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Minas Gerais

O presidente da Comissão Extraordinária Pró-Ferrovias Mineiras, da Assembleia Legislativa de Minas, deputado João Leite (PSDB), questionou diante de vários prefeitos, vereadores e representantes de movimentos ligados ao setor ferroviário da Zona da Mata porque suas lideranças não lutaram quando seus municípios perderam trechos ferroviários que cortavam a região. A fala do deputado estadual aconteceu na tarde da sexta-feira, 17 de setembro, durante audiência pública, realizada em Cataguases, visando debater a volta da chamada Linha Mineira, que até a década de 1980 cortava diversos municípios do Norte da Zona da Mata e Região dos Inconfidentes, incluindo Ponte Nova, que esteve representada pelo prefeito Wagner Mol Guimarães. Devido à paralisação do trecho por parte da empresa Ferrovia Centro Atlântica (FCA), que ganhou oi leilão de privatização para explorar trechos mineiros por 30 anos, no contrato que ela assinou com o governo federal existe uma cláusula que determina que ela deve pagar uma multa ao Estado no valor de R$ 1 bilhão, por causa das desativações. Alguns deputados mineiros e prefeitos querem que esse dinheiro seja aplicado na retomada da Linha Mineira. Outras lideranças políticas de Minas desejam ver esse recurso investido no metrô de Belo Horizonte. “O prefeito de Ponte Nova, Wagner Mol Guimarães (PSB), participou da audiência, mostrando-se aberto a debater o tema da retomada da Linha Mineira. Ele disse ainda que deseja conversar com representantes do Núcleo de Preservação Ferroviária de Ponte Nova (Ferropon) sobre a memória ferroviária da cidade e empreendimentos neste setor”, diz nota da Ferropon.

26/09/2021– 15:25

Segundo nota publicada no portal de notícias do Sejusp e enviada para os órgãos de comunicação, um dos principais objetivos da atual gestão da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) é a capacitação e treinamento de seus profissionais, especialmente no que diz respeito à qualificação operacional, para lidar com os mais diferentes eventos de segurança. O texto informou no dia 21/ 09, última terça-feira, mais 120 policiais penais e 45 agentes socioeducativos completam o curso de Operador de Atendimento Pré-Hospitalar de Combate (APH) Marc 1, cujas aulas acontecem no Centro de Treinamento da Diretoria Operacional, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. No mês de agosto formaram-se 65 policiais penais e agentes socioeducativos neste mesmo curso básico, o Marc 1, que contou com a presença de um dos maiores nomes da área, o médico e investigador da Polícia Civil do Paraná, Sérgio Maniglia, responsável pelo desenvolvimento das técnicas. Nesta ocasião, cinco policiais penais e um agente socioeducativo foram habilitados para tornarem-se multiplicadores destes conhecimentos.

26/09/2021– 14:46

As inscrições do concurso serão abertas no dia 22 de outubro, pelo site do Instituto Telecon organizador da seleção. Os interessados poderão concluir o processo até o dia 21 de novembro. A taxa é de R$49,16. As provas objetivas e de redação estão marcadas para o dia 16 de janeiro de 2022. A aplicação ocorrerá nos municípios de Barbacena, Belo Horizonte, Curvelo, Divinópolis, Ipatinga, Governador Valadares, Juiz de Fora. Além de Lavras, Montes Claros, Patos de Minas, Poços de Caldas, Pouso Alegre, Teófilo Otoni, Uberaba, Uberlândia e Unaí. Durante cinco horas, os concorrentes deverão responder a 60 questões, distribuídas da seguinte forma: Língua Portuguesa/10 questões; Informática Base/05 questões; Noções de Direito/10 questões; Direitos Humanos/10 questões; Legislação Especial/ 20 questões; Raciocínio Lógico/05 questões. Ainda será necessário elaborar uma redação de 20 a 30 linhas. Os classificados serão convocados para as próximas etapas. Por sua vez, a prova de condicionamento físico será de 22 de junho a 08 de julho de 2022.

