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Saúde

Equipe médica do Hospital Arnaldo Gavazza, realizou com sucesso sua primeira neurocirurgia para retirada de tumor cerebral com paciente acordado. O procedimento de alta complexidade foi realizado em Ponte Nova de forma pioneira segundo a assessoria de comunicação do HAG. Segundo informações da assessoria de comunicação do HAG, o tumor do paciente estava localizado em área que poderia comprometer os movimentos e a fala, e por isso ele permaneceu acordado durante a cirurgia de retirada sendo estimulado a conversar e submetido a testes motores. A cirurgia que teve duração de seis horas foi realizada pelo neurocirurgião Dr. Marco Aurélio Vieira Couto, com auxílio do neurocirurgião Dr. Jurandir Sampaio Rosa Júnior, do anestesista Dr. Pedro Henrique Nery de Sá Ribeiro, da equipe de enfermagem e dos instrumentadores. “A técnica utilizada foi importante, pois o paciente apresentava o tumor muito próximo às áreas responsáveis pela fala e pela movimentação do lado contrário do corpo, assim com a identificação de tais áreas foi possível realizar a retirada do tumor sem ocasionar déficits ao paciente”, afirmou o responsável pela cirurgia, o neurocirurgião Dr. Marco Aurélio

25/08/2022– 11:22

Foi realizado em julho (entre os dias 14 e 17) o Projeto Pé na Estrada no Hospital Arnaldo Gavazza Filho Cerca de 20 pacientes, que estavam na fila de espera do SUS, foram beneficiados com cirurgias corretivas nas áreas de pé e tornozelo. Esta edição do projeto contou com o patrocínio da Fundação Napoli e o apoio da Rede Mater Dei de Saúde, da Medartis e da Predicado Comunicação. O projeto “Pé na Estrada” é uma ação humanitária capitaneada pela Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé (ABTPé) que tem por objetivo levar um atendimento especializadona área do pé e tornozelo aos municípios mais distantes das grandes cidades do Brasil, locais onde o acesso especializado é deficitário.

19/08/2022– 11:40

Ainda com foco na implantação do Samu na região, o Treinamento da Rede de Urgência e Emergência (RUE) para a turma 02 será neste 22 de agosto, entre 08 horas e 12 horas, no auditório da Engenharia Florestal da UFV. O treinamento da RUE objetiva capacitar os profissionais a atuar com agilidade e abordagem humanizada no atendimento de pacientes adultos, pediátricos e idosos em situações de emergência e urgência. O treinamento é direcionado a enfermeiro, técnico de enfermagem, recepção e profissionais de nível superior da equipe complementar, envolvendo 61 profissionais de 09 (nove) hospitais da região. Incluindo os de Ponte Nova: Arnaldo Gavazza Filho e Nossa Senhora das Dores, que enviarão 10 profissionais cada um. Viçosa: 20 profissionais; Rio Casca, Alvinópolis, Raul Soares enviarão 05 (cinco) pessoas cada 01 (uma). As cidades de Guaraciaba e Dom Silvério mandarão 03 profissionais de saúde cada 01 (uma). Nos dias 1º e e 02 de agosto, uma equipe de colaboradores do Hospital Nossa Senhora das Dores participou do treinamento da Rede de Urgência e Emergência (RUE), promovido pelo Consórcio Intermunicipal de Saúde da Região Sudeste (CISDESTE). Dez colaboradores do HNSD estiveram presentes. O treinamento foi para o processo de introdução de tubo laríngeo, que é utilizado nas situações de emergência para garantir que o paciente permaneça em condições de sobrevivência até a chegada a um centro hospitalar. Participaram do treinamento Natália Cristina da Costa; Halline Emeliane Aparecida Martins; Maria Pascoalina de Jesus Silva; Paulo Henrique de Oliveira Sodré; Ana Rita Hudson; Cléria Eduarda de Araújo; Natalia Yasmine Salgueiro Ribeiro; Sônia Aparecida Câmara Vieira; Walter Maciel de Souza e Tiago Lisboa Castro Couto. Primeira turma do HNSD com os profissionais responsáveis pelo treinamento

