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Saúde

No mês de maio, as profissionais do Hospital Arnaldo Gavazza Filho (HAG) que realizam a ressonância passaram por treinamento para a execução do exame com o application da GE, Leonardo Novato, e o médico radiologista e fellow em Radiologia Torácica e Cardiovascular pela USP de Ribeirão Preto/SP, Mateus Repolês.No treinamento foram desenhados os protocolos para a realização do exame, que exige uma série de habilidades novas e um conhecimento anatômico específico de novas sequências de ressonância que são utilizadas especificamente para esses exames. A ressonância cardíaca amplia as possibilidades do arsenal de investigação por imagem para os médicos cardiologistas. É um exame que permite uma análise da função cardíaca muito precisa, principalmente do ventrículo direito, que tem uma avaliação um pouco mais difícil pelo ecocardiograma. A ressonância magnética cardíaca é padrão ouro para avaliação do ventrículo direito. “O Hospital Arnaldo Gavazza Filho está em constante evolução para atender melhor a população de Ponte Nova e região. Para isso, está sendo implantado um novo exame para uma análise da função cardíaca. O exame é realizado no aparelho de ressonância magnética e ajuda os médicos cardiologistas na investigação, diagnóstico e tratamento dos pacientes”, diz nota da assessoria da comunicação do HAG ao explicar a realização do treinamento.

14/06/2021– 16:59

Com 10 leitos, a Unidade Coronariana será mais um serviço de referência para a saúde da região A direção do Hospital Arnaldo Gavazza Filho (HAG) apresentou para os profissionais de imprensa, no início da noite de quarta-feira, 09 de junho, as instalações da Unidade Coronariana (UCO), com 12 leitos. Neste primeiro momento, o local que fica no 4º andar do HAG, será transformado em UTI COVID-19. Os pacientes internados serão remanejados bem como os equipamentos apropriados para o tratamento da doença. Dessa forma, os leitos serão liberados para tratamento de outras comorbidades. Segundo o presidente do Conselho Curador da Fundação Beneficente Arnaldo Gavazza Filho, gestora do HAG, José Zezé Bueno de Magalhães (Zezé Bueno), “a Unidade Coronariana era uma antiga reivindicação dos especialistas em cardiologia que atuam naquela instituição de saúde”. “A unidade coronariana vai proporcionar uma melhor assistência aos nossos pacientes, com uma equipe mutidisciplinar e equipamentos de ponta”, disse Dr. Omar Barbosa Meira, cardiologista e coordenador da UCO. Segundo levantamentos da editoria do Líder Notícias, a reforma e as adaptações do espaço para receber os 12 leitos, bem a construção de banheiros, locais de conforto de funcionários e equipe médica, espaços reservados para consultas e para parentes de internados custaram cerca de R$ 600 mil, aproximadamente. Lucimar Regina de Oliveira Fonseca, superintendente executiva, disse que o HAG vai solicitar ao Ministério da Saúde o credenciamento da Unidade Coronariana para que ela entre em operação imediatamente após a pandemia do coronavírus. Na tarde de quinta-feira, 10/06, vereadores de Ponte Nova estiveram no local e conheceram as instalações consideradas técnicas corretas e dentro dos padrões internacionais da medicina coronariana. Dessa forma, Ponte Nova dá mais um passo para cuidar da saúde, não só dos habitantes locais, mas para atender toda a macrorregião dos vales dos rios Piranga e Doce, entrando definitivamente