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Saúde

O vereador Zé Roberto Júnior (Rede) informou que a deputada estadual Ana Paula Siqueira, do seu partido, destinou emenda parlamentar no valor de R$ 100 mil para aplicação em ações de custeio do Hospital de Nossa Senhora das Dores, na data de 30 de março. “Participei recentemente de reunião virtual com a deputada estadual Ana Paula Siqueira, do meu partido Rede Sustentabilidade, que com a costumeira atenção e empatia, ouviu meus relatos sobre os esforços da Irmandade do Hospital Nossa Senhora das Dores no auxílio do combate à COVID-19, não deixando de atender as outras demandas da área da saúde. Sensibilizada, ontem, dia 30/03, foi confirmada pelo gabinete da deputada a liberação de uma emenda parlamentar no valor de R$ 100 mil”, divulgou Zé Roberto Júnior nas mídias digitais.

15/04/2021– 12:22

Durante a Peste Negra que assolou a Europa no século 14, os médicos recorreram aos mais diversos “tratamentos” para lidar com as doenças. Alguns apostaram numa técnica de esfregar cebolas ou carne de cobra nos furúnculos que apareciam na pele. Outros sugeriam que os pacientes sentassem perto de fogueiras ou de fezes para expulsar a doença do corpo. Mais recentemente (diz o site Viver Bem) quando a gripe espanhola de 1918 se espalhou pelos continentes, também não faltaram terapias milagrosas para lidar com a crise sanitária. Alguns especialistas lançaram fórmulas à base de formol, canela e até flores de jasmim amarelo para “curar” a doença que matou milhões de pessoas no mundo todo. Inclusive no Brasil. O mesmo cenário volta a se repetir agora, durante a pandemia de COVID-19. Em meio a um número crescente de casos e mortes, parte dos médicos, parte da população e até o Ministério da Saúde, na época do general Pazuello, defenderam um suposto tratamento precoce contra o coronavírus cuja eficácia não foi comprovada até o momento. Segundo diversos estudos rigorosos realizados ao redor do mundo, medicamentos que integram esse “Kit Covid” ofertado nas fases iniciais da doença no Brasil já se mostraram inclusive ineficazes ou até mais prejudiciais do que benéficos quando administrados nos quadros leves, moderados e graves da doença. Efeitos colaterais já foram detectados e muita gente teve rins e fígados bombardeados. Ao longo dos últimos meses, diversas entidades nacionais e internacionais se posicionaram contra o coquetel de medicamentos promovido pelo governo Bolsonaro, que inclui a hidroxicloroquina, a azitromicina, a ivermectina e a nitazoxanida, além dos suplementos de zinco e das vitaminas C e D. Remédio segue passos, que começam com pesquisa para depois ser ministrado Geralmente, a descoberta de um novo tratamento se inicia com a pesquisa básica. Um grupo de cientistas começa a estudar uma molécula para entender suas características e seus potenciais de uso. Essa substância, então, é testada num pequeno conjunto de células na bancada do laboratório. O objetivo aqui é entender se as coisas funcionam como o esperado e se aquele composto tem alguma ação interessante dentro de um sistema biológico simples. Se tudo der certo, a próxima etapa inclui testes com cobaias. A nova molécula é administrada em camundongos, macacos e outros animais que apresentam algumas características semelhantes ao que ocorre no corpo humano. Caso a candidata apresente bons resultados, ela passa para a nova etapa: os testes clínicos. Esses estudos são divididos em três fases, envolvem centenas ou até milhares de seres humanos e têm como objetivo final garantir a segurança e a eficácia daquela nova formulação. O teste clínico de fase 3 costuma ser o mais rígido e amplo de todos. Para comprovar que aquele novo medicamento é realmente bom, os cientistas dividem os voluntários em pelo menos 02 (dois) grupos. O primeiro deles toma doses do remédio de verdade. Já o segundo vai receber uma substância placebo (sem nenhum efeito no organismo) ou o melhor tratamento existente até aquele momento contra a doença que o novo candidato a fármaco promete combater. O ideal é que nem os cientistas, muito menos os participantes do estudo, saibam quem integra qual grupo. Isso evita vieses ou o chamado efeito placebo, quando a pessoa se sente melhor por acreditar que foi tratada, mesmo quando recebeu um comprimido de farinha. Uma gotinha da vacina não deixa que a doença ataque uma criança e poupa dores no mundo inteiro

