Toda semana a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) promove um momento de espiritualidade, oração e fé para enfrentarmos esse momento difícil que estamos passando. A ação acontece toda quinta-feira, às 7h10min Eduardo Almeida canta na entra da capela centenária instalada no pátio do HNSD da (08 de abril), a CIPA levou o músico Eduardo Almeida, que tocou e cantou as músicas “Porque ele vive” e “Ninguém explica Deus”. Os organizadores agradeceram ao Eduardo Almeida pela participação e contribuição, que mostrou que cultura pode ser também remédio para cura, principalmente espiritual.
Com o objetivo de somar ações no combate à dengue em Ponte Nova, a secretaria municipal de Saúde tem promovido desde o final de março nas primeiras semanas de abril, intensificação de prevenção e bloqueio de transmissão da dengue, em diversos bairros.
Os trabalhos contam com os Agentes de Endemias, que utilizam larvicida para agir sobre as larvas do mosquito Aedes aegypt. Outros agentes ligados à Vigilância Epidemiológica promovem, ainda, trabalho educativo procurando os imóveis habitados e alertando os moradores para os cuidados que se deve ter em relação aos diversos locais que acumulam as larvas.
O equipamento de dosimetria completa o Acelerador Linear para o funcionamento completo da Oncologia
Na terça-feira, 13 de abril, o Hospital Nossa Senhora das Dores (HNSD) assinou convênio com o Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Piranga (Cisamapi) para repasse de R$ 490 mil, sendo R$ 300 mil da Prefeitura de Ponte Nova e os outros R$ 190 mil foram divididos entre 19 municípios que fazem parte do Consórcio de Saúde, sendo, portanto, 10 mil para cada um.
Esse recurso será utilizado para a compra do aparelho para dosimetria, único componente que ainda falta para concluir a implantação da radioterapia no HNSD. “A expectativa da instituição é comprar esse aparelho o quanto antes para que os tratamentos radioterápicos possam começar já no meio do ano, em junho ou julho”, diz nota da assessoria de comunicação da instituição de saúde.
Ainda em fevereiro, dia 07 de fevereiro, o Hospital Nossa Senhora das Dores recebeu o Acelerador Linear para o Serviço de Radioterapia, um investimento em torno de R$ 4.000.000,00 de recursos do Ministério da Saúde, sendo emenda do deputado federal Reginaldo Lopes que compareceu ao ato de entrega do equipamento. Naquela data, o prefeito Wagner Mol Guimarães anunciou o repasse de R$ 300 mil do erário municipal, agora efetivado.
Na assinatura do convênio em 13/04, estavam presentes o administrador do Hospital Nossa Senhora das Dores José Maurício Morais, o prefeito de Ponte Nova e presidente do Cisamapi, Wagner Mol Guimarães, e a secretária-executiva da entidade Maria Regina de Carvalho Martins. Os municípios de Acaiaca, Alvinópolis, Amparo do Serra, Barra Longa, Diogo de Vasconcelos, Dom Silvério, Guaraciaba, Jequeri, Oratórios, Piedade de Ponte Nova, Raul Soares, Rio Casca, Rio Doce, Santa Cruz do Escalvado, Santo Antônio do Grama, São José do Goiabal, São Pedro dos Ferros, Sem Peixe e Urucânia, foram os doadores, além de Ponte Nova.
Instituto de Oncologia Miguel Bartolomeu do HNSD vai operar a Radioterapia entre junho e julho
O Hospital Arnaldo Gavazza Filho (HAG) recebeu em 31 de março 500 máscaras PFF2 doadas pela mineradora Zona da Mata Mineração. Em 05 de abril recebeu a doação de 200 protetores faciais doados pelo Instituto Online em parceria com a União MG. O HAG divulgou nota de agradecimentos.
Por sua vez, o Instituto Sol – Solidários On-line doou ao Hospital Nossa Senhora das Dores (HNSD) 200 protetores faciais e 1.000 máscaras. A ação foi uma parceria entre o Instituto Sol, instituição sem fins lucrativos criada para fomentar causas sociais, e a União Minas, iniciativa de indivíduos e entidades mineiras para combate às consequências do coronavírus no estado.