na história do ano em que o HAG completou 45 anos de inauguração e operação. Por medidas de segurança com o coronavírus, as visitas foram divididas: hoje, 11/06 o HAG vai receber a visita dos prefeitos que compõem o CISAMAPI. Área técnica e administrativa da UCO A Unidade Coronariana “A construção da Unidade Coronária em nosso hospital é um desejo antigo de toda equipe da cardiologia. Ela proporcionará um tratamento altamente especializado aos nossos clientes, reduzindo enormemente a demanda por vagas no CTI geral e em outras unidades de internação. Permitirá que um maior número de pacientes da cidade e de toda região possam ser atendidos com quadro de síndromes coronarianas agudas, tais como: infarto agudo do miocárdio, angina instável e também pós-operatório de angioplastias coronárias. Parabéns a diretoria, ao corpo clínico e a todos colaboradores! ” Dr. Mauro Isolani - cardiologista intervencionista do Hospital Arnaldo Gavazza Filho, desde 1998.   “A Unidade Coronariana do HAG surgiu por uma solicitação da equipe de cardiologia para proporcionar uma melhor assistência aos nossos pacientes. Trata-se de um setor destinado a cuidados intensivos através de uma equipe multidisciplinar especializada no tratamento do paciente com doenças cardiovasculares principalmente o infarto agudo do miocárdio. A UCO contará com recursos matérias e equipamentos de alta tecnologia proporcionando rapidez, maior segurança e consequentemente melhor resultado no tratamento. Será um marco importante na história da cardiologia de ponte nova e região. Podemos dizer que a somatória de esforços e trabalho sério da diretoria, equipe médica e de todos os funcionários, proporcionaram a realização de um sonho em tempos de crise”. Dr. Omar Barbosa Meira, cardiologista e coordenador da UCO Leitos serão usados para a UCO após o credenciamento, mas agora serão usados pela UTI COVID-19  “As doenças cardiovasculares estão entre as maiores causas de mortalidade da população brasileira e mundial. Já convivemos há muitos anos com um grande deficit de vaga nos hospitais, especialmente nas UTIs, causado, principalmente pela falta de investimento na área da saúde e consequente sucateamento dos hospitais. Fato que atualmente foi intensamente agravado pela pandemia da COVID-19. Segundo dados colhidos pelo jornal estadão (SP) mais de 60 mil pacientes deixaram de ser submetidos a cirurgias cardíacas no Brasil devido a falta de vagas nos hospitais (sem contar os procedimentos de hemodinâmica - angioplastias). Infelizmente muitos destes pacientes faleceram aguardando uma vaga. Diante desta realidade, venho salientar a importância desta nova unidade (unidade coronariana) que está sendo inaugurada no nosso hospital. Apta a atender e oferecer um serviço da mais alta qualidade aos pacientes com qualquer tipo de patologia cardiovascular. Gostaria de parabenizar a todos os envolvidos (gestores, diretores, médicos, colaboradores etc). Tenho a certeza de que este é apenas mais um passo desta grande instituição em busca de oferecer a toda população da região um aumento não só da quantidade de vagas, mas também na qualidade dos serviços prestados”. Jefferson Francisco de Oliveira – médico-cirurgião cardiovascular Os vereadores Zé Osório, Aninha de Fizica, André Pessata e Juquinha Santiago foram recepcionados por José Bueno de Magalhães (esq.) e Lucimar Fonseca (dir).Atrás aparecem equipe médica e colaboradores da UCO e do HAG    

