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Policia

A PM de Urucânia foi chamada por Hermerson, de 35 anos, no dia 27 de fevereiro, às 21 h, que 02 (dois) indivíduos, um de nome Wallace, de 23 anos e um outro menor de 15 anos que levaram o seu carro. Segundo ele, os dois aceitaram. Começaram a trafegar pelas ruas da cidade no carro de Hemerson, um Fiat Palio, cinza, placa GRV1963. Quem estava no volante era Wallace. Hemerson disse aos militares, que após trafegarem por várias ruas do município, ele avisou aos aos indivíduos que a gasolina estava acabando e pararam na praça Beatriz de Carvalho. Ele desceu do carro, mas Wallace e o menor continuaram rodando. Os policiais militares rastrearam o veículo e o encontraram próximo da entrada do município de Jequeri. O veículo estava abandonado nas margens da estrada, sem nenhum dano aparente. Hemerson foi questionado pelos militares sobre sua amizade com Wallce para identificar uma possível motivação para o cometimento do delito. Hermerson disse ser homossexual e que trocava mensagens afetivas com o Wallace. Durante as investigações Hemerson trocou a versão dos fatos diversas vezes. Durante as diligências a fim de encontrar Wallace, os policiais receberam mensagem no grupo e nas redes sociais de familiares falando que menor morrera afogado. O Corpo de Bombeiros confirmou depois o resgate do corpo o menor envolvido no caso do veículo.

06/03/2021– 12:29

Igor Henrique, de 20 anos foi ao quartel de PM de Barra Longa dar queixa do sumiço da sua motocicleta Honda NX Falcon, placa HAW 2d45, no dia 28 de fevereiro, por volta das 17 h. Segundo Igor um cidadão de nome Denilton estava interessado em comprar a sua motocicleta. O suposto comprador estava em uma motocicleta Honda/CG Titan KS, vermelha, HBX-4865. O rapaz interessado em comprar a moto deixou a dele estacionada e pediu para dar uma volta de teste. Igor concordou e o homem saiu na motocicleta e não mais retornou e nem buscou a outra motocicleta que ele havia deixado estacionada. Igor é morador de Alvinópolis e estava na casa da sogra no povoado de Pouso Alto, zona rural de Barra Longa. No dia 1º de março, por volta das 15h30min, Igor informou à PM que a sua motocicleta estava estacionada na Avenida Custódio Silva, no Bairro Palmeiras, em Ponte Nova, em frente a um escritório de advocacia. No local, os policiais militares perguntaram para algumas pessoas de quem era a motocicleta estacionada. Eles disseram que o homem que a havia estacionado a moto estava dentro do escritório de advocacia em frente. Os militares entraram no escritório e identificaram o homem, de nome Marcelo, de 40 anos, que estava conversando com o advogado. Os policiais questionaram o homem sobre o veículo e ele disse aos militares que a havia comprado. O homem saiu do escritório conversando com os policiais segurando um embornal. Os policiais pediram para vistoriar o saco e o homem disse que “militar nenhum colocaria as mãos nele”. Os militares insistiram que ele deveria se submeter à busca pessoal, mas ele continuou se recusando. Marcelo caminhou em direção a porta do escritório de advocacia, dando a entender que entraria no local, mas foi impedido pelos militares. Com a desobediência do homem em sua recusa a aceitar a revista, os militares decidiram imobilizá-lo e algemá-lo, porém, quando os policiais tentaram segurar seus braços para realizar a torção, o autor se debateu e arrastou os militares pela calçada, tentando se desvencilhar da ação policial. Foi necessário a conter o homem pela força física. Resistindo, o indivíduo arrastou os militares para o interior do escritório dos advogados, momento em que a arma de um militar caiu no chão e Marcelo tentou pegá-la. Em seguida chegaram mais 02 (dois) militares, que tentaram imobilizar o autor, com o uso de outras técnicas. O homem continuou resistindo fortemente e com a chegada de mais 03 (três) militares, ele foi algemado nas mãos nos pés. Ele foi levado para a Delegacia Regional de Polícia Civil junto com uma faca encontrada no embornal.

