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Saúde

No próximo dia 31 de julho, a partir de 09 h, haverá cerimônia de inauguração da Unidade de Radioterapia do Hospital Nossa Senhora das Dores (hNSD). O evento vai reunir lideranças regionais e o deputado Reginaldo Lopes, do PT, autor da emenda de quase R$ 04 milhões para comprar o acelerador linear. Ponte Nova já possui o Centro de Oncologia Miguel Bartolomeu, com serviços diversos no tratamento de cânceres, além de um Centro de Nefrologia. A construção da Unidade Radioterapia, que recebeu o nome de Francisco Bartolomeu, teve apoio de empresas privadas de Ponte Nova e vai atender à macrorregião que se estende até Manhuaçu e vai atender cerca de 500 pacientes por mês. A aquisição do equipamento de Radioterapia habilitará o credenciamento do Hospital Nossa Senhora das Dores no Sistema Único de Saúde (SUS), permitindo mais agilidade, conforto e segurança dos pacientes da região do Vale do Rio Piranga, segundo José Bueno de Magalhães, gestor da instituição hospitalar. Local sendo preparado para a montagem dos equipamentos em fevereiro durante visita do deputado federal Reginaldo Lopes (dir.) com Zezé Bueno (centro), gestor do HNSD. De costas, o Dr. Harley Francisco de Oliveira, chefe da Radioterapia O moderno aparelho de Radioterapia já está instalado no 2º andar do Instituto de Oncologia Miguel Bartholomeu e será inaugurado em 31/07

26/07/2021– 11:11

Especialistas ouvidos pelo G1 (portal de notícias de O Globo) explicam que não há evidência de que o leite materno transmita o vírus da Covid. Mulheres com suspeita ou confirmação de COVID- 19 podem manter a amamentação, desde que sigam as recomendações de higiene. A amamentação durante a pandemia trouxe dúvidas para as mães. O leite materno é o alimento mais indicado para a saúde e o desenvolvimento dos bebês, mas será que a amamentação deve ser mantida mesmo quando a mãe está contaminada com a doença? Ministério da Saúde, outros órgãos de saúde e especialistas explicam que o leite materno não oferece riscos à criança. Pamella Holanda diz que DJ Ivis a agrediu por amamentar a filha enquanto estava com COVID-19.Durante participação no ‘Encontro com Fátima Bernardes’ na terça-feira, dia 13/07, ela afirmou que foi orientada por seus médicos a amamentar a filha. Pamella disse que não havia denunciado as agressões antes por medo, dependência financeira e receio de ser desacreditada. “A Mel tinha quase um mês. Naquela ocasião eu estava com a doença e todos os médicos me aconselhavam a amamentar. Ele não que eu amamentasse porque disse que eu ia passar COVID19”, disse Pamella que foi agredida pelo marido e divulgou o vídeo nas redes sociais. O DJ Ivis é do Ceará e faz muito sucesso, ou pelo menos fazia, pois sua violência contra a mulher fez elke perder contratos e patrocinadores. Existe comprovação científica da transmissão do vírus da COVID-19 pelo leite materno? De acordo com o documento da Secretaria de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde não há constatação científica significativa que demonstre a transmissão do vírus da Covid-19 através do leite materno. Está comprovado que a transmissão do coronavírus se dá, principalmente, pelo contato de uma pessoa doente por meio de gotículas respiratórias emitidas quando a pessoa tosse, espirra, ou por saliva ou secreção do nariz. A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) é manter o aleitamento materno em livre demanda de modo exclusivo até 06 (seis) meses. “Parece improvável que a doença seja transmitida por intermédio do leite materno, seja através da amamentação ou pela oferta do leite extraído por uma mãe que é confirmada/suspeita de ter COViD-19”, afirma os autores do documento do Ministério da Saúde. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), as mães com suspeita ou com diagnóstico de COVID-19 que quiserem amamentar devem os seguintes cuidados: 01) usar máscara facial (cobrindo completamente nariz e boca) durante o ato de amamentar o bebê; 02) evitar falar ou tossir durante o ato de amamentar para reduzir as chances de transmissão do vírus; 03) máscara utilizada pela mãe deve ser trocada imediatamente em caso de tosse ou espirro; 04) a mãe deve utilizar uma máscara nova a cada nova mamada; 05) antes de trocar o bebê ou retirar o leite materno, a mãe deve estar com as mãos lavadas. Segundo Plinio Trabasso, médico infectologista e coordenador de assistência do Hospital das Clínicas da Unicamp, a mãe deve continuar amamentando enquanto tiver condições físicas. A amamentação pode ser suspensa em casos graves ou caso a mãe não se sinta bem ou confortável para realizá-la. “A suspensão da amamentação depende do gravidade do quadro clínico da mãe. Enquanto ela tiver condições físicas de amamentar, deve continuar o aleitamento”, afirma o infectologista.  