14/06/2021– 12:17

Uma mulher menstrua cerca de 400 a 500 vezes durante a vida, entre a menarca (primeira menstruação) e a menopausa. Menstruar é algo tão natural e corriqueiro que sequer nos damos conta de que nem todas as mulheres têm condições de manter a higiene durante o período menstrual. Mas menstruar pode ser complicado para muita gente: uma pesquisa realizada em 2018 pela KYRA Pesquisa & Consultoria, mostrou que 22% das meninas de 12 a 14 anos não têm acesso a produtos higiênicos adequados para a menstruação no Brasil. Esse número sobe para 26% entre adolescentes de 15 a 17 anos. O custo dos produtos de higiene ajuda a explicar a dificuldade de acesso. O preço da unidade de um absorvente externo varia de R$ 0,30 a R$ 0,70. Se pensarmos que em cada ciclo uma mulher usa em média de 20 a 25 absorventes, o gasto pode chegar a quase R$ 20 por mês (cerca de R$ 8 mil ao longo da vida). Em uma casa com várias mulheres, a despesa com esses produtos pode ser considerável. Além da falta de acesso a produtos menstruais, há outras dificuldades enfrentadas pelas meninas e mulheres, como a falta de saneamento básico e de informações acerca da menstruação, tema ainda cercado de tabus que têm como origem o machismo. É o que revelam os dados do relatório r “Livre para Mestruar”, produzido pelo movimento Girl Up (menina para cima), que atua junto à comunidade global para alcançar a igualdade de gênero no mundo todo, com apoio da Herself. Dados assustadores da falta de saneamento Uma pesquisa feita em 2018 pela BRK Ambiental revela que mais de 25% das mulheres moram em residências sem escoamento de esgoto adequado. Um milhão e meio de brasileiras vivem em residências sem banheiro. A parcela da população feminina que não recebe água regularmente corresponde a 13,2%, em média. Se separarmos por raça, 17,5% das pardas e 15,7% das negras não têm acesso à água potável diariamente em casa, ante 8,9% das brancas. De acordo com Letícia Bahia do movimento Girl Up, sempre que falamos em pobreza menstrual, pensamos na dificuldade de acesso a produtos, que é apenas uma parte do problema. No entanto, a falta de saneamento básico representa o maior obstáculo para higiene menstrual. “O Brasil nunca escolheu levar a sério a questão do saneamento básico, e a pobreza menstrual é só um pedacinho dessa tragédia. É impossível pensar em dignidade menstrual sem pia, privada, água tratada, descarte correto de resíduos, chuveiro”, conclui. O direito ao saneamento básico e à água potável, assim como a igualdade de gênero e à saúde, são direitos humanos estabelecidos na Agenda 2030 da ONU, que estabelece os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs), metas de desenvolvimento sustentável para os Estados-membros. Segundo a pesquisa do Girl Up, no país há cerca de 7,5 milhões de meninas nas escolas, 90% na rede pública; 213 mil meninas frequentas escolas que não têm banheiro em condições de uso. Destas, 65% são negras. Mesmo em muitas das escolas em que há banheiro, há falta de sabonete, pia e papel higiênico. Como as meninas que estão menstruadas podem passar horas do dia em locais sem infraestrutura sanitária adequada? Meninas da Girl UP em ação da ONG que distribui produtos de higiene menstrual no Brasil. Meninas negras são mais afetadas pela pobreza menstrual

10/06/2021– 15:31

A discussão em torno da saúde mental vem ganhando destaque nos últimos anos. Com a chegada da pandemia da COVID-19, a pauta ficou ainda mais evidente. Isso porque se esperava que houvesse uma explosão de novos casos de transtornos mentais, relacionados ao medo de se infectar, às dificuldades econômicas, ao luto e ao distanciamento social necessário para o controle da pandemia. Do ponto de vista clínico, é possível observar que muitas pessoas passaram a buscar ajuda profissional para lidar com os primeiros sintomas de ansiedade, depressão, entre outros transtornos. Mas isso não quer dizer que houve piora na saúde mental dos brasileiros. Uma feita pesquisa Universidade de São Paulo (USP) mostrou que a pandemia pode aumentar os riscos de desenvolver transtornos mentais, mas não houve impacto significativo na saúde mental da população. Esse trabalho acompanhou 2.117 pessoas que fazem parte do Estudo Longitudinal da Saúde do Adulto (ELSA) e analisou sintomas e diagnósticos apresentados, comparando os resultados com as pesquisas anteriores (2008-2010, 2012-2014 e 2016-2018). “Comparando aos dados anteriores à pandemia, a saúde mental desse grupo não piorou. Agora a gente busca entender o porquê”, afirma o dr. José Gallucci-Neto, diretor médico do Serviço de ECT e VídeoEEG do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo e um dos pesquisadores. Falta de informação ajuda a estigmatizar transtornos mentais Apesar dessa estabilidade, a pesquisa observa que mulheres, jovens, pessoas não brancas, com baixa escolaridade ou com transtorno prévio possuem risco maior de desenvolver transtornos psiquiátricos ao longo da pandemia. “A gente analisou o primeiro ano da pandemia, é preciso ficar atento para entender como isso se encaminha em 2021”, alerta Gallucci-Neto. Nas redes sociais, é possível observar amigos e familiares que, ao falarem sobre saúde mental, demonstram estar se sentindo pior atualmente do que antes da pandemia, mas isso pode ter uma explicação. “Existe um conceito chamado ‘recall bias’ (viés de recordação). Como nossas lembranças não são claras, temos a impressão que estamos sempre pior que o passado. Essa percepção nem sempre está correta”, ressalta o médico. Por isso, um estudo longitudinal, que analisa as variações nas características de um mesmo grupo por um longo tempo, como esse é tão importante na avaliação da saúde mental coletiva. É importante ressaltar que os participantes são funcionários ou aposentados da USP, com idade média de 62,3 anos e que podem estar em situações mais estáveis socialmente na pandemia. Mas os dados de outros países mostram que esse é um fenômeno observado em todo o mundo. Um estudo longitudinal publicado no Reino Unido acompanhou 1,106 pessoas durante três fases da pandemia (março, abril e julho de 2020), e observou que casos de ansiedade e depressão permaneceram estáveis, enquanto transtornos pós-traumáticos caíram com o decorrer dos meses. Estudo mostra a saúde mental foi afetada, mas não do jeito que se previa