06/04/2021– 12:00

Segundo o médico Drauzio Varela é comum que vírus sofram mudanças constantes em seu material genético por meio de mutações. O Sars-CoV-2 não é exceção, e, portanto, já era esperado que começassem a surgir pelo mundo novas variantes do coronavírus que causa a COVID-19. A maior parte das mutações não gera nenhum impacto que faça diferença para quem é infectado ou na disseminação da doença pela população. Mas infelizmente algumas podem tornar o vírus mais contagioso ou até mais letal. Mutações e variantes inofensivas do coronavírus irão surgir o tempo todo durante o processo de replicação dos vírus no corpo de quem estiver infectado e serão passadas adiante. “Temos atualmente múltiplas variantes do coronavírus Sars-CoV-2 que não causam nenhuma preocupação. É a partir do momento em que as mudanças nos genes permitem alguma vantagem para o vírus, ou alguma desvantagem para o hospedeiro, que devemos levar essa variante a sério”, comenta o médico popstar da mídia televisiva. Isso é justamente o que parece acontecer com algumas das variantes do Sars-CoV-2 ao redor do mundo, inclusive com a identificada este ano (2021) em Manaus. Ela possui um mesmo tipo de mutação da encontrada no Reino Unido, que facilita a entrada do vírus na célula e aumenta a transmissibilidade. Com exceção da variante da Califórnia, as novas variantes associadas à maior transmissibilidade já tiveram comprovação de chegada ao Brasil e precisam ser urgentemente mapeadas. O mapeamento e controle organizado pelos governos e institutos científicos é uma estratégia chamada “vigilância genômica”. Ela tem esse nome, pois o genoma, ou seja, o conjunto de genes dos vírus é observado em busca de mutações de interesse que devem ser comunicadas às autoridades e à população. DOENÇAS SINISTRAS E AINDA INCURÁVEIS  II EBOLA - Apesar de os casos de pessoas infectadas pelo ebola serem bem raros, desde que o vírus foi descoberto no Zaire — atual Congo — em 1976 já foram registradas epidemias que resultaram na morte de centenas de doentes. A enfermidade é infecciosa e transmitida pelo contato direto com o sangue e outras secreções, e os sintomas incluem febre alta, dor de cabeça, falta de apetite e conjuntivite, progredindo para náuseas, diarreia e profundas hemorragias. Isso ocorre porque o vírus se multiplica nas células do pulmão, baço, fígado e tecido linfático - onde causa grandes danos, provocando posteriormente a destruição das células que revestem os vasos sanguíneos. O índice de fatalidade é de 50% a 90% dos casos, e o ebola ainda não tem vacina ou cura conhecida. POLIOMIELITE - Conhecida popularmente como paralisia infantil, a pólio é uma infecção viral aguda que afeta o sistema nervoso. No início, os doentes apresentam sintomas como dor de cabeça, febre, náusea, dores pelo corpo e espasmos, podendo evoluir para a paralisia permanente de um ou mais membros. Mais da metade dos casos é registrada em crianças com menos de 5 anos, e - por sorte - apenas 1% dos infectados são afetados pela típica paralisia provocada pela doença. Um número entre 5% e 10% dos afetados apresenta os sintomas descritos anteriormente, e mais de 90% não demonstra qualquer sinal da doença. Embora exista uma vacina para prevenir o contágio, uma vez que ocorra a contaminação a doença não tem cura. Embora esteja em processo de erradicação global, ainda são registrados cerca de mil casos de pólio por ano, e ela continua endêmica em alguns países da África e do sul da Ásia. Uma gotinha da vacina não deixa que a doença ataque uma criança e poupa dores no mundo inteiro

