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Olá, tudo bom? Na última segunda, 14/09, o Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ministro Luís Roberto Barroso, recebeu do Presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Ministro José Mucio Monteiro, lista com mais de sete mil nomes de gestores públicos que tiveram as suas contas rejeitadas por este Tribunal. Tais informações são de grande importância, não só para eventuais análises, pela Justiça Eleitoral, dos Registros de Candidatura, bem como para dar maior transparência ao eleitor, até mesmo face às exigências da Lei da Ficha Limpa. Além do compartilhamento de tais informações ser de grande importância e estar determinada no Calendário Eleitoral, em tal lista constam pessoas que tiveram suas contas rejeitadas ou não prestaram as suas contas. Assim sendo, quem ainda não prestou as contas, corra. Tais informações serão enviadas aos Tribunais Regionais Eleitorais (TRE´s), para as providências de praxe. Além disso, a relação entregue ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pode ser consultada em “Contas Irregulares” do Portal do TCU na internet, que pode ser pelo número do processo, nome inteiro ou parcial ou número de CPF. Segundo o TSE, “[...] a região Nordeste aparece com 2.924 nomes de gestores com contas rejeitadas pelo TCU, seguida pela região Sudeste, com 1.685 gestores. As regiões Norte e Centro-Oeste trazem, respectivamente, 1.317 e 826 nomes. Já no Sul, aparecem 582 pessoas nessa situação”. Fiquem atentos, não deixem para a última hora. Ainda nesta semana, o TSE divulgou os partidos a nível nacional, e respectivos valores, que estão aptos a receber os recursos do Fundo Eleitoral: Avante (R$ 28,1 milhões); Cidadania (R$ 35,8 milhões); Democracia Cristã (DC) (R$ 4 milhões); Movimento Democrático Brasileiro (MDB) (R$ 148,2 milhões); Patriota (R$ 35,1 milhões); Partido Comunista do Brasil (PC do B) (R$ 30,9 milhões); Partido da Causa Operária (PCO) (R$ 1,2 milhão); Partido Liberal (PL) (R$ 117,6 milhões); Partido da Mulher Brasileira (PMB) (R$ 1,2 milhão); Partido Republicano da Ordem Social (Pros) (R$ 37,1 milhões); Partido Social Cristão (PSC) (R$ 33,2 milhões); Partido Social Democrático (PSD) (R$ 138,8 milhões); Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) (R$ 130,4 milhões); Partido Social Liberal (PSL) (R$ 199,4 milhões); Partido dos Trabalhadores (PT) (R$ 201,2 milhões); Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) (R$ 46,6 milhões); Partido Trabalhista Cristão (PTC) (R$ 9,4 milhões); Partido Verde (PV) R$ 20,4 milhões; Rede (R$ 28,4 milhões), Republicanos (R$ 100,6 milhões); e Solidariedade (R$ 46 milhões). Um forte abraço!