19/08/2022– 11:33

A Secretaria Municipal de Saúde divulgou o primeiro caso confirmado de Monkeypox (Varíola dos Macacos) em Itabira. Tráta-se de um homem de 37 anos que já estava em isolamento, em casa, e sob monitoramento. O paciente apresentou os primeiros sintomas no dia 1°, foi atendido no dia 6, sendo a amostra coletada no dia 9. O resultado oficial saiu na tarde dessa quarta feira (17). Ele agora passa a ser acompanhado por um infectologista da rede municipal de Saúde, seguindo o protocolo padrão, inclusive com orientação quanto ao manuseio de roupas e utensílios. Outros três itabiranos com s suspeita da doença aguardam resultados dos exames, sendo que quatro casos suspeitos foram descartados. Saiba mais A Monkeypox é uma doença viral com transmissibilidade moderada entre humanos. Ela pode atingir qualquer pessoa e os sintomas são similares ao da varíola. Incluem lesões na pele e febre, que em casos mais severos podem durar entre duas a quatro semanas. A doença é transmitida pelo contato pele a pele, no entanto pode ocorrer também por meio de materiais contaminados, como roupas e lençóis ou por partículas da respiração. O tratamento é baseado em medidas de suporte com o objetivo de aliviar dor e as lesões na pele, prevenir e tratar complicações. As recomendações de prevenção e controle continuam são semelhantes aos de outras doenças virais, como evitar lugares com aglomerações, o uso da máscara, a lavagem usual das mãos e o uso de álcool em gel. Em casos suspeitos, sintomáticos e assintomáticos, o usuário deve procurar o serviço de saúde mais próximo de sua casa, observando e seguindo corretamente as recomendações determinadas pela nota técnica mais recente.

