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O Ministério da Saúde publicou no dia 28 de agosto uma portaria prevendo que na fase de exames, a equipe médica informe à vítima de violência sexual sobre a possibilidade de visualização do feto ou embrião por meio de ultrassonografia. Isto é uma clara intimidação e descalabro político/governamental! Esta portaria atende a quem? A Sara Winter, a ativista de direita e reacionária, que revelou o nome da menina do Espírito Santo que foi estuprada pelo tio em São Mateus e o local onde seria feito o aborto legal? Todo mundo viu a sandice das pessoas que foram ao hospital de Recife para impedir o aborto em uma menina de 10 anos que carregava um feto indesejado, concebido após a violência contra seu corpo impúbere. Mas, as mulheres reagiram em Brasília, 10 deputadas federais, todas da oposição (PCdoB, PSOL, PT e PSB), protocolaram no mesmo dia (28/08) um projeto de Decreto Legislativo sustando a portaria. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados e já recebeu apoio do presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia. “Não permitiremos retrocessos em nossos direitos sexuais e reprodutivos”, declarou a deputada Áurea Carolina (PSOL-MG). “Mulheres e meninas que enfrentam situações de violência devem ser acolhidas – e não criminalizadas ou constrangidas por normas abusivas”, afirmou. “Recebemos a norma como uma reação ao recente caso de autorização judicial para a realização da interrupção da gravidez de uma criança de apenas 10 anos, e não com a base técnica que deveria orientar as políticas públicas”, afirmam as deputadas Luiza Erundina (PSOL-SP), Perpétua Almeida PC do B-AC) e Lídice da Mata (PSB-BA). Além disso, a portaria do Ministério da Saúde reforça a obrigatoriedade de notificação à autoridade policial de indícios de violência sexual sofrida pela vítima, que foi instituída pela 13.931/2019. Quando a lei foi publicada, ela foi criticada por entidades feministas, que avaliaram que a denúncia compulsória poderia afastar a mulher dos serviços de saúde, que deveriam ser espaços de orientação e fortalecimento da mulher em situação de violência. Em nome de Deus (que não deu procuração para ninguém!) e da religião, querem impor regras desniveladas da realidade da mulher. Só quem viveu o ato abusivo do estupro é que pode avaliar tal dor, que não fica apenas no aspecto físico, mas pode durar toda uma vida. Um trauma maior que o sangue escorrendo entre as pernas: lágrimas de dor pungente e cruel que podem levar ao suicídio.

08/09/2020– 09:12

Você possui aquelas bolinhas que surgem nas pernas, virilhas, bumbum e em outras partes do corpo? Elas podem ser sintomas da foliculite, uma infecção muito comum que atinge os folículos pilosos, geralmente, provocando dor, coceira, vermelhidão e até mesmo bolhas de pus. Essa lesão pode ser provocada por diversos fatores, como bactérias e fungos, má depilação, uso frequente de roupas justas, alterações hormonais, entre outras causas. É muito importante a avaliação de um médico dermatologista para identificar as causas e introduzir o melhor tratamento. Contudo, existem alguns cuidados que podem prevenir a foliculite: 􀂉 No dia a dia, opte por usar roupas mais largas para evitar atrito com a pele. 􀂉 Seque bem o corpo após os banhos para evitar a contaminação por fungos. 􀂉 Mantenha a pele bem hidratada todos os dias. 􀂉 Esfolie a pele semanalmente com produtos caseiros ou específicos indicados pelo seu dermatologista. 􀂉 Considere a depilação a laser, pois diminui as chances de encravamento dos pelos e a foliculite.