21/07/2021– 13:22

No próximo dia 31 de julho, a partir de 9 h, haverá cerimônia de inauguração da Unidade de Radioterapia do Hospital Nossa Senhora das Dores (HNSD). O evento vai reunir lideranças regionais e o deputado federal Reginaldo Lopes, do PT, autor da emenda de R$ 3,8 milhões usados para comprar o Acelerador Linear que será usado na Radioterapia. A construção da Unidade Radioterapia, que recebeu o nome de Francisco Bartolomeu,  teve apoio de empresas privadas de Ponte Nova e vai atender à macrorregião que se estende até Manhuaçu. Segundo dados da Superintendência Estadual Saúde, Ponte Nova vai receber mensalmente cerca de 500 pacientes por mês. Ponte Nova já possui o Centro de Oncologia Miguel Bartolomeu, com serviços diversos no tratamento de cânceres, além de um Centro de Nefrologia. Com o funcionamento da Unidade de Radioterapia no HSND e da Unidade de Oncologia no Hospital Arnaldo Gavazza Filho, Ponte Nova, cada vez mais atinge a condição de líder absoluta na referência média do de todo o Vale do Rio Piranga, alcançando vários municípios distantes que buscam apoio médio e hospital na terra da goiabada-cascão. Sala de Quimioterapia do Centro de Oncologia Miguel Bartolomeu do IHNSD inaugurada no ano 2000 atende pacientes de toda Ponte Nova e região A recepção do Centro de Oncologia Miguel Bartolomeu do IHNSD, onde também funcionará a Unidade de Radioterapia Francisco Bartolomeu, no 2º andar O moderno aparelho de Radioterapia já está instalado, no 2º andar do Centro de Oncologia Miguel Bartolomeu, e será inaugurado em 31/07. A Unidade de Radioterapia recebeu o nome de Francisco Bartolomeu

20/07/2021– 10:34

No próximo dia 31 de julho, a partir de 9 h, haverá cerimônia de inauguração da Unidade de Radioterapia do Hospital Nossa Senhora das Dores (HNSD). O evento vai reunir lideranças regionais e o deputado federal Reginaldo Lopes, do PT, autor da emenda de R$ 3,8 milhões usados para comprar o Acelerador Linear que será usado na Radioterapia. A construção da Unidade Radioterapia, que recebeu o nome de Francisco Bartolomeu,  teve apoio de empresas privadas de Ponte Nova e vai atender à macrorregião que se estende até Manhuaçu. Segundo dados da Superintendência Estadual Saúde, Ponte Nova vai receber mensalmente cerca de 500 pacientes por mês. Ponte Nova já possui o Centro de Oncologia Miguel Bartolomeu, com serviços diversos no tratamento de cânceres, além de um Centro de Nefrologia. Com o funcionamento da Unidade de Radioterapia no HSND e da Unidade de Oncologia no Hospital Arnaldo Gavazza Filho, Ponte Nova, cada vez mais atinge a condição de líder absoluta na referência média do de todo o Vale do Rio Piranga, alcançando vários municípios distantes que buscam apoio médio e hospital na terra da goiabada-cascão. Sala de Quimioterapia do Centro de Oncologia Miguel Bartolomeu do IHNSD inaugurada no ano 2000 atende pacientes de toda Ponte Nova e região A recepção do Centro de Oncologia Miguel Bartolomeu do IHNSD, onde também funcionará a Unidade de Radioterapia Francisco Bartolomeu, no 2º andar O moderno aparelho de Radioterapia já está instalado, no 2º andar do Centro de Oncologia Miguel Bartolomeu, e será inaugurado em 31/07. A Unidade de Radioterapia recebeu o nome de Francisco Bartolomeu

