De acordo com informações recebidas do HNSD, o Centro de Radioterapia do hospital Nossa Senhora das Dores, de Ponte Nova, deve entrar em operação em aproximadamente 90 dias, e integrará o Instituto de Oncologia Miguel Bartholomeu, já existente dentro da instituição desde abril do ano 2000 .
A montagem e preparação do centro está em estágio avançado, e os equipamentos, já dispostos no local, estão recebendo os ajustes finais da empresa especializada contratada para a execução dos serviços (Elekta/empresa fabricante dos aparelhos).
Segundo o engenheiro de instalação responsável pela montagem da sala de radioterapia, Thales Macieira, os serviços de montagem e ajustes dos aparelhos, assim como a adequação técnica do espaço, já estão quase concluídos, e após a conclusão dessa etapa, terá início a fase de preparação dos profissionais que trabalharão na operação e administração do novo centro.
O centro de Radioterapia do HNSD completará o tratamento oncológico já oferecido dentro da instituição e beneficiará Ponte Nova e toda a região na cura e tratamento do Câncer.
O centro de Radioterapia do HNSD deve entrar em operação para o tratamento do Câncer em aproximadamente 90 dias
Circula nas mídias digitais do Hospital de Nossa Senhora das Dores (HNSD) um vídeo gravado pelo cardiologista Fernando Rocha onde ele dá dicas sobre o alcoolismo. “Tome cuidado! O álcool pode acabar seu fígado, pode atacar o seu pâncreas e seu coração. Por isso, tome com parcimônia, pois o álcool é um dos maiores males da civilização”, disse Fernando Rocha.
O alcoolismo é considerado uma doença pela Organização Mundial da Saúde. O uso constante, descontrolado e progressivo de bebidas alcoólicas pode comprometer o bom funcionamento do organismo, causando consequências irreversíveis. Quase 3% da população brasileira acima de 15 anos de idade é considerada alcoólatra, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Isso representa cerca de 04 (quatro) milhões de pessoas.
“O alcoolismo é fator de risco para várias complicações de saúde, como doenças do fígado, problemas gastrointestinais, pancreatite, neuropatias periféricas, problemas cardiovasculares, prejuízos cerebrais, imunológicos, anemias, osteoporose e câncer”, assinala o médico Fernando Rocha.
A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) do Hospital Arnaldo Gavazza Filho (HAG) realizou 02 (duas) rodas de conversa com os colaboradores da instituição. Os trabalhos técnicos foram conduzidos pelas psicólogas Rita de Cássia Ferreira, no período da tarde e Karla Gomes Leite, no período noturno do dia 15/02.
A proposta da CIPA foi motivada pelo fato de a pandemia ter desencadeado um aumento significativo de pessoas com problemas ligados à saúde mental, como ansiedade, depressão e estresse, principalmente entre os profissionais da área da saúde. Para tanto, as psicólogas reforçaram os benefícios de se procurar ajuda profissional para lidar com esse momento de incertezas.
O vereador Dr. Wellerson Mayrink , vereador pelo PSB de Ponte Nova, pediu a ajuda dos colegas da Câmara Municipal para viabilizar a implantação de um PSF (Programa de Saúde da Família) na Vila Oliveira. “Nós estamos precisando fazer o PSF da Vila Oliveira, já passou da hora. Para atender o pessoal da Vila Oliveira, Santa Tereza, Custódio Silva, Francisco Vieira Martins, José Vieira Martins e está fácil de fazer. Nós temos condições de fazer isso aqui. Eu preciso de vocês”, disse.
Na mesma reunião ordinária realizada semana passada, o médico-vereador voltou a abordar sobre proposta de transforma o Asilo Municipal em uma “cidade de envelhecimento saudável”, mas em outro local. Hoje, a Instituição de Longa Permanência para Idoso (ILPI) fica localizada na Vila Centenário, na Avenida Antônio Brant Ribeiro, margem esquerda do Rio Piranga e sujeito a alagamento quando o rio transborda, quando os idosos são retirados do local.