12/09/2021– 13:09

Em Ponte Nova, a homenagem teve na Praça de Palmeiras a soldado Clarice entre os policiais A desembargadora do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) Juliana Campos Horta de Andrade participou, na sexta-feira (3/9), da comemoração oficial dos 40 Anos da Mulher na Polícia Militar de Minas Gerais. A desembargadora representou o presidente do TJMG, desembargador Gilson Soares Lemes. “Devo ressaltar que é uma grande honra estar neste evento de grande importância, que comemora a inclusão das mulheres na Polícia Militar. A sociedade, como um todo, deve reconhecer a importância da mulher dentro da corporação, pois ela engrandece a instituição com competência, leveza, sensibilidade e compaixão”, destacou a desembargadora. O evento foi aberto oficialmente pelo comandante-geral da Polícia Militar de Minas Gerais, coronel Rodrigo Sousa Rodrigues, e também contou com a presença do vice-governador do Estado de Minas Gerais, Paulo Brant, que representou o governador Romeu Zema. A cerimônia foi marcada por várias homenagens às mulheres, entre elas, a coronel Luciene Magalhães de Albuquerque, primeira a ingressar na corporação em 1º de setembro de 1981. Anos mais tarde, Luciene também entraria para a história como a primeira a chegar ao cargo de coronel, até então patente reservada apenas aos homens. Foi lançada em 1º de setembro, a “Operação Filhas de Minas”, em toda área da 21ª Companhia de Polícia Militar Independente, com sede em Ponte Nova. Várias ações serão implementadas nos 14 municípios de abrangência. O lançamento aconteceu na Praça de Palmeiras, em Ponte Nova. A soldado Clarice esteve presente no lançamento, que aconteceu exatamente na data em que se iniciou, há 40 anos, o primeiro curso de sargentos femininos da PM de Minas Gerais. Coronel Luciene Magalhães de Albuquerque entrou na PM em 1º de setembro de 1981 Soldado Clarice (seta) nas comemorações em Ponte Nova que ocorreram em 1º de setembro

12/09/2021– 13:03

As Forças de Segurança Pública de Minas Gerais se uniram, na-feira (23/8), em uma operação de combate à violência e prevenção ao feminicídio. Sob a coordenação da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), foram desenvolvidas ações em Belo Horizonte e nas 19 Regiões Integradas de Segurança Pública do Estado. “É uma urgência o combate ao feminicídio e à violência doméstica de uma forma geral. E, hoje, todas as forças estão integradas nessa luta e nesse combate”, ressaltou o secretário de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerias, Rogério Greco. Segundo ele, o foco maior das ações, nesta data, está na prevenção e conscientização da sociedade. “Muitas vezes, a mulher tem medo de buscar socorro junto à Justiça. Então, a campanha é justamente para isso, para que ela acredite na segurança pública. Ela pode contar conosco 24 horas por dia, sete dias por semana”, reforçou o secretário. Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão e de prisão pela Polícia Civil nas 19 regiões administrativas da polícia, além de medidas protetivas de urgência. O lançamento da operação na Praça da Estação contou com a presença do secretário da Sejusp, Rogério Greco, e do chefe da Polícia Civil de Minas Gerais, delegado-geral Joaquim Francisco Neto e Silva. A Política de Prevenção Social à Criminalidade conta com 02 (dois) programas que têm atuação específica no enfrentamento à violência contra a mulher: o Programa Mediação de Conflitos, que atende mulheres vítimas de violência, dando suporte para que elas consigam romper com o ciclo de violência; e a Central de Acompanhamento de Alternativas Penais, que trabalha com a responsabilização dos homens que estão respondendo pela Lei Maria da Penha.

28/08/2021– 18:06

O Governo de Minas Gerais, por meio da secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra), fará audiências públicas presenciais para apresentar o lote Ouro Preto do Programa de Concessões Rodoviárias. A primeira sessão foi em 20/08, na cidade de Ouro Preto, às 14 h. Já a segunda reunião está marcada para 23/08, também às 14 h, em Ponte Nova. Devido à pandemia, a participação presencial seguirá regras específicas, considerando a limitação de espaço e de pessoas, nos termos dos protocolos determinados pelo Minas Consciente. Os interessados em acompanhar a reunião presencialmente devem se inscrever previamente no email: [email protected]. A mensagem precisa ser encaminhada até as 18 h do dia útil anterior à audiência e deve conter nome completo, endereço de e-mail, telefone para contato e empresa/entidade que representa, conforme regulamento disponível no site da Seinfra. O lote rodoviário Ouro Preto abrange as rodovias BR356, MG-262 e MG-329, que, juntas, totalizam 190,3 quilômetros de extensão. Os trechos são interceptados por 11 municípios, sendo eles: Nova Lima, Rio Acima, Itabirito, Ouro Preto, Mariana, Acaiaca, Barra Longa, Ponte Nova, Urucânia, Piedade de Ponte Nova e Rio Casca. O projeto foi estruturado pelo Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) em parceria com o Banco Interamericano de Investimento (BID) e inclui recursos do governo japonês por meio do programa de preparação de PPP’s e concessões.