30/03/2021– 10:58

Itanair Guilherme, um dos mais promissores empresários do ramo de representação comercial do Vale do Rio Piranga, que constituiu uma empresa depois de passar pelo intenso aprendizado de vendedor na Bartofil Distribuidora, está atento aos tempos difíceis que Ponte Nova atravessa devido à pandemia do coronavírus e aposta tudo com doações. Neste período, o trabalho do Serviço de Higienização Hospitalar está ainda mais intenso, realizando uma rigorosa e constante higienização nas dependências do Hospital Nossa Senhora das Dores (HNSD). “Para isso, contamos com o apoio da Itagro, do empresário Itanair, a quem agradecemos pela doação de pulverizadores, que estão auxiliando nesse processo de limpeza”, diz nota da assessoria de comunicação do HNSD.

30/03/2021– 09:05

O Hospital Nossa Senhora das Dores está contratando enfermeiros e técnicos em enfermagem. Os interessados devem enviar o currículo para o e-mail [email protected]. “Nesse momento, os profissionais de saúde são os nossos maiores heróis. Eles estão se dedicando dia e noite, dando seu melhor para atender os pacientes e salvar vidas”, alerta o portal de notícias do HNSD. A direção daquela casa de saúde, que fica localizada no Centro Histórico de Ponte Nova, informa que os profissionais da frente de combate estão cansados. “Estamos passando por um momento difícil e precisamos de reforço nessa batalha. Por isso pedimos que enfermeiros e técnicos de enfermagem que estejam disponíveis no mercado de trabalho se juntem a nós nessa luta”, afirma o comunicado. Paciente de 94 anos recebe alta após vencer a COVID-19 Jaime Marcos Gomes, de 94 anos, teve alta depois de vencer a COVID-19. Ele foi internado no dia 05 de março nos leitos clínicos do Hospital Nossa Senhora das Dores. Ele não chegou a ser internado no CTI, mas precisou de oxigênio. Durante o período de internação ele esteve acompanhado pela filha, que se emocionou ao contar o que enfrentou com o pai nos últimos dias.