19/07/2021– 13:42

Pobreza Menstrual foi tema do Líder Notícias recentemente em sua página de saúde A vereadora Suellenn Fisioterapeuta (PV) usou o espaço regimental para comentar sobre as suas Indicações. Ela disse que enviou uma ”Moção de Congratulação” à jovem Eduarda Moreira Vidal de Carvalho por promover uma campanha de arrecadação de absorventes. A adolescente estuda em um colégio de Viçosa e sua professora Michele Moura, da disciplina Intenligencia socioemocional. “Uma adolescente que teve uma iniciativa brilhante sobre um tema que já é considerado um problema de saúde pública: a pobreza menstrual. Ela iniciou um projeto bem importante para a comunidade, para as adolescentes e mulheres carentes, e eu apoiei essa causa”, disse. Menstruar é algo tão natural e corriqueiro que sequer nos damos conta de que nem todas as meninas e mulheres têm condições de manter a higiene durante o período menstrual uma iniciativa brilhante sobre um tema que já é considerado um problema de saúde pública: a pobreza menstrual. Ela iniciou um projeto bem importante para a comunidade, para as adolescentes e mulheres carentes, e eu apoiei essa causa”, disse. O Jornal Líder Notícias trouxe matéria sobre o tema em 04 de junho de 2021

13/07/2021– 14:08

A vereadora Aninha de Fizica continuou seu pronunciamento na área de saúde: usou o espaço para justificar o pedido de informações à Prefeitura sobre o quantitativo de casos de esquizofrenia. “O objetivo dessa solicitação que eu fiz é para compreender um pouco melhor sobre a realidade da saúde mental no município, afim de se pensar em uma estratégia eficiente na prestação de serviço pra essa parcela da população”, disse. Ao encerrar, a vereadora comentou sobre a implantação de um programa de tratamento para as pessoas que têm sequelas da COVID-19. Ela disse que será na Casa Verde, com parcerias dos alunos de medicina Faculdade Dinâmica, que serão remunerados como estagiários, por meio de um convênio que será assinado “devido à necessidade atender as pessoas que foram infectadas, mas precisam de assistência por um determinado período”, falou da vereadora do PSB.