Dr. Wellerson Mayrink quer uma Unidade Básica de Saúde/PSF na Vila Oliveira
Muita gente reclama de dor, inchaço e cansaço nas pernas, principalmente nos dias mais quentes e ensolarados. As queixas são mais frequentes em mulheres na faixa dos 50 e 60 anos e com varizes. Mas por que isso acontece? A resposta é simples: falta de movimentação da panturrilha. A panturrilha é como se fosse o segundo coração do corpo humano. O sangue sai do coração pelas artérias para irrigar órgãos e tecidos e depois desce de maneira tranquila para irrigar os músculos periféricos, sem grandes esforços. O “problema” ocorre quando o sangue precisa voltar para o coração, já que dessa vez há um fator adicional, a gravidade. Se os músculos da panturrilha não estiverem bem fortalecidos, haverá uma dificuldade do retorno venoso. Além disso, o verão causa outro obstáculo: no calor, as veias dilatam, o que dificulta ainda mais o retorno sanguíneo. O resultado são pernas cansadas e inchadas. “Não precisa ter varizes para sentir esse desconforto, mas esse acaba sendo também um fator de risco. Muito tempo sentado ou de pé, sem se movimentar, já é o suficiente para causar cansaço nas pernas”, explica Bruno Naves, médico angiologista e presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV).
PERDA DE MASSA MUSCULAR TAMBÉM COMPLICA
Outro fator que se deve levar em conta para o inchaço nas pernas é saber como anda sua porcentagem de massa muscular. Isso porque, com o passar dos anos, vamos perdendo de maneira gradual os músculos do corpo. ” É muito comum mulheres na faixa dos 50, 60 anos, receberem o diagnóstico de sarcopenia (perda progressiva de massa muscular) e se assustarem. Com essa idade eu sempre digo que se você não perder massa muscular, você já está ganhando”, brinca o médico. A regra básica para esses casos é se movimentar e manter-se ativo. Caminhadas frequentes, exercícios de maior intensidade, mas com supervisão, além de uma dieta mais equilibrada (às vezes pode ser necessário aumentar o consumo de proteínas) fazem diferença a longo prazo. ”A cada 50 minutos sentado, levante e se movimente por 10 minutos. Estique as pernas, caminhe pela casa, suba escadas. Isso é muito importante”, reforça Naves. O médico salienta ainda que por conta da pandemia, muitas pessoas que estão trabalhando no regime de home office estão tendo trombose. Muitas pessoas com esse quadro, que passam mais de 04 (quatro) horas sentados e não se movimentam de jeito nenhum. Isso é considerado péssimo para o corpo.
A sarcopenia atinge mulheres acima de 50 anos e isto pode causar inchaço
O Hospital Arnaldo Gavazza Filho (HAG) recebeu a visita de vereadores da Câmara Municipal de Ponte Nova, integrantes da Comissão Especial COVID-19. O objetivo foi conhecer a estrutura e o fluxo de atendimento de pacientes com suspeita ou confirmação do novo vírus Sars-CoV-2, que transmite a COVID- 19, que já ceifou a vida de 60 pessoas em Ponte Nova e infectou mais de 3. 000. Os vereadores fizeram a visita ao HAG no dia 12/02.
A superintendente executiva Lucimar Regina Fonseca e o coordenador do pronto-socorro e do Centro de Referência COVID-19, Dr. Cristian Guimarães receberam os vereadores Emerson Carvalho (PTB), Aninha de Fizica (PSB) e Dr. Wellerson Mayrink (PSB). Na oportunidade, eles conhecer melhor o fluxo de atendimento e poderá ajudar a repassar para a população sobre a gravidade da doença e a importância das medidas de prevenção.
O Hospital de Nossa Senhora das Dores (HNSD) recebeu a visita dos vereadores Emerson Carvalho (PTB) e Wagner Gomides (PV). Eles foram recebidos pelo administrador do HNSD Maurício Morais e pela diretora administrativa Luana Arantes. Os vereadores puderam conhecer a acompanhar o trabalho feito pelo Hospital. A visita foi em 08/02.
Em suas redes sociais os vereadores elogiaram o que viram no HNSD. Wagner Gomides disse que percebeu um “grande cuidado de toda a equipe para com os pacientes, tanto da COVID-19 quanto para os demais casos”. Já Emerson Carvalho disse ter saído “com a certeza de que o hospital hoje é cuidado com muito amor, carinho e competência”.