Mara Etelvina Roberto e Cássio da Costareceberam as máscaras para o Hospital Arnaldo Gavazza Filho
O vereador Zé Roberto Júnior (Rede) informou que a deputada estadual Ana Paula Siqueira, do seu partido, destinou emenda parlamentar no valor de R$ 100 mil para aplicação em ações de custeio do Hospital de Nossa Senhora das Dores, na data de 30 de março.
“Participei recentemente de reunião virtual com a deputada estadual Ana Paula Siqueira, do meu partido Rede Sustentabilidade, que com a costumeira atenção e empatia, ouviu meus relatos sobre os esforços da Irmandade do Hospital Nossa Senhora das Dores no auxílio do combate à COVID-19, não deixando de atender as outras demandas da área da saúde. Sensibilizada, ontem, dia 30/03, foi confirmada pelo gabinete da deputada a liberação de uma emenda parlamentar no valor de R$ 100 mil”, divulgou Zé Roberto Júnior nas mídias digitais.
Durante a Peste Negra que assolou a Europa no século 14, os médicos recorreram aos mais diversos “tratamentos” para lidar com as doenças. Alguns apostaram numa técnica de esfregar cebolas ou carne de cobra nos furúnculos que apareciam na pele. Outros sugeriam que os pacientes sentassem perto de fogueiras ou de fezes para expulsar a doença do corpo.
Mais recentemente (diz o site Viver Bem) quando a gripe espanhola de 1918 se espalhou pelos continentes, também não faltaram terapias milagrosas para lidar com a crise sanitária. Alguns especialistas lançaram fórmulas à base de formol, canela e até flores de jasmim amarelo para “curar” a doença que matou milhões de pessoas no mundo todo. Inclusive no Brasil. O mesmo cenário volta a se repetir agora, durante a pandemia de COVID-19. Em meio a um número crescente de casos e mortes, parte dos médicos, parte da população e até o Ministério da Saúde, na época do general Pazuello, defenderam um suposto tratamento precoce contra o coronavírus cuja eficácia não foi comprovada até o momento.
Segundo diversos estudos rigorosos realizados ao redor do mundo, medicamentos que integram esse “Kit Covid” ofertado nas fases iniciais da doença no Brasil já se mostraram inclusive ineficazes ou até mais prejudiciais do que benéficos quando administrados nos quadros leves, moderados e graves da doença. Efeitos colaterais já foram detectados e muita gente teve rins e fígados bombardeados.
Ao longo dos últimos meses, diversas entidades nacionais e internacionais se posicionaram contra o coquetel de medicamentos promovido pelo governo Bolsonaro, que inclui a hidroxicloroquina, a azitromicina, a ivermectina e a nitazoxanida, além dos suplementos de zinco e das vitaminas C e D.
Remédio segue passos, que começam com pesquisa para depois ser ministrado
Geralmente, a descoberta de um novo tratamento se inicia com a pesquisa básica. Um grupo de cientistas começa a estudar uma molécula para entender suas características e seus potenciais de uso. Essa substância, então, é testada num pequeno conjunto de células na bancada do laboratório. O objetivo aqui é entender se as coisas funcionam como o esperado e se aquele composto tem alguma ação interessante dentro de um sistema biológico simples.
Se tudo der certo, a próxima etapa inclui testes com cobaias. A nova molécula é administrada em camundongos, macacos e outros animais que apresentam algumas características semelhantes ao que ocorre no corpo humano. Caso a candidata apresente bons resultados, ela passa para a nova etapa: os testes clínicos.
Esses estudos são divididos em três fases, envolvem centenas ou até milhares de seres humanos e têm como objetivo final garantir a segurança e a eficácia daquela nova formulação. O teste clínico de fase 3 costuma ser o mais rígido e amplo de todos. Para comprovar que aquele novo medicamento é realmente bom, os cientistas dividem os voluntários em pelo menos 02 (dois) grupos.
