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Saúde

SETEMBRO AMARELO Setembro é o mês em que é realizada a campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio, sendo o dia 10 desse mês o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. Essa campanha, conhecida como “Setembro Amarelo”, foi criada no Brasil, em 2015, pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). Falar ou não falar? Eis a questão. Se a morte em si já é um tabu, o suicídio é um tabu dentro do tabu e mata 01 (uma) pessoa no mundo a cada 40 segundos. A estatística, da Organização Mundial da Saúde (OMS), chama atenção para urgência de derrubar as barreiras que cercam o tema. E se, por muito tempo, falar sobre isso trazia desconforto, agora, conscientizar é um caminho rumo à prevenção. Tema da campanha Setembro Amarelo, este é o assunto da série especial de reportagens “Uma chance para a vida”, produzida pela editoria “Mais Conteúdo”, que ouviu cuidadosamente psicólogos, psiquiatras, pesquisadores, familiares que perderam entes queridos e, também, pessoas que atentaram contra a própria vida. De repente, os problemas e as dificuldades ficam maiores, se tornam barreiras quase que intransponíveis. O silêncio, a solidão e o sentimento de não pertencimento e de incompreensão batem forte. E é nesse momento que vidas são desfeitas. Só em Minas Gerais, já foram 150 suicídios por mês neste ano (2021), somando 900 entre janeiro e junho. Além disso, a cada 30 dias, foram 174 tentativas, ou 1.045 no primeiro semestre, segundo a secretaria de estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). ALÉM DAS ESTATÍSTICAS Os números citados nesta matéria jornalística são os casos que entraram para as estatísticas, mas há ainda aqueles que se retiraram da vida ou pensaram nisso sem que ninguém se desse conta. E não são poucos: ao longo da vida, 17,1% das pessoas “pensaram seriamente” em se matar, 4,8% chegaram a elaborar um plano para isso, e 2,8% efetivamente tentaram o suicídio, segundo estudo feito no Brasil por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Entre o pensar e o efetivar a morte de si, existe um limbo. Segundos, minutos, horas, dias se passam. Não há uma regra porque cada caso é único, o que impossibilita qualquer tipo de generalização. Isso é um consenso entre os especialistas ouvidos. Mas uma estatística chama a atenção: para a Organização Mundial da Saúde (OMS), 90% dos suicídios poderiam ser evitados caso a pessoa recebesse a ajuda adequada. Segundo especialistas, é preciso reconhecer que o suicídio é um fenômeno de alta complexidade, multifatorial, e não dá para que as pessoas queiram fazer ligações lineares de causalidade – por exemplo, isso gera aquilo. “O ser humano não é assim, o campo da subjetividade não é assim, muito menos o comportamento suicida, que é desde a pessoa ter a ideia de se matar, construir planejamentos, tentativas e, infelizmente, as pessoas que chegam ao ato em si”, afirma a conselheira do Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais (CRP/MG), Cristiane Nogueira. Apesar de, em muitos casos, ser possível estender uma mão e tentar salvar aquela vida, essa não é uma tarefa simples e não deve ser carregada de culpabilidade. O suicídio pode ocorrer de forma planejada, com sinais prévios, ou não. “Não há uma definição concreta de características de pessoas com idealizações suicidas. O perfil que se traça não dá conta da infinidade de afetos que participa disso, porque a dor não tem a mesma roupagem para todo mundo e, em algumas histórias, ela nem é perceptível pelos mais próximos”, diz a doutora em psicologia e estudiosa do tema, Elizabeth Avelino Rabelo.

22/09/2021– 16:25

PESQUISA Pesquisadores de universidades paulistas identificaram uma proteína presente no veneno da cobra jararacuçu que pode ajudar no tratamento da COVID-19. Uma parte da proteína inibiu 75% da capacidade do vírus de se replicar em células de macaco. O estudo da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), em Araraquara (SP), foi publicado na revista científica Molecules, em agosto. O professor do Instituto de Química Eduardo Maffud, um dos responsáveis pelo estudo, explica que o grupo de pesquisa já havia identificado toxinas no veneno da jararacuçu que tinham atividade antibacteriana. “Com o avanço da COVID-19, a gente posicionou várias das proteínas para ver se eles apresentavam atividade contra o SARSCoV-2. Felizmente a gente obteve esse resultado interessante”, disse o pesquisador. De acordo com o pesquisador, um possível remédio com o composto descoberto, ao desacelerar a replicação do coronavírus daria mais tempo para o organismo agir e criar os anticorpos necessários para resistir à doença. “Isso ainda está em andamento, precisaria de estudos adicionais, mas a gente viu que a proteína do veneno impede a replicação ou a multiplicação das partículas virais”, acrescenta Maffud.