“Agradecemos aos vereadores pelo reconhecimento do trabalho sério e dedicado que é realizado no Hospital de Nossa Senhora das Dores. E reforçamos que estamos de portas abertas para os demais representantes da Comissão Especial COVID-19”, diz nota da assessoria de comunicação do HNSD.
A chegada da pandemia do novo coronavirus afastou as pessoas não só das ruas, mas também dos serviços médicos e, consequentemente, do diagnóstico de doenças sérias. A estimativa da Sociedade Brasileira de Patologia (SBP) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO) é que entre 50 mil e 90 mil casos de câncer no Brasil ficaram sem diagnóstico nos meses de pandemia.
Assim como quem está em tratamento não deve interrompê-lo, quem busca um diagnóstico de câncer também não pode deixá-lo para depois. Isso porque quanto mais cedo se descobre a doença, maior a probabilidade de impedir o avanço do tumor e em alguns casos, a cura.
“Esses três ou quatro meses que o paciente está aguardando, com medo de ir ao hospital e contrair COVID19 podem significar um prejuízo muito grande para o sistema. Nem todos os tumores evoluem rápido, mas alguns, sim”, alerta o dr. Victor Piana, diretor médico do A. C. Camargo, hospital referência no tratamento do câncer que atende pacientes particulares ou pelo Sus, em São Paulo.
Se você identificar algum sintoma persistente e duradouro, como uma pinta que não para de crescer ou algum caroço suspeito, é importante procurar ajuda especializada o quanto antes. Por isso, é essencial prestar atenção em si mesmo e observar todos aspectos da própria saúde. “Cada pessoa se conhece. Mudanças bruscas de comportamento do corpo são importantes. Uma perda de peso sem explicação, cansaço, sangramentos em qualquer região e dores que não passam são sinais de alerta”, ressalta Piana.
DIA MUNDIAL DO CÂNCER
O Dia Mundial do Câncer, 04 de fevereiro, transcorrido em 04 de fevereiro, é uma iniciativa global organizada pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS). Criada em 2000, por meio da Carta de Paris contra o câncer, a data tem como objetivo aumentar a conscientização e a educação mundial sobre a doença.
De 2019 a 2021 a campanha segue o tema #IAmAndIWill (#EuSoueEuVou). Por ser o encerramento dessa temática, a campanha de 2021 traz o slogan Eu sou e eu vou: juntas, todas as nossas ações são importantes, um lembrete de que nossas ações individuais, quando somadas, têm o poder de alcançar um futuro mais saudável e promissor.
A prática de atividade física regular tem se mostrado uma forte aliada no combate à doença. Segundo estudo recente realizado pela Sociedade Americana de Câncer e outras entidades norte-americanas, os exercícios reduzem o risco de desenvolvimento de sete tipos de tumores. Ao fortalecer as defesas do corpo, o exercício ajuda na prevenção não apenas de tumores, mas de diversas outras enfermidades.
12 dicas para prevenir o câncer:
Não fumar; adotar uma alimentação saudável; manter o peso corporal adequado; praticar atividades físicas; amamentar; realizar exame preventivo de câncer do colo do útero a cada três anos, para mulheres com idade entre 25 e 64 anos; vacinar as meninas de 9 a 14 anos e os meninos de 11 a 14 anos contra o HPV; vacinar-se contra a hepatite B; evitar bebidas alcoólicas; evitar carnes processadas; evitar a exposição ao sol entre 10h e 16h e evitar a exposição a agentes cancerígenos no ambiente de trabalho.
Praticar atividades saudáveis, como pedalar, é importante na prevenção contra o câncer
O Hospital Nossa Senhora das Dores recebeu no domingo (07/02) o equipamento, Acelerador Linear, como parte dos equipamentos que vão compor o futuro Centro de Radioterapia do hospital. O investimento, segundo a assessoria de comunicação do HNSD, foi de cerca de 4 milhões de reais.
O Instituto de Oncologia Miguel Bartolomeu, já existente e em funcionamento há muitos anos dentro da instituição, atende atualmente entre 450 e 500 pacientes por mês, que vêm dos 21 municípios da microrregião atendida pelo HNSD.