29/03/2021– 11:36

Apesar de todos os avanços que já ocorreram na Medicina e das muitas doenças que já foram erradicadas, ainda existem outras tantas por aí que continuam sem cura — isso sem falar nas enfermidades que seguem sendo pouco conhecidas. O Líder Notícias apresenta uma lista com 05 (cinco) patologias sinistras que, apesar dos esforços de milhares de cientistas, continuam sem tratamento após o contágio. Creutzfeldt-Jakob: a doença da vaca louca Creutzfeldt-Jakob é uma doença degenerativa rara e fatal provocada pela transmissão de uma proteína chamada príon. Ela afeta o sistema nervoso central e provoca tremores, perda de memória, convulsões, paralisia facial (dando a impressão de que o doente está sempre sorrindo), problemas motores e rigidez muscular. A incidência da Creutzfeldt-Jakob é de 01 (um) em cada milhão de habitantes. Ela costuma afetar pessoas entre os 40 e 70 anos de idade. Descrita pela primeira vez na década de 1920 por neurologistas alemães, ainda não existe uma cura para a doença de Creutzfeldt-Jakob e os afetados costumam falecer após 01 (um) ano do surgimento dos sintomas. Uma nova variante desse distúrbio, capaz de atingir vítimas muito mais jovens, foi reconhecida por cientistas britânicos na década de 1990 e ficou popularmente conhecida como “a doença da vaca louca. Lúpus eritematoso O Lúpus é uma doença autoimune que provoca a inflamação de várias partes do corpo e da qual existem três tipos conhecidos — o discoide, o sistêmico e o induzido por drogas. A primeira variedade afeta apenas a pele e provoca o surgimento de erupções cutâneas no rosto, couro cabeludo e pescoço. Cerca de 10% das pessoas que sofrem de lúpus discoide evoluem para o tipo sistêmico, que é o mais comum e pode afetar qualquer órgão ou estrutura do corpo. O segundo tipo da doença costuma afetar principalmente a pele e as articulações, assim como o trato gastrointestinal, os rins, o coração e o sangue. A terceira variedade - induzida por drogas- aparece em decorrência do uso de determinados medicamentos, e os sintomas são parecidos aos do Lúpus Sistêmico. Entre os sintomas, além das erupções cutâneas, estão o surgimento de úlceras na boca e manchas avermelhadas pelo corpo, dores e mal-estar. DOENÇAS PODEM SER EVITADAS Raiva - Embora a raiva seja tratável caso o atendimento seja realizado imediatamente após o contágio, depois que a doença se instala a cura é extremamente rara e a doença é fatal. Trata-se de uma infecção viral que afeta o sistema nervoso transmitida através da mordida de um animal - mamífero - portador do vírus. É bastante difícil que humanos contraiam a raiva, mas, quando isso ocorre, os principais sintomas são mudanças comportamentais, hipersensibilidade a determinadas faixas sonoras, fotofobia ou aversão à luz, pânico de ficar exposto ao ar livre, hidrofobia, ou seja, pavor de água e outros líquidos, e o desenvolvimento de uma capacidade de olfato muito aguçada. Na semana que vem, edição 430 (26/03/2021), o Líder Notícias publicará informação sobre mais 02 (duas) doenças raras e sem cura: Ebola e Poliomilete. O jeito é se prevenir levando uma vida saudável, onde você corre menos risco de ser contaminado, por qualquer doença, inclusive a terrível COVID-19. Charge europeia sobre a raiva no século 18

24/03/2021– 15:14

A Policlínica Dário Teixeira Pataro, de Urucânia, ganha um novo carro para suprir a necessidade de deslocamento de pacientes e servidores. Adquirido com recurso de emenda parlamentar do deputado Estadual Thiago Cota, o veículo de sete lugares foi entregue à Secretaria Municipal de Saúde, na manhã desta quarta-feira (24). A melhoria trará agilidade, segurança e conforto para os usuários, conforme destaca a secretária de Saúde do município, Fabiana Barbosa. “Nossa demanda por transporte cresce a cada dia. Esse carro irá colaborar tanto para a realização de serviços administrativos, quanto para levar cidadãos que fazem tratamentos específicos, dentro e fora da cidade”. Para o prefeito José Márcio, mais uma vez Thiago Cota reafirma o compromisso com os urucanienses. “O deputado é um grande parceiro de Urucânia. Vamos continuar trabalhando de forma conjunta para atender as demandas do nosso povo e oferecer serviços públicos de excelência”, conclui. A Policlínica é a principal referência de pronto atendimento do município e atende dezenas de moradores diariamente. Recentemente, o deputado Thiago Cota já havia viabilizado para a instituição, também através de emenda parlamentar, a compra de uma ambulância e R$ 160 mil para custeio geral e de combate à Covid-19. Adquirido com recurso de emenda parlamentar do deputado Estadual Thiago Cota, o veículo de sete lugares

24/03/2021– 14:00

Na manhã de ontem, 18/ 03. Hospital Arnaldo Gavazza Filho (HAG) anunciou a ampliação dos leitos de CTI para COVID-19, passando de 14 para 20. Desses 06 (seis) leitos novos 03 (três) foram ocupados no mesmo dia. Para conseguir a ampliação, o HAG reduziu a capacidade do CTI comum, passando de 20 para 14 leitos. O anúncio foi feito pelo presidente do Conselho Curador da Fundação Filantrópica do HAG José Zezé Bueno de Magalhães, tendo ao seu lado o médico coordenador do CTI COVID-19 Dr. Rovilson Lara e a superintendente executiva da instituição Lucimar Fonseca. Eles também fizeram um apelo para que a população colabore e siga as medidas de higiene e segurança, já que o sistema de saúde do município está com a lotação máxima!

