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Meio Ambiente é um ponto fora da curva em Ponte Nova

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Artigo Ricardo Motta

Buscando o Aurélio Buarque de Hollanda, o chamado “Pai dos Burros”, mas bem melhor que o Google, agora por IA, li atentamente que PONTO FORA DA CURVA é o mesmo que exceção, diferente, atípico, anormal, discrepante ou outlier (chique!). É o que temos visto nos últimos anos em Ponte Nova quando tratamos de Meio Ambiente. O desrespeito sempre foi flagrante: e não destruíram mais por causa da minha atuação. Veja o caso da Rodoviária Velha. Para a revitalização em 2023 (agora vai voltar o terminal de passageiros para lá/aranha caranguejeira) cortaram 04 (quatro) sibipirunas de 40 anos de idade e 15 metros de altura, plantadas em 1980.

O prefeito Dr. Milton (Avante) prometeu dar autonomia ao órgão colegiado de meio Ambiente. Mas, até esta data em que reescrevo este artigo (15 meses de governo) ainda não havia sido enviado projeto de lei para a Câmara para alterar a lei e assim permitir que o presidente seja eleito. Outra situação que vem incomodando os ambientalistas e os moradores dos bairros de Fátima, São Pedro, Cidade Nova, Bom Pastor e Novo Horizonte é a radicalização contra a lagoa do Parque Natural Municipal Tancredo Neves, no Passa-Cinco (foto), que perdeu 12.353,90 metros cúbicos de espelho d’água, pois tinha 35.863,80 metros cúbicos e hoje tem apenas 22.510 metros cúbicos.

 

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