15/09/2021– 14:36

PESQUISA Pesquisadores de universidades paulistas identificaram uma proteína presente no veneno da cobra jararacuçu que pode ajudar no tratamento da COVID-19. Uma parte da proteína inibiu 75% da capacidade do vírus de se replicar em células de macaco. O estudo da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), em Araraquara (SP), foi publicado na revista científica Molecules, em agosto. O professor do Instituto de Química Eduardo Maffud, um dos responsáveis pelo estudo, explica que o grupo de pesquisa já havia identificado toxinas no veneno da jararacuçu que tinham atividade antibacteriana. “Com o avanço da COVID-19, a gente posicionou várias das proteínas para ver se eles apresentavam atividade contra o SARSCoV-2. Felizmente a gente obteve esse resultado interessante”, disse o pesquisador. De acordo com o pesquisador, um possível remédio com o composto descoberto, ao desacelerar a replicação do coronavírus daria mais tempo para o organismo agir e criar os anticorpos necessários para resistir à doença. “Isso ainda está em andamento, precisaria de estudos adicionais, mas a gente viu que a proteína do veneno impede a replicação ou a multiplicação das partículas virais”, acrescenta Maffud.

15/09/2021– 14:36

No mês de agosto, as equipes da Hemodinâmica e da Cirurgia Cardíaca do Hospital Arnaldo Gavazza Filho realizaram uma cirurgia endovas-cular. O paciente operado estava com aneurisma de aorta abdominal justa renal sem colo para implante de dispositivo infrarrenal. Foram colocados 02 (dois) stents revestidos e uma endoprótese. A cirurgia, extremamente delicada, foi realizada com sucesso e contou com suporte de equipe multidisciplinar de anestesista, cirurgião cardíaco, instrumentadores e profissionais de enfermagem, incluindo apoio de profissional de São Paulo.

15/09/2021– 14:23

O administrador do ramo imobiliário Cochise Saltarelli Martins, que também preside a Acip/CDL esteve no Hospital Nossa Senhora das Dores (HNSD) para entregar a doação de R$2.500,00 feita por sua empresa à instituição. Em seu depoimento, Cochise destacou a importância do suporte da comunidade ao HNSD e as diversas formas de doar. “Agradecemos ao empresário pelo apoio”, diz nota da instituição de saúde, acrescentando formas de doar: via PIX por meio da chave (31) 98679-2734; na conta de luz; campanha Troco Solidário, ao realizar compras no comércio ponte-novense; acione o telefone do HNSD (31) 3819-2639. O comércio de Ponte Nova que quiserem ter o adesivo e o banner com o QR Code para incentivar as doações do HNSD, podem solicitar o material na Associação Comercial e Industrial de Ponte Nova (Acip/CDL).

