte) anos ou mais de fabricação, à exceção de micro-ônibus, ônibus, reboques e semirreboques. Ou seja, com todo o respeito, é a famosa migalha e a penitência com chapéu alheio. Primeiro, a cobrança de tal tributo é de competência exclusiva dos Estados, o que se percebe no mínimo uma violação ao pacto federativo. Segundo, certamente haverá compensação de arrecadação em outros veículos, na medida em que irá reduzir a arrecadação e certamente o Governo irá dar com uma mão e tirar com a outra. Terceiro: não há a previsão de quanto que cada Estado perderá com tal arrecadação, sem contar que os repasses aos Municípios também diminuirão, já que parte de tal imposto é dos Municípios aos quais os veículos estejam endereçados. Ou seja, é a famosa penitência com o chapéu alheio. Enquanto isso, vejamos um show de horrores no Poder Legislativo nacional, onde um Deputado Federal que agrediu um visitante com socos e pontapés sendo somente suspenso de seu mandato enquanto outros, que cometerem ilícitos de caráter muito menor, de crimes contra a honra, tiveram os seus mandatos cassados. Esse é o Brasil baronil de 2025. Aguardemos os desdobramentos da dança e do xadrez no parlamento federal. Ano que vem tem eleições. Aguardemos os desdobramentos destas inovações legislativas! Abraço.

15/12/2025– 15:59

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