O Hospital já possui serviço de cirurgia oncológica e quimioterapia. Com a implantação do novo serviço de radioterapia, a instituição poderá oferecer um completo serviço de oncologia, onde muitos pacientes serão amplamente beneficiados. Atualmente os pacientes que necessitam de tratamento de radioterapia de Ponte Nova e região são encaminhados para hospitais de Belo Horizonte e Muriaé.
O hospital tem diversos parceiros e apoiadores para a aquisição dos equipamentos e construção do Centro de Radioterapia, entre eles, o deputado federal Reginaldo Lopes, que destinou emenda parlamentar de aproximadamente 3,8 milhões de reais, recurso usado na aquisição do Acelerador Linear.
Outras entidades que apoiam esse empreendimento da saúde são as empresas Bartofil, Laticínios Porto Alegre, Frigorífico Saudali e CiaCarne, grandes colaboradoras na reforma e adequação do espaço onde o equipamento será montado.
O prefeito de Ponte Nova, Wagner Mol, compareceu ao evento de entrega do equipamento, e se comprometeu a direcionar mais 300 mil reais de recursos municipais para a conclusão do processo de implantação do aparelho de radioterapia.
Prefeitos, vice prefeitos e secretários de saúde consorciados do CIMVALPI também participaram da entrega do Acelerador no HNSD.
Os prefeitos Adriano Alvarenga, de Rio Casca, Ademar Moreira, de Guaraciaba e José Eduardo, de Amparo do Serra, também se comprometeram a contribuir financeiramente e a articular com outros prefeitos da região, através do CISAMAPI, para que os municípios ajudem no custeio da instalação dos equipamentos.
Na cerimônia organizada para receber o Acelerador Linear, no domingo (07/02), estiveram presentes: o provedor do HNSD, Francisco Rodrigues da Cunha Neto (Chico Cunha); o consultor colaborador do HNSD, José Bueno de Magalhães; o administrador do HNSD, José Maurício Morais; o coordenador do Instituto de Oncologia Miguel Bartolomeu Dr. Fábio Reder, Dr. Harley de Oliveira, responsável técnico pelo serviço de Radioterapia; representantes do corpo clínico e colaboradores do hospital; prefeitos; vereadores; empresários e outras autoridades de Ponte Nova e cidades da região.
O Acelerador Linear faz parte do conjunto de equipamentos que formarão o Centro de Radioterapia do HNSD
Autoridades de Ponte Nova e região estiveram presentes no recebimento do equipamento / Na foto, o espaço construído com o apoio de empresas da cidade para a instalação do Acelerador Linear
*Com informações das assessorias de comunicação do HNSD e do CIMVALPI
O Hospital de Nossa Senhora das Dores recebeu a doação de 400 protetores faciais do Instituto Sol em parceria com a União Minas. As doações foram recebidas pelas técnicas de segurança do trabalho Taís Aparecida Souza e Valéria Guimarães (foto). “Agradecemos às doações, que vão nos ajudar a manter a segurança dos nossos colaboradores durante o enfrentamento à pandemia”, diz nota a assessoria de Comunicação do HNSD.
O Instituto Sol – Solidários On-Line, com sede em Belo Horizonte, é uma instituição sem fins lucrativos, criado para fomentar causas sociais. Já a União Minas é uma iniciativa de indivíduos e entidades mineiras para combate às consequências do coronavírus em Minas Gerais.
“Esse coronavírus é muito esquisito. Tem gente que pega e não sente nada, outros desenvolvem quadros gripais com poucos ou muitos sintomas; outros, ainda, precisam ser internados nas UTIs com risco de perder a vida”, comenta Dráuzio Varela o seu portal de notícias e site especializado em medicina.
Mas, o que a literatura médica diz a respeito dos afortunados que não desenvolvem sintomatologia, tema de um artigo que acaba de ser publicado por Bianca Nogrady, na revista ”Nature”, publicação semanal com sede sem Londres, na Inglaterra?