21/09/2020– 10:36

Partidos referendam em suas convenções os nomes para concorrer ao cargo de Prefeito da cidade e a Câmara de Vereadores. Nesta oportunidade seis são os nomes que buscam a cadeira mais importante de Ponte Nova. Paulo Roberto (PT), Wagner Mol (PSB) Leo Moreira (Republicanos) Carlos Tiago (PTB) Dr. Leopoldino (PMN) e André Luiz (PSD). Antes do início verdadeiro das campanhas, o candidato André Luiz dos Santos protocolou na Câmara Municipal na última segunda-feira (14), pedido de impeachment do atual Prefeito Wagner Mol. A argumentação que considero inoportuna seria o prejuízo ao erário municipal com a postergação do início da cobrança do estacionamento rotativo nominado de “Pare Azul”. A medida foi solicitada por uma entidade de classe com o objetivo de facilitar o acesso ao comércio num momento de retomada das atividades. Em tempo de Pandemia, acertou quem pediu e acertou quem concedeu, e não vejo irregularidade nisso. Para quem busca notoriedade a qualquer custo o efeito foi reverso. Cito aqui a postagem da internauta gniquini: existe algum órgão, setor, liga, bando, departamento, grupo que considere André Luiz apto a fazer qualquer tipo de manifestação? Candidaturas mal lançadas podem morrer no nascedouro. Não distante, aconteceu com o Governador de Rio de Janeiro Wilson Witzel (PSC). Logo após assumir o cargo desfilava por Brasília vendendo a imagem de futuro candidato a Presidência da República. Na política existe o “time” para todo tipo de ação. Errou, se ferrou. Witzel se elegeu a reboque da popularidade de Jair Bolsonaro, como João Dória (PSDB-SP) e outros. Achou-se forte e inexpugnável ao romper com o Planalto. Envolveu-se com operações escusas e hoje enfrenta processo de impeachment por corrupção. Escolheu o caminho errado e aprendeu que, com poder se pode muito, mas não tudo. Foi afastado por decisão individual de um ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça). Desde abril, ocorrem investigações em pelo menos 11 Estados, além do Distrito Federal (DF) sobre desvios dos recursos destinados ao combate à Covid-19. Prefeitos e governadores estão sendo investigados no Amapá, Amazonas, DF, Pará, Paraíba, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro. Também Secretários de Saúde chegaram a ser presos ou afastados sob a suspeita de corrupção. A abertura para as falcatruas veio pela isenção dos processos de licitações para compras de equipamentos, medicamentos e outros suprimentos. Num país com a vocação para o roubo do dinheiro público, dar essa ferramenta aos oportunistas é igual dar linguiça para o cachorro cuidar. Felizmente não é regra e louvo as exceções, e entre elas, a do nosso Governador Romeu Zema. Para ganhar o voto do eleitor é preciso propostas consistentes, diferentes das antigas promessas de palanque que nunca saiam do papel. Desconstruir o concorrente com ataques e “fakes” não funciona mais. A candidatura precisa ter brilho próprio e suportada por credibilidade, honestidade, experiência e currículo. A cidade está aberta para ouvir e então escolher. Os próximos quatro anos passam pelo voto consciente do cidadão que se importa e quer uma cidade cada vez melhor. SORTE AOS CANDIDATOS.

21/09/2020– 10:33

Os nomes aos cargos de prefeito já foram escolhidos pelos partidos em Ponte Nova. Qual será o Plano de Governo de cada um? Durante anos que moro em Ponte Nova, não enxerguei a evolução necessária para a execução de políticas públicas em defesa do meio ambiente. Algumas exceções devem ser anotadas neste minifúndio de papel. É da lavra do prefeito Sette de Barros (1983- 1988) o plantio da maioria das árvores existentes em Ponte Nova (mais de 04 (quatro) mil árvores), com preferência para a sibipiruna e alfeneiros. Antônio Bartholomeu (1974-1980 e 1989-1992) criou Parque Florestal Tancredo Neves (Passa-Cinco) que foi implementado por Sette de Barros, e o Codema.O Vicentino ainda marcou sua história na arborização das duas margens do Rio Piranga entre a Ponte da Barrinha e o Pontilhão de Ferro. A legislação municipal de Meio Ambiente foi criada no governo de Sette de Barros e alterada somente em 2016 (administração Guto Malta), com a criação do Código de Meio Ambiente. O que mais avançou foi no governo Taquinho Linhares, quando foram criadas as leis que protegem o Rio Piranga contra a construção de hidrelétricas e permite a implantação do parque linear nas margens do mesmo rio. Entretanto, estamos engatinhando na questão do lixo urbano e rural. Ponte Nova não tem aterro sanitário e a permanência do Lixão do Sombrio é uma ameaça à saúde pública e um desafio que permanece sem solução. Mesmo tendo a prefeitura um terreno adquirido em 2010 (Joãozinho de Carvalho), com verba do Fundo Municipal de Meio Ambiente que era controlado pelo Codema. O abandono do Passa-Cinco, entregue a vândalos e aberto a queimadas todos os anos, deveria ser prioridade em qualquer plano de governo de qualquer candidato. Não só pela beleza cênica, mas por ser uma alternativa para o abastecimento de água em caso de uma situação de risco na captação no Rio Piranga. No parque existe um déficit de mais de 40 mil árvores e isto é sentido em tempos de estiagem com o esvaziamento das lagoas em mais de 02 (dois) metros. O tratamento de esgoto é uma novela que se arrasta há 18 anos, mas vale a pena dizer que no atual governo (Wagner Mol Guimarães) estamos avançando com a construção de interceptores que livrarão os córregos e ribeirões do indesejado despejo de esgoto sanitário. Entretanto, será preciso fazer um rearranjo na área, devolvendo a autonomia ao Codema que foi retirada de forma sintomática e vergonhosa nos últimos anos, transformando-se num apêndice da Semam e de tabela sem a participação popular com voz e poder, que também foi retirado, pois o presidente é automaticamente o secretário de Meio Ambiente, que comanda o licenciamento. É bom lembrar que o Codema, criado em 1981, foi o responsável por todo o arcabouço da legislação criada em Ponte Nova, sempre com a participação efetiva do ambientalista Hélcio Totino (falecido). Depois que ficou debaixo das garras do poder executivo o que se viu foi uma aberração: medidas compensatórias são direcionadas para obras e não para melhorar o meio ambiente. Fica lançado o desafio para os candidatos: dirijam seus olhares para o que há de mais importante, pois cuidar do meio ambiente é uma questão de saúde pública! (*) Ricardo Motta é jornalista, escritor e poeta. Ambientalista desde 1977