23/08/2020– 18:56

Olá, tudo bem? As pessoas com algum tipo de deficiência estão amparadas não só pelo Estatuto da Pessoa com Deficiência, mas também por diversas leis. Na Justiça eleitoral não é diferente. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), através da Lei das Eleições, é obrigado a permitir ao eleitor analfabeto o uso de instrumentos que o auxiliem a votar. No caso do analfabeto, a Justiça Eleitoral não é obrigada a fornecer tais equipamentos. Contudo, é obrigada a permitir a utilização dos mesmos, após decisão do Presidente da Mesa Receptora. Já a pessoa que tenha deficiência ou mobilidade reduzida pode ser auxiliada por pessoa de sua escolha ao votar, ainda que não tenha solicitado previamente ao Juiz Eleitoral. Após verificação pelo Presidente da Mesa Eleitoral, este autorizará que o eleitor ingresse junto com essa segunda pessoa de sua confiança na cabine eleitoral, sendo permitido, inclusive, digitar os números na urna. Essa pessoa, contudo, não pode estar a serviço da Justiça Eleitoral, de partido político ou de coligação. Caso o eleitor queira registrar a sua situação de deficiência ou de mobilidade reduzida no Cadastro Eleitoral, a este será entregue o Formulário para identificação do Eleitor com Deficiência ou Mobilidade Reduzida, que deverá ser preenchido e assinado pelo eleitor, sendo encaminhado ao cartório eleitoral após o encerramento da votação. Por fim, em relação ao eleitor com deficiência visual, deverá ser disponibilizada ao mesmo a utilização do alfabeto comum ou do sistema braile para assinar o caderno de votação ou as cédulas, em caso de pane da urna eletrônica, que também terá em seus teclados o sistema braile de leitura. A este também é permitido o uso de qualquer instrumento mecânico que esteja portando, ou seja, fornecido pela Mesa Receptora de Votação, além de receber dos mesários orientações sobre o uso do sistema de áudio disponível na urna com um fone de ouvido fornecido pela Justiça Eleitoral, bem como orientação sobre o uso da marca de identificação das teclas da urna. Um forte abraço!  

23/08/2020– 18:51

Vinícius de Moraes era escritor, poeta, compositor, dramaturgo, diplomata e jornalista, gostava de compor e cantar. Escreveu no Soneto de Fidelidade: “eu possa me dizer do amor (que tive); que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure”. Um gênio! Tudo combina com o velho dito, “não há bem que sempre dure e nem mal que nunca se acabe”. É uma regrinha simples e fatal nos caminhos da vida. No Brasil existem correntes que não se rendem a nenhum tipo de mudança. No programa “Em Pauta” da Globo News a âncora perguntou ao jornalista Demétrio Magnoli: O que essa nova investigação sobre outro filho do presidente te indica sobre a família Bolsonaro? Vem a resposta do jornalista que mais parece uma manifestação de repúdio ao corte de verbas do governo federal e que culminou com demissões no Sistema Globo e cortes significativos nos salários de quem ficou. Disse ele: “indica que até mesmo nos padrões de corrupções o Brasil caiu no fundo do poço, porque nos governos anteriores do PT, se ouvia falar de uma corrupção glamurosa. Eram empresas estatais, Petrobras, empreiteiras com negócios internacionais, era uma corrupção hollywoodiana. Hoje com a chegada ao poder do baixo clero com o deputado federal e vereadores do Rio de Janeiro, o que nós temos é outro padrão de corrupção, aquele padrão mais tradicional do baixo clero. Então até nisso nós caímos no fundo do poço”. O inconformismo é notório e a campanha contra os Conservadores está solta na mídia que se dispôs a desafiar os valores da democracia e o poder legitimado por ela. A pergunta da âncora da Globo é maldosa e procura envolver toda a família do Presidente quando deveria ater-se aos filhos envolvidos, como recomenda o bom jornalismo. A resposta do Magnoli é desqualificada. Estaria ele defendendo os grandes corruptos? Ou estaria classificando o caso da “rachadinha” do RJ como obra de pé de chinelo? E a “rachadinha” em que a Globo foi denunciada pelos doleiros envolvendo milhões de dólares é corrupção de que tamanho? Ladrão é ladrão, mesmo que seja seu patrão ou seu filho. A população brasileira é majoritariamente conservadora. Família, Pátria e Deus acima de tudo estão presentes em todos os lares. O poder dos conservadores foi conquistado nas urnas e mesmo diante da tradição brasileira de derrubar governos, o atual se sustenta pela presença das Forças Armadas, da Constituição e da vontade da maioria dos brasileiros. Querem o poder de volta? É só esperar a próxima eleição, fazer um projeto de governo honesto e convencer o eleitor. Na democracia plena é assim que funciona. E o poder será eterno enquanto durar! Chega de hipocrisia, chega de #ladrãolivre, chega de conchavos, de favorecimentos, chega de se servir da nação em vez de servi-la. Temos um governo com coragem para peitar as artimanhas dos sistemas e que quer melhorar o país. Um governo que enfrenta todos os dias uma campanha difamatória e não desiste. Um governo honesto que sabe que o poder não é eterno. BOA SEMANA!