23/08/2021– 12:42

Líder Notícias publica relatos da defensora pública Dra. Maria Antonieta e da soldado PM Mariana Nunes No sábado, 07/08, a Lei Maria da Penha, criada para coibir a violência doméstica e familiar contra as mulheres e considerada umas das melhores do mundo sobre o tema pela Organização das Nações Unidas (ONU), completou 15 anos. O nome da lei homenageia Maria da Penha, que sofreu tentativa de feminicídio em 1983, ficando paraplégica. Maria da Penha Maia Fernandes é uma ativista brasileira. Sua luta em nome das mulheres vítimas de violência doméstica resultou na criação da Lei Maria da Penha (Lei Nº 11.340), sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Maria da Penha nasceu no Ceará no dia 1º de fevereiro de 1945. Até 1998, o agressor de Maria da Penha continuava em liberdade, e o caso ganhou repercussão internacional e foi denunciado à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA). Em 2001, a OEA responsabilizou o Estado brasileiro por negligência, omissão e tolerância em relação à violência doméstica praticada contra as mulheres brasileiras. A OEA recomendou não apenas que o Brasil desse seguimento à devida punição do agressor de Maria da Penha, como prosseguisse com uma reforma que evitasse a tolerância estatal nesses casos. Diante da falta de medidas legais e ações efetivas, em 2002 foi formado um consórcio de ONGs feministas que elaborou a primeira versão de uma lei de combate à violência doméstica contra a mulher. Defensora pública de Ponte Nova comenta a Lei Maria da Penha Maria Antonieta Rigueira Leal Gurgel A defensora pública Dr. Maria Antonieta Rigueira Leal Gurgel, da2ª Vara Criminal e da Execução Penal de Ponte Nova, enviou, a pedido, um resumo do que significa para as mulheres a Lei Maria da Penha, principalmente no dia a dia do setor judicial. Depoimento “A lei 11.340 de 07/08/ 2006, popularmente conhecida como “Lei Maria da Penha”, completou recentemente 15 anos de existência. Considerada como uma das três melhores do mundo pelas Nações Unidas, ela não trouxe previsão de novos delitos, que continuam sendo aqueles previstos no Código Penal, mas previu diversos mecanismos de proteção à mulher, tais como ações educativas de prevenção, redes de apoio e suporte às mulheres vítimas de violência, além das medidas protetivas para resguardar a integridade física e psíquica das vítimas. Assim, busca-se uma proteção integral, não apenas no aspecto repressivo, mas principalmente no preventivo, visando reduzir a ocorrência destas violações Importante mencionar que a violência contra a mulher não se restringe apenas às agressões corporais. A lei menciona também a violência sexual, moral, psicológica e patrimonial. É preciso também dizer que, após a Lei Maria da Penha, a legislação penal brasileira sofreu mais duas alterações, uma delas para tipificar de forma autônoma o crime de feminicídio (homicídio qualificado pela questão de gênero feminino ou em razão de violência doméstica e familiar contra a mulher) e também o delito de descumprimento de medidas protetivas. Entretanto, a violência de gênero é algo arraigado em nossa sociedade, que foi construída sobre bases patriarcais e de opressão e menosprezo à mulher que. Não obstante as suas plenas capacidades físicas e intelectuais, ao longo de toda história e até em um passado bem recente, a mulher sempre