23/03/2021– 09:40

A Vigilância Epidemioló-gica da secretaria municipal de Saúde (Semsa) iniciou ações de intensificação para identificar possíveis casos e focos de dengue no município. Foram realizadas operações rápidas nos bairros Sagrado Coração de Jesus/Pacheco e São Pedro, no Distrito Vau Açu, além das comunidades rurais de Santa Helena e Colônia São José. Em 05/03, a equipe de combate à dengue alinhou protocolos com os agentes da Fundação Nacional da Saúde (Funasa), Sebastião de Almeida e Geraldo de Souza que estiveram em Ponte Nova. A responsável pela Vigilância em Saúde de Ponte Nova, Dirciliene Gazeta, destacou: “as ações de intensificação para a captura de larvas e combate de focos ocorreu nos bairros com maior risco, mas toda a cidade é monitorada frequentemente pelos agentes”.

23/03/2021– 09:35

Foi arquivada a tentativa (frustrada) de se criar a CPI da Vacina contra a COVID-19, depois que 03 (três) vereadores retiraram suas assinaturas minutos antes da reunião de segunda-feira, 15 de março, depois de ter sido protocolado o pedido para ser lido naquela data. Na quinta-feira, 18 de março, o presidente da Câmara Municipal de Ponte Nova, vereador Antônio Carlos Pracatá (MDB) assinou o despacho que determina o arquivamento, por falta dos requisitos previstos na legislação, ou seja: número suficiente de assinaturas. O requerimento foi assinado por 06 (seis) vereadores, inicialmente: Dr Wellerson Mayrink (PSB), Ze Roberto Júnior (Rede), Emerson Carvalho (PTB), Suellenn Fisioterapeuta e Wagner Gomide, ambos do Partido Verde e Sérgio Ferrugem (Republicanos). Emerson Carvalho, explicou que precisava ouvir, primeiro a secretária municipal de Saúde, Ariadne Salomão Magalhães. Sérgio Ferrugem não deu retorno no contato feito pelo editor na segunda-feira, dia 15/03 e continua sem responder até a produção deste texto às 08 h do dia 20/03. Zé Roberto Júnior não foi contatado. Na sexta-feira, 19/03, ao lado da subsecretaria municipal de Saúde (Semsa), Érica Oliveira, e da secretária municipal de Assistência Social e Habitação (Semash), Juliana Pereira, que só observaram o pronunciamento, o prefeito Wagner Mol Guimarães explicou os erros constantes da listagem de vacinados, como o caso de uma mulher que já morreu, ainda em 2017, Celiana Harmendani Drumond, e da Fiscal Sanitária, Teresa Laura Mayrink Ribeiro, que aparece como  vacinada 02 (duas) vezes. “Não é momento de sensacionalismo! Não é momento de espetáculo! Nós estamos de dor, de perda de familiares, pessoas estão morrendo em Ponte Nova, em Minas Gerais, no Brasil e no mundo, por causa desta doença. Precisamos é de compreensão, pois estamos trabalhando duro, editando decretos de restrições, montando leitos de COVID-19 e pode haver erros, formalidades. Não precisamos de sensacionalismo barato, simplesmente para aparecer na mídia”, disse Wagner Mol em vídeo que você pode ver abaixo.   https://youtu.be/ALFsEZNvPXY           .