15/09/2021– 13:56

O Ministério da Saúde anunciou em agosto que passará a oferecer a terceira dose da vacina contra a COVID-19 para idosos e imunossuprimidos; Essa etapa da vacinação deve começar com os maiores de 80 anos no dia 15/ 9/21, quando o ministério espera ter vacinado toda a população com mais de 18 anos com ao menos uma dose da vacina. Assim, a vacinação de idosos e imunossuprimidos deve ocorrer concomitantemente à de adolescentes de 12 a 17 anos e adultos que ainda não completaram o esquema vacinal. “Essa é uma decisão acertada, já que o principal fator de risco para evolução de formas graves da doença continua sendo a idade”, afirma o dr. Renato Kfouri, infectologista e diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). Ainda de acordo com o dr. Kfouri, há uma diferença entre terceira dose e dose de reforço. “A terceira dose significa uma mudança de calendário no esquema primário. Algumas populações que sabidamente respondem mal às duas doses, como os imunossuprimidos, deverão receber três doses da vacina, sendo a terceira 28 dias após a segunda dose. O esquema, para esse grupo, passa a ser de 03 (três) doses”, explica o infectologista. Já nos idosos, que na prática também receberão 03 (três) doses das vacinas (com exceção da vacina da Janssen, que requer dose única), a terceira dose funcionará como um reforço para manter a imunidade, já que esse grupo apresenta redução da proteção devido à imunossenescência (processo natural de envelhecimento do sistema imune). ESTUDOS RECOMENDAM REFORÇO E 3ª DOSE Um estudo mostrou que maiores de 55 anos apresentam uma resposta mais baixa de células T, muito importantes na efetuação de resposta imune, com a CoronaVac (vacina de vírus inativado), quando comparados com indivíduos mais jovens. De acordo com os pesquisadores, esse grupo se beneficiaria de uma dose de reforço com outro imunizante. Outro estudo também revelou que a efetividade da CoronaVac, que no Brasil foi fundamental para a redução de casos graves e óbitos em todas as faixas etárias, cai com a idade, fenômeno que também ocorre com outras vacinas, como a da AstraZeneca. Um dos autores do estudo, Otávio Ranzani, médico intensivista e epidemiologista da USP e do Instituto de Saúde Global de Barcelona (Espanha), conclui: “A decisão de uma dose de reforço é importante para populações com esperada baixa resposta às duas doses das vacinas, como aqueles acima de 80 anos ou com alguma supressão do sistema imune. Tanto estudos da resposta imune quanto de efetividade já mostraram uma resposta do sistema imune além da desejada nessas populações”. Imunussuprimidos devem receber a 3ª dose depois de um intervalo de 28 dias após tomar a última dose de uma das vacinas disponíveis no país (Janssen, CoronaVac, Pfizer ou AstraZeneca). São considerados imunossuprimidos: transplantados de órgãos sólidos e de medula óssea; pacientes oncológicos em tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos 6 meses; pessoas com HIV/Aids; pessoas que utilizam medicamentos imunossupressores ou têm imunodeficiências.

09/09/2021– 15:31

Enquanto algumas pessoas seguem à risca os protocolos de higiene e prevenção contra a COVID-19, chegando até mesmo a desenvolver um certo medo de sair de casa e rever amigos e familiares, outras apenas negam o risco da pandemia e frequentam aglomerações sem máscaras, desrespeitando o distanciamento. Por que isso acontece? Para a editoria do Líder Notícias esta situação acontece pela falta de um discurso único dos órgãos públicos, fake news e individualismo. Além do negacionismo de governantes e de autoridades importantes. Outro fato foi a queda de braço entre o governo federal e os governadores e prefeitos. Mas, para Marina Pinheiro, professora da pós-graduação em Psicologia Cognitiva da Universidade Federal do Pernambuco (UFPE), tamanha diferença tem a ver com a complexidade da pandemia. “Quando a gente pensa em uma grande tragédia, como o rompimento de uma barragem, um ou um incêndio, há uma ameaça que atinge a todos de forma coletiva e homogênea: a lama, o prédio que desaba, o fogo. Já na pandemia, a noção de risco ganha um contorno um pouco diferente”, afirmou Marina Pinheiro. Segundo a psicóloga, o perigo é relativizado, já que as pessoas são afetadas de maneiras distintas, seja pelo nível de segurança do qual dispõem para sobreviver, como por exemplo, alguém que tem a oportunidade de ficar no home office e outra que precisa sair para trabalhar, ou pela forma como a doença se desenvolve em cada organismo, já que o vírus pode causar sintomas semelhantes aos de um resfriado ou até provocar a morte. NO BRASIL, NÃO HOUVE ORIENTAÇÃO UNIFICADA Em meio a essa relativização, os órgãos públicos brasileiros também não construíram, desde a chegada do SarsCoV-2, um discurso único e homogêneo, causando divergências no cuidado com a vida. Para pessoas com maior grau de vulnerabilidade social, por exemplo, a pandemia tornou-se mais um risco entre os quais ela já se expunha diariamente, como altas taxas de violência, trabalhos informais, desemprego e acesso precário ao atendimento em saúde. Muito dessa desconfiança vem da chamada infodemia, que se espalhou pelo Brasil e pelo mundo nos últimos anos. A infodemia é marcada pelo excesso de informações, frequentemente falsas (fake news) e produzidas por fontes pouco confiáveis. “As fake news são construídas para quê? Para gerar clamor social, abrandar a complexidade do que está acontecendo e demonizar aquilo que é considerado errado por quem a produz”, define Marina. Tamanha discrepância na forma de encarar a pandemia pode gerar discussões entre amigos e até brigas na família. O melhor caminho é o diálogo, mas sem nunca abrir mão do nosso autocuidado. “Isso não se negocia, é o valor da vida. Pode surgir a fake news que for, temos que sustentar a nossa posição e tentar gerar uma inquietação no outro. Surgiram tantas dúvidas sobre as vacinas e agora nós estamos vendo todo mundo se vacinar e os números da COVID-19 caírem”, ressalta Marina Pinheiro em reportagem publicado no site de Drauzio Varella.

