Pesquisar

Colunistas

E não é que pode acontecer? Já aconteceu comigo. Vejo muitos casos de pessoas que se curam de alguma coisa por sugestão, acreditam tanto numa cura mágica ou espiritual ou coisa semelhante que se curam, como foi o meu caso. Há muitos anos, em 1984, quando era Assessor de Imprensa do poderoso Prefeito Sette de Barros (1983-1988), participei do I Encontro de Assessores de Imprensa do Brasil, em Cuiabá, capital do Mato Grosso (a divisão aconteceu em 1977). O rega-bofe, com direito a palestras e mesas redondas, tinha uma oferta incrível: viagem no Trem da Morte. Diversos fatores, incluindo o percurso por áreas perigosas e acidentes que ocorreram durante a construção da ferrovia ajudou para que este nome ficasse na memória das pessoas. A viagem, por cerca de 640 quilômetros, leva cerca de 14 a 17 horas (com paradas para embarque e desembarque), sai de Puerto Quijarro, na fronteira com Santa Cruz da La Sierra, na Bolívia. O Trem da Morte cruza paisagens variadas, do Pantanal Boliviano a planícies tropicais.  De Cuiabá a Corumbá, são mais de mil quilômetros, com acesso por ônibus e dali até o embarque para a fantástica aventura. Eu queria conhecer o local onde Guevara passou os últimos dias, em Vallegrande, cidade a mais de 240 quilômetros de Santa Cruz de La Sierra, onde termina o trajeto ferroviário do Trem da Morte. Vallegrande é a cidade onde mataram Che Guevara. Ferido a tiros, ficou prostrado numa cama de uma escola no Povoado La Higuera, sob forte vigilância militar, até que, obedecendo ordens gringas, o mataram. Os camponeses da região não gostavam dos guerrilheiros, diziam que eles acabaram com o sossego na região. Mas depois do assassinato de Che Guevara, as mesmas pessoas que o xingavam passaram a pedir milagres a ele. Santo Ernesto Guevara, passei a brincar, é um dos santos em que acredito, depois de São Francisco de Assis. O médico argentino deveria ser comemorado todo dia 08 de outubro.  

16/10/2026– 12:02

Na semana passada, a editoria do Líder Notícias publicou, com exclusividade em todo estado de Minas Gerais, notícia de um laudo pericial elaborado pela engenheira ambiental Aline Mól Calais depois de visita de 05 (cinco) dias (11,12,13,14 e 15 de maio de 2026) ao lago formado pela barragem da Usina da Brecha, em Guaraciaba. O ictiólogo Frederico Fernandes Ferreira, técnico da Doceana Consultoria Ambiental, acompanhou a perita. Considerando os elementos técnicos analisados na perícia, em situações de redução programada ou emergencial das vazões, as medidas indicadas devem priorizar a manutenção das condições mínimas de sobrevivência e deslocamento da ictiofauna (peixes), bem como a prevenção de seu isolamento em trechos com redução excessiva do nível da água. Nesse sentido, mostram-se tecnicamente recomendáveis: a manutenção de vazão ecológica mínima, associada a regras operacionais que promovam o rebaixamento gradual das vazões, evitando alterações abruptas capazes de provocar o isolamento ou aprisionamento de peixes em poças remanescentes. Ou seja, ficou constada a ineficácia da escada de peixes para facilitar a piracema. O lago da Usina da Brecha está totalmente assoreado, formando uma bomba-relógio. Como ambientalista sugiro a desconstrução da barragem, uma vez que a Usina da Brecha não gera emergia elétrica, desde 2023. A Novelis do Brasil perdeu a concessão da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).  

09/10/2026– 11:53

A respeito da PEC contra 6 x 1: acho que deveria ser mudada para 5 x 2, com descanso no sábado e domingo, mas todos os trabalhadores só deveriam dispensar 06 (seis) horas do dia para prestar serviço. Se for no serviço público, o efeito é muito superior. Todo mundo sabe que um trabalhador que coleta lixo e varre não produz nem a metade na parte da tarde. Os turnos deveriam ser de 06 horas até 12 horas; e de 12 horas até 18 horas. A exemplo de São Paulo e Rio de Janeiro, Ponte Nova não deveria aplicar o Salário-mínimo nacional. Os servidores municipais deveriam receber pelo menos R$ 1.600,00. Isto já aconteceu em Ponte Nova, em 1992, graças à negociação realizada pelo Sindserp com o prefeito da época Antônio Bartolomeu. Eu participei das negociações, que envolveram o presidente do Sindserp, Newton Totino Pinguelli, e o secretário municipal de Fazenda, Afonso “Tim” Mauro Pinho Ribeiro. A partir de outubro de 1992 o menor salário era de Cr$575.294,87. O Salário-mínimo valia Cr$522.186,94. Outra prática a ser seguida em Ponte Nova envolveria a criação de uma área de lazer. O lugar ideal pertence ao Sindicato dos Produtores Rurais e fica depois do GranValle Espaço de Eventos (Cerâmica). É só desapropriar. Esta ideia de um parque linear surgiu lá atrás: seria um parque linear ao lado do Rio Piranga, respeitando-se a metragem da mata ciliar.