20/03/2021– 10:46

Sinuosos, salientes, fartos ou não, os seios são os órgãos da anatomia feminina mais adequados para narrar a história da civilização e seus humores. Para os povos primitivos africanos eles têm um caráter. Na Renascença, de modo a celebrar a força do leite materno, gênios da pintura os retrataram volumosos. Quando foi necessário protestar, na década de 60, as mulheres tiraram o sutiã para queimar a lingerie, como sinônimo de liberdade. Agora, os seios fazem parte de um movimento, digamos, de retrocesso - a procura por formatos naturais, tal qual vieram ao mundo. Cresce o número de mulheres que decidem reduzir o volume ou retirar completamente o silicone. Diz o cirurgião Eduardo Kanashiro, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e CEO da Academia da Pele: “há pacientes que optam por retirar a prótese porque não estão satisfeitas com o resultado, outras não se adaptaram e também há aquelas que simplesmente acham que não faz mais sentido”. Embora a colocação de silicone nas mamas siga popular, o movimento oposto cresce nos consultórios: muita mulher tem decidido retirar as próteses. Segundo o cirurgião plástico Fernando Amato, de São Paulo, uma parte se submete ao explante mamário - nome oficial do procedimento - por questões estéticas. Mas outra parcela enxerga a intervenção como uma maneira de se livrar de problemas como queda de cabelo, insônia, cansaço, dores etc. Isso tudo teria a ver com a síndrome autoimune induzida por adjuvantes, conhecida pela sigla Ásia. “O silicone seria o gatilho para disparar tais sintomas, que são similares aos de doenças autoimunes”, conta Amato. Ele pondera que existem vários relatos sobre melhora após o explante, mas não há estudo definitivo ligando uma coisa e outra. Na dúvida, vale conversar com um especialista.   Entenda como é realizado o procedimento para retirar  01 - Não deve sobrar nada: o objetivo é retirar o implante e a cápsula de tecido que se forma em volta dele. Ela costuma estar bem aderida à caixa torácica. Por isso, a cirurgia é complexa; 02 - A reformulação: após a remoção, há um espaço vazio, que o médico preenche com tecidos localizados ao redor. Para dar volume, ele pode utilizar gordura retirada da própria paciente; 03 - Hora de se recuperar: como no implante, o pós-operatório exige repouso e restrição de movimentos. Mas tende a ser mais dolorido porque a cirurgia mexe com a musculatura da região. A cirurgia para retirada do silicone pode ser feita pela mesma cicatriz do implante. Há possibilidade de se fazer outro procedimento, a suspensão da mama, retirada do excesso de pele e colocação de gordura de outra parte do corpo da paciente para substituir o lugar do silicone. Médicos dizem, no entanto, que o resultado estético pode ser diferente do imaginado pela paciente, que há mudanças de formato e textura do seio. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), por sua vez, no que parece ser uma leve mudança de postura, admite que esse tipo de aplicação (silicone) precisa ser melhor estudado e, pela primeira vez, divulgará dados de retiradas de implantes. A entidade, porém, reafirma o posicionamento de que esses procedimentos são, em sua maioria, seguros. Explante de silicone: elas tiraram próteses e se acham mais bonitas

16/03/2021– 09:50

Doses da Coronavac e AstraZeneca foram entregues em Juiz de Fora, Ubá, Leopoldina, Barbacena, Ponte Nova e São João Del Rei por aeronave e carro na manhã de segunda-feira, 1º De acordo com o Estado, objetivo nesta fase é imunizar idosos acima de 80 anos. A Superintendência Regional de Saúde, com sede em Ponte Nova, 7.540 doses, que serão distribuídas para os municípios que fazem parte da regional, incluindo o município de Ponte Nova. As vacinas que as regionais de Saúde receberam são para 1ª e 2ª dose de Coronavac, direcionada para aplicação em pessoas com 80 a 84 anos; e a 1ª dose da AstraZeneca, que será aplicada em idosos com 85 a 89 anos e trabalhadores da Saúde. A Coronavac, desenvolvida pela Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e a da Universidade de Oxford feita com o laboratório AstraZeneca, devem ser aplicadas em 02 (duas) etapas. A segunda dose da Coronavac precisa ser tomada num intervalo de 14 a 28 dias. Já a segunda dose da vacina de Oxford/AstraZeneca, da Fiocruz é tomada 12 semanas após a primeira dose.

08/03/2021– 03:29

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