03/06/2021– 12:00

Para comemorar o Dia Nacional da Luta Antimanicomial que transcorreu em 18/05, o artista e servidor da Secretaria de Cultura e Turismo, Fabrício Santos, confeccionou 02 (dois) painéis alusivos a data no Caps II de Manhuaçu. Este ano, devido à pandemia da COVID-19, não houve manifestação na data em quase nenhuma cidade do Brasil. Neste ano, o Caps II de Manhuaçu trouxe como tema “Acorda amor! O manicômio quer voltar!”. A coordenadora do Caps, Maria da Aparecida Silva, a Cidinha, diz que a data é um marco para o movimento. “Esta data marca o início da reforma psiquiatra, onde anteriormente os doentes mentais eram tratados como animais, vivendo em condições desumanas. Se as medidas farmacológicas não fossem suficientes, eram realizadas terapia de choque e a lobotomia sem qualquer aprovação dos familiares”. Em Ponte Nova, o sistema de atendimento no CAPS tem vínculo em duas secretarias, as de Saúde e Assistência Social, fica no Centro, atrás da Matriz de São Sebastião, onde funcionou a Policlínica Milton Campos. Em 2016, a prefeitura municipal de Ponte Nova trocou pedaço de uma rua com o Hospital Arnaldo Gavazza Filho que cedeu antiga lavanderia no Bairro Verde onde seria construída a clínica do CAPS II AD. Mas, a obra continua no papel. Antiga lavandeira no Vale Verde seria o local para a construção do CAPS AD, mas continua abandonada e em escombros

01/06/2021– 14:18

O SARS-CoV-2, vírus causador da COVID-19, mudou completamente a cara do mundo que conhecíamos até então. Ele afetou praticamente todos os aspectos da vida cotidiana e causou mudanças substanciais nas ciências da saúde e, portanto, na medicina. Talvez, pela primeira vez, médicos e cientistas de diferentes especialidades tenham trabalhado juntos na investigação dessa doença, coletando e compartilhando informações em uma velocidade vertiginosa. Na verdade, a COVID-19 e seus inesperados efeitos em vários órgãos levaram profissionais de saúde do mundo todo a um território inexplorado. Surgiu a necessidade urgente de fornecer cuidados multidisciplinares às pessoas infectadas. No início da pandemia, os especialistas pensavam que a doença era, principalmente, uma doença respiratória. Se esperava que afetasse o nariz, a garganta e os pulmões, de forma semelhante ao vírus da gripe. No entanto, a COVID-19 é muito mais do que uma gripe sazonal. Pode causar danos irreparáveis ao cérebro, coração, sistema circulatório e renal. Mas como o vírus afeta o órgão mais volumoso e um dos mais importantes da nossa anatomia, o fígado? Ele é vulnerável à doença? A análise dos dados coletados de mais de 700 pacientes com PCR positivo no Hospital Universitário 12 de Outubro de Madri, na Espanha, mostrou que mais de 75% deles apresentavam níveis anormalmente elevados de enzimas hepáticas no momento que deram entrada na unidade. Isso levanta a suspeita de que o fígado é afetado, pelo menos temporariamente. Além disso, se observou que esses pacientes com alterações nos marcadores de função hepática apresentavam um prognóstico pior. A presença de lesão hepática prévia como um marcador de prognóstico da infecção por SARS-CoV-2 tem que ser considerada. COMO O CORONAVÍRUS ATACA O FÍGADO? Francisco Javier Cubero Palero, pesquisador e professor de imunologia da Universidade Complutense de Madri, na Espanha e Yulia Alexandrowna Nevzorova, também pesquisadora em fisiologia hepática do Departamento de Imunologia, Oftalmologia e Otorrinolaringologia da mesma universidade atestaram que “curiosamente, o vírus não pode invadir diretamente as células do fígado, uma vez que elas não possuem ACE2, a proteína que a COVID-19 usa como porta de entrada”. Eles afirmam os pacientes apresentam a chamada “tempestade de citocinas” em que as células do sistema imunológico se infiltram e atacam diferentes órgãos, incluindo o fígado. Em outras palavras, o dano hepático observado não parece ser uma consequência direta do vírus, mas sim da resposta inflamatória do sistema. Elevações semelhantes nos parâmetros da função hepática são observadas em outras infecções respiratórias, como a gripe. Por isso, é considerado nada mais do que um ‘efeito colateral’ relacionado a interações imunológicas que ocorrem no fígado. Outro ponto importante é que o fígado é uma fábrica de moléculas essenciais para a coagulação do sangue. “Em nosso estudo, aproximadamente de 10% a 36% dos pacientes com alterações hepáticas apresentaram problemas de coagulação sanguínea. Além disso, como o fígado está ativamente envolvido no metabolismo dos medicamentos usados em pacientes com COVID-19, a função hepática pode ser afetada após o tratamento”, afirmaram os pesquisadores Francisco Javier Cubero Palero e Yulia Alexandrowna Nevzorova. Quem tem doenças hepáticas crônicas, como cirrose, pode ter um risco maior de desenvolver complicações graves em decorrência da COVID-19