23/08/2020– 18:49

Esperava-se que com a criação da Lei Federal 9.605, a Lei dos Crimes Ambientais, em 1998, os danos ao meio ambiente causados por qualquer ação humana teriam o seu reparo garantido. Infelizmente, não é o que vem acontecendo no nosso país. Cada vez mais, vemos o empoderamento dos que cometem crimes ambientais, levando em conta a flexibilidade que se dá no cumprimento das penas e, mais ainda da desestruturação ano a ano dos órgãos fiscalizadores do meio ambiente, totalmente desaparelhados e há anos sem concurso público. Dia a dia na imprensa nacional ouvimos falar de danos, em especial na Amazônia Legal Brasileira. Muitos são os conflitos agrários, de garimpos clandestinos e mais ainda, a biopirataria. A região agoniza, com todos os seus problemas socioambientais e políticas fragilizadas, ou seja, grandes grupos dominam o garimpo clandestino, o desmatamento com equipamentos de última geração e submetem a população local aos seus desmandos e ameaças. Por trás deste cenário temos empresários, políticos e grileiros que dominam determinadas comunidades, tornando-os dependentes de suas ações e fragilizando os movimentos locais que defendem a floresta e o seu povo. Esperava-se mais empenho dos governos locais e, em especial do Ministério do Meio Ambiente, através de parcerias de monitoramento, ações efetivas dos seus órgãos como é o caso do IBAMA, bem como, o manejo das unidades de conservação pelo ICMBio. Estes órgãos estão com falta de profissionais, concurso público que não é realizado há muitos anos e ainda, quando lavram autos de infração ambientais são ameaçados. Em outros casos, defesas feitas por grandes escritórios de consultoria acabam levando anos e anos para se ter uma solução de reparação de danos ambientais, como consequência a ausência de recuperação das áreas degradadas. Um exemplo é o garimpo ilegal ou lavra ilegal, que além da degradação do solo e subsolo, contamina a água, promove riscos na saúde das pessoas e a recuperação ambiental pode levar muitos anos para se reestabelecer o status quo ante. É importante que a população seja ouvida, quando se traz um empreendimento num determinado local, em especial, quando o ecossistema é frágil e, acima de tudo que se estabeleça as condicionantes necessárias para diminuir o impacto negativo. Por outro lado, caso não se faça isso, o empoderamento dos empreiteiros mal-intencionados continuará a degradar o meio ambiente, mesmo com uma lei tão séria, mas tão difícil de ser aplicada. Este artigo é de autoria de Rodrigo Berté é diretor da Escola Superior de Saúde, Biociências, Meio Ambiente e Humanidades do Centro Universitário Internacional Uninter. October 2nd, 2018.Flight from Porto Velho to Rio Branco (Brazil). Latitude: S9°38.700'Longitude: W67°46.949'

23/08/2020– 18:47

O governo sancionou a Lei Complementar 174/2020 visando criar condições para às empresas inscritas no Simples Nacional renegociarem suas dívidas fiscais. O segmento é grande gerador de postos de trabalho e a medida tem mais indício de “fazer caixa” do que efetivamente socorrer o setor. O projeto prevê isenção de até 70% das multas, juros e encargos. A dívida poderá ser parcelada em até 145 meses. Para as empresas maiores o desconto é de 50% e o prazo de 84 meses. De acordo com a nova lei, podem ser negociadas as dívidas com a União em fase de cobrança administrativa e já inscritas na dívida ativa e em cobrança judicial. Como de praxe, o governo e parlamentares venderam com otimismo o projeto como sendo “o fechamento do leque para a geração de empregos”. Há controvérsias. A empresa que está com dívida em fase de cobrança administrativa e inscritas na dívida ativa, deixou de pagar por problemas financeiros que se originaram antes da pandemia. Que a União está precisando fazer “caixa” todos sabem, mas criar facilitadores num momento em que essas empresas se veem as voltas com inadimplência de aluguel, salários e encargos, água, luz, telefone, contador etc., pouco ajuda. Essas empresas necessitam de capital de giro, financiado a juros acessíveis e com prazos compatíveis a sua capacidade de desembolso. Atraí-las com isenções de multas e induzi-las a pagar não vai ajudar em nada. São aproximadamente 1,3 milhão de micro e pequenas empresas inscritas na dívida ativa com um montante de R$ 116 bilhões. Provavelmente muitas delas, se ainda não fecharam, irão fechar. Até agora não consigo ver onde essa lei poderá ajudar o setor. Se fosse medida de auxílio, por que ela não veio junto com as linhas de créditos emergenciais? A inadimplência fiscal impediu essas empresas a se habilitarem ao financiamento da folha de salários, reforço no capital de giro e renegociação de dívidas bancárias. Estou analisando um universo de 1,3 milhão de micro e pequenas empresas. Ao que parece, o governo está de olho na arrecadação de boa parte dos R$116 bilhões dessa dívida. A maioria dessas empresas se vê em dificuldade para pagar os custos fixos. Como é que irão assumir parcelas de uma dívida que não pagaram por falta de receita? O momento não é de colocar ninguém na “lona” e sim de criar meios para que elas resistam. Não é preciso ser especialista em nada para saber que os efeitos econômicos recessivos atravessarão esse ano e se alongarão cruelmente no próximo. O dinheiro está sumindo da mão do consumidor. Para se ter uma ideia da seriedade do momento, lembro que em maio passado 9,2 milhões de brasileiros não tiveram nenhum tipo de renda. O país registra 64 milhões de inadimplentes. Essa inadimplência afeta diretamente o capital de giro dos credores. Como é que cobrar mais de quem não consegue pagar o pouco, vai gerar emprego? Boa parte das micro e pequenas empresas estão na beira do abismo e o governo quer que elas deem o primeiro passo. BOA SEMANA!