21/09/2020– 10:29

Durante a gravidez ocorrem algumas mudanças imunológicas, endócrinas, metabólicas e vasculares que fazem com que a mulher grávida fique mais suscetível a alterações de pele tanto fisiológicas quanto patológicas. Se a grávida for orientada desde o início da gestação a utilizar produtos adequados, ela pode prevenir algumas alterações, tais como acne, melasma e segundo alguns autores estrias. A prescrição de qualquer medicamento ou cosmético na gravidez deve ser cuidadosamente avaliada para evitar prejuízos para o feto.

08/09/2020– 22:42

Olá, tudo bom? Na última semana, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abordou algumas questões importantes e que vão impactar nestas eleições municipais de 2020. A primeira delas é a ampliação do horário de votação. O presidente do TSE, Ministro Luís Roberto Barroso, decidiu na quinta, 27/08, que o horário de votação nas eleições municipais de 2020 será ampliado em uma hora em razão da pandemia do coronavirus, ocorrendo entre 07 e 17h, nos dias 15 de novembro de 2020 (primeiro turno) e 29 de novembro (segundo turno). Tal medida, após estudos dos estatísticos daquela Corte e com consultoria técnica. Também foi definido que, por orientação de comissão sanitária formada pela Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) e Hospitais Albert Einstein e Sírio Libanês, haverá horário preferencial de votação para as pessoas acima dos 60 anos, sendo de 7 às 10h. Indo além, o Plenário do TSE definiu na última sexta, 28/08, após a Consulta formulada pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) que pré-candidatos e candidatos não poderão participar de lives promovidas com artistas com a intenção de fazer campanha eleitoral durante a realização da live. O art. 39, parágrafo 7º da Lei das Eleições prevê que “É proibida a realização de showmício e de evento assemelhado para promoção de candidatos, bem como a apresentação, remunerada ou não, de artistas com a finalidade de animar comício e reunião eleitoral.” Em cima de tal previsão legal, o Ministro Relator, Luís Felipe Salomão, entendeu que a proibição abrange não só o showmício, mas eventos similares, como as lives eleitorais. Tal decisão teve por finalidade, inclusive, combater eventual abuso de poder político e econômico. Por fim, e desde 31/08 os partidos políticos já podem realizar as convenções partidárias eleitorais que escolherão os candidatos a prefeito (a), vice-prefeito (a) e vereadores (as). Algumas agremiações partidárias já iniciaram os trabalhos. Aguardemos os desdobramentos até o dia 16/09, último dia para a realização de tal ato. Um forte abraço!