05/07/2021– 11:44

Todo mundo conhece alguém que teve um bebê prematuro ou que foi um desses bebês que, por algum motivo, precisaram nascer antes da hora prevista. O nascimento prematuro é algo relativamente comum. Cerca de 15 milhões de bebês nascem prematuros todos os anos no mundo todo. No Brasil, são 340 mil nascidos antes da hora, o que representa cerca de 12% do total de nascimentos no país a cada ano. Uma gestação completa varia entre 37 e 42 semanas. O bebê é considerado prematuro quando nasce antes da 37ª semana de gravidez. Mas existem diferentes graus de prematuridade. Veja a classificação definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS): extremamente prematuro: menos de 28 semanas de gestação; muito prematuro: 28 a 32 semanas de gestação; prematuro moderado a tardio: 32 a 37 semanas de gestação. A prematuridade exige uma série de cuidados médicos e pode oferecer alguns riscos à saúde do recém-nascido, que normalmente precisa ficar internado por um período para que possa receber o suporte necessário e ganhar peso. Normalmente, esses bebês apresentam baixo peso, menos de 2,5 kg. Os muito prematuros podem pesar bem menos do que isso. Quanto mais baixa a idade gestacional, menor será o peso do bebê. “Devido ao avanço da tecnologia e da assistência prestada nas Unidades de Terapia Intensiva Neonatais, a sobrevida desses bebês tem aumentado muito nas últimas décadas”, explica a Dra. Maria Regina Bentlin, pediatra neo-natologista e presidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP).   Complicações que levam ao parto prematuro O parto prematuro, dependendo do momento em que ocorre, pode ser uma situação de risco tanto para o bebê quanto para a gestante. “Mas em algumas situações em que a manutenção da gestação representa mais risco do que benefícios para um dos dois ou para os dois, essa se torna a opção mais segura”, explica a Dra. Larissa Cassiano, ginecologista e obstetra. Segundo a médica, as principais complicações na gestação que podem levar a um parto prematuro são: infecções; insuficiência istmo cervical (abertura do colo do útero); colo do útero curto; partos prematuros anteriores; ruptura prematura da bolsa; tabagismo; miomas; gravidez de múltiplos; descolamento prematuro da placenta; diabetes gestacional; pré-eclâmpsia (aumento da pressão arterial na gravidez) e alterações clínicas na gestante ou no feto que necessitem de interrupção antes do tempo esperado. Com o bebê na UTI, a mãe não consegue amamentar no peito, mas é muito importante que a equipe multidisciplinar oriente-a a extrair leite todos os dias, a cada 03 (três) horas aproximadamente, para gerar estímulo e impedir que a produção cesse enquanto o bebê está internado. O leite é fornecido através de sonda. Nos casos em que o leite da mãe não puder ser ofertado, o recém-nascido pode ser alimentado com leite humano disponibilizado pelos bancos de leite. Um bebê de parto prematuro precisa de cuidados especiai

01/07/2021– 11:07

Foi inaugurada na tarde de 28 de junho, a Unidade de Reabilitação COVID-19, em Urucânia, localizada no antigo Asilo da Sociedade São Vicente de Paulo, no centro da cidade. A unidade será pioneira na região do Vale do Piranga. O Prefeito José Márcio esteve presente na inauguração do centro de saúde que vai oferecer consultas agendadas com médicos, fisioterapeutas, psicólogos, educadores físicos e nutricionistas para o tratamento de sequelas respiratórias, motoras, e de saúde mental de pacientes Pós- Covid-19. O investimento para a reforma, adequações, compras de equipamentos e manutenção da unidade de saúde foi realizado com recursos próprios do município. Na cerimônia de inauguração, o prefeito José Márcio, a secretária municipal de saúde, Fabiana Barbosa, e o secretário municipal de obras, Edgar Bento, recepcionaram outras autoridades: José Roberto Gariff (prefeito de São José do Goiabal e presidente da AMAPI), Adriano Alvarenga (prefeito de Rio Casca e presidente do CIMVALPI), Leidinha Mucida (vice-prefeita de Rio Casca), Maria do Carmo Mucida (secretária municipal de saúde de Rio Casca), Erika de Santana (secretária municipal de saúde de Guaraciaba), Fred Brum e José Mansur (ex-prefeitos de Urucânia), Vicente de Paula Anacleto (presidente da Sociedade São Vicente de Paulo) e os vereadores José Geraldo Toledo, Gerson Ramos, Elias Macedo, José Luiz do Sindicato, Lurdinha de Cardosos, Dorinha de Tim e Gustavo Gulão. A administração municipal de Urucânia agradeceu a todos os servidores municipais que trabalharam na realização do projeto e destacou o apoio da Sociedade São Vicente de Paulo pela cessão do espaço através de contrato firmado com a gestão municipal.