O primeiro deles toma doses do remédio de verdade. Já o segundo vai receber uma substância placebo (sem nenhum efeito no organismo) ou o melhor tratamento existente até aquele momento contra a doença que o novo candidato a fármaco promete combater. O ideal é que nem os cientistas, muito menos os participantes do estudo, saibam quem integra qual grupo. Isso evita vieses ou o chamado efeito placebo, quando a pessoa se sente melhor por acreditar que foi tratada, mesmo quando recebeu um comprimido de farinha.
Uma gotinha da vacina não deixa que a doença ataque uma criança e poupa dores no mundo inteiro
Segundo o médico Drauzio Varela é comum que vírus sofram mudanças constantes em seu material genético por meio de mutações. O Sars-CoV-2 não é exceção, e, portanto, já era esperado que começassem a surgir pelo mundo novas variantes do coronavírus que causa a COVID-19. A maior parte das mutações não gera nenhum impacto que faça diferença para quem é infectado ou na disseminação da doença pela população. Mas infelizmente algumas podem tornar o vírus mais contagioso ou até mais letal.
Mutações e variantes inofensivas do coronavírus irão surgir o tempo todo durante o processo de replicação dos vírus no corpo de quem estiver infectado e serão passadas adiante. “Temos atualmente múltiplas variantes do coronavírus Sars-CoV-2 que não causam nenhuma preocupação. É a partir do momento em que as mudanças nos genes permitem alguma vantagem para o vírus, ou alguma desvantagem para o hospedeiro, que devemos levar essa variante a sério”, comenta o médico popstar da mídia televisiva.
Isso é justamente o que parece acontecer com algumas das variantes do Sars-CoV-2 ao redor do mundo, inclusive com a identificada este ano (2021) em Manaus. Ela possui um mesmo tipo de mutação da encontrada no Reino Unido, que facilita a entrada do vírus na célula e aumenta a transmissibilidade. Com exceção da variante da Califórnia, as novas variantes associadas à maior transmissibilidade já tiveram comprovação de chegada ao Brasil e precisam ser urgentemente mapeadas.
O mapeamento e controle organizado pelos governos e institutos científicos é uma estratégia chamada “vigilância genômica”. Ela tem esse nome, pois o genoma, ou seja, o conjunto de genes dos vírus é observado em busca de mutações de interesse que devem ser comunicadas às autoridades e à população.
DOENÇAS SINISTRAS E AINDA INCURÁVEIS II
EBOLA - Apesar de os casos de pessoas infectadas pelo ebola serem bem raros, desde que o vírus foi descoberto no Zaire — atual Congo — em 1976 já foram registradas epidemias que resultaram na morte de centenas de doentes. A enfermidade é infecciosa e transmitida pelo contato direto com o sangue e outras secreções, e os sintomas incluem febre alta, dor de cabeça, falta de apetite e conjuntivite, progredindo para náuseas, diarreia e profundas hemorragias.
Isso ocorre porque o vírus se multiplica nas células do pulmão, baço, fígado e tecido linfático - onde causa grandes danos, provocando posteriormente a destruição das células que revestem os vasos sanguíneos. O índice de fatalidade é de 50% a 90% dos casos, e o ebola ainda não tem vacina ou cura conhecida.
POLIOMIELITE - Conhecida popularmente como paralisia infantil, a pólio é uma infecção viral aguda que afeta o sistema nervoso. No início, os doentes apresentam sintomas como dor de cabeça, febre, náusea, dores pelo corpo e espasmos, podendo evoluir para a paralisia permanente de um ou mais membros. Mais da metade dos casos é registrada em crianças com menos de 5 anos, e - por sorte - apenas 1% dos infectados são afetados pela típica paralisia provocada pela doença.
Um número entre 5% e 10% dos afetados apresenta os sintomas descritos anteriormente, e mais de 90% não demonstra qualquer sinal da doença. Embora exista uma vacina para prevenir o contágio, uma vez que ocorra a contaminação a doença não tem cura. Embora esteja em processo de erradicação global, ainda são registrados cerca de mil casos de pólio por ano, e ela continua endêmica em alguns países da África e do sul da Ásia.