02/10/2026– 12:42

É preciso entender que as árvores de Ponte Nova fazem parte de uma história que começa lá na década de 1980, quando o Prefeito Sette de Barros, com ajuda do engenheiro florestal do Instituto Estadual de Florestas (IEF), Fernando Ferreira, plantou cerca de 5.000 mil árvores nas ruas e bairros.  O Prefeito Antônio Bartolomeu arborizou as 02 (duas) margens do Rio Piranga: em 1980, margem direita do Rio Piranga. Em 1990, na margem esquerda (Vila Centenário), entre o Pontilhão de Ferro e a Ponte da Barrinha.  O projeto de arborização foi elaborado pelo engenheiro florestal João Paulo de Britto. A arborização foi reivindicação da Associação de Moradores da Vila Centenário (AMOVILA), entidade que era presidida por mim (Ricardo Motta), secretário geral Dr. Wandeir Maciel Miranda, vice-presidenta Mazzarello Bargamini, e Antônio Inácio Boneca (Diretor Cultural).  Cerca de 2.000 mil árvores de diversas espécies foram plantadas, além das palmeiras-imperiais. Cabe lembrar, que em 1991, exatamente no Dia Mundial do Meio Ambiente (05 de junho), foi inaugurada a Praça Lucindo Lessa (Vila Centenário), com 07 (sete) ipês-rosa (ideia de Denis Mendonça, que era secretário da administração municipal). A praça também foi reivindicação da AMOVILA, com intermediação da arquiteta e urbanista Maria do Carmo Zinato (autora do projeto da praça) e do secretário municipal de Fazenda, Afonso Mauro Pinho Ribeiro Tim. O prefeito era Antônio Bartolomeu.  

25/09/2026– 11:36

Proteger áreas intocáveis, como é o caso do Bosque Antônio, que tem mais de 35 anos (44 anos considerados os primeiros plantios), é essencial para compreender a dinâmica natural e garantir a conservação ambiental. A manutenção de habitats preservados no Bosque Antônio Bartolomeu (entre Pontilhão de Ferro e Ponte Municipal/Barrinha) demonstra como processos ecológicos sem intervenção humana sustentam a vida. Conhecer a importância da madeira em decomposição revela os segredos para a riqueza biológica de ecossistemas seculares. Os troncos caídos não são removidos, servindo como alimento e abrigo para milhares de organismos invertebrados essenciais. Essa rica cobertura vegetal intocada sustenta a teia alimentar e promove um equilíbrio duradouro na biodiversidade ao longo de todas as estações do ano. A madeira em decomposição atua como um verdadeiro berçário para a germinação de novas plantas e mudas arbóreas. Estou escrevendo sobre isso, porque existem várias pessoas que me procuram para que eu interceda junto à secretaria municipal de Meio Ambiente (Semam) para que sejam retiradas as árvores caídas. O certo é mantê-las, apenas retirando galhos que estejam dentro do Rio Piranga.

18/09/2026– 11:27

Em junho de 2025 a Câmara de Ponte Nova aprovou projeto de lei de autoria do vereador Zé Osório (PSB) para instituir o Dia Municipal de Defesa do Meio Ambiente e dos Ambientalistas. Objetivo é reconhecer e valorizar a atuação dos ambientalistas e militantes que, historicamente, defenderam o Rio Piranga e lutaram contra projetos de degradação ambiental, como a implantação de barragens na região; preservar a memória da mobilização social e política que resultou na defesa dos interesses coletivos e na proteção do meio ambiente. Na primeira comemoração, em 10 de setembro de 2025, os vereadores da Comissão de Defesa do Meio Ambiente Thaffarel do Povo/PSB (presidente), e Marcinho de Belim/PDT (secretário), e o ambientalista Ricardo Motta plantaram uma muda de embaúba na Horta Comunitária do Bairro Copacabana. Em 2026, a data foi incorporada à agenda de comemorações ecológicas da secretaria municipal de Meio Ambiente (Semam), que organizou plantio de mudas de árvores nativas no jardim da Praça Cid Martins Soares, no Bairro Palmeiras. “A programação alusiva ao Dia Municipal de Defesa do Meio Ambiente e dos Ambientalistas de Ponte Nova (10/09), criado pela Lei nº 4.855/2025, só tem sentido se a administração municipal adotar medidas urgentes e eficazes para restabelecer a organização, recomposição e defesa do Parque Natural Municipal do Passa-Cinco, adoção de medidas para plantar árvores em áreas degradadas em torno do perímetro urbano, dar prosseguimento à construção e implantação da ETE (com as devidas explicações sobre seu processo construtivo e de investimentos), ter maior controle e rigor sobre os licenciamentos de projetos de desaterros, ampliar e melhorar a coleta seletiva do lixo urbano, dentre outras medidas”, comentou o ambientalista e escritor Alfredo Padovani.  