foi impedida de realizar inúmeras atividades profissionais, de estudar, de votar e de emancipar-se das figuras masculinas do pai e do marido. A pandemia trouxe um novo agravamento dos casos de violência contra a mulher, cuja jornada laboral costuma ser dupla, até tripla, pois tem que se desdobrar nos cuidados da casa, da prole e ainda desempenhar a contento todas as suas atividades profissionais. Este fato demonstra que mesmo na atualidade ainda há uma extrema desigualdade na divisão de tarefas dentro do ambiente doméstico. Para que haja verdadeira mudança de mentalidades e para que a violência contra a mulher efetivamente seja reduzida, é preciso educar crianças feministas, mostrando a elas que, independentemente do gênero, o respeito deve sempre prevalecer e que as oportunidades devem ser igualmente distribuídas aos seres humanos. É papel de todos nós extirpar o machismo que leva a atos extremos e graves de violência contra a mulher”. Em Minas Gerais a Companhia de Polícia Feminina foi criada por meio do decreto 21.336, de 29 de maio de 1981, assinado pelo Governador do Estado Francelino Pereira dos Santos. O Comandante-geral da Polícia era o coronel Jair Cançado Coutinho e o primeiro comandante da Companhia foi o capitão Dalmir José de Sá, tendo como auxiliares os tenentes Felipe, Campelo e Marinho. O início do curso ocorreu em 1º de setembro de 1981 e, após 06 (seis) meses de intensa preparação profissional, quando as alunas do Curso de Formação de Sargentos Femininos estudaram diversas disciplinas, passando ainda, por uma formação policial-militar adequada à condição de mulher, as 112 alunas que lograram êxito nos exames finais foram promovidas à graduação de 3º sargento PM Feminina. A solenidade de formatura foi realizada na Academia de Polícia Militar no dia 02 de abril de 1982. Líder Notícias ouve a soldado PM Mariana Nunes da 21ª Cia PM Soldado Mariana Nunes no quartel da PM de Ponte Nova Nas atividades cotidianas do policiamento ostensivo, verificavam-se acentuadas dificuldades no trato com menores em conflito com a lei ou abandonados e com mulheres envolvidas em ilícitos penais. Para atender a esse campo de atividade policial, seria possível dotar as polícias militares de Polícia Feminina, com preparo específico, incluindo o acompanhamento psicológico. O Líder Notícias presta homenagens às mulheres da PM e ouviu a soldado Mariana Nunes. “Há exatos 40 anos a Polícia Militar de Minas Gerais era composta somente por policiais masculinos. A chegada das policiais femininas, no ano de 1981, foi, sem dúvida, um divisor de águas, um marco caracterizado pela quebra de paradigmas e preconceitos contra as mulheres”, disse Mariana Nunes, que no dia a dia encara a luta dura contra o crime, no policiamento ostensivo. Mariana Nunes é natural de Viçosa, tem 30 anos, entrou para a PM em setembro de 2017 e chegou em Ponte Nova em 2020 para fazer parte da 21ª Cia Independente. Ela sente-se confortável e orgulhosa de pertencer aos quadros da PM. “Hoje, integrar as fileiras desta grandiosa Instituição militar é para mim motivo de orgulho e honra. Por isso, sinto que quando ocupamos um espaço antes visto como exclusivamente masculino, a conquista é de todas. Que nós mulheres sigamos quebrando barreiras e preconceitos, de modo a nos fortalecer na luta pela equidade de gênero”, encerrou Mariana Nunes.