08/09/2020– 09:32

Conclusão extemporânea. Necessitando adotar medidas que permitam planejar o próximo ano, o Brasil adota medidas que o fazem bailar de um lado para outro. Pouco se move para frente. Resistindo às pressões internas e externas dos “furateto”, o governo enviou nesta semana ao Congresso o orçamento da União para 2021. Por lá, a caneta deve promover emendas que não cabem nas receitas. Os Senhores Feudais querem, a bel-prazer, mais dinheiro em suas rubricas para fazer politicagem. Nas esferas do alto poder, ninguém está disposto a dar sua parcela de ajuda num momento de crise na saúde que afeta profundamente a economia do país. Pagar essa conta vai ficar por conta do cidadão comum. No cenário atual a queda na arrecadação foi inevitável. As despesas da máquina foram as mesmas. Foi necessário o Congresso Nacional autorizar o governo a “pedalar” no orçamento. As perspectivas para o próximo ano são de recuperação tímida da economia no segundo semestre. No orçamento para 2021 na rubrica da saúde, o governo manteve o valor de 2020 (135 bi) atualizado pela inflação. Com a Pandemia esse valor fechará 2020 pouco acima dos 170 bilhões de reais. Os “do contra” e os analfabetos em economia que perambulam pela mídia, fazem coro que o governo fez corte na verba da saúde. Onde está o corte? Na verdade, a verba da saúde superou o orçado devido à necessidade de combater a COVID-19. Não é possível manter o valor no próximo exercício, porque não há de onde tirar. Assim se baila de um lado para o outro. Na Educação foi mantido o valor do orçamento atual, corrigido pelo índice inflacionário. Houve alarde de que o corte na verba da educação é insano. Não houve corte e diante das dificuldades que enfrentaremos em 2021 manter o valor já é um ganho. Impressiona a forma como se analisa economia. “Eles” querem e que se danem as necessidades prioritárias. “Farinha pouca, meu pirão primeiro”. E voltou à tona nesta semana o plano de mudanças na OLJ - Operação Lava Jato. A saída de Deltan Dallagnol é um recado escondido nas entrelinhas. A OLJ vai combater a turma não alinhada, agora chefiada pelo Procurador Alessandro Oliveira, que integrava a OLJ na PGR – Procuradoria Geral da República. Governadores e traficantes estão na mira, como é o caso do Estado do Rio de Janeiro. Quem não for amigo do Rei vai ter que prestar contas. Ainda na semana, o governo anunciou que em 2021 continuará o arrocho fiscal. Mesmo assim conseguiu dinheiro para alongar o abono emergencial até dezembro. O valor será de 300 reais e a promessa é de respeito ao teto de gastos. O Presidente JB viu sua popularidade aumentar após o segundo lote de abono emergencial. Governar anda de braços dados com a política e o dinheiro. Deu certo? Então continua, para desespero das oposições. A animação foi tamanha que no orçamento para o próximo ano coube até aumento no programa Bolsa Família, com mais famílias incluídas. Na tramitação no Congresso, esse programa deverá ser rebatizado como “Renda Brasil”. Tá com pinta de caça votos. Boa semana!

08/09/2020– 09:24

O Ministério da Saúde publicou no dia 28 de agosto uma portaria prevendo que na fase de exames, a equipe médica informe à vítima de violência sexual sobre a possibilidade de visualização do feto ou embrião por meio de ultrassonografia. Isto é uma clara intimidação e descalabro político/governamental! Esta portaria atende a quem? A Sara Winter, a ativista de direita e reacionária, que revelou o nome da menina do Espírito Santo que foi estuprada pelo tio em São Mateus e o local onde seria feito o aborto legal? Todo mundo viu a sandice das pessoas que foram ao hospital de Recife para impedir o aborto em uma menina de 10 anos que carregava um feto indesejado, concebido após a violência contra seu corpo impúbere. Mas, as mulheres reagiram em Brasília, 10 deputadas federais, todas da oposição (PCdoB, PSOL, PT e PSB), protocolaram no mesmo dia (28/08) um projeto de Decreto Legislativo sustando a portaria. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados e já recebeu apoio do presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia. “Não permitiremos retrocessos em nossos direitos sexuais e reprodutivos”, declarou a deputada Áurea Carolina (PSOL-MG). “Mulheres e meninas que enfrentam situações de violência devem ser acolhidas – e não criminalizadas ou constrangidas por normas abusivas”, afirmou. “Recebemos a norma como uma reação ao recente caso de autorização judicial para a realização da interrupção da gravidez de uma criança de apenas 10 anos, e não com a base técnica que deveria orientar as políticas públicas”, afirmam as deputadas Luiza Erundina (PSOL-SP), Perpétua Almeida PC do B-AC) e Lídice da Mata (PSB-BA). Além disso, a portaria do Ministério da Saúde reforça a obrigatoriedade de notificação à autoridade policial de indícios de violência sexual sofrida pela vítima, que foi instituída pela 13.931/2019. Quando a lei foi publicada, ela foi criticada por entidades feministas, que avaliaram que a denúncia compulsória poderia afastar a mulher dos serviços de saúde, que deveriam ser espaços de orientação e fortalecimento da mulher em situação de violência. Em nome de Deus (que não deu procuração para ninguém!) e da religião, querem impor regras desniveladas da realidade da mulher. Só quem viveu o ato abusivo do estupro é que pode avaliar tal dor, que não fica apenas no aspecto físico, mas pode durar toda uma vida. Um trauma maior que o sangue escorrendo entre as pernas: lágrimas de dor pungente e cruel que podem levar ao suicídio.