06/03/2021– 12:25

Avó do recém-nascido, suspeita de participação no crime, teve sua prisão revogada pela Justiça No final da tarde do dia 26 de fevereiro, o Delegado da Polícia Civil de Ponte Nova, Dr. Silvério Rocha de Aguiar, esclareceu à imprensa sobre o caso do assassinato do bebê após o parto e completou dizendo que a avó, suspeita de participar do crime, teve a sua prisão revogada pela Justiça após trabalhos profissionais da advogada Daniel Ibrahim, que argumento que a participação da avó da criança não se encontrava demonstrada no Auto de Prisão em Flagrante. A mulher ganhou liberdade provisória. O Delegado Dr. Silvério Rocha de Aguiar diante do fato novo, soltura da suspeita, disse vai continuar investigando o caso do brutal assassinato do bebê ocorrido na noite do dia 25 de fevereiro. Ele disse que ainda não há provas consistentes que aleguem o envolvimento direto da avó no crime e ela ficará à disposição da Justiça, durante as investigações.   CRIME BÁRBARO ABALA A OPINIÃO PÚBLICA A Polícia Militar de Ponte Nova foi chamada no Hospital de Nossa Senhora das Dores por várias pessoas, por volta das 19h50min, do dia 25 de fevereiro. Os médicos socorriam um bebê gravemente ferido, supostamente vítima de um aborto. O bebê não resistiu aos ferimentos e faleceu. São suspeitos do assassinato, a mãe, uma adolescente de 12 anos e a avó E.E.S, de 49 anos. Os policiais militares conversaram com a mãe do bebê, uma adolescente de 12 (doze) anos e ela disse há algum tempo vinha sentindo cólicas e dores, mas que não sabia que estava grávida. De repente, em 25 de fevereiro entrou em trabalho de parto e expeliu o bebê. Acrescentou ainda que ao ver um bebê saindo do seu corpo, entrou em estado de choque e buscou uma faca na cozinha e desferiu facadas no pescoço do bebê. A adolescente disse que a sua mãe não havia participado do fato e ao perceber que ela havia abortado um bebê ficou muito nervosa e saiu para a rua aos gritos. Médicos, enfermeiros e policiais perceberam que haviam muitas contradições na narração dos fatos. Os médicos questionaram que um parto como esse, considerando as condições da gestante e do bebê, seria impossível ser realizado como foi narrado pela adolescente. Durante os questionamentos dos policiais, a adolescente entrou em contradições e continuou afirmando que a sua mãe não havia feito qualquer coisa. Segundo relatos constantes no Boletim de Ocorrência, a mãe da adolescente também não conseguia explicar diversos questionamentos. Outra equipe de policiais militares foi para o local do fato e encontraram uma mulher, de 44 anos, limpando várias peças de tecido e também o próprio local do crime. O que chamou ainda mais a atenção. A mulher, segundo pessoas do lugar onde aconteceu o crime, seria a companheira da avó da criança. Após ouvirem várias testemunhas e moradores das proximidades, os militares novamente fizeram novo contato com a adolescente que confessou que ela e sua mãe sabiam da gravidez. Disse também que sua mãe a teria ajudado durante o parto. Afirmou, entretanto, que teria desferido os golpes de faca no bebê, tentando enforcar o recém-nascido com um fio de um carregador de celular. Além disso, a adolescente contou que teria deixou o recém-nascido cair e bater com a cabeça em uma cômoda. A perícia técnica no local do acontecido encontrou os instrumentos utilizados no crime: uma faca e um fio sujo de sangue, além de verificar marcas de sangue na cômoda. O pai do recém-nascido, um adolescente de 16 anos, contou para a PM que teve um relacionamento amoroso com a adolescente em junho de 2020 e que após alguns meses ela havia dito a ele que estava grávida, propondo ainda a realização de um aborto. Após se negar a praticar o aborto, o adolescente teria tido pouco contato com a gestante, pois terminaram o namoro. De acordo com as informações e relatos apurados, os policiais militares prenderam a avó do bebê, a mulher que tentou apagar as provas do crime, apreenderam a adolescente e informaram ao menor que ele será indiciado por estupro de vulnerável. Adolescente foi atendida no Hospital de Nossa Senhora das Dores após o aborto clandestino