18/08/2022– 13:20

Em Ponte Nova, infelizmente o triste cenário dos usuários de droga está presente em várias partes da cidade. A reportagem do Líder Notícias sempre registra nas esquinas e mesmo debaixo da Ponte do Bahamas pessoas que já se encontram completamente dominadas pelo vício. Muitas delas predominantemente jovens é um terrível quadro de vulnerabilidade social, morando nas ruas. Hoje é muito comum o uso indiscriminado de vários tipos de drogas em festas privadas ou em eventos públicos. As mais consumidas principalmente pelo público jovem são maconha, cocaína e o crack.     Segundo o site www.brasilescola.uol.com.br, são consideradas drogas todas as substâncias capazes de alterar as funções fisiológicas ou psicobiológicas do corpo. “As drogas mais utilizadas e conhecidas no Brasil são: Álcool; Energéticos; Maconha; Cafeína (pastilhas); Tabaco e Narguilé; LSD; Ecstasy; Cocaína e Benzodiazepínicos (ansiolíticos)”. “Drogas são toda e qualquer substância capaz de alterar as funções fisiológicas ou psicobiológicas de um organismo”. Dessa maneira, um analgésico ou um antiácido, frequentemente tomado para melhorar mal-estar, também são considerados drogas. Entretanto, o termo “drogas” é comumente usado para definir as substâncias ilícitas, ligadas ao tráfico e ao mundo do crime. Apesar de não estar errado, definir como drogas apenas essas substâncias é uma abordagem ingênua. É possível observar que boa parte das drogas é legalizada e usada na medicina para tratar os mais variados tipos de doenças. No entanto, algumas delas geram polêmica por causar dependência. No Brasil, há uma grande quantidade de drogas proibidas, mesmo. "A regulamentação ou não de determinadas drogas varia conforme a legislação de cada país. Em alguns lugares, por exemplo, a maconha é usada na medicina, o que ainda não é permitido no Brasil”. As drogas podem ser classificadas conforme sua origem ou de acordo com seus efeitos no organismo. No primeiro caso, são três classificações: naturais, sintéticas e semissintéticas. Já quanto ao efeito, podem ser: depressoras, estimulantes ou perturbadoras. Veremos a seguir mais detalhes sobre cada uma delas. Drogas naturais são aquelas que provocam efeitos alucinógenos de uma forma natural, sem a composição de produtos químicos – isso significa que a produção não é feita em laboratório. Esses tipos de drogas se diferem das drogas sintéticas, que são produzidas por meios químicos. São exemplos de drogas naturais a maconha e a cafeína. As drogas sintéticas são aquelas produzidas a partir de uma ou várias substâncias químicas psicoativas, que provocam alucinações por estimular ou deprimir o sistema nervoso central. Podem ser utilizadas sob as formas de injeção, comprimido ou pó, e seus efeitos variam conforme a substância. Podemos citar anfetaminas, LSD e ecstasy, por exemplo. No caso das drogas semissintéticas, há uma junção das outras duas classificações. São produzidas com base em drogas naturais, mas sofrem alterações químicas em laboratório. Encaixam-se nessa definição crack, merla e cocaína. Em relação aos efeitos, o tipo de droga mais comum é a estimulante, aquela que acelera a atividade do sistema nervoso central (SNC), aumentando o estado de vigília. Apesar de seu uso ser proibido ou restrito a tratamentos médicos, é comum encontrar usuários, por vezes viciados. No grupo de drogas estimulantes estão o crack, a cocaína e o ecstasy, que têm o uso proibido. As anfetaminas também são estimulantes, mas têm utilização regulamentada para o tratamento de alguns transtornos neurológicos. Ao contrário das estimulantes, as drogas depressoras diminuem a atividade do SNC, podendo causar delírios. É o caso dos inalantes, como cola e outros solventes. “Na medicina é comum o uso desse tipo de droga pra tratar insônia e ansiedade, com soníferos e ansiolíticos, respectivamente.” "A última categoria de drogas, quanto aos efeitos, são as perturbadoras. Em princípio, elas causam uma sensação de bem-estar e diminuem o cansaço. No entanto, provocam também alteração na noção de tempo e espaço, além de delírios e alucinações. Encontram-se nesse grupo drogas como maconha, LSD e haxixe." VENCENDO AS DROGAS Comunidade Terapêutica “Viver eu Quero” em Ponte Nova busca a recuperação de dependentes químicos Uma iniciativa para conter o avanço das drogas em Ponte Nova está sendo realizada pelo pastor José Maria Francisco, que criou a Comunidade Terapêutica “Viver eu Quero”, na Fazenda Sorriso, localizada no KM 12 da MG 329, que liga Ponte Nova a Rio Casca, próximo ao Laticínios Porto Alegre. No local está funcionando uma clínica de tratamento e apoio para dependentes químicos.   Pastor José Maria na frente de camisa azul com os internos da clínica A clínica nasceu inspirada no projeto “Quero Viver”, que tem origem na cidade de Divinópolis, região Oeste de Minas Gerais, onde também é realizado o trabalho de apoio para as pessoas que estão em tratamento contra a dependência química. O idealizador e responsável pelo projeto em Ponte Nova, conversou com a reportagem do Líder Notícias e falou sobre o projeto e a sua motivação em colocar em prática o seu plano para recuperação de dependentes químicos. “Eu fui dependente químico por quase 12 anos e usava maconha, cocaína e crack. Quando decidi me tratar, eu tinha uma dívida de R$ 18mil reais com o tráfico e cheguei a pensar em me matar. Graças a Deus tive apoio da minha família para conseguir me tratar. Fiquei 07 (sete) anos na clínica, na qual estudei e