02/09/2021– 15:39

O deputado federal Rodrigo de Castro cumpriu extensa agenda na sexta-feira, dia 20/ 08. Antes de chegar em Ponte Nova, esteve em Viçosa na comitiva do governador Romeu Zema, que anunciou o SAMU regional, tendo como pilares Viçosa (central), Ponte Nova a Manhuaçu. Por volta das 17h30min ele chegou em Ponte Nova, indo direto para o Centro de Nefrologia do Hospital Nossa Senhora das Dores (HNSD), onde participou de uma cerimônia especial, coordenada pela jornalista Isabella Ottoni. O momento serviu para diversas manifestações, antes da entrega de 08(oito) máquinas de hemodiálise adquiridas por R$ 400 mil oriundos de emenda parlamento do deputado, líder do PSDB na Câmara dos Deputados. Usaram da palavra, o provedor do HNSD, Francisco Rodrigues da Cunha Neto (Chiquinho Cunha); os médicos Marco Túlio Kfuri e Renato Medeiros; José Maurício Moraes (administrador do HNSD); o Prefeito Wagner Mol Guimarães; o gestor voluntário José Bueno de Magalhães (Zezé Bueno) e Rodrigo de Castro. Na ocasião, o parlamentar federal falou de sua ligação com Ponte Nova, principalmente na área da saúde, desde as primeiras ações realizadas pelo seu pai, Danilo de e Castro, que foi secretário de estado de Governo de Minas Gerais. “A saúde é uma das nossas bandeiras e sabemos da importância dos hospitais de Ponte Nova e por isso nossa atenção especial permanente”, disse Rodrigo de Castro. Na ocasião, foi anunciado o repasse de R$ 2,3 milhões para a instituição. O valor foi divido da seguinte maneira: R$ 400 mil para pagamento da primeira parcela do décimo terceiro dos funcionários do HNSD; R$400 mil para compra de 08 (oito) máquinas de hemodiálise e R$ 1,5 milhão para a construção da Casa de Apoio Vó Mila, abrigo para pessoas que vieram a Ponte Nova para tratamento de câncer na Unidade de Radioterapia Francisco Bartholomeu, inaugurada em 31 de julho. Na noite do mesmo dia, 20/ 08, Rodrigo de Castro esteve em visita ao Hospital Arnaldo Gavazza Filho (HAG) para oficializar entrega de uma Torre de Videolaparoscopia, no valor de R$ 400 mil, que consiste em um vídeo para um procedimento cirúrgico menos invasivo e mais seguro para o paciente. O equipamento vai auxiliar em praticamente todas as cirurgias realizadas no hospital. Em julho, o deputado enviou R$ 400 mil para o adiantamento do pagamento da primeira parcela do 13º salário dos colaboradores. Ele anunciou emenda no valor de R$1,5 milhão que será destinada para uma obra na rua atrás do hospital, que foi objeto de permuta com a Prefeitura Municipal de Ponte Nova: a colocação de um elevador de emergência para retirada de pacientes em caso de incêndio no prédio. Públicos presentes nas cerimônias do HAG e HNSD: Viceprefeita de Ponte Nova, Valéria Alvarenga; Diretor-geral e Adjunta do DMAES, Anderson Sodré e Daniele Alvarenga; secretário municipal de Governo, Fernando Andrade; diretores da Bartofil Distribuidora Renato Bartolomeu e Lúcio Bartolomeu; prefeito de Rio Casca e presidente do CIMVALPI, Adriano Alvarenga; presidente da Guarda Mirim de Ponte Nova, Sebastião 50; membro do Rotary Club, Francisco Carvalho; ex-prefeitos e prefeitos da região. Superintendente executiva Lucimar Fonseca (ao microfone) agradece ao deputado federal Rodrigo de Castro o apoio ao HAG. Ainda aparecem na foto: João Lúcio, Dr. José Antônio Siqueira, José Maurício Morais, Rodrigo de Castro, Wagner Mol Guimarães, Pracatá, Zezé Bueno e Dr. Humberto Bernardes Publico presente no evento do HAG