06/03/2021– 12:19

O corpo de Wanderley Cardoso de Souza, de 53 anos, foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros, no Rio Piranga, nas proximidades do Bairro da Rasa, no dia 24 de fevereiro por volta das 10h43min. Wanderley estava desaparecido desde o dia 21 de fevereiro e o seu desaparecimento foi oficializado pela Polícia Militar no dia 22 do mesmo mês. O resgate foi na margem esquerda do rio, Rua João Alves de Oliveira. O corpo estava preso em um galho de bambu. A PM acionou a perícia criminal da Polícia Civil que foi até o lugar e realizou os trabalhos de praxe. Segundo o perito, devido ao avançado estado de decomposição do corpo não foi possível visualizar lesões provenientes de crime. Diversos familiares foram até o local reconhecer o corpo de Wanderley, pois da última vez em que foi visto, estava usando uma camisa da seleção da argentina (camisa listrada das cores azul e branca), também uma bermuda vermelha, uma pulseira no braço direito, e tinha uma tatuagem na altura do ombro direito. Local no Bairro Rasa próximo onde o corpo foi encontrado O Corpo de Bombeiros fizeram o trabalho de resgate do corpo no rio Piranga

06/03/2021– 12:09

Dois homens foram presos em Santo Antônio do Grama por suposto tráfico de drogas, na Rua Moisés Brandão (Bairro Rosário). Um deles tem 32 anos e o outro 26, conhecidos por Davidson e Lucas respectivamente. Foram denunciados e flagrados pelos militares com entorpecentes. O flagrante foi por volta das 14h, do dia 25 de fevereiro. A operação policial envolveu militares de Rio Casca e Santo Antônio do Grama. Os militares foram até a residência de Lucas e encontraram uma quantidade de maconha e o homem denunciado confessou que a droga era realmente sua e de Davidson, que ao perceber os policiais que foram à sua casa tentou fugir com uma sacola nas mãos, mas foi alcançado. Os militares vasculharam a sacola do homem e encontraram dentro dela 01 (um) tablete grande de maconha e outros tabletes menores. Os materiais apreendidos pelos militares na operação: 07 (sete) tabletes maiores de maconha; 52 buchas de maconha; 01 (um) pino de cocaína; 01 (um) celular e material para dolagem de entorpecentes. Segundo informações, contra Davidson também há uma prisão preventiva cautelar em aberto pelo crime de roubo com emprego de arma de fogo.

06/03/2021– 11:57

Uma espingarda chumbeira de fabricação artesanal foi encontrada pela PM de Rio Casca no dia 27 de fevereiro, por volta das 15h30min., nas adjacências da Rua Osmar Campos Filho (em um pasto), logradouro do Bairro Cruzeiro, em Rio Casca. Uma mulher denunciou aos policiais a localização da arma. Os militares acionados foram para o local da denúncia e começaram a monitorar o lugar de um ponto estratégico com o objetivo de flagrar o retorno do proprietário da arma de fogo, porém com o início da noite e risco da operação ter sido descoberta, os policiais acabaram apreendendo a arma de fogo sem conseguirem sem flagrar o autor. Para evitar acidentes, em local seguro e distante de pessoas e transeuntes, os policiais fizeram um disparo da carga de chumbo e pólvora que estava no interior do cano da arma de fogo apreendida. A arma apreendida foi entregue na Delegacia de Polícia Civil de Rio Casca no primeiro dia útil após a sua apreensão

06/03/2021– 11:53

Um jovem de 20 anos foi preso pela PM de Oratórios traficando drogas. O jovem tinha contra ele um mandado de prisão em aberto. O fato ocorreu quando militares do Destacamento realizavam batida policial e abordaram o homem. A ocorrência foi registrada em 25 de fevereiro. Após a prisão do jovem, os militares foram até a sua residência para verificar denúncias de que tal indivíduo possuía drogas armazenadas no local, dessa forma, após as buscas serem autorizadas pela mãe do rapaz, os militares localizaram 17 papelotes de cocaína e mais uma porção, material apropriado pela dolagem de drogas e R$ 990,00 em dinheiro.

06/03/2021– 11:49

Policiais militares de Ponte Nova receberam no dia 02/03 denúncia sobre um homem chamado Lincoln, 20 anos, que poderia estar com drogas. Na checagem policial, ocorrida na Rua Pernambuco, logradouro localizado na Vila Alvarenga, foi constatado que o autor estava com 10 pedras de crack, 01 (um) Rádio PTT (PTT significa Push To Talk, que em tradução livre é pressione para falar) e R$ 1.081,00 e 01 (um) celular. O homem foi conduzido para DRPC com o material apreendidos para as providências legais.