fiz minha formação em teologia” disse o pastor José Maria. José Maria foi frentista e administrador de posto de gasolina na década de 1990 quando começou sua entrada para o mundo das drogas. “Estou finalizando agora o meu curso de terapeuta holística pela Comunidade Terapêutica de Minas Gerais (CTMG) e ainda conto muito com o apoio dos meus filhos Vinícius Gonçalves Francisco e Aline Gonçalves Francisco e da minha amada esposa Elzi Margarida Gonçalves”, explica. A reportagem apurou que o pastor José Maria é voluntário na clínica, ele disse que faz isso por amor a Deus e ao próximo. Ainda em seu depoimento o Pastor José Maria disse: “Quando passamos a ser usuários perdemos tudo que temos, como os sonhos, o caráter, conceitos. Afastamo-nos do meio social, sem perspectiva de vida, perdemos a dignidade, a família, amigos e até cometemos roubos e furtos dentro e fora de casa para conseguir mais drogas pra alimentar nosso vício”. O DIA A DIA DA COMUNIDADE TERAPÊUTICA A clínica já tem 05 (cinco) anos de atuação em Ponte Nova e conta com grande apoio da Distribuidora Bartofil, restaurantes Amaramassa e Parrilhada, Plastenova, Saco-lão Saqueto e Sacolão Palmeiras, que sempre fazem doações além de comprarem os produtos produzidos na clínica, que hoje conta com a produção de hortaliças e de ovos. A Comunidade Terapêutica “Viver eu Quero” também conta com o apoio de alguns políticos e da Faculdade Dinâmica que disponibiliza apoio com médicos, terapeutas, psicólogos e psiquiatras que atuam 02 (duas) vezes por semana em conjunto com os alunos de medicina da instituição. A clínica também possui apoio incondicional de 02 (dois) conceituados médicos de Ponte Nova, que preferem contribuir no anonimato. A Bartofil Distribuidora por meio do seu diretor Carlos Bartolomeu doou tanques-rede para iniciar a criação de tilápia, além de ter ajudado na construção da lagoa onde hoje existem algumas espécies de peixes como pacu e traíra.     A horta cultivada pelos internos da clínica como parte do tratamento A clínica tem capacidade para atender 20 pessoas e hoje estão no local existem 16 que estão em fase de tratamento e deve receber mais 02 (dois) nos próximos dias. Os internos ou alunos como são chamados pelo pastor José Maria, são de várias cidades da região sendo que um deles é de Curitiba, capital do Paraná. A reportagem do Líder Notícias apurou através do jornalista Diego Siman, que acompanhou o dia a dia dos internos, que a rotina na clínica começa às 06h50min com um café reforçado seguido de trabalho ocupacional cuidando da horta, da cozinha e da limpeza local até ás 11 horas parando para o período de almoço. O intervalo do almoço e descanso segue até ás 14 horas, a partir deste horário até 16h20min são realizados vários tipos de cursos e estudos bíblicos, além de palestras dentre outras atividades motivacionais.   Internos durante o período de descanso em momento de diversão em um jogo de baralho Jonatas Thiago de 38 anos é o único que não é da região ou do estado, ele nasceu em Curitiba, capital do Paraná, na localidade de Araucária. “A clínica pra mim foi um processo de recuperação de vida, pois sou filho de pastor. Fui usuário de maconha, cigarro e álcool por muitos anos e cheguei a ser morador de rua em Belo Horizonte, cidade em que morei após vários problemas familiares desde a infância. Já estou aqui em minas a uns 20 anos”, disse Jonatas Outro interno que está em processo de recuperação é Willian Alves Andrade, 41 anos. “Há aproximadamente 05 (cinco) anos eu conheci o Evangelho me converti e batizei, mas conheci uma mulher e acabei saindo dos caminhos de Deus. Já tem 01 (um) ano e 03 (três) meses que perdi minha mãe e acabei me perdendo novamente para as drogas tendo uma grande recaída voltando a fumar maconha e crack, o que me levou a me afastar do meu trabalho na Coferpon no mês de janeiro deste ano” disse Willian. De acordo com Willian Alves Trindade ele conheceu as drogas com 10 anos quando começou a fumar maconha e aos 14 anos a cocaína. “Lembro-me como se fosse hoje quando no ano de 1994 chegou o crack aqui em Ponte Nova e me vicei e passei anos sofrendo com isso” frisou. O interno da Comunidade Terapêutica “Viver eu Quero” tem 01 (um) casal de filhos: Wendel de Oliveira Alves Andrade, 15 anos, jogador da equipe de juniores do Esporte Clube Palmeirense, e Rayane Cristina, 20 anos, que também é jogadora. Ele ainda afirmou, com muita alegria: “Graças a Deus meus filhos nunca usaram nenhum tipo de droga e nem gostam”, finalizou. Patrícia Alves também sofreu com esse problema das drogas que acabou tirando a vida de seu filho Bernar Ikaro de 32 anos no dia 17/11 do ano de 2015. “O Bernar era meu amigo, companheiro, uma pessoa doce e amável. Quando ele morreu, uma parte minha morreu junto, não tenho mais alegria para viver” disse Patrícia. Patrícia e seu filho Bernar Ainda de acordo com Patrícia, o filho foi um menino muito bem criado, e quando ele entrou para o mundo das drogas ela chegou a sair várias vezes de madrugada para busca-lo nas bocas de consumo de drogas. “Ele chegava em casa machucado e eu cuidava dele, nunca saí do seu lado. Infelizmente meu filho estava doente” frisou. Patrícia afirmou também que cuidou muito do filho e nunca o abandou, fazendo de tudo para tentar ajuda–lo a sair do mundo das drogas. Ainda de acordo com Patrícia, a dependência química acaba com as famílias e é muito triste quando uma mãe passa por este problema principalmente quando perde seu filho para o vício.