29/06/2021– 11:15

Por Agência Minas Lote enviado pelo Ministério da Saúde chegou ao estado nesta quinta-feira (24/6). Pela primeira vez, MG recebe vacinas da Janssen, o quarto imunizante a ser usado no Brasil   Minas Gerais recebeu, nesta quinta-feira (24/6), mais uma remessa de vacinas contra a covid-19. O 27º lote contendo 778.320 doses chegou ao Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins. De lá, a remessa seguiu para a Central Estadual de Rede de Frio para conferência de temperatura e armazenamento. Os imunizantes chegaram em dois momentos: pela manhã, 346.800 doses da CoronaVac e 149.550 doses da Janssen; no início da tarde, 281.970 doses da Pfizer completaram o lote enviado pelo Ministério da Saúde. Janssen Esta é a primeira vez que Minas Gerais recebe vacinas da Janssen. Aplicada em uma única dose, é o quarto imunizante em utilização no Brasil contra a covid-19. Juntamente com a AstraZeneca, CoronaVac e Pfizer, a vacina da Janssen chega ao estado para fortalecer a maior operação de vacinação da história de Minas Gerais. Fábio Marchetto / SES-MG Público-alvo De acordo com o Programa Nacional de Imunização (PNI), do Ministério da Saúde, as 281.970 doses do imunizante Pfizer serão destinadas à continuidade do esquema vacinal das pessoas com comorbidade, gestantes e puérperas com comorbidades e pessoas com deficiência permanente. As 346.800 doses da CoronaVac serão utilizadas para imunização das Forças de Segurança e Salvamento e trabalhadores da Educação do Ensino Básico e do Ensino Superior. Já as 149.550 doses da Janssen terão como destino a vacinação de pessoas com comorbidades e com deficiência permanente. Caso algum município tenha completado o esquema vacinal de todas as pessoas de um grupo prioritário, e tiver dose disponível, poderá avançar na imunização de outros grupos prioritários elencados pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde. Distribuição A logística de distribuição do 27º lote será divulgada em breve. Acompanhe o quantitativo de cada remessa 1ª remessa 577.480 doses da CoronaVac em 18/1/2021 2ª remessa 190.500 doses de AstraZeneca em 24/1/2021 3ª remessa 87.600 doses da CoronaVac em 25/1/2021 4ª remessa 315.600 doses da CoronaVac em 7/2/2021 5ª remessa 220.000 doses da AstraZeneca e 137.400 doses da CoronaVac em 23/2/2021 6ª remessa 285.200 doses da CoronaVac em 3/3/2021 7ª remessa 303.600 doses da CoronaVac em 9/3/2021 8ª remessa 509.800 doses de CoronaVac em 17/3/2021 9ª remessa 86.750 doses da AstraZeneca e 455.800 doses da CoronaVac em 20/3/2021 10ª remessa 116.600 doses de AstraZeneca e 359.000 doses de CoronaVac em 26/3/2021 11ª remessa 73.250 doses de AstraZeneca e 943.400 doses de CoronaVac em 1/4/2021 12ª remessa 257.750 da AstraZeneca e 220.400 da CoronaVac, em 8/4/2021 13ª remessa 426.000 da AstraZeneca e 275.200 da CoronaVac, em 16/4/2021 14ª remessa 316.750 doses da AstraZeneca e 73.800 da CoronaVac, em 23/4/2021 15ª remessa 578.000 doses da AstraZeneca e 11.800 doses da CoronaVac, em 29/4/2021 16ª remessa 30.400 doses da CoronaVac, em 1/5/2021 e 676.250 doses da AstraZeneca, em 3/5/2021 17ª remessa 50.310 doses da Pfizer, em 3/5/2021 18ª remessa 396.500 doses da AstraZeneca, em 6/5/2021 e 100.200 doses da CoronaVac, em 8/5/2021 e 112.434 doses da Pfizer, em 10/5/2021 19ª remessa 422.750 doses da AstraZeneca, em 13/5/2021, e 207.800 doses de CoronaVac 101.600 doses da CoronaVac, em 14/5/2021 20ª remessa 435.500 doses da AstraZeneca, 8.200 doses da CoronaVac e 64.350 doses da Pfizer, em 18/5/2021 21ª remessa 561.750 doses da AstraZeneca e 60.840 doses da Pfizer, em 26/5/2021 22ª remessa 588.500 doses da AstraZeneca, em 2/6/2021 62.010 doses da Pfizer, em 3/6/2021 23ª remessa 237.510 doses da Pfizer, em 8/6/2021 24ª remessa 362.750 doses da AstraZeneca, em 9/6/2021 25ª remessa 235.170 doses da Pfizer e 273.000 doses da CoronaVac, em 18/6/2021 26ª remessa 862.000 doses da AstraZeneca, em 21/6/2021 27ª remessa 346.800 doses da CoronaVac, 281.970 doses da Pfizer, 149.550 doses da Janssen, em 24/6/2021 Total: 13.439.824 doses  