10/09/2026– 11:45

Terminar uma amizade pode ter impactos psicológicos e até físicos. Fernanda Lopes, professora de psicologia na Universidade Federal do Ceará (UFC) e especialista em luto, diz que o fim de uma amizade é uma morte. E como toda morte, ela é sentida pelos envolvidos. Em alguns casos pode ter impactos emocionais mais fortes até do que o luto por algumas conexões amorosas. Já uma pesquisa da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, mostrou que o corpo reage se preparando como se existisse uma ameaça de verdade: o lobo temporal do cérebro avisa o corpo todo e os neurotransmissores e hormônios entram em modo de alerta. O ser humano passa por fases parecidas com a perda de um ente querido, como negação e tristeza. É comum se culpar pelo fim ou duvidar do próprio valor. Fica mais difícil confiar em novas pessoas ou se abrir novamente. A ausência da rotina e das conversas cria um vazio no dia a dia. A mente fica acelerada e atrapalha o descanso e causa insônia. Escreva tudo o que está pensando antes de ir para a cama. Tirar os pensamentos da cabeça e colocá-los no papel ajuda a "esvaziar" a mente. Crie pequenos novos hábitos diários. Acordar, comer e se deitar nos mesmos horários ajuda o corpo a recuperar a sensação de controle. Técnica de respiração 4-7-8: inspire pelo nariz por quatro segundos, segure o ar por sete segundos e solte pela boca por oito segundos. Repita quatro vezes para desacelerar os batimentos cardíacos. Será que dá certo?

04/09/2026– 15:41

Ode à Inteligência, cultura e à beleza estonteante de Bruna Lombardi Desde os anos 1970, quando ficou nacionalmente conhecida após sua estreia na televisão, Bruna Lombardi passou a ser símbolo de beleza para muita gente. A apresentadora e atriz posou para diversos cliques ao longo da carreira, reafirmando sua desinibição diante das câmeras. Hoje, 1º de agosto de 2026, a artista completa 75 anos, os últimos deles afastada da TV, mas focada em sua carreira de escritora. Na adaptação de Grande Sertão: Veredas, de 1985, Bruna Lombardi interpretou o personagem Diadorim, um papel tradicionalmente masculino: “Foi uma surpresa, nem acreditei, nem entendi. A experiência foi tão imersiva que isso impactou até mesmo meu corpo. Eu nem menstruava de tão masculina que eu me tornei". Bruna Lombardi está longe da televisão há sete anos, desde o fim da série A vida secreta dos casais, da HBO. Desde então, a roteirista vem se dedicando a dar palestras sobre autoestima e assuntos relacionados à beleza e a escrever livros. Ela lançou recentemente (julho) na Flip, em Paraty, o romance Mulheres que sentem os espíritos, editado pela Record. É o 14º livro que a multi artista escreve.

07/08/2026– 11:29

Este artigo eu escrevi há muito tempo, mas está valendo a imaginação nos tempos de hoje: “O Rio Piranga clama por socorro. Um SOS silencioso que tem tremendo poder de vulcão, mas as pessoas poderosas, aquelas que dormem em triplex, ou nos sítios apiscinados, estão pouco se lixando. Os facínoras do passado inventaram “passar a boiada” e Ponte Nova aderiu ao aprovar a lei que reduz as Áreas de Preservação Permanente, para encaixotar as águas vermelhas do Rio Piranga e produzir enchentes vigorosas e destruidoras! Alguém cantou, não sei se foi Zezito na varanda da Escola Percepção Musical ou Bubusca Valença, nordestino da seca e sol da caatinga, 45 graus: “Jequitinhonha terra de gente que sonha. Aprendi “com o vento: vadiar pelo espaço”. Mas, e o Rio Piranga? Serpenteia pelas barrancas e lajedos, desde Ressaquinha, mas não voa e nem sonha. Apenas espera resistente e barulhento nas curvas. Mas, o cruel, sanguinário e abominável destruidor chega na calada da noite, invade sua casa, destrói seu jardim, mata seu cachorro e polui as águas. A terra sangra diariamente e o Rio Piranga vagueia sem poder controlar a sanha incansável dos dólares manchados de óleo e mercúrio.

