Segundo a secretária de Cultura, Turismo e Comunicação, Fernanda Ribeiro, Ponte Nova já recebeu a primeira remessa da vacina Pfizer bivalente e a vacinação começou na quarta-feira, 1º de março. Veja os locais e os horários no card (foto) divulgado pela secretaria municipal de Saúde.
Na Fase 1 serão vacinadas pessoas com 70 anos ou mais; pessoas vivendo em instituições de longa permanência, como o Asilo municipal; vivendo casas-abrigo, a partir de 12 anos, além dos trabalhadores dessas instituições imunocomprometidos; comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas.
A Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Ponte Nova, por meio do Núcleo de Vigilância Epidemiológica (Nuvepi), convocou coordenadores municipais de Atenção Primária à Saúde e Epidemiologia e referências técnicas das salas de vacina dos seus 30 municípios para alinhar informações sobre a vacinação contra a COVID-19 em 2023, com foco na chegada da vacina Pfizer bivalente.
A reunião aconteceu em fevereiro no auditório do Sindicato dos Produtores Rurais, localizado no Bairro Guarapiranga. A vacina bivalente da Pfizer faz parte da nova geração de imunizantes contra a doença e inclui RNA em sua composição, codificando a proteína spike da cepa original de SARS-CoV-2 e da ômicron, além das variantes BA.4 e BA.5.
Uma audiência pública na Câmara de Viçosa, marcada para as 18 horas da próxima segunda-feira, 27 de fevereiro, vai discutir o cronograma e o planejamento da execução das obras de emergência em Viçosa. A reunião será transmitida ao vivo pelas mídias sociais da câmara. A situação das obras emergenciais no município tem sido um assunto recorrente na câmara.
Na última reunião ordinária de 2022, no dia 20 de dezembro, o vereador Rogério Fontes (Tistu) (sem partido), apresentou uma representação enviada ao Ministério Público solicitando a intervenção daquele órgão, no que se refere a necessidade da realização de obras em locais com alto risco, em face da omissão do Poder Público Municipal.
Ponte Nova já fez seu dever de casa, debatendo a mesma situação em Audiência Pública realizada em 15 de fevereiro. Naquela data a secretária municipal de Governo, Sandra Regina Brandão Guimarães, prometeu protocolar na Câmara o cronograma para cumprimento do início e das finalizações de obras pendentes como tapa buracos, continuidade da galeria do Bairro Central, melhoria das estradas rurais e reinício das obras da ETE (Estação de Tratamento de Esgoto de Ponte Nova.
Diante da alta de casos de pessoas infectadas pelo mosquito Aedes Aegity que transmite o vírus da dengue, o munício de Ponte Nova decretou estado de emergência em saúde para aumentar ações no enfrentamento e combate ao problema que se transformou em epidemia na região do Vale do Rio Piranga. Na manhã de sexta-feira, 24 de fevereiro, no horário de 05 horas às 9 horas teve início o bloqueio com inseticida UBV veicular, o popular Fumacê nos bairros Santo Antônio e Rasa.
Também haverá aplicação de Fumacê no sábado, dia 25 de fevereiro e no domingo, 26 de fevereiro. A população destas localidades deverá manter portas e janelas abertas, protegendo animais e alimentos, crianças e pessoas com problemas respiratórios e seguir orientações repassadas pelos Agentes de Endemias e Comunitários de Saúde.
Conforme Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti, que é a metodologia que permite conhecer, por amostragem, a quantidade de imóveis com a presença de recipientes com larvas do mosquito, chegou à conclusão que 13 municípios do território da região estão com médio ou alto risco de epidemia.
Índices menores que 1% são considerados satisfatórios; de 1% a 3,9% indicam alerta; e acima de 3,9% representam alto risco de epidemia. O município de Rio Doce tem o maior índice de domicílios com dengue, cerca de 8,0% enquanto Ponte Nova ocupa a 6ª com colocação com 5,0%.
Agentes de Endemias de Ponte Nova aplicam UV de forma veicular e de forma individual
O Consórcio Intermunicipal de Saneamento Básico da Zona da Mata de Minas Gerais (CISAB-ZM) abriu processo seletivo simplificado para preencher os cargos de administrador e engenheiro sanitarista. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas de forma presencial na sede do CISAB-ZM na Rua José dos Santos, 275, no Centro de Viçosa ou via Correios, entre os dias 16 de fevereiro e 03 de março, sempre no horário comercial.