Uma gotinha da vacina não deixa que a doença ataque uma criança e poupa dores no mundo inteiro
Itanair Guilherme, um dos mais promissores empresários do ramo de representação comercial do Vale do Rio Piranga, que constituiu uma empresa depois de passar pelo intenso aprendizado de vendedor na Bartofil Distribuidora, está atento aos tempos difíceis que Ponte Nova atravessa devido à pandemia do coronavírus e aposta tudo com doações.
Neste período, o trabalho do Serviço de Higienização Hospitalar está ainda mais intenso, realizando uma rigorosa e constante higienização nas dependências do Hospital Nossa Senhora das Dores (HNSD). “Para isso, contamos com o apoio da Itagro, do empresário Itanair, a quem agradecemos pela doação de pulverizadores, que estão auxiliando nesse processo de limpeza”, diz nota da assessoria de comunicação do HNSD.
O Hospital Nossa Senhora das Dores está contratando enfermeiros e técnicos em enfermagem. Os interessados devem enviar o currículo para o e-mail [email protected]. “Nesse momento, os profissionais de saúde são os nossos maiores heróis. Eles estão se dedicando dia e noite, dando seu melhor para atender os pacientes e salvar vidas”, alerta o portal de notícias do HNSD.
A direção daquela casa de saúde, que fica localizada no Centro Histórico de Ponte Nova, informa que os profissionais da frente de combate estão cansados. “Estamos passando por um momento difícil e precisamos de reforço nessa batalha. Por isso pedimos que enfermeiros e técnicos de enfermagem que estejam disponíveis no mercado de trabalho se juntem a nós nessa luta”, afirma o comunicado.
Paciente de 94 anos recebe alta após vencer a COVID-19
Jaime Marcos Gomes, de 94 anos, teve alta depois de vencer a COVID-19. Ele foi internado no dia 05 de março nos leitos clínicos do Hospital Nossa Senhora das Dores. Ele não chegou a ser internado no CTI, mas precisou de oxigênio. Durante o período de internação ele esteve acompanhado pela filha, que se emocionou ao contar o que enfrentou com o pai nos últimos dias.
Apesar de todos os avanços que já ocorreram na Medicina e das muitas doenças que já foram erradicadas, ainda existem outras tantas por aí que continuam sem cura — isso sem falar nas enfermidades que seguem sendo pouco conhecidas. O Líder Notícias apresenta uma lista com 05 (cinco) patologias sinistras que, apesar dos esforços de milhares de cientistas, continuam sem tratamento após o contágio.
Creutzfeldt-Jakob: a doença da vaca louca
Creutzfeldt-Jakob é uma doença degenerativa rara e fatal provocada pela transmissão de uma proteína chamada príon. Ela afeta o sistema nervoso central e provoca tremores, perda de memória, convulsões, paralisia facial (dando a impressão de que o doente está sempre sorrindo), problemas motores e rigidez muscular. A incidência da Creutzfeldt-Jakob é de 01 (um) em cada milhão de habitantes. Ela costuma afetar pessoas entre os 40 e 70 anos de idade.
Descrita pela primeira vez na década de 1920 por neurologistas alemães, ainda não existe uma cura para a doença de Creutzfeldt-Jakob e os afetados costumam falecer após 01 (um) ano do surgimento dos sintomas. Uma nova variante desse distúrbio, capaz de atingir vítimas muito mais jovens, foi reconhecida por cientistas britânicos na década de 1990 e ficou popularmente conhecida como “a doença da vaca louca.
Lúpus eritematoso
O Lúpus é uma doença autoimune que provoca a inflamação de várias partes do corpo e da qual existem três tipos conhecidos — o discoide, o sistêmico e o induzido por drogas. A primeira variedade afeta apenas a pele e provoca o surgimento de erupções cutâneas no rosto, couro cabeludo e pescoço. Cerca de 10% das pessoas que sofrem de lúpus discoide evoluem para o tipo sistêmico, que é o mais comum e pode afetar qualquer órgão ou estrutura do corpo.