24/07/2026– 11:19

Sou frequentador de botecos. Em quase todos os bairros de Ponte Nova existe um preferido em que costumo tomar minhas cervejas. Fiquei conhecido por não comer peixe do Rio Piranga no período da Piracema. Levo esta determinação há mais de 16 anos. Consegui com meu gesto uns poucos seguidores, que entenderam a importância de diminuir o volume de peixes de espécies nativas servindo de tira-gosto. Quando aconteceu o desastre que implodiu o ecossistema dos rios Gualaxo do Norte, Doce e Carmo, com refluxo de quase 02 (dois) quilômetros do Rio Piranga, na localidade de Barra do Piranga onde se encontram os rios do Carmo e Doce, o Codema tomou posição (2016) para criar uma DN/Deliberação Normativa que proibia a pesca no rio Piranga e seus afluentes: Mata-Cães, Vau-Açu e Oratórios. A ideia é manter um banco genético dos peixes nativos que ajudaria a salvar a piscosidade do Doce e do Carmo. A proposta veio depois de ouvir o Ph. D. em Peixes, Jorge Dergam dos Santos, professor da UFV, que disse na ocasião: “Não existe mais ictiofauna no trecho devastado pela lama, que arrastou galhos de árvores e animais mortos. Posso afirmar que a morte de peixes nos rios do Carmo, Gualaxo do Norte e Rio Doce foi quase 100%”. A proposta de proibir a comercialização encontrou forte resistência em Ponte Nova e região. Entrou o lobby de proprietários de restaurantes, bares, hotéis e similares, e as Câmaras de Vereadores da região silenciaram-se. Embora, fosse bem explicado que só seriam proibidos os peixes de piracema e em risco de extinção: piau-vermelho, corvina, piaba-branca, surubim, lambaris de todas as espécies, entre outros. Principalmente, o surubim-do-doce que está em vias de extinção. Enquanto isso, em Ponte Nova, as geladeiras e freezers dos bares, botecos e restaurantes estão abarrotados, inclusive com peixes fora das medidas. A Polícia Militar de Meio Ambiente mostra-se eficiente na fiscalização, mas insuficiente numericamente para conter tanta transgressão ao meio ambiente.    

17/07/2026– 10:01

Embora seja resultado de eventos climáticos extremos, a tragédia provocada pelas chuvas no Rio Grande do Sul foi agravada pela irresponsabilidade dos governantes ao longo dos anos, afirmou o colunista Tales Faria no Canal UOL News de sexta-feira, 03 de maio de 2024. Na mesma escala, o problema persiste em Ponte Nova desde 1979 (47 anos). Os administradores municipais nunca quiseram resolver os problemas. Parece que ter inundações em Ponte Nova gera voto e credibilidade. A coordenadoria de Defesa Civil de Ponte Nova, há 20 anos nas mãos do abnegado servidor público Cícero Gomides, é a favor da desapropriação dos imóveis que ficam na margem direita do Ribeirão Vau Açu, nas ruas Desembargador Paula Motta e Pedro Nunes Pinheiro, na Vila Oliveira. Mesmo com o Plano de Redução de Riscos, o Poder Executivo (2018), rezando na mesma cartilha de Ricardo Salles (passando a boiada!), trabalhou intensamente para o desmonte das políticas públicas de meio ambiente de Ponte Nova.  Alterou o Código de Meio Ambiente tirando poderes do Codema (Conselho Municipal de Conservação e Defesa do Meio Ambiente). Os mandatários do município preferem realizar movimentação em tempos de enchentes e inundações, elaborando laudos, distribuindo lonas pretas e cestas básicas aos desabrigados e desalojados. Nada de soluções definitivas e elas existem, mas preferem gastar dinheiro com asfalto nas ruas, sem drenagem.

03/07/2026– 11:40

Não posso respirar, não posso mais nadar / A terra está morrendo, não dá mais para plantar / E se plantar não nasce, se nascer não dá / Até pinga da boa é difícil de encontrar / Cadê a flor que estava aqui? / Poluição comeu / O peixe que é do mar? / Poluição comeu / O verde onde é que está? / Poluição comeu / Nem o Chico Mendes sobreviveu! / Rio Piranga está morrendo, esgoto polui. E o Passa-Cinco? / Não posso respirar, não posso mais nadar / O Rio Piranga está morrendo, é preciso o esgoto tratar. / O Passa-Cinco está morrendo: não dá mais para recuperar? / E se plantar mudas? Se crescer tem que cuidar / Até bichos por lá é difícil de encontrar. / Cadê a flor que estava aqui? / Poluição comeu / Onde está o peixe que é do Rio Piranga? / Na zona urbana, o esgoto comeu! / O verde onde é que está? / Poluição comeu / Nem o Codema sobreviveu!

26/06/2026– 11:22

Siga nas redes sociais
Seja um anunciante
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo.
Os 10 artigos mais recentes
Contato Líder Notícias
Acessar o conteúdo