O cargo de administrador oferece remuneração de R$ 6.378,30 e Vale-alimentação no valor de R$ 321,15. A carga horária a ser cumprida é de 40 horas semanais. Para se candidatar é necessário ter ensino superior completo em administração, CNH categoria “B” e registro profissional.
O cargo de engenheiro sanitarista tem os mesmos benefícios cargo administrador e possui a mesma carga horária. Para se candidatar a vaga é necessário ter ensino superior completo em engenharia sanitária ou civil, ambiental e química, desde que registro no CREA e CNH categoria “B”.
O Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg) publicou no Diário Oficial de Minas Gerais de ontem, 14 de fevereiro, o edital para realização do concurso público da instituição. Estão sendo oferecidas 280 vagas para cargos de técnico, analista e médico de seguridade social com salários entre R$1.077,84 até R$5.358,06.
As inscrições serão no período de 17 de abril a 16 de maio deste ano. A seleção de profissionais para a área assistencial, com atuação em Belo Horizonte, visa a contratação de médicos em diversas especialidades, como: anestesiologia, clínica médica, ginecologia e obstetrícia, terapia intensiva.
Existam vagas para profissionais das áreas enfermagem, biomedicina, fisioterapia, fonoaudiologia, técnico em radiologia, terapia ocupacional, farmácia, nutrição, odontologia, psicologia e serviço social.
O concurso prevê prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório para o cargo de nível médio (técnico em Seguridade Social) e prova de títulos para cargos de nível superior.
O Sistema Único de Saúde(SUS) representa um marco na democratização da saúde no país. Criado em 1990, tornou o acesso à saúde, antes exclusivo de quem tinha emprego formal ou condições financeiras para pagar serviços privados, um direito de todos os brasileiros.
Ponte Nova mostrou-se um pouco à frente no tempo. Em 09 de novembro de 1986, o Prefeito Sette Barros entregava à população o SAMMDU (Serviço de Atendimento Médico Municipal de Urgência), nos moldes do SAMU Regional que só chegou ao município em 2022, ou seja: 36 anos depois.
O SAMMDU Coronel Aniceto de Barros (que teve suas placas de inauguração, e que davam nome ao local, arrancadas e continuam desaparecidas), tinha médicos de plantão 24 horas e 02 (duas) ambulâncias que buscavam os doentes em casa e as abrigavam no mini Pronto Socorro, com 08 leitos.
O 1º posto de saúde de Ponte Nova surgiu em 1987: Posto de Saúde Juquinha Lanna, no Bairro Sagrado Coração de Jesus, o popular Pacheco. Na época, além da falta de assistência para a maioria da população, predominavam no país os eventos agudos, como desnutrição e doenças infectocontagiosas, problemas que levavam a altas taxas de mortalidade materna e infantil.
Em 1990 a taxa de desnutrição em menores de 05 (cinco) anos era de 19,6%, de acordo com o Unicef, e a mortalidade materna era de 120 mães por 100 mil nascidos vivos.
O IMA (Instituto Mineiro de Agropecuária) publicou portaria em janeiro de 2023 estipulando novas regras para extração de mel e recebimento pela unidade apícola. As mudanças colaboram para a rastreabilidade do produto, além de facilitar o trabalho dos produtores. Com as novas regras é possível extrair a matéria-prima dentro da propriedade para, em seguida, entregá-la à unidade apícola.
O trânsito é permitido, desde que o mel seja manipulado e acondicionado em condições higiênico-sanitárias. Ponte Nova e Acaiaca são 02 (duas) cidades da região do Vale do Rio Piranga que produzem mel e própolis em grande quantidade e qualidade. Mel Milagres de Acaiaca tem sinônimo de exportação, assim como o mel produzido em Ponte Nova por Ney Abelha e Guilherme Saporetti, este último pioneiro, tendo começado no negócio ecológico ainda na década de 1980.