O segundo tipo da doença costuma afetar principalmente a pele e as articulações, assim como o trato gastrointestinal, os rins, o coração e o sangue. A terceira variedade - induzida por drogas- aparece em decorrência do uso de determinados medicamentos, e os sintomas são parecidos aos do Lúpus Sistêmico. Entre os sintomas, além das erupções cutâneas, estão o surgimento de úlceras na boca e manchas avermelhadas pelo corpo, dores e mal-estar.
DOENÇAS PODEM SER EVITADAS
Raiva - Embora a raiva seja tratável caso o atendimento seja realizado imediatamente após o contágio, depois que a doença se instala a cura é extremamente rara e a doença é fatal. Trata-se de uma infecção viral que afeta o sistema nervoso transmitida através da mordida de um animal - mamífero - portador do vírus.
É bastante difícil que humanos contraiam a raiva, mas, quando isso ocorre, os principais sintomas são mudanças comportamentais, hipersensibilidade a determinadas faixas sonoras, fotofobia ou aversão à luz, pânico de ficar exposto ao ar livre, hidrofobia, ou seja, pavor de água e outros líquidos, e o desenvolvimento de uma capacidade de olfato muito aguçada.
Na semana que vem, edição 430 (26/03/2021), o Líder Notícias publicará informação sobre mais 02 (duas) doenças raras e sem cura: Ebola e Poliomilete. O jeito é se prevenir levando uma vida saudável, onde você corre menos risco de ser contaminado, por qualquer doença, inclusive a terrível COVID-19.
Charge europeia sobre a raiva no século 18
A Policlínica Dário Teixeira Pataro, de Urucânia, ganha um novo carro para suprir a necessidade de deslocamento de pacientes e servidores. Adquirido com recurso de emenda parlamentar do deputado Estadual Thiago Cota, o veículo de sete lugares foi entregue à Secretaria Municipal de Saúde, na manhã desta quarta-feira (24).
A melhoria trará agilidade, segurança e conforto para os usuários, conforme destaca a secretária de Saúde do município, Fabiana Barbosa. “Nossa demanda por transporte cresce a cada dia. Esse carro irá colaborar tanto para a realização de serviços administrativos, quanto para levar cidadãos que fazem tratamentos específicos, dentro e fora da cidade”.
Para o prefeito José Márcio, mais uma vez Thiago Cota reafirma o compromisso com os urucanienses. “O deputado é um grande parceiro de Urucânia. Vamos continuar trabalhando de forma conjunta para atender as demandas do nosso povo e oferecer serviços públicos de excelência”, conclui.
A Policlínica é a principal referência de pronto atendimento do município e atende dezenas de moradores diariamente. Recentemente, o deputado Thiago Cota já havia viabilizado para a instituição, também através de emenda parlamentar, a compra de uma ambulância e R$ 160 mil para custeio geral e de combate à Covid-19.
Adquirido com recurso de emenda parlamentar do deputado Estadual Thiago Cota, o veículo de sete lugares
Na manhã de ontem, 18/ 03. Hospital Arnaldo Gavazza Filho (HAG) anunciou a ampliação dos leitos de CTI para COVID-19, passando de 14 para 20. Desses 06 (seis) leitos novos 03 (três) foram ocupados no mesmo dia. Para conseguir a ampliação, o HAG reduziu a capacidade do CTI comum, passando de 20 para 14 leitos.
O anúncio foi feito pelo presidente do Conselho Curador da Fundação Filantrópica do HAG José Zezé Bueno de Magalhães, tendo ao seu lado o médico coordenador do CTI COVID-19 Dr. Rovilson Lara e a superintendente executiva da instituição Lucimar Fonseca. Eles também fizeram um apelo para que a população colabore e siga as medidas de higiene e segurança, já que o sistema de saúde do município está com a lotação máxima!