31/08/2021– 10:25

A partir da sugestão de um novo formato para o Asilo Municipal, o vereador Dr. Wellerson Mayrink, do PSB, solicitou ao prefeito Wagner Mol Guimarães a reserva de uma área no Bairro Primavera para construção de uma nova sede. A Prefeitura possui terreno no loteamento, como é previsto em lei, para implantação de equipamentos públicos, como praça, posto de saúde ou outro equipamento, desde que aprovados pela Câmara Municipal. Outras áreas existentes nos loteamentos Estrela da Mata e Cidade da Serra foram doadas recentemente para implantação do fórum da Justiça (Estrela da Mata) e para a Casa de Acolhimento Vó Mila (Cidade da Serra). Isto depende do interesse do Poder Executivo. Dr. Wellerson Mayrink, em sua indicação da semana passada (09/08), durante reunião do Legislativo ponte-novense solicita também que a Prefeitura providencie o projeto básico e a planilha de previsão de custos da obra, de forma a viabilizar emenda parlamentar para financiamento. Ele argumentou que é preciso determinar uma área para tirar o Asilo Municipal da margem esquerda do Rio Piranga. Argumentou, por fim, que o Executivo tem à disposição esta área no Bairro Primavera. O parlamentar municipal disse que consegue emenda parlamentar para a construção do Asilo em local onde não correrá perigo de inundação, como ocorreu em 04 (quatro) enchentes, obrigando a retirada, às pressas, dos idosos da atual sede na Vila Centenário. Vereador Wellerson Mayrink (PSB) quer área para tirar o Asilo Municipal da Vila Centenário, afastando o perigo de futuras inundações

24/08/2021– 11:55

Em Ponte Nova aconteceu o retorno das aulas presenciais. Na última segunda-feira, dia 16, elas começaram na rede privada. A rede municipal tem debatido o assunto e colocou normas, como, por exemplo, a vacinação dos professores, pelo menos 1ª dose. As aulas presenciais voltaram na maior parte do país. Animados com a queda no número de hospitalizações e mortes causados pela COVID19 estados e municípios de terminaram a volta às aulas nas escolas públicas e privadas. Alguns estabelecimentos de ensino ainda adotam rodízio entre os alunos, outros já recebem 100% dos estudantes. Embora o momento ideal para o retorno das aulas presenciais ainda seja motivo de discussão, poucos discordam de que o ensino remoto seja prejudicial para crianças e adolescentes. Assim, com a vacinação parcial ou completa dos funcionários e professores, as escolas voltam às aulas com protocolos de prevenção para evitar surtos nas comunidades escolares. Para além dos protocolos adotados pelas escolas, uma questão vem sendo pouco discutida: para que a volta às aulas presenciais não cause aumento significativo no número de casos de COVID-19, é preciso comprometimento das famílias. Assegurar que as crianças e os adultos que morem com elas não se exponham a riscos desnecessários é fundamental para garantir a segurança de toda a comunidade. Crianças e adolescentes estão vivendo há mais de um ano privados do convívio social com seus principais amigos. Nessa fase do desenvolvimento, a socialização é muito importante, em especial para adolescentes. Contudo, é necessário fazê-los entender que se não respeitarmos as medidas não farmacológicas de prevenção fora da escola, não teremos como garantir a segurança dentro do ambiente escolar. CUIDADOS NA VOLTA ÀS AULAS A prioridade neste momento, em que crianças e jovens ainda não foram vacinados e que há a circulação da variante Delta, deve ser a escola. Reuniões, festas e demais situações que promovam aglomerações desnecessárias, principalmente em locais fechados e sem uso de máscara, não devem ser autorizadas pelos responsáveis, por mais difícil que seja dizer não aos filhos. Obviamente, não estamos nos referindo aos jovens e familiares que não podem escolher fugir das aglomerações. Muitos precisam pegar condução, trabalhar e frequentar espaços poucos ventilados e onde há muita gente. Devem, no entanto, usar máscara sempre. A regra deve valer para crianças, adolescentes e adultos. Também é preciso reforçar a necessidade de que todos os adultos se vacinem assim que puderem, e que levem os filhos de 12 a 18 para que se imunizem quando a vacinação desse grupo começar. Enquanto a vacinação não avança e chega aos jovens (no momento Ponte Nova não atingiu os 50% recomendados pelos cientistas para 2ª dose) não podemos descartar o uso de máscara e o distanciamento físico. Caso contrário, corremos risco de precisar retroceder ao ensino remoto e ver milhares de pessoas adoecendo, algumas gravemente, de uma infecção evitável. Situação de Ponte Nova ainda inspira cuidados quanto ao número de vacinados em 2ª dose (juntando a dose única)