27/05/2021– 10:01

Durante a Palavra Livre da reunião de segunda-feira, dia 10 de maio, o vereador Zé Roberto Júnior (Rede) comentou que a vacinação os profissionais da educação contra a COVID-19. Ele falou que o assunto foi discutido pelo Legisla Ativo, um grupo formado por 31 vereadores de 27 municípios mineiros do qual ele faz parte. O parlamentar destacou que as aulas presenciais fazem falta para a rotina dos estudantes, mas ressaltou que é preciso ter segurança sanitária para que isto aconteça. “Entendemos que é fundamental, para esse retorno das aulas, a promoção e a segurança das atividades presenciais do ensino, não é apenas a gente dizer que vamos voltar com as aulas de qualquer maneira”, disse ele, afirmando que a volta das aulas presenciais tem que ser feita de forma planejada. “Todos acreditamos que a melhor forma para isso acontecer, além de ter todo um cronograma e planejamento, é com a vacinação dos professores e servidores da educação”, defendeu. Zé Roberto Júnior informou que o grupo enviou, na semana passada, um ofício com o pedido ao Comitê Estadual de Combate à COVID-19 e à secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. Ele disse que cópia do ofício foi enviado para o senador Rodrigo Pacheco (PSD), presidente do Senado Federal.

19/05/2021– 15:50

Começou o cadastro com vistas à castração de cães e gatos, dentro das ações do Programa de Manejo Populacional de Cães e Gatos, coordenada pela secretaria municipal de Meio Ambiente Semam). “a castração tem como objetivo diminuir a natalidade desenfreada e, neta etapa, está previsto o procedimento em 500 animais”, assinala informação da Ascom-PN. O cadastro vai até o dia 16 de maio. Através de formulário disponível via internet: https:// form.jotform.com/semam/. A castração será realizada do dia 24 de maio a 30 de maio. As castrações serão agendadas por hora, respeitando as medidas preventivas de saúde e evitando aglomerações. A confirmação do dia e horário da castração será feita pela Semam por meio do e-mail [email protected], entre os dias 17/05 até 21/05.

