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José Domingos de Moraes, conhecido como Dominguinhos, nasceu em Garanhuns, Pernambuco, no dia 12 de fevereiro de 1941, filho de um famoso tocador e afinador de foles, mestre Chicão. Aos 06 (seis) anos de idade, ainda com o apelido de Neném do Acordeon, tocava pandeiro com seus irmãos Moraes (sanfona) e Valdomiro (malê, espécie de zabumba) no trio Os Três Pinguins. O grupo apresentava-se em feiras e portas de hotéis de Garanhuns. Numa dessas exibições, em 1948, foi ouvido por Luiz Gonzaga o conhecido Rei do Baião, que ficou encantado com Dominguinhos e prometeu-lhe uma sanfona de presente se algum dia ele resolvesse ir ao Rio de Janeiro. Em 1954, sua família mudou-se para o Rio, radicando-se em Nilópolis. Dominguinhos procurou o Rei do Baião para cobrar-lhe a promessa, sendo presenteado com uma sanfona nova. Dominguinhos esteve em Ponte Nova, na década de 1990. Os apresentadores do show na Praça Cid Martins Soares, em Palmeiras, foram Adair Liberatto e Ricardo Motta. Domiguinhos se encantou tanto com a cidade, por onde andou na beira do Rio Piranga e pelas ruas de Palmeiras. O artista ponte-novense João Bosco, Aldir Blanc e João Donato compuseram. Nossas últimas viagens, dedicada a Ponte Nova e Dominguinhos foi seu primeiro intérprete. Leia a primeira estrofe: “Eu passei por Ponte Nova/ Procurando Daniel/ Disse um cascudo nas águas/ Teu amigo foi pro céu/ Foi botá Deus no seguro/ No baú das buginganga/Levou faca afiadinha/ Pra mió cortar laranja”.   Martinho da Vila, de “Todas as Mulheres do Mundo”, nasceu há 83 anos Martinho José Ferreira, depois rebatizado popularmente Martinho da Vila, morador ilustre do Bairro Vila Isabel, nasceu em Duas Barras, Rio de Janeiro, em 12 de fevereiro de 1938. Filho de lavradores da Fazenda do Cedro Grande, mudou-se para o Rio de Janeiro aos quatro anos. Martinho da Vila é compositor, cantor e escritor. Foi criado na Serra dos Pretos Forros. Sua primeira profissão foi Auxiliar de Químico Industrial, função aprendida no curso intensivo do SENAI. Servindo o exército como sargento quer cuidava da burocracia da em sua homenagem. Foi então que descobriu que a fazenda onde nascera estava à venda e a adquiriu. O carismático Martinho da Vila é um sambista que atravessa os tempos no auge do sucesso

16/02/2021– 12:14

O diretor de participações da Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, Denísio Liberato Delfino, foi o entrevistado de segundafeira,1º de fevereiro, na Live do Valor. A entrevista, conduzida pela repórter da sucursal do Valor no Rio de Janeiro, Juliana Schincariol, foi transmitida pelo site e pelas páginas do Valor no You Tube, no LinkedIn e no Facebook. O executivo é filho de Adair Liberatto (secretária de Cultura de Rio Doce) e Jadir Delfino (falecido). Trabalha no Banco do Brasil desde 2000, tendo tomado posse como concursado em Ubá e depois veio para Ponte Nova. Ele assumiu a diretoria de Participações da Previ em junho do ano passado (2020), indicado pelo patrocinador Banco do Brasil para a vaga em substituição a Renato Proença, que ocupava o cargo desde 2015. Na Live Valor, Denísio falou sobre o trabalho da fundação na diversificação dos ativos e o esforço para aumentar a aderência das investidas às práticas ambientais, sociais e de governança (ESG na sigla em inglês). Comentou o movimento da entidade em reduzir suas participações relevantes em companhias e sair de blocos de controle. Na prática, isso também implica na redução do número de conselheiros que representam o fundo de pensão e em novas formas de engajamento nas empresas. A Previ tem uma carteira bilionária (R$ 105,67 bilhões) com fatias relevantes em companhias abertas e fechadas. Somente a Vale representa mais de R$ 40 bilhões para o fundo de pensão. Após o rompimento da barragem em Brumadinho, a Previ trabalha para melhorar as práticas de governança da mineradora. Doutor e mestre em Economia pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas, Denísio Augusto Liberato Delfino possui graduação em Economia