04/03/2021– 11:39

Policiais Militares de Ponte Nova apreenderam 02 (dois menores, de 16 e 17 anos. Na mesma operação, realizada no dia 1º de março, por volta das 12h25min, na  Rua Solidária, Bairro São Pedro, foram presos 02 (dois) homens, de 20 e 28 anos. Os militares receberam um chamado pela sala de operações dizendo que os 04 (quatro) indivíduos estavam armados e com a intenção de matar um homem de apelido “Grilo”. A PM montou uma operação e foi para o local para tentar coibir o possível delito e conseguiram deter os mal-intencionados, além de apreender 01 (um) revólver de calibre 32, com 03 (três) munições; 15 buchas de maconha maiores e 53 menores. Os envolvidos e o material apreendido foram encaminhados para a Delegacia Regional de Polícia Civil (DRPC) para as providências legais.

04/03/2021– 11:37

A PM de Ponte Nova prendeu no dia 26 de fevereiro, no Bairro Santo Antônio, Ronaldo Adriano, de 39 anos, suspeito de traficar drogas. Ele estava dirigindo uma motocicleta sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O homem era alvo de várias denúncias e no momento da sua abordagem pelos militares estava de posse de vários materiais ilícitos. Para prendê-lo, a PM montou monitoramento na Rua Francisco Abrantes Fortuna, que dá acesso ao Bairro Guarapiranga. No momento da apreensão do denunciado foi apreendida com ele uma motocicleta. Com ele,  também foram encontrados  03 (três) buchas de maconha e várias sementes da mesma erva; 01(uma) faca; a quantia de R$ 11.923.00; 01 (uma) balança de precisão; 01 (uma) tesoura; 01 (uma) tampa com restos de cocaína e uma sacola plástica amarrada a uma corda para a comercialização de drogas. Local onde Ronaldo Adriano foi preso pela PM

04/03/2021– 11:35

Por volta das 19h50min. do dia 25/02, a Polícia Militar de Ponte Nova foi chamada no hospital Nossa Senhora das Dores por várias pessoas. Os médicos socorriam um bebê gravemente ferido, supostamente vítima de um aborto. O bebê não resistiu aos ferimentos e faleceu. São suspeitos do assassinato, a mãe, uma adolescente de 12 anos e a avó, uma senhora de 49 anos. Os policiais militares conversaram com a mãe do bebê, uma adolescente de 12 anos, e ela disse para a polícia que vinha há algum tempo sentindo cólicas e dores, mas que não sabia que estava grávida, e que entrou em trabalho de parto e expeliu o bebê. Acrescentou ainda, que ao ver um bebê saindo do seu corpo, entrou em estado de choque e buscou uma faca na cozinha e desferiu facadas no pescoço do bebê. Ao ser questionada pelos militares, a adolescente disse, inicialmente, que a sua mãe não havia participado do fato. Segundo a adolescente, sua mãe, ao perceber que ela havia abortado um bebê, ficou muito nervosa e saiu para a rua aos gritos. Médicos, enfermeiros e policiais perceberam que haviam muitas contradições na narração dos fatos. Os médicos questionaram que: um parto como esse, considerando as condições da gestante e do bebê, seria impossível de ser realizado como foi narrado pela adolescente. A adolescente foi novamente questionada pelos militares e começou a entrar em contradições e continuou afirmando que a sua mãe não havia feito qualquer coisa. Os policiais militares também investigaram e tomaram o depoimento da mãe da adolescente (avó do bebê), uma senhora de 49 anos, e disseram que constataram que ela também não conseguia explicar diversos questionamentos. Além disso, outra equipe policial deslocou até o local do fato para realizar o isolamento do lugar, onde acionaram a perícia técnica. Mas chegando ao local encontraram uma outra mulher, de 44 anos, limpando várias peças de tecido e também o próprio local do crime. O que chamou ainda mais a atenção. A mulher de 44 anos, segundo pessoas do lugar onde aconteceu o crime, seria a companheira da avó da criança. Após ouvirem várias testemunhas e moradores das proximidades, os militares novamente fizeram contato com os envolvidos e, apresentadas as diversas contradições, a adolescente confessou que ela e sua mãe sabiam da gravidez, e que sua mãe teria lhe ajudado durante o parto, entretanto, reafirmou que ela sozinha teria desferido os golpes de faca no bebê, e que ainda teria tentado enforcar o recém-nascido com um fio de um carregador de celular, além disso  a adolescente contou que teria deixou o recém-nascido cair e bater com a cabeça em uma cômoda. A perícia técnica no local do acontecido encontrou os instrumentos utilizados no crime: uma faca e um fio sujo de sangue, além de verificar marcas de sangue na cômoda. Os policiais também conversaram e investigaram o pai do recém-nascido, um outro adolescente de 16 anos, e ele contou para a polícia que teve um relacionamento amoroso com a adolescente em junho de 2020, e que após alguns meses ela havia dito a ele que estava grávida, propondo ainda a realização de um aborto. Após negar a praticar o aborto, o adolescente teria tido pouco contato com a gestante, pois terminaram o namoro. De acordo com as informações e relatos apurados, os policiais prenderam a avó do bebê em flagrante, a terceira mulher envolvida que tentou apagar as provas do crime, apreenderam a adolescente, mãe do bebê, e ainda informaram ao adolescente, pai do bebê, que ele irá responder pela prática do crime de Estupro de Vulnerável, já que na época dos fatos ele teve conjunção carnal com uma adolescente de 11 anos de idade. Ainda durante o registro da ocorrência, os policiais receberam a triste notícia de que o bebê não havia resistido aos ferimentos e faleceu. Movimentação dos policiais militares e civis próximo ao local dos fatos Avó do bebê assassinado tem a sua prisão revogada No final da tarde de (26/02), o delegado da polícia civil de Ponte Nova, Dr.Silvério Rocha de Aguiar, esclareceu a impressa sobre o caso do assassinato do bebê após o parto, e completou dizendo que a avó, suspeita de participar do crime, teve a sua prisão revogada pela sua defesa. Dr. Silvério, que está investigando o caso do brutal assassinato do bebê, o crime bárbaro ocorrido na noite de (25/02), disse que ainda não há provas consistentes que aleguem o envolvimento direto da avó no crime, e ela ficará à disposição da justiça, durante as investigações.  