13/05/2021– 16:08

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou na manhã da terça-feira (20/04) o uso emergencial de um coquetel de dois medicamentos - casirivimabe e imdevimabe - contra a Covid-19. A utilização será realizada em pacientes de ”alto risco” e que apresentem comorbidades como diabetes, obesidade, idade avançada e estado ambulatorial. O estudo apresentado mostra que a junção dos dois medicamentos reduziu em 70,4% o tempo de internação dos pacientes e de mortes em pacientes ambulatoriais sintomáticos. As drogas casirivimabe e imdevimabe são chamados de anticorpos monoclonais e costumam ser utilizados para tratar câncer e doenças autoimunes. Meiruze Freitas, relatora e diretora da Anvisa, ponderou que a agência não está autorizando o uso para a prevenção do novo coronavírus, mas sim para atenuar os sintomas daqueles que já foram acometidos pela doença. Outro ponto levantado é a imunização . Aqueles que forem medicados com o coquetel devem aguardar 90 dias para receber a vacina. De acordo com Gustavo Mendes, gerente da Gerência Geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, “o uso reduziu a carga viral, o que é uma achado importante. O perfil de segurança também foi bem aceitado”. O profissional explica que os 02 (dois) medicamentos se acoplam na coroa do vírus, impedindo a sua entrada nas células e se multipliquem no corpo do paciente. Mesmo sem dados clínicos da avaliação em novas variantes detectadas no país, os benefícios superam os riscos. Novos relatórios e balanços do coquetel serão atualizados conforme os estudos avançarem. PREÇO DO COQUETEL É SÓ PARA RICOS A aprovação da Anvisa), para uso emergencial, foi por unanimidade, mas o medicamento, no entanto, chega a custar mais de US$ 3 mil (aproximadamente R$ 16,5 mil), sem contar as taxas de importação. Por isso, não é considerado pelos especialistas como uma estratégia de política de saúde, apesar de estudos indicarem que, quando aplicado nas condições previstas, reduz 70% das hospitalizações. A combinação doa monoclonais cficou conhecida após o ex-presidente dos EUA Donald Trump tomar o coquetel, que só pode ser administrado em ambiente hospitalar. “Naquela época, Trump fez uso do medicamento ainda sem aprovação do FDA (agência regulatória norte-americana Food and Drug Administration). Depois de dois, três meses veio a aprovação”, destacou o consultor do Comitê Extraordinário de Monitoramento Covid da Associação Médica Brasileira, o médico infectologista Alexandre Naime Barbosa. Assim como no caso de Trump, os anticorpos têm indicação especialmente para aqueles que possuem alto risco de progredir para formas mais graves da doença. “Isso inclui pacientes com 65 anos ou mais ou que têm certas condições médicas crônicas”, detalha a Anvisa. Podem tomar o medicamento adultos e crianças a partir de 12 anos que tenham tido diagnóstico de infecção pelo novo coronavírus confirmado por exame laboratorial. “O combo de medicamentos reduziu significativamente o número de hospitalização e morte em paciente laboratorial sintomático com um ou mais fator de risco para doença grave”, afirmou o gerente-geral de medicamentos da Anvisa, Gustavo Mendes. Ele confirma que os padrões de eficácia são de, no mínimo, 70%. Coquetel é caro e só poder aplicado em ambiente hospitalar

06/05/2021– 19:24

Após emprenho do deputado federal Rodrigo de Castro, líder no PSDB na Câmara dos Deputados, em Brasília, o Ministério da Saúde autorizou neste mês de abril a habilitação de 06 (seis) novos leitos de CTI COVID-19 no Hospital Arnaldo Gavazza Filho (HAG), em Ponte Nova. A autorização aconteceu depois que o deputado se reuniu (presencialmente) com o ministro da Saúde, Marcelo Quiroga, para tratar do assunto. “Sei que esse é um resultado muito importante não apenas para Ponte Nova, mas para todas as cidades da região que são atendidas no Gavazza. Preciso agradecer a toda equipe do HAG, ao prefeito Wagner Mol, à viceprefeita Valéria (Alvarenga), à secretária municipal de Saúde, Dadá (Ariadne Salomão Magalhães) e ao Superintendente Regional de Saúde, Marcus Schettini. Essa união de todos foi muito importante”, afirmou Rodrigo de Castro. A Superintendente do Hospital Arnaldo Gavazza Filho, Lucimar de Oliveira Fonseca afirmou que a notícia veio em boa hora e vai melhorar a luta contra a COVID-19. Ela explicou a importância da habilitação dos novos leitos na instituição: “ajuda muito e nos traz tranquilidade por saber que teremos um incremento financeiro para a habilitação desses leitos. Gostaria de agradecer ao deputado Rodrigo de Castro pelo seu empenho nessa habilitação”, disse na ocasião.