25/06/2021– 11:08

Existem dezenas de métodos anticoncepcionais disponíveis no mercado. Porém, por motivos diversos, todos os dias, milhares de mulheres têm relações sexuais sem a devida proteção de um método de controle de natalidade, passando a estar sob elevado risco de desenvolver uma gravidez. Nesses casos, felizmente, ainda há uma alternativa: a contracepção de emergência, mais conhecida como pílula do dia seguinte (PDS). Ao contrário do que ocorre com os métodos contraceptivos clássicos, tais como os anticoncepcionais hormonais, diafragma e a camisinha, que são habitualmente utilizados antes ou durante a relação sexual, a contracepção de emergência é uma forma de contracepção que pode ser utilizada após o fim da relação não protegida. Quando tudo mais falha, a PDS é a solução. Portanto, a pílula do dia seguinte é um método contraceptivo de emergência, em formato de comprimidos, que pode ser usado após a relação sexual, sendo capaz de inibir uma gravidez quando a mulher ima-gina ter tido relações sem as devidas precauções. É importante frisar que a contracepção de emergência, como o próprio nome diz, é um método de controle de natalidade para ser usado apenas em situações de emergência. De forma alguma a pílula do dia seguinte deve ser usada habitualmente, como substituta dos métodos tradicionais de controle de natalidade, pois é menos eficaz e não há estudos sobre a sua segurança. Quais são os métodos contraceptivos de emergência? A contracepção de emergência, também chamada de contracepção pós-coito, é uma medida de controle de natalidade que deve ser utilizada pelas mulheres que não desejam engravidar, mas, por descuido ou fatalidade, tiveram relações sexuais sem a devida proteção. Existem duas formas de contracepção de emergência. *Pílulas anticoncepcionais de emergência, mais conhecidas como pílula do dia seguinte (PDS). *Dispositivos intrauterinos, conhecidos como DIU, que é efetivo mesmo se implantado depois da relação sexual já ter ocorrido. Atualmente, a pílula do dia seguinte é um medicamento barato. A maior parte das marcas pode ser encontrada com preços entre R$ 3 e R$ 10 reais a caixa com dois comprimidos. Pesquise antes de comprar. Não há nenhum estudo comprovando maior eficácia de uma marca em comparação as outras. Após uma relação sexual desprotegida, a pílula do dia seguinte deve ser tomada o mais rápido possível, pois a sua eficácia reduz-se com o passar do tempo. Apesar da já tradicional recomendação de 72 horas (03 dias), até o limite de 120 horas (05 dias) a contracepção de emergência ainda pode ser eficaz. É importante notar, entretanto, que cada dia que passar a eficácia contraceptiva do esquema se reduz, principalmente após as primeiras 72 horas. Em razão de a pílula do dia seguinte ser mais efetiva nas primeiras horas, recomendase a todas mulheres de vida sexual ativa que não planejam ter filhos a curto prazo ter pelos menos uma caixa do medicamento à mão para uso rápido em caso de emergência. *Artigo publicado com base no blog www.mdsaude.com