26/02/2021– 22:29

Apartamento no Cojan pega fogo Um apartamento, de um dos prédios do Conjunto Cojan, começou a pegar fogo no dia 24/02, por volta das 13h. O incêndio foi divulgado nas redes sociais da cidade em momento instantâneo, e o Corpo de Bombeiros de Ponte Nova foi acionado para deter as chamas, chegando ao local há uns 20min. após o chamado. Um apartamento do quarto andar, de fundos, do prédio do conjunto Cojan, que fica ao lado da entrada do antigo Colégio Dom Helvécio (onde hoje funciona o Instituto Montessori), o primeiro prédio de cima para baixo na Francisco Vieira Martins, foi consumido por um incêndio com chamas altas e muita fumaça preta. Segundo moradores, que evacuaram o prédio assim que perceberam o incêndio, o apartamento de fundos do quarto andar em chamas estava vazio, o morador não se encontrava no local. Alguns moradores chegaram a arrombar a porta, e entraram no apartamento com extintores de incêndio comuns para tentar apagar o fogo, antes que o Corpo de Bombeiros chegasse. Mas devido à altura e a quantidade das chamas, que já consumiam grande parte do apartamento, não conseguiram. O Corpo de Bombeiros que também foi acionado por moradores assim que o incêndio teve início, chegaram logo após o chamado, quando interditaram a Avenida Francisco Vieira Martins, onde fica situado o prédio, para o trabalho de contenção das chamas. Os bombeiros entraram em ação com os equipamentos apropriados e conseguiram acabar com as chamas e com o incêndio, em aproximadamente 40min. O fogo não alastrou para nenhum outro local ou apartamento, mas consumiu quase todo o apartamento atingido, segundo informações do Sargento Arildo, do Corpo de Bombeiros de Ponte Nova. Não ouve feridos, pois o apartamento estava vazio, e nem pessoas intoxicadas com a fumaça preta que estava dentro do local e também saía pelas janelas do apartamento. Até o fechamento desta matéria, a perícia técnica solicitada não possuía ainda as causas e os motivos do incêndio.

26/02/2021– 13:33

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