04/05/2021– 14:30

Começou a campanha nacional de vacinação contra a gripe na rede pública de saúde, no dia 12 de abril. A campanha busca prevenir a contaminação pelo vírus influenza, um dos principais causadores de doenças respiratórias no país, e deve se estender até 09 de julho. Cada município fica responsável por definir o Dia D, como foi o caso de Ponte Nova que começou no dia 14 de abril, mas seguindo a determinação do Ministério da Saúde. Este ano, porém, o Ministério da Saúde alterou a ordem dos grupos prioritários para evitar conflitos com o calendário de vacinação contra a COVID-19. Em 2021, serão 03 três) fases. A 1ª começou em 12/04 a termina em 10 de maio, quando são vacinadas as crianças de 06 meses a menores de 06 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas, povos indígenas e profissionais da saúde. Na segunda fase, que começa em 11 de maio, com término em 08 de junho serão vacinados os idosos e professores. Pelo calendário, há a previsão de uma 3ª fase que vai começara em 09 de junho e terminar em 09 de julho. Neste período receberão a imunização contra a Influenza muitas pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, membros da Forças de Segurança e Salvamento e das Forças Armadas, funcionários do sistema prisional, população privada de liberdade e adolescentes e jovens entre 12 e 21 anos em medidas socioeducativas.   COVID-19 E VACINA CONTRA A GRIPE Por não existirem estudos sobre a aplicação conjunta da vacina contra a gripe e contra a COVID-19 é recomendado que os imunizantes sejam aplicados com um intervalo de, no mínimo, 14 dias. Se houver a possibilidade, a vacina contra o novo coronavírus deve ser priorizada – sem esquecer a da gripe após o período indicado. No contexto atual, a vacina contra a influenza é ainda mais importante para evitar a ocorrência de duas epidemias ao mesmo tempo, visto que o sistema de saúde brasileiro já está bastante sobrecarregado. Além disso, pode facilitar o diagnóstico de COVID-19, considerando que os sintomas das duas doenças são bem parecidos. Na hora de tomar a vacina, o ideal é evitar horários de pico nos postos de saúde, levar apenas um acompanhante (se necessário) e manter o distanciamento social, o uso de máscara e a higienização das mãos com álcool gel. No período da campanha, as unidades de vacinação também farão a atualização da caderneta de imunização. Conforme definido no informe técnico do Ministério da Saúde, o objetivo é vacinar pelo menos 90% do público-alvo, que totaliza mais de 79,7 milhões de pessoas, até 9 de julho de 2021. Em 2020, a ação chegou a superar essa meta, atingindo 95,7% do grupo prioritário. O que vai dentro da vacina? Todo ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) investiga quais são os tipos de vírus Influenza que estão circulando pelo mundo para definir as cepas que a vacina daquele período vai combater. É por isso que o imunizante precisa ser dado anualmente. Os idosos têm prioridade para vacinar contra COVID-19 e depois de 14 dias podem se vacinar contra a gripe Influenza

27/04/2021– 16:53

O plenário virtual da Câmara de Ponte Nova aprovou, após 02 (duas) reuniões em 15/04, projeto de autoria do Poder Executivo, que autoriza a Prefeitura de Ponte Nova a repassar R$ 300 mil ao Hospital Nossa Senhora das Dores. De acordo com a exposição de motivos da proposta, o recurso é destinado a ações de vigilância, alerta e resposta à emergência de COVID-19. Naquela data, comissões começaram a análise de outro projeto do Poder Executivo pedindo autorização para o repasse de R$ 540 mil ao mesmo hospital para a complementação do custeio de leitos clínicos destinados ao atendimento de pacientes contaminados pelo coronavírus. O recurso, segundo a exposição de motivos do projeto, será para despesas com água, energia, internet, celular, materiais de escritório, materiais de limpeza, materiais descartáveis, materiais de consumo, alimentação, exames de COVID-19, serviços de terceiros, serviços de frete, pagamento de pessoal, insumos, plantões da equipe médica, plantões da equipe de fisioterapia, medicamentos, equipamentos de proteção individual, equipamentos e material permanentes.

26/04/2021– 14:53

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