23/06/2021– 11:24

Todo mês é a mesma história: TPM, alterações de humor, vontade de atacar a geladeira e... cólica, muita cólica. Segundo um estudo realizado pela empresa MedInsight, denominado Dismenorreia e Absenteísmo no Brasil, cerca de 65% das brasileiras sofrem com o desconforto e 70% delas observam uma queda na produtividade durante a menstruação. Os ginecologistas Edilson Ogeda, do Hospital Samaritano, Cíntia Pereira, da Rede de Hospitais São Camilo, e Eduardo Vieira da Motta, do Hospital Sírio-Libanês, explicam por que o problema é tão comum e ensinam como amenizar a dor. O que causa a cólica menstrual? A cólica menstrual, chamada cientificamente de dismenorreia, tem início com os ciclos menstruais ovulatórios, por volta de dois anos após a primeira menstruação. Durante o período fértil —fase do mês em que a mulher está ovulando e que dura cerca de seis dias– há a liberação de prostaglandina, substância que promove a contração do útero para a eliminação do sangue menstrual. Isso pode ocasionar desde um desconforto leve na região pélvica ou no baixo ventre até dores intensas, que chegam a ser incapacitantes. As cólicas costumam ser mais intensas na adolescência, especialmente nos primeiros anos após o início da menstruação. Essa é a época em que os ovários amadurecem e passam a liberar um óvulo por mês. O útero ainda é pequeno e o orifício de saída, mais fechado. Na fase adulta, a cólica pode ser mais forte em algumas mulheres por usarem absorventes intravaginais, que atrapalham a contração uterina, ou por terem sensibilidade à prostaglandina, problema que não tem causa aparente. ENDOMETRIOSE A cólica que não passa pode ser doença séria A cólica geralmente tende a melhorar com o passar do tempo. Se piorar e se tornar persistente, pode ser indício de uma doença mais séria, como pólipos, mioma uterino, e, a mais comum, endometriose. De acordo com um levantamento realizado pela Fundação Mundial de Pesquisas em Endometriose em dez países, existe um tempo médio de 07 (sete) anos entre os primeiros relatos dos sintomas, como pontadas no ventre e dificuldade para engravidar, e a confirmação da disfunção. Portanto, é fundamental buscar auxílio médico ao perceber os primeiros sinais para esclarecer a causa do problema e descobrir o melhor tratamento. Se a cólica estiver relacionada a alguma doença, o tratamento dependerá de suas particularidades. Caso um problema mais grave tenha sido descartado, o alívio pode ser obtido por meio de medicamentos anti-inflamatórios não hormonais, contraceptivos hormonais, dispositivos intrauterinos ou até mesmo medicamentos hormonais, que podem levar a mulher a ficar sem menstruar. A melhor opção para cada caso deve ser avaliada pelo seu ginecologista. Lembre-se: a automedicação pode oferecer riscos à saúde e não deve ser praticada. Tratamentos não medicamentosos, como compressas de água quente, massagem e acupuntura, também auxiliam no combate à dor. Odega explica que a aplicação de agulhas estimula a produção de serotonina e endorfina, neuro-transmissores que aumentam a sensação de bem-estar. Já o calor da compressa provoca a dilatação dos vasos sanguíneos.

16/06/2021– 13:06

A psicóloga Carolaine Rigueira e as estagiárias Mayra Martins e Gabriela Rodrigues realizaram, durante a semana passada, uma campanha para conscientização contra o tabagismo no Hospital Nossa Senhora das Dores. As ações foram realizadas no Instituto de Oncologia Miguel Bartolomeu e no Centro de Nefrologia. Os pacientes receberam panfletos informativos sobre o tabagismo e participaram de um momento de reflexão e discussão sobre os prejuízos que o cigarro pode causar à saúde. O Instituto Nacional do Câncer, INCA, define o tabagismo como uma doença crônica causada pela dependência à nicotina presente nos produtos à base de tabaco. A doença é responsável por cerca de 200 mil mortes por ano no Brasil. Segundo dados do Ministério da Saúde, 9,8% da população brasileira com mais de 18 anos é fumante. O tabagismo é fator de risco para uma série de doenças, como câncer, infarto, derrame cerebral, enfisema pulmonar, entre outras.

14/06/2021– 17:05

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