11/08/2022– 16:43

Nas últimas semanas os casos positivos para a Covid-19 registraram um aumento considerável em João Monlevade. Foram registrados ao todo, 71 novos casos da doença na somatória dos dias 22, 23, 25 e 26 de julho. Além disso, dois novos óbitos foram confirmados. Tratam-se de uma idosa, de 91 anos, que veio a falecer nessa segunda, 25 de julho e um idoso de 83 anos, que veio a óbito no dia 24 de julho. A cidade chega a 272 vidas perdidas para a doença. São 15.375 casos já confirmados, sendo 14.984 pessoas recuperadas e 119 em isolamento domiciliar.   Vacinação De acordo com a Prefeitura da cidade, todas as doses da vacina contra o coronavírus estão sendo disponibilizadas pela ao longo desta semana no horário de 7h30 às 10h30 e de 13h às 16h30.

27/07/2022– 14:19

Na última semana, na quarta-feira, 13 de julho, José Bueno, consultor da Irmandade do Hospital de Nossa Senhora das Dores, Wagner Mol, prefeito de Ponte Nova, e o deputado estadual Roberto Andrade foram recebidos pelo Dr. Fábio Baccheretti, secretário de Saúde de Minas Gerais, na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte. O objetivo da reunião foi tratar sobre o avanço do processo de habilitação da Unidade de Radioterapia Francisco Bartholomeu. O secretário entendeu a urgência da demanda e apoiou a iniciativa. Vale destacar que a Unidade de Radioterapia Francisco Bartholomeu já está em funcionamento desde o início do ano, com as devidas autorizações dos órgãos competentes, e completou, recentemente, mil sessões realizadas. Contudo, a Unidade ainda não foi habilitada pelo Ministério da Saúde. Com a conclusão do processo, a Irmandade do Hospital de Nossa Senhora das Dores passará a receber recursos, via SUS, para a realização dos atendimentos. A IHNSD agradece ao deputado Roberto Andrade por articular o encontro com o secretário e também ao Dr. Fábio, por ter nos recebido.  

21/07/2022– 14:55

“No mês de junho, 02 (dois) gêmeos vieram ao mundo na Maternidade da Irmandade o Hospital de Nossa Senhora das Dores. No entanto, esse parto foi diferente e especial: os bebês nasceram empelicados. Ou seja: ainda dentro da bolsa amniótica que protege o bebê durante a gravidez”, diz nota da assessoria de comunicação do HNSD, assinada pela jornalista Isabella Ottoni. A informação mereceu registros em diversos portais de notícias do Brasil. O parto foi feito pelo ginecologista e obstetra Dr. Emílio Garavini e pela equipe do Bloco Cirúrgico do HNSD. O médico relatou que, no momento da abertura uterina, percebeu que seria possível fazer o parto empelicado. “O que ele não imaginou é que conseguiria retirar os dois bebês empelicados e ainda ao mesmo tempo”, acrescenta o HNSD. As crianças nasceram bem e saudáveis e já receberam os nomes de Maria Cecília e Maria Alice. Segundo o Instituto Nascer, uma clínica multiprofissional referência no cuidado integral e humanizado à gravidez, ao parto e à primeira infância (Belo Horizonte), o “Parto Empelicado” é uma ocorrência raríssima no cuidado obstétrico clássico no mundo contemporâneo onde a cultura obstétrica e do rompimento artificial da membrana amniótica durante o trabalho de parto. Estima-se que 01 (um) em cada 80.000 bebês nasçam empelicado. Veja vídeo produzido no HNSD