17/08/2020– 10:54

Esperava-se muito pouco da agenda ambiental de um governo Bolsonaro, é verdade. Afinal, as evidências eram abundantes: o termo “meio ambiente” só recebeu uma única menção no seu programa de governo. Assim que se elegeu defendeu abertamente o fim do Ministério do Meio Ambiente e só recuou devido às pressões internacionais. Em dezembro (2018) repetiu que o IBMA era uma “indústria de multas” e que ia mudar isso aí, tá ok? Contrariando a turma que acreditava que eram apenas bravatas de campanha, ao assumir a presidência o capitão arregaçou as mangas e já na reforma ministerial de janeiro tratou de sequestrar a ANA (Agência Nacional de Águas) para o Ministério do Desenvolvimento Regional e o Serviço Florestal Brasileiro para o Ministério da Agricultura. Depois de reorganizar o tabuleiro institucional ao seu gosto peculiar, o governo destacou o Ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles (Novo/SP) para pilotar a nova agenda ambiental ao estilo Bolsonaro. O ministro Salles é aquele que ganhou notoriedade por ser o primeiro ministro ficha-suja em um governo que se elegeu com a bandeira anticorrupção. Ele foi condenado em São Paulo (foi secretário da pasta de meio ambiente) por favorecer mineradoras, mudando um plano de manejo. O desmonte da agenda ambiental promovido pelo governo Bolsonaro supera as previsões mais pessimistas. Enquanto isso, o mundo assiste apreensivo e ensaia boicotes aos produtos oriundos do desmatamento. É difícil prever onde vai parar esse processo de desmonte da área ambiental. A companheira de chapa do democrata Joe Biden, escolhida na terça-feira, 11/08, Kamala Harrisfaz parte do grupo de senadores que se opõem a acordos entre Brasil e EUA, por causa do desmatamento na Amazônia. Para encerrar este artigo, trago uma declaração de Luiz Queiroz d’Orange (nome fictício de um analista do IBAMA, pois a maré não está para peixe miúdo): “É importante ressaltar que nisso Bolsonaro não era fake news – sua campanha falou claramente que iria desmontar a gestão ambiental no Brasil. Quem votou no capitão, com as mãos fazendo gesto de “arminha”, sabia que estava hipotecando um futuro mais sustentável e próspero para o Brasil. É inescapável a sabedoria do Barão de Itararé: “de onde menos se espera, daí é que não sai nada mesmo”.

17/08/2020– 10:33

Os poros dilatados na pele costumam causar muito incômodo, já que podem conferir uma aparência oleosa e menos uniforme ao rosto. ⠀ ⠀ A causa para a dilatação dos poros é o aumento da produção de sebo pelas glândulas sebáceas. Pessoas com pele oleosa costumam sofrer mais com o problema. ⠀ ⠀ Para prevenir, uma recomendação usual envolve uma limpeza de pele, a aplicação de hidratante oil-free e o uso diário de protetor solar para pele oleosa. ⠀ ⠀ Já o tratamento varia de acordo com o caso. Por isso, consulte seu dermatologista e receba a indicação do melhor tratamento para sua pele. Procedimentos como o uso de ácidos são alternativas.⠀