14/08/2021– 17:14

Por Agência Minas Imunizantes seguem para Unidades Regionais de Saúde por transporte terrestre e aéreo, para agilizar entregas O Governo de Minas promove, até terça-feira (3/8), a entrega de 641.200 doses de vacinas contra a covid-19 às Unidades Regionais de Saúde, que, por sua vez, farão a distribuição aos municípios. São 351 mil doses do imunizante Pfizer e 290.200 doses da CoronaVac. A remessa será destinada à aplicação da primeira e da segunda dose em caminhoneiros e trabalhadores industriais dos municípios que ainda não concluíram a vacinação desses grupos. Os imunizantes também contemplam adultos de 50 a 54 anos e a segunda dose de pessoas com comorbidade e pessoas com deficiência permanente grave. Apoio A maior operação de vacinação da história de Minas Gerais conta com apoio das Forças de Segurança e Salvamento, do Corpo de Bombeiros Militar, da Polícia Militar, além do efetivo da Polícia Civil. Recebem vacinas por aeronaves do estado: - URS Unaí - URS Patos de Minas - URS Teófilo Otoni Recebem vacinas por voos comerciais: - SRS Montes Claros - SRS Uberaba - SRS Uberlândia Retiram as vacinas no aeródromo ou na Rede de Frio da URS polo: -SRS Alfenas -SRS Governador Valadares -GRS Ituiutaba -GRS Januária -GRS Leopoldina -SRS Manhuaçu -SRS Passos -GRS Pirapora -GRS São João Del Rei -GRS Ubá Retiram as vacinas na Central Estadual de Rede de Frio: -SRS Barbacena -SRS Belo Horizonte -SRS Coronel Fabriciano -SRS Diamantina -SRS Divinópolis -GRS Itabira -SRS Juiz de Fora -GRS Pedra Azul -SRS Ponte Nova -SRS Pouso Alegre -SRS Sete Lagoas -SRS Varginha Acompanhe o quantitativo de cada remessa 1ª remessa 577.480 doses da CoronaVac em 18/1/2021 2ª remessa 190.500 doses de AstraZeneca em 24/1/2021 3ª remessa 87.600 doses da CoronaVac em 25/1/2021 4ª remessa 315.600 doses da CoronaVac em 7/2/2021 5ª remessa 220.000 doses da AstraZeneca e 137.400 doses da CoronaVac em 23/2/2021 6ª remessa 285.200 doses da CoronaVac em 3/3/2021 7ª remessa 303.600 doses da CoronaVac em 9/3/2021 8ª remessa 509.800 doses de CoronaVac em 17/3/2021 9ª remessa 86.750 doses da AstraZeneca e 455.800 doses da CoronaVac em 20/3/2021 10ª remessa 116.600 doses de AstraZeneca e 359.000 doses de CoronaVac em 26/3/2021   11ª remessa 73.250 doses de AstraZeneca e 943.400 doses de CoronaVac em 1/4/2021 12ª remessa 257.750 da AstraZeneca e 220.400 da CoronaVac, em 8/4/2021 13ª remessa 426.000 da AstraZeneca e 275.200 da CoronaVac, em 16/4/2021 14ª remessa 316.750 doses da AstraZeneca e 73.800 da CoronaVac, em 23/4/2021 15ª remessa 578.000 doses da AstraZeneca e 11.800 doses da CoronaVac, em 29/4/2021 16ª remessa 30.400 doses da CoronaVac, em 1/5/2021 e 676.250 doses da AstraZeneca, em 3/5/2021 17ª remessa 50.310 doses da Pfizer, em 3/5/202118ª 18ª remessa 396.500 doses da AstraZeneca, em 6/5/2021 e 100.200 doses da CoronaVac, em 8/5/2021 e 112.434 doses da Pfizer, em 10/5/2021 19ª remessa 422.750 doses da AstraZeneca, em 13/5/2021, e 207.800 doses de CoronaVac. 101.600 doses da CoronaVac, em 14/5/2021. 20ª remessa 435.500 doses da AstraZeneca, 8.200 doses da CoronaVac e 64.350 doses da Pfizer, em 18/5/2021 21ª remessa 561.750 doses da AstraZeneca e 60.840 doses da Pfizer, em 26/5/2021 22ª remessa 588.500 doses da AstraZeneca, em 2/6/2021 62.010 doses da Pfizer, em 3/6/2021 23ª remessa 237.510 doses da Pfizer, em 8/6/2021 24ª remessa 362.750 doses da AstraZeneca, em 9/6/2021 25ª remessa 235.170 doses da Pfizer e 273.000 doses da CoronaVac, em 18/6/2021 26ª remessa 862.000 doses da AstraZeneca, em 21/6/2021 27ª remessa 346.800 doses da CoronaVac, 281.970 doses da Pfizer, 149.550 doses da Janssen, em 24/6/2021 28ª remessa 624.500 doses da AstraZeneca, em 30/6/2021 112.320 doses da Pfizer, em 1/7/2021 342.300 doses da Janssen, 304.750 doses da AstraZeneca e 219.960 doses da Pfizer, em 3/7/2021 29ª remessa 271.440 doses da Pfizer e 79.600 doses da CoronaVac, em 9/7/2021 30ª remessa 379.750 doses da AstraZeneca, em 15/7/2021 31ª remessa 171.400 doses da CoronaVac, em 19/7/2021 550.050 doses da AstraZeneca e 120.510 doses da Pfizer, em 20/7/2021 32ª remessa 330.600 doses da CoronaVac, 103.260 doses da AstraZeneca e 209.430 doses do imunizante da Pfizer, em 27/7/2021 e 234.750 doses da AstraZeneca, em 28/7/2021. 33ª remessa 351.000 doses da Pfizer e 290.200 doses da CoronaVac, em 30/7/2021.   Total: 18.137.444 doses  