15/07/2022– 09:31

Em primeiro turno, os vereadores da Câmara Municipal de João Monlevade aprovaram nessa quarta-feira, 13, o Projeto de Lei nº 1.271/2022, de iniciativa do vereador Gustavo Prandini (PTB). A matéria dispõe que maternidades, casas de parto e estabelecimentos hospitalares congêneres, da rede pública e privada do município permitirão a presença de doulas durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, sempre que solicitadas pela parturiente. As doulas são mulheres capacitadas para dar apoio continuado às outras mulheres (e aos seus companheiros e/ou outros familiares), proporcionando conforto físico, apoio emocional e suporte cognitivo antes, durante e após o nascimento de seus filhos. Na justificativa da matéria, Prandini informou que estudos têm demonstrado que a presença da doula faz com que o parto flua com maior tranquilidade, rapidez e com menos dor e complicações maternas ou fetais. O parlamentar ainda ressaltou que a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde de vários países (entre eles o Brasil), reconhecem e incentivam o parto humanizado, por compreenderem que elas melhoram a qualidade dos serviços e reduzem os custos, pois diminuem a necessidade de intervenções médicas, assim como minimizam os casos de depressão pós-parto e aumentam os índices de amamentação. Durante sua fala na Tribuna, Prandini destacou a importância da matéria que garante à família o direito de ter a presença da doula durante o parto. “Estamos dando um passo importante no município, com a valorização do parto normal e humanizado para que a criança nasça bem acompanhada”. A votação da matéria foi acompanhada por doulas, que estiveram presentes na reunião. O projeto deverá voltar para a votação em segundo turno, na primeira semana do mês de agosto, após o fim do recesso parlamentar. Votação da matéria foi acompanhada por doulas, que estiveram presentes na reunião

14/07/2022– 15:07

“O atendimento da mulher que busca realizar um aborto deve ser preocupação dos serviços de saúde”, diz a jornalista de saúde, Mariana Varella. Ela é formada em Ciências Sociais e pós-graduanda na Faculdade de Saúde Pública da USP. Interessa-se por saúde pública e saúde da mulher. Prêmio Especialistas Saúde 2021 e Prêmio Einstein Colunista +Admirados da Imprensa de Saúde e Bem-Estar 2021. Quem lê as notícias recentes sobre o Brasil fica com a impressão de que o país não gosta das mulheres. Essa é a única conclusão possível, também, para quem acompanha a área da saúde. Como entender a maneira como vítimas de violência sexual, muitas vezes meninas com menos de 14 anos, são tratadas? Como compreender que negamos o direito à assistência médica adequada a mulheres que não desejam uma gravidez, senão como sinal de ódio? “Não fazemos isso com nenhum paciente, independentemente da doença, mesmo que seu quadro tenha sido provocado ou agravado por más decisões pessoais. Alguém aceitaria que um médico negasse tratamento a um paciente com câncer causado por anos de tabagismo, por exemplo, com a desculpa de que ele foi responsável pela doença? Seria desumano, certo?, analisa Mariana Varella. No Brasil permite-se que uma mulher que não deseje seguir com uma gestação seja jogada à clandestinidade e tenha que se virar para encontrar uma solução, com medo de procurar aqueles que poderiam acolhê-la. “O que ganhamos com a proibição do aborto, menos abortamentos? Já sabemos que a proibição não impede o procedimento: quem precisa e deseja fazê-lo encontra meios clandestinos para isso, mesmo que arrisque a vida”, argumenta Mariana Varella.