19/08/2021– 14:13

A vereadora Suellenn Fisioterapeuta (PV) voltou a cobrar, durante a participação na Palavra Livre da reunião plenária de segundafeira, 09 de agoso, a implantação de um programa para tratar as sequelas da covid19. “Já tem 60 dias que foi anunciado que o programa será implementado na nossa cidade, e a necessidade, a urgência, a população realmente anseia por esse programa”, disse ela. O Poder Executivo anunciou que um imóvel que pertencia à “Casa da Amizade do Rotary Club”, localizado em frente aos prédios do Conjunto Habitacional Dom Helvécio (COJAN), no Bairro Nova Almeida, Pau D’alho seria o local para implantação do programa, mas até hoje não começou a funcionar. “Hoje, as pessoas estão tendo várias sequelas no pós-COVID-19. infelizmente, a incidência dos óbitos, hoje, são mais relacionados pelas sequelas do vírus”, alertou a vereadora do PV.

17/08/2021– 13:03

Com a chegada da pandemia da COVID-19 no Brasil e a necessidade do isolamento social para diminuir o risco de transmissão, as tele consultas se tornaram uma alternativa para as idas de rotina ao consultório. Assim, o médico pode avaliar quando é realmente necessária uma consulta presencial e quando é possível fazer o acompanhamento remoto. Troca de receitas, acompanhamento de exames, sessões de terapia, entre outras situações, podem ser realizadas sem que o profissional e o paciente estejam no mesmo ambiente físico. As tele consultas são parte da chamada telemedicina, um conjunto de tecnologias utilizada para facilitar não só a vida do paciente, mas dos profissionais também, integrando prontuários, exames e outras informações que podem agilizar processos. “A telemedicina teve esse boom durante a pandemia. Não só a telemedicina, mas a gente pode falar sobre a utilização de videochamadas para consultas. Já havia movimentações tímidas por parte dos conselhos de medicina antes, mas não estava na cabeça de todo mundo que a tele consulta tem a sua devida efetividade”, afirma Arthur Lima, dentista e um dos fundadores da Afro Saúde, uma health tech focada em serviços de saúde para a população negra. Entretanto, apesar de ser uma ideia atrativa, existem prós e contras que devem ser avaliados, além das dificuldades de inserir esse tipo de atendimento para todos, já que requer recursos dos sistemas de saúde e do paciente. Apesar de a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua de 2019, feita pelo IBGE, indicar que 82,7% das casas brasileiras possuem acesso à internet, é preciso analisar qual a qualidade e o meio utilizado. SUS não tem políticas públicas de teleconsultas Outro ponto é que a grande maioria dos serviços que utilizam as tele consultas é privada, de convênios médicos ou consultas particulares. O SUS (Sistema Único de Saúde) tem poucos exemplos, e carece de políticas públicas, estrutura e equipes disponíveis preparadas para esse tipo de atendimento. Cerca de 67% dos usuários que dependem exclusivamente do SUS são negros, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O mesmo vale para os planos de saúde: 78,8% das pessoas negras do Brasil não possuíam nenhum plano de saúde, de acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde de 2013. Por esse motivo, o acesso dessa população à telemedicina se torna mais restrito. Locais remotos, afastados dos grandes centros, tendem a ter um menor número de profissionais de saúde. Com a criação do programa Mais Médicos, profissionais generalistas chegaram às áreas mais remotas do país, mas em casos em que é preciso consultar médicos especialistas, a telemedicina poderia ser utilizada. De acordo com o estudo Demografia Médica no Brasil 2020, cerca de 62,4% dos médicos brasileiros estão em apenas 48 cidades, todas com mais de 500 mil habitantes. Por conta disso, cidades menores têm um déficit, às vezes com menos de um médico por mil habitantes, recomendação mínima da Organização Mundial da Saúde (OMS). Médicos comprovam a eficiência da telemedicina

12/08/2021– 13:19

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