02/08/2021– 15:17

Uma mulher foi brutalmente assassinada e depois enterrada no quintal de sua casa, em Santana do Paraíso, no Vale do Aço, na tarde da quinta-feira, 22/07. O crime foi descoberto na sexta-feira, 23/07, quando vizinhos da mulher acionaram a polícia militar para investigar o sinistro. O assassino da mulher, um homem de 48 anos, é próprio filho dela e foi preso em João Monlevade no dia 23/07, à tarde. A vizinhança ficou assombrada pela brutalidade do crime, pela forma como a idosa foi morta. Maria Auxiliadora, 79 anos, foi morta pelo próprio filho com golpes de faca. A vítima apresentava ferimentos de corte na região do pescoço. Uma vizinha disse que, durante o dia, o filho da idosa foi visto cavando uma cova no quintal da casa, localizada na Rua Ucrânia, no Bairro Industrial. A Polícia Militar foi acionada por vizinhos e os militares confirmaram que havia mesmo a cova e dentro dela o corpo da mulher. A PM e o Corpo de Bombeiros foram acionados para socorrer a mulher, mas a vítima já se encontrava morta. Após os trabalhos da perícia da Polícia Civil, os bombeiros retiraram o corpo da cova e o levaram o Instituto Médico Legal, para outras análises. Segundo informações, o suspeito, após o crime fugiu em uma bicicleta, mas foi capturado em um cerco policial na cidade de João Monlevade. A Polícia Militar disse que o homem já teve passagens pela polícia como perturbação e importunação, mas não cometeu nenhum crime de natureza grave. Testemunhas relataram que, Alfredo da Costa Lourenço, de 48 anos, suspeito do crime, tem problemas psicológicos e que, antes de fugir do local, arrumou e limpou toda a residência, trocou lençóis e passou pano no chão. Maria Auxiliadora foi assassinada pelo próprio filho e enterrada no quintal da casa dela

31/07/2021– 15:19

Secretaria de Justiça de MG lança campanha de prevenção contra uso de cerol e linha chilena Começou na semana passada, 21 de julho, a segunda edição da campanha online “A Vida por um Fio”, que tem como objetivos alertar a população sobre os riscos do uso de cerol e linha chilena, incentivar a denúncia do comércio ilegal desses materiais e ainda de locais onde são fabricados. A iniciativa é da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp/MG). A campanha teve a sua primeira edição em julho do ano passado, mês de férias escolares, ventos fortes e céu azul. Época e condições ideais para levar nas alturas pipas ou papagaios fabricados por crianças, adolescentes e até mesmo adultos. Balanço realizado pela Sejusp aponta 539 denúncias de comércio ilegal de linha chinela e cerol em Minas Gerais durante todo o ano de 2020. O vídeo e as peças gráficas que serão distribuídos ao longo dos próximos dias abordam o quanto é arriscado empinar esses brinquedos perto de linhas elétricas ou no alto de telhados e lajes, em locais movimentados e, especialmente, se estiverem com linhas cortantes. Todas as peças divulgam e estimulam a denúncia do comércio de linhas chilena e cerol, por meio do Disque Denúncia Unificado (DDU), o 181, cuja ligação é gratuita e de anonimato garantido. Lei Municipal proíbe Em Ponte Nova uma lei municipal, de autoria do então vereador Carlos Montanha, similar a uma estadual, veda a comercialização e o uso de linha cortante em pipas, papagaios e similares está em vigor desde 2019. A multa para quem for flagrado vendendo linhas cortantes varia de R$ 3.590 a R$ 179 mil (para casos de reincidência). Já quando a linha cortante apreendida estiver em poder de criança ou adolescente, seus pais ou responsáveis legais serão notificados da autuação e o caso será comunicado ao Conselho Tutelar.