10/08/2020– 10:10

Olá. Desde 01º de janeiro entidades e empresas que procederem à realização de pesquisas de opinião pública relativa às eleições ou aos candidatos, para conhecimento público, são obrigadas a registrar, cada uma delas, no Sistema de Registros de Pesquisas Eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até cinco dias antes da divulgação, com as seguintes informações: contratante da pesquisa e número de CPF ou CNPJ; valor e origem dos recursos para a realização da pesquisa, ainda que realizada com recursos próprios; metodologia desenvolvida e período de realização da pesquisa; plano amostral e ponderação quanto a gênero, idade, grau de instrução, nível econômico dos entrevistados e área física de realização da pesquisa, além de nível de confiança e margem de erro, com a indicação da fonte pública dos dados utilizados; sistema interno de controle e verificação, conferência e fiscalização da coleta de dados e do trabalho de campo; questionário completo aplicado ou a ser aplicado; quem que arcou com a realização do trabalho com o respectivo número de CPF ou CNPJ; cópia da nota fiscal; nome do estatístico responsável pela pesquisa, com a sua assinatura digital e o número de seu registro no Conselho Regional de Estatística competente. Caso a pesquisa seja realizada para os cargos de prefeito, vice-prefeito ou vereador e envolver mais de um Município, a entidade ou a empresa deverá fazer um registro para cada município abrangido, sendo de inteira responsabilidade dos realizadores da pesquisa a integridade e o conteúdo dos arquivos e informações. Além do registro da pesquisa ser realizado a qualquer tempo, sem qualquer vinculação com o horário de funcionamento da Justiça Eleitoral, a partir do dia em que a pesquisa puder ser divulgada e até o dia seguinte, esta deverá ser complementada, sob pena de não ser considerada registrada, com estas informações: bairros abrangidos ou, na ausência de delimitação do bairro, a área em que foi realizada sendo que, na ausência de delimitação do bairro, será identificada a área realizada; e número de eleitores pesquisados em cada setor e composição por gênero, idade, grau de instrução e nível econômico dos entrevistados. Para realização da pesquisa podem ser utilizados tablets e similares, ou seja, dispositivos eletrônicos portáteis, que poderão ser auditados pela Justiça Eleitoral a qualquer tempo. Por fim, não custa lembrar que a divulgação de pesquisa eleitoral sem o prévio registro de suas informações junto ao TSE, ou de pesquisa fraudulenta, sujeita os responsáveis a multa no valor de R$ 53.205,00 a R$ 106.410,00, dentre outras penalidades, conforme previsões da legislação eleitoral. Abraço!  

10/08/2020– 10:05

Com o caixa em baixa, o ministro da Economia Paulo Guedes desencadeia uma ação de preparação psicológica para que a população absorva aos poucos o que vem por aí. Sob a alegação de que o objetivo é aperfeiçoar a eficiência na arrecadação de impostos e promover equilíbrio fiscal, o governo precisa de mais dinheiro. Os enormes e crescentes gastos durante o combate à COVID-19 trouxe desequilíbrio ao orçamento da União. As primeiras mudanças serão ministradas homeopaticamente de modo que os efeitos sejam sentidos lentamente. Elas tratam da unificação do PIS e COFINS num único imposto. A ideia é unificá-los sob a denominação de CBS – Contribuição sobre Bens e Serviços, inspirado no modelo do IVA – Imposto Sobre Valor Agregado. A proposta encaminhada ao Congresso no final do mês de julho propõe a alíquota de 12% sobre o valor da receita bruta de cada operação. Para os bancos se manteve na proposta de tributação menor (5,8%). Anualmente os bancos anunciam grandes lucros, e ao contrário de quem produz e não especula, receberá a benesse de um imposto menor. Que força é essa que emana dos bancos? Trabalham com o dinheiro do cliente, cobram altas taxas de juros e pagam “mixaria” aos investidores. O empresário que põe o capital em risco e o colaborador que levanta cedo para trabalhar, são alvos fáceis. Na mesma linha e direcionamento, o Congresso Nacional trabalha proposta “siamesa” que fatalmente irá unir-se à do governo. Por que esforços paralelos? Em ano de eleições é preciso investir no voto popular: e para vender um pacote de desses é preciso que ele venha bem embrulhado. A alegação de que mais pagarão menos e que outros não pagarão nada, é confete. O setor de transporte público, fonte de grandes contratos e corrupção, continuará isento. Por outro lado, as empresas que prestam serviço para o consumidor final e são intensivos em mão de obra, como educação, segurança, informática, telecomunicações, hotelaria, transporte aéreo, deverão ter aumento de carga tributária porque têm poucos créditos para serem compensados. Caso a proposta seja aprovada como está, pode haver aumento no preço de serviços, como mensalidade escolar e consultas médicas. Mais uma vez vai bater no bolso do cidadão. Será que essa gente não entende que o desemprego está crescendo e que o dinheiro está ficando escasso? Dentro da crise, teremos que nos virar com aumento da mensalidade escolar, serviços de saúde, conta de telefone, segurança etc. É bom ficar sabendo que esse é o primeiro capítulo e que depois virá sob a forma de CPFM disfarçada, o imposto sobre transações eletrônicas. E para completar, virá também a questão da tributação sobre dividendos. No meu entendimento a medida é danosa. O empreendedor coloca seu capital em risco para organizar uma empresa, gerar emprego e pagar impostos. Na hora de receber, e nem sempre isso é compensatório, a remuneração de seu capital estará sujeita ao imposto de renda sobre um valor que já foi tributado no CNPJ. Que tal o governo pensar em reduzir gastos? Transferir para a população toda a conta das incompetências é inaceitável. BOA SEMANA!