08/09/2020– 09:12

Você possui aquelas bolinhas que surgem nas pernas, virilhas, bumbum e em outras partes do corpo? Elas podem ser sintomas da foliculite, uma infecção muito comum que atinge os folículos pilosos, geralmente, provocando dor, coceira, vermelhidão e até mesmo bolhas de pus. Essa lesão pode ser provocada por diversos fatores, como bactérias e fungos, má depilação, uso frequente de roupas justas, alterações hormonais, entre outras causas. É muito importante a avaliação de um médico dermatologista para identificar as causas e introduzir o melhor tratamento. Contudo, existem alguns cuidados que podem prevenir a foliculite: 􀂉 No dia a dia, opte por usar roupas mais largas para evitar atrito com a pele. 􀂉 Seque bem o corpo após os banhos para evitar a contaminação por fungos. 􀂉 Mantenha a pele bem hidratada todos os dias. 􀂉 Esfolie a pele semanalmente com produtos caseiros ou específicos indicados pelo seu dermatologista. 􀂉 Considere a depilação a laser, pois diminui as chances de encravamento dos pelos e a foliculite.

23/08/2020– 18:56

Olá, tudo bem? As pessoas com algum tipo de deficiência estão amparadas não só pelo Estatuto da Pessoa com Deficiência, mas também por diversas leis. Na Justiça eleitoral não é diferente. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), através da Lei das Eleições, é obrigado a permitir ao eleitor analfabeto o uso de instrumentos que o auxiliem a votar. No caso do analfabeto, a Justiça Eleitoral não é obrigada a fornecer tais equipamentos. Contudo, é obrigada a permitir a utilização dos mesmos, após decisão do Presidente da Mesa Receptora. Já a pessoa que tenha deficiência ou mobilidade reduzida pode ser auxiliada por pessoa de sua escolha ao votar, ainda que não tenha solicitado previamente ao Juiz Eleitoral. Após verificação pelo Presidente da Mesa Eleitoral, este autorizará que o eleitor ingresse junto com essa segunda pessoa de sua confiança na cabine eleitoral, sendo permitido, inclusive, digitar os números na urna. Essa pessoa, contudo, não pode estar a serviço da Justiça Eleitoral, de partido político ou de coligação. Caso o eleitor queira registrar a sua situação de deficiência ou de mobilidade reduzida no Cadastro Eleitoral, a este será entregue o Formulário para identificação do Eleitor com Deficiência ou Mobilidade Reduzida, que deverá ser preenchido e assinado pelo eleitor, sendo encaminhado ao cartório eleitoral após o encerramento da votação. Por fim, em relação ao eleitor com deficiência visual, deverá ser disponibilizada ao mesmo a utilização do alfabeto comum ou do sistema braile para assinar o caderno de votação ou as cédulas, em caso de pane da urna eletrônica, que também terá em seus teclados o sistema braile de leitura. A este também é permitido o uso de qualquer instrumento mecânico que esteja portando, ou seja, fornecido pela Mesa Receptora de Votação, além de receber dos mesários orientações sobre o uso do sistema de áudio disponível na urna com um fone de ouvido fornecido pela Justiça Eleitoral, bem como orientação sobre o uso da marca de identificação das teclas da urna. Um forte abraço!  