31/07/2021– 15:07

Meio milhão de máscaras produzidas pelo Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen) foram distribuídas em campanha do Minas Consciente em todo estado. Entre as unidades prisionais está incluída a Penitenciária de Ponte Nova. Das 06 (seis) milhões de máscaras, mais de 500 mil chegaram à população de 12 municípios por meio de ações do Minas Consciente, do governo, de alertar a população sobre a necessidade do contínuo uso de máscaras de proteção. Desde abril do último ano (2020), detentos de unidades prisionais das mais variadas regiões de Minas Gerais estão produzindo máscaras de proteção individual. Galpões se tornaram verdadeiras fábricas repletas de linhas, tecidos e máquinas espalhadas por toda parte. Atualmente, a produção acumulada soma quase seis milhões de unidades fabricadas. Muitas empresas e instituições públicas se tornaram parceiras e vêm doando os insumos para que a confecção seja realizada. Os itens são distribuídos prioritariamente para as forças de segurança, que seguem com seu trabalho de forma ininterrupta, e também a hospitais, asilos e servidores municipais, onde as prefeituras possuem parceria com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). Para o diretor de Trabalho e Produção do Depen de Minas Gerais, Paulo Duarte, poder participar da campanha com o Governo de Minas, a Fundação João Pinheiro e outras instituições, tem despertado em todos o sentimento de cooperação, responsabilidade social e, para os internos, uma reintegração social. Até o momento, foram beneficiados com a distribuição das máscaras por meio da campanha as cidades de Ponte Nova, Araçuaí, Capelinha, Contagem, Curvelo, Diamantina, Manhuaçu, Ouro Preto, Paracatu, Patos de Minas, Unaí e Vespasiano, além de Belo Horizonte. Além da Sejusp, por meio da Polícia Penal, também participam da campanha do Governo de Minas, a Fundação João Pinheiro; secretaria de estado de Saúde; secretaria de estado de Desenvolvimento Social; Corpo de Bombeiros Militar; Polícia Militar e a Empresa Mineira de Comunicação. Máscaras produzidas na unidade prisional de Contagem também foram distribuídas

24/07/2021– 15:36

Minas Gerais encerrou o primeiro semestre de 2021 com queda de 24,6% nos registros de crimes violentos. Foram 19.367 ocorrências de janeiro a junho deste ano, contra 25.676 no mesmo período do ano passado. Os números representam 6.309 crimes violentos a menos em todo o Estado em relação a 2020 e foram divulgados na terça-feira, 20/07, pela secretaria de estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). A redução chega quase à metade se comparados os dados com o primeiro semestre de 2019, quando Minas registrou 37.375 crimes violentos. Já na comparação com o ano anterior, a queda é ainda mais expressiva: o Estado apresentou 50.934 crimes violentos no primeiro semestre de 2018. A progressiva evolução dos índices é fruto de uma gestão eficiente na segurança pública mineira, por meio de investimentos em ações de inteligência e fortalecimento da integração entre as forças de segurança. Ações conjuntas e coordenadas, como a operação Caminhos de Minas, têm sido realizadas com frequência para fortalecer esse trabalho. As estatísticas de criminalidade violenta incluem os registros de homicídio consumado e tentado, extorsão mediante sequestro consumado, sequestro e cárcere privado consumado e tentado, estupro consumado e tentado, estupro de vulnerável consumado e tentado, roubo consumado e tentado e extorsão consumado e tentado. Além desses crimes, o Observatório de Segurança Pública, da Sejusp, também monitora e divulga mensalmente os registros de furto e lesão corporal dos 853 municípios mineiros. Destaques No primeiro semestre de 2021, as quedas mais expressivas foram entre os roubos consumados e tentados, crimes que apresentam relação mais direta com o contexto de pandemia. As reduções foram de 30,7% nos consumados e 28,5% nos tentados. Entre os alvos dos roubos, destaque para a diminuição de 53,2% dos roubos a transporte coletivo e de 36,2% dos roubos a transeuntes. Importante indicador da criminalidade e um dos menos afetados pelo contexto de distanciamento social, o número de vítimas de homicídios consumados também apresentou redução no Estado. Foram 1.205 vítimas neste ano contra 1.353 no mesmo período de 2020, uma queda de 10,9%.

24/07/2021– 14:54

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