Nas primeiras semanas da epidemia, as estimativas eram que até 80% das pessoas infectadas permaneceriam assintomáticas. Com o aumento do número de casos, a observação clínica reduziu essa porcentagem para cerca de 40%. Avaliações atuais, entretanto, chegaram a números bem mais modestos.
Publicada em outubro, uma análise conjunta de 13 estudos (metanálise) que envolveram 21.708 participantes, revelou que os realmente assintomáticos representam apenas 17% do total. Os demais desenvolvem sintomas no período máximo de 07 a 13 dias contados a partir do dia da transmissão do vírus. Na metanálise, foram classificados como assintomáticos apenas aqueles que nunca desenvolveram sintomas.
A contradição entre os 17% de assintomáticos, nessa publicação, e os números bem mais altos do passado é explicada pela inclusão indevida, no grupo das assintomáticas, de pessoas na verdade pré-sintomáticas, isto é, ainda sem as queixas que surgirão dias mais tarde.
COMO ELES TRANSMITEM O VÍRUS?
Bianca Nogrady revela que há interesse especial em conhecer a frequência segundo a qual os assintomáticos transmitem o vírus, uma vez que eles passam despercebidos na contagem geral dos casos. A maioria dos que fazem o teste RT-PCR é justamente constituída pelos que apresentam sintomas.
Estimar quantos permanecem assintomáticos tem importância epidemiológica, porque, sem perceber que estão infectados, eles exercem o papel de transmissores anônimos. Na casuística estudada, surgiu outro dado importante: o risco de indivíduos sem sintomas transmitirem o vírus é 42% mais baixo do que aquele representado pelos sintomáticos.
Como parte de um inquérito recente conduzido na cidade de Genebra, na Suíça, os pesquisadores desenvolveram um modelo para avaliar a disseminação do vírus entre pessoas que moram juntas. A análise dos dados os levou à conclusão de que o risco de uma pessoa assintomática transmitir o vírus para quem vive na mesma casa é quatro vezes menor do que o de alguém com sintomas.
Os epidemiologistas defendem que o grupo assintomático tem importância na disseminação da epidemia, uma vez que atuaria como transmissor anônimo do vírus. Apesar do risco mais baixo de disseminar a infecção, quem não está doente tem maior probabilidade de sair para as ruas sem máscara e de formar aglomerações do que de permanecer isolado em casa. Outros, embora concordem que essas pessoas transmitem o vírus, discordam da conclusão de que tenham papel preponderante na disseminação comunitária, baseados no argumento de que aqueles sem sintomas não andam por aí tossindo, espirrando e infectando superfícies. Como a maioria dos infectados são sintomáticos, o esforço deveria ser concentrado em identificá-los precocemente e isolá-los, medidas que eliminariam a maior parte das novas infecções.
Só nos veremos livres do vírus com a vacina: o resto é literatura de negacionista
O Hospital Arnaldo Gavazza Filho (HAG) divulgou vídeo onde aparece Rita de Cássia Baião, 57 anos, que após 44 dias internada venceu a luta contra a COVID-19 e teve alta em 27 de janeiro. “Durante esse período ela contou com o apoio dos filhos Ana Camila e Rafael e muitas orações da família e dos amigos”, informa a assessoria de Comunicação do HAG.
Segundo nota do HAG, a Rita de Cássia é hipertensa e diabética e ao sentir os sintomas, demorou a procurar atendimento médico, o que agravou seu quadro de saúde. Ela precisou ficar internada no CTI e passou 12 dias entubada. “Eu demorei um pouquinho a buscar o hospital. Eu estava com muita tosse e nesse quadro ruim ainda fiquei em casa uns dois dias, mas graças a Deus encontrei salvação”, disse a emocionada Rita de Cássia que não largava um terço e fez questão de dizer que sua salvação se deve muito à dedicação dos filhos.
A equipe do Hospital Arnaldo Gavazza Filho manifestou sua felicidade em contribuir para a recuperação de mais uma paciente e vê-la indo para a casa bem. “Buscar atendimento médico assim que sentir os primeiros sintomas é fundamental para o sucesso do tratamento”, encerra a informação do HAG.
Rita de Cássia é hipertensa e diabética e ao sentir os sintomas, demorou a procurar atendimento médico, o que agravou seu quadro de saúde