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Grandiosa árvore cai ceifada por motosserra na curva do Rio Piranga

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Mais uma vez, confesso que cada vez mais me convenço de que Ponte Nova, no aspecto ambiental, regrediu de forma sistemática e continuada nos últimos anos, principalmente a partir de 2017, quando um golpe “legal”, perpetrado pela Câmara de Ponte Nova retirou a autonomia do Codema, deixando nas mãos do Poder Executivo a decisão final para as bases do licenciamento ambiental. Puro interesse capitalista e de especulação imobiliária.

Não existe sensibilidade com a natureza. Servidores acreditam que amendoim nasce em árvores, mudas plantadas são confundidas com mato e são cortadas. Prova disso, é a quantidade enorme e avassaladora de corte e podas drásticas de árvores. Ao mesmo tempo, que cortam e não repõem, podam drasticamente: matando lentamente as espécies. Isto é crime ambiental, sem qualquer reação. Isto é cumplicidade criminosa!

Crimes contra a natureza são típicas de pessoas desequilibradas emocionalmente. Elas pouco se importam se vêm um cachorro sendo chutado ou quando a motosserra derruba uma árvore em pleno vigor. Há 15 dias, mais ou menos registrei o corte de uma orelha-de-macaco na curva do Rio Piranga, perto da Santinha de Copacabana.

Árvores podem se recuperar e sobreviver mesmo após queimadas na base, desde que o tecido interno responsável pela circulação de seiva (floema e xilema) e as raízes não tenham sido completamente destruídos. Mas, preferiram cortá-la em vez de salvá-la. Bastava usar fertilizantes orgânicos e compostagem no solo, que auxiliaria a repor os nutrientes perdidos pela ação do fogo na superfície.

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