23/08/2020– 18:51

Vinícius de Moraes era escritor, poeta, compositor, dramaturgo, diplomata e jornalista, gostava de compor e cantar. Escreveu no Soneto de Fidelidade: “eu possa me dizer do amor (que tive); que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure”. Um gênio! Tudo combina com o velho dito, “não há bem que sempre dure e nem mal que nunca se acabe”. É uma regrinha simples e fatal nos caminhos da vida. No Brasil existem correntes que não se rendem a nenhum tipo de mudança. No programa “Em Pauta” da Globo News a âncora perguntou ao jornalista Demétrio Magnoli: O que essa nova investigação sobre outro filho do presidente te indica sobre a família Bolsonaro? Vem a resposta do jornalista que mais parece uma manifestação de repúdio ao corte de verbas do governo federal e que culminou com demissões no Sistema Globo e cortes significativos nos salários de quem ficou. Disse ele: “indica que até mesmo nos padrões de corrupções o Brasil caiu no fundo do poço, porque nos governos anteriores do PT, se ouvia falar de uma corrupção glamurosa. Eram empresas estatais, Petrobras, empreiteiras com negócios internacionais, era uma corrupção hollywoodiana. Hoje com a chegada ao poder do baixo clero com o deputado federal e vereadores do Rio de Janeiro, o que nós temos é outro padrão de corrupção, aquele padrão mais tradicional do baixo clero. Então até nisso nós caímos no fundo do poço”. O inconformismo é notório e a campanha contra os Conservadores está solta na mídia que se dispôs a desafiar os valores da democracia e o poder legitimado por ela. A pergunta da âncora da Globo é maldosa e procura envolver toda a família do Presidente quando deveria ater-se aos filhos envolvidos, como recomenda o bom jornalismo. A resposta do Magnoli é desqualificada. Estaria ele defendendo os grandes corruptos? Ou estaria classificando o caso da “rachadinha” do RJ como obra de pé de chinelo? E a “rachadinha” em que a Globo foi denunciada pelos doleiros envolvendo milhões de dólares é corrupção de que tamanho? Ladrão é ladrão, mesmo que seja seu patrão ou seu filho. A população brasileira é majoritariamente conservadora. Família, Pátria e Deus acima de tudo estão presentes em todos os lares. O poder dos conservadores foi conquistado nas urnas e mesmo diante da tradição brasileira de derrubar governos, o atual se sustenta pela presença das Forças Armadas, da Constituição e da vontade da maioria dos brasileiros. Querem o poder de volta? É só esperar a próxima eleição, fazer um projeto de governo honesto e convencer o eleitor. Na democracia plena é assim que funciona. E o poder será eterno enquanto durar! Chega de hipocrisia, chega de #ladrãolivre, chega de conchavos, de favorecimentos, chega de se servir da nação em vez de servi-la. Temos um governo com coragem para peitar as artimanhas dos sistemas e que quer melhorar o país. Um governo que enfrenta todos os dias uma campanha difamatória e não desiste. Um governo honesto que sabe que o poder não é eterno. BOA SEMANA!

23/08/2020– 18:49

Esperava-se que com a criação da Lei Federal 9.605, a Lei dos Crimes Ambientais, em 1998, os danos ao meio ambiente causados por qualquer ação humana teriam o seu reparo garantido. Infelizmente, não é o que vem acontecendo no nosso país. Cada vez mais, vemos o empoderamento dos que cometem crimes ambientais, levando em conta a flexibilidade que se dá no cumprimento das penas e, mais ainda da desestruturação ano a ano dos órgãos fiscalizadores do meio ambiente, totalmente desaparelhados e há anos sem concurso público. Dia a dia na imprensa nacional ouvimos falar de danos, em especial na Amazônia Legal Brasileira. Muitos são os conflitos agrários, de garimpos clandestinos e mais ainda, a biopirataria. A região agoniza, com todos os seus problemas socioambientais e políticas fragilizadas, ou seja, grandes grupos dominam o garimpo clandestino, o desmatamento com equipamentos de última geração e submetem a população local aos seus desmandos e ameaças. Por trás deste cenário temos empresários, políticos e grileiros que dominam determinadas comunidades, tornando-os dependentes de suas ações e fragilizando os movimentos locais que defendem a floresta e o seu povo. Esperava-se mais empenho dos governos locais e, em especial do Ministério do Meio Ambiente, através de parcerias de monitoramento, ações efetivas dos seus órgãos como é o caso do IBAMA, bem como, o manejo das unidades de conservação pelo ICMBio. Estes órgãos estão com falta de profissionais, concurso público que não é realizado há muitos anos e ainda, quando lavram autos de infração ambientais são ameaçados. Em outros casos, defesas feitas por grandes escritórios de consultoria acabam levando anos e anos para se ter uma solução de reparação de danos ambientais, como consequência a ausência de recuperação das áreas degradadas. Um exemplo é o garimpo ilegal ou lavra ilegal, que além da degradação do solo e subsolo, contamina a água, promove riscos na saúde das pessoas e a recuperação ambiental pode levar muitos anos para se reestabelecer o status quo ante. É importante que a população seja ouvida, quando se traz um empreendimento num determinado local, em especial, quando o ecossistema é frágil e, acima de tudo que se estabeleça as condicionantes necessárias para diminuir o impacto negativo. Por outro lado, caso não se faça isso, o empoderamento dos empreiteiros mal-intencionados continuará a degradar o meio ambiente, mesmo com uma lei tão séria, mas tão difícil de ser aplicada. Este artigo é de autoria de Rodrigo Berté é diretor da Escola Superior de Saúde, Biociências, Meio Ambiente e Humanidades do Centro Universitário Internacional Uninter. October 2nd, 2018.Flight from Porto Velho to Rio Branco (Brazil). Latitude: S9°38.700'Longitude: W67°46.949'