12/07/2022– 15:39

No mês de junho, o Instituto de Oncologia da Irmandade do Hospital de Nossa Senhora das Dores deu início a um novo serviço. O “Ambulatório de Cuidados Paliativos” que conta com equipe multidisciplinar: médica oncologista, enfermeira, assistente social, psicóloga, nutricionista e farmacêutica. A função do Ambulatório é trabalhar em conjunto para garantir que pacientes com doenças graves sejam tratados de forma integral, nas diversas áreas (física, psíquica, social e espiritual). O objetivo é promover qualidade de vida ao paciente, trabalhando pelo diagnóstico, tratamento, cuidados paliativos e recuperação do paciente. Futuramente, os trabalhos do setor serão ampliados com a “Casa de Acolhimento Vó Mila” que será construída no Bairro Cidade da Serra para atender aos pacientes que vierem de outras cidades para as sessões de radioterapia. Este local evitar que as pessoas tenham que voltar para casa todos os dias, pois existem tratamento que são mais de 15 aplicações diárias. O nome do espaço Vó Mila é uma homenagem a Ludumila Bartholomeu, esposa de Francisco Bartholomeu, que dá nome à Unidade Radioterapia do serviço de Oncologia do Hospital Nossa Senhora das Dores, inaugurada em 31 de julho de 2021. O serviço de oncologia do hospital já conta com a unidade de quimioterapia Miguel Bartholomeu, que há mais de 14 anos atende pelo SUS a população de toda a região, com reconhecida eficiência e qualidade.  

07/07/2022– 11:55

Vereadores reunidos com representantes do Hospital Margarida Nessa segunda-feira, 4, os vereadores da Câmara de João Monlevade estiveram no Hospital Margarida para buscar informações sobre a unidade de Saúde. Participaram da reunião o presidente da Casa, Gustavo Maciel (Podemos), e os vereadores Belmar Diniz (PT), Pastor Lieberth (DEM), Rael Alves (PSDB), Leles Pontes (PRB), Thiago Titó (PDT), Marquinho Dornelas (PDT), e a assessora do vereador Revetrie Teixeira (MDB), Adriane Fuscaldi. Eles foram recebidos pelo provedor do HM, José Alberto Grijó, consultor financeiro Ricardo Torres, o advogado Felipe Ivens e os membros da diretoria da Unidade: vice-presidente Carlos Alberto Nepomuceno, secretário Sérgio Márcio Coura e 2º secretário Tarcísio Bicalho. Inicialmente, Ricardo Torres informou que o Hospital Margarida contratou uma empresa de Auditoria Externa para analisar as contas da unidade e que no relatório, emitido pela empresa, não foi apontado nenhuma irregularidade. "Os documentos estão disponíveis no HM e podem ser consultados por todos os vereadores. Somos uma instituição privada e recebemos também recursos públicos e é nossa obrigação prestar contas para a comunidade", explicou. Questionado a respeito da diferença de salários entre médicos do Hospital, Ricardo Torres explicou que os valores são estabelecidos conforme os plantões durante os dias da semana ou finais de semana. Ele ainda destacou que em alguns casos os profissionais recebem, além do plantão, um valor por produtividade. Outro questionamento esclarecido pelo advogado Felipe Ivens foi em relação ao valor pago para que a unidade tenha atendimento de neurologista. Segundo ele, a Resolução da Secretaria de Saúde do Estado nº. 7521, que estabelece as diretrizes para a organização do Programa Rede - Resposta de Urgência e Emergência - prevê que as Unidades de Saúde podem utilizar o serviço de telemedicina para algumas especialidades. Assim, o médico clínico faz o atendimento, solicita os exames e encaminha para o médico especialista, que analisa o material e prescreve o diagnóstico e tratamento. Felipe também explicou que o Hospital possui um contrato com uma empresa especializada que oferece o serviço, disponibilizando uma equipe de médicos 24h para atendimento. "O valor é bem menor do que manter um médico plantonista, sem contar que há dificuldade em encontrar médicos especialistas para atender na cidade". O Conselheiro, Carlos Nepomuceno, ainda endossou que a medida beneficia a população, uma vez que as transferências para Belo Horizonte só são feitas apenas nos casos que o paciente já está diagnosticado e com a necessidade de atendimento especializado. Os representantes do Hospital enfatizaram que a Casa de Saúde está aberta para quaisquer esclarecimentos e que trabalham para melhor atender a população.

05/07/2022– 14:46

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