10/08/2020– 09:58

Ministério da Economia propõe acabar com todas as meias-entradas, seja para estudantes ou outras categoria inseridas nas legislações pertinentes. Quase 80% de todos os ingressos de cinema vendidos no Brasil no ano passado tiveram preço de meia-entrada. A participação do ingresso na categoria inteira nas receitas das redes cai há três anos, segundo a Agência Nacional do Cinema (Ancine). Os dados levaram o órgão regulador a abrir uma consulta pública sobre a obrigatoriedade legal da meia-entrada e seus impactos no mercado exibidor. A discussão está aberta para contribuições até 13 de agosto, mas o Ministério da Economia já se manifestou e defendeu a extinção de todas as regras que garantem o benefício, indo na contramão da realidade brasileira dos estudantes. Professores/pesquisadores de universidade Porto Alegre (Rio Grande do Sul); Universidade Federal de Pelotas e Fundação de Economia e Estatística de Porto Alegre, de Porto Alegre  fizeram uma pesquisa para estima dos efeitos da implementação de leis de meia-entrada sobre o consumo de bens e serviços culturais dos estudantes brasileiros, utilizando as amostras coletadas para todas as regiões metropolitanas pelas Pesquisas de Orçamento Familiar (POF). O estudo afirma que “as leis de meia-entrada são políticas que atingem uma população expressiva do país, portanto, seus impactos individuais podem repercutir em grandes consequências para o agregado. O público potencialmente beneficiado, principalmente estudantes, é de tamanho similar ao do maior programa de transferência de renda condicionada do país: o Bolsa Família”. Em Ponte Nova O instituto da meia-entrada não afeta Ponte Nova diretamente, mas cidadãos-estudantes oriundos da cidade que estudam pelo Brasil afora são afetados, inclusive em Viçosa que tem o Cine Prisma ou em Juiz de Fora, no Cinema Central. Afora em diversas capitais brasileiras. Acabar com a meia-entrada é alterar a situação de acesso à cultura para quem tem poder aquisitivo menor. O presidente Jair Bolsonaro  recebeu no dia 29 de janeiro deste ano (2020), no Palácio do Planalto, promotores de eventos culturais, artistas e cantores sertanejos, que foram manifestar apoio ao atual governo.  Na ocasião, o representante da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos (Abrape), Doreni Caramori, defendeu o fim da meia-entrada em eventos culturais. “Não pode o Estado brasileiro intervir na economia e tomar 50% da receita de alguns setores sem compensação. Nós precisamos corrigir essa injustiça histórica”, afirmou.  

10/08/2020– 09:56

O quelóide é caracterizado pelo crescimento anormal de tecido cicatricial que se forma no local de um corte, traumatismo ou cicatriz de cirurgia. É uma alteração na qual ocorre uma perda dos mecanismos de controle que normalmente regulam o equilíbrio da regeneração de tecidos.? Alguns casos apresentam queixas de dor, coceira leve ou uma sensação de queimação ao redor da cicatriz. A depender do local afetado também pode ocorrer limitação do movimento ou dor na movimentação? Na grande maioria dos casos, os tratamentos tem o objetivo de reduzir os sintomas, como dor e coceira. Entre os métodos usados, existe a infiltração de medicamentos que agem reduzindo a síntese de fibroblastos, resultando em uma formação anormal de colágeno e da enzima que os degrada?

01/08/2020– 13:12

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