23/08/2020– 18:47

O governo sancionou a Lei Complementar 174/2020 visando criar condições para às empresas inscritas no Simples Nacional renegociarem suas dívidas fiscais. O segmento é grande gerador de postos de trabalho e a medida tem mais indício de “fazer caixa” do que efetivamente socorrer o setor. O projeto prevê isenção de até 70% das multas, juros e encargos. A dívida poderá ser parcelada em até 145 meses. Para as empresas maiores o desconto é de 50% e o prazo de 84 meses. De acordo com a nova lei, podem ser negociadas as dívidas com a União em fase de cobrança administrativa e já inscritas na dívida ativa e em cobrança judicial. Como de praxe, o governo e parlamentares venderam com otimismo o projeto como sendo “o fechamento do leque para a geração de empregos”. Há controvérsias. A empresa que está com dívida em fase de cobrança administrativa e inscritas na dívida ativa, deixou de pagar por problemas financeiros que se originaram antes da pandemia. Que a União está precisando fazer “caixa” todos sabem, mas criar facilitadores num momento em que essas empresas se veem as voltas com inadimplência de aluguel, salários e encargos, água, luz, telefone, contador etc., pouco ajuda. Essas empresas necessitam de capital de giro, financiado a juros acessíveis e com prazos compatíveis a sua capacidade de desembolso. Atraí-las com isenções de multas e induzi-las a pagar não vai ajudar em nada. São aproximadamente 1,3 milhão de micro e pequenas empresas inscritas na dívida ativa com um montante de R$ 116 bilhões. Provavelmente muitas delas, se ainda não fecharam, irão fechar. Até agora não consigo ver onde essa lei poderá ajudar o setor. Se fosse medida de auxílio, por que ela não veio junto com as linhas de créditos emergenciais? A inadimplência fiscal impediu essas empresas a se habilitarem ao financiamento da folha de salários, reforço no capital de giro e renegociação de dívidas bancárias. Estou analisando um universo de 1,3 milhão de micro e pequenas empresas. Ao que parece, o governo está de olho na arrecadação de boa parte dos R$116 bilhões dessa dívida. A maioria dessas empresas se vê em dificuldade para pagar os custos fixos. Como é que irão assumir parcelas de uma dívida que não pagaram por falta de receita? O momento não é de colocar ninguém na “lona” e sim de criar meios para que elas resistam. Não é preciso ser especialista em nada para saber que os efeitos econômicos recessivos atravessarão esse ano e se alongarão cruelmente no próximo. O dinheiro está sumindo da mão do consumidor. Para se ter uma ideia da seriedade do momento, lembro que em maio passado 9,2 milhões de brasileiros não tiveram nenhum tipo de renda. O país registra 64 milhões de inadimplentes. Essa inadimplência afeta diretamente o capital de giro dos credores. Como é que cobrar mais de quem não consegue pagar o pouco, vai gerar emprego? Boa parte das micro e pequenas empresas estão na beira do abismo e o governo quer que elas deem o primeiro passo. BOA SEMANA!

17/08/2020– 10:54

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