Ney é apicultor do Distrito Rosário do Pontal. Para extração da matéria prima o produtor rural deverá estar cadastrado junto ao IMA, além de ser vinculado ao estabelecimento beneficiador. Mariana Telles, da Emater -MG explica que dessa forma, as melgueiras não saem da propriedade e o estabelecimento não precisa realizar a etapa de extração do mel, favorecendo qualidade do produto e segurança para o consumidor.
Produtor mamila abelhas para extrair mel e própolis
O professor Carlos Sperber, do Departamento de Biologia Geral da UFV, agora dá nome a um novo gênero de gafanhoto. O Sperberacris muriciensis n. sp., encontrado no município de Murici, em Alagoas, foi descrito pelas pesquisadoras Maria Kátia Matiotti da Costa e Anelise Fernandes e Silva, em parceria com os professores Riuler Acosta e Edison Zefa, em artigo publicado na revista Zootaxa. Os autores são de universidades do sul do Brasil e não foram orientados pelo professor Carlos.
Carlos Frankl Sperber é especialista em ecologia de Orthoptera, a ordem de insetos que reúne grilos, gafanhotos e esperanças. Foi ele o coordenador do projeto Biota de Orthoptera do Brasil, que reuniu os principais ortopterólogos do país em torno do estudo da diversidade desses insetos. Para o professor, a publicação é uma grande honra e uma forma de reconhecimento dos seus esforços para fomentar a colaboração e crescimento desta área da ciência.
Atualmente, o professor da UFV é coordenador da rede de pesquisas Terra-Água, que desenvolve projetos para avaliação dos impactos do rompimento da barragem da Samarco/BHP Billiton/Vale, em Mariana (MG). Ele orienta trabalhos sobre a ictiofauna (peixes), macroinvertebrados bentônicos e insetos terrestres na bacia do Rio Doce.
Gafanhoto batizado de Sperberacris muriciensis n. sp.
O Hospital São Sebastião de Viçosa terá 100 dias para estruturar a equipe de profissionais de enfermagem da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Neonatal. A medida foi determinada pela Justiça após pedido do Ministério Público. Além disso, em 30 dias, a unidade deverá implementar, efetivamente, a equipe executora da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, conforme a portaria do Ministério da Saúde.
A sentença prevê multa de R$ 20 mil em caso de descumprimento das cláusulas citadas e ainda condena a instituição a pagar R$ 10 mil se algum quesito não for cumprido. A Ação Civil Pública movida pela Promotoria de Justiça de Viçosa havia sido proposta em 2020.
Naquela data, a liminar visava garantir a adequação do quantitativo de profissionais de enfermagem ao bom funcionamento do espaço, a composição correta da equipe da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar e a produção de Manual de Boas Práticas, definindo a equipe necessária conforme os serviços ofertados e o quantitativo de recursos humanos necessários ao perfil da demanda.
“Tiro um tempo para mim, estudo sobre inteligência emocional, faço terapia e exerço a autocompaixão”. Essas são as estratégias que a enfermeira Sandra Pereira encontrou para preservar a saúde mental e emocional durante o exercício da profissão.
As ações individuais são essenciais, simultaneamente, especialistas recomendam que os centros de saúde tenham espaços de acolhimento coletivo e reconheçam que as desigualdades também recaem sobre a saúde mental dos profissionais negros.
A pandemia do coronavírus (COVID-19) evidenciou um problema antigo: a falta de amparo psicológico aos profissionais de saúde no Brasil. Bruno Chapadeiro, psicólogo, pesquisador e professor da UFF (universidade Federal Fluminense, publicou pesquisas sobre a saúde mental dos trabalhadores na saúde nesse período: “Eles têm sinalizado sintomas de depressão, ansiedade e sobrecarga de trabalho”.
O adoecimento mental, segundo ele, ocorreu porque as condições de trabalho dos profissionais de saúde já eram precarizadas pela falta de recursos materiais e humanos. Dessa forma, a pandemia agravou esses problemas muito por conta da emergência sanitária que exigiu um deslocamento dos colaboradores.
Uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, em parceria com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) , mostrou que 83,4% dos profissionais de saúde sentem medo da COVID-19. Na nota técnica, as instituições declararam o perfil racial dos profissionais de saúde que participaram da pesquisa: predominância de brancos entre os médicos (84,7%), profissionais de enfermagem (57,3%) e outros profissionais (56,7%). Já os negros e negras são maioria entre os Agentes Comunitários de Saúde (77,2%).
PANDEMIA ALTEROU A VIDA DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE
O levantamento da FGV (Fundação Getúlio Vargas) também informa que apenas 30% dos trabalhadores da saúde ouvidos receberam apoio para cuidar da saúde mental. Ao mesmo tempo, 08 (oito) a cada 10 dos respondentes sentiram que a saúde mental foi afetada negativamente pela pandemia.
Chapadeiro relata que houve muitos afastamentos devido à sobrecarga causada pela Síndrome de Bornaut. “Percebemos que poucos hospitais forneceram apoio psicológico. Os profissionais lidaram com equipes reduzidas para atender todo mundo, poucos aparelhos como os respiradores. Ainda existe o medo da pandemia, pois ela não acabou”, afirma o psicólogo.
A enfermeira Sandra Pereira destaca que a exposição às mortes em larga escala também contribuiu para o adoecimento psíquico das profissionais de Enfermagem. De março de 2020 a dezembro de 2021, o Conselho Federal de Enfermagem estima que 4.500 profissionais de saúde faleceram em detrimento da COVID-19.
Além disso, a categoria precisa lidar com diversas preocupações: “É uma profissão com a maioria feminina, uma sobrecarga de trabalho e insegurança no emprego. Quando o sofrimento é potencializado, gera frustrações, uma sensação de mal-estar e de que poderia fazer mais”, explica a enfermeira.
Os profissionais da área de Saúde ficaram esgotados durante o combate à COVID-19 afetando a saúde mental, provocando ansiedade e depressão, além de ficarem contaminados e morrerem
O Centro de Nefrologia do Hospital Nossa Senhora das Dores conta com 45 poltronas novas para os pacientes da hemodiálise, todas com capas e mantas. Os materiais foram adquiridos com recursos doados pelas empresas Bartofil Distribuidora, Ciacarne, Porto Alegre e Saudali. Cada empresa doou R$ 30 mil.
No dia 31 de janeiro dos representantes das empresas doadoras visitaram o Centro de Nefrologia, onde puderam conferir de perto a importância da contribuição que fizeram ao Hospital Nossa Senhora das Dores. As novas poltronas já estão em uso desde o início de janeiro.
Os representantes das empresas foram recebidos por Francisco Cunha, provedor da instituição; Maurício Morais, assistente da provedoria; José Bueno, consultor; Dr. Marco Túlio Kfuri, responsável técnico pelo Centro de Nefrologia.
A Irmandade do Hospital de Nossa Senhora das Dores, gestora da casa de saúde agradeceu pela parceria de sempre! “O apoio dessas empresas é muito importante para nossa instituição”, disse Francisco Chiquinho Rodrigues da Cunha Neto, provedor da instituição de saúde.
Reforçando a importância da vacinação na comunidade acadêmica, em especial após casos e 01 (um) óbito por meningite meningocócica na região dos Inconfidentes, a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) reafirma a sua preocupação com a doença, que pode ser prevenida por meio de intervenções como a intensificação vacinal e a profilaxia medicamentosa, de acordo com a conduta médica nos casos notificados.
A meningite C é uma infecção bacteriana aguda que causa inflamação nas membranas que revestem o sistema nervoso central. É considerada uma doença endêmica em nosso país, com casos esperados ao longo de todo o ano e com ocorrência de surtos e epidemias ocasionais. A ocorrência das meningites bacterianas é mais comum no outono e no inverno e das virais, na primavera e no verão.
Os sintomas e sinais frequentes da doença são: febre, vômitos, dor de cabeça, rigidez de nuca, aversão à luz, dor nas articulações, podendo também ocorrer o aparecimento de pequenas manchas cor violeta na pele.
Segundo especialistas, a transmissão ocorre de uma pessoa para outra através da liberação de secreções respiratórias, como saliva, espirro e tosse. A vacinação é a principal forma de prevenção da doença meningocócica. As vacinas são seguras e eficazes, com uma média de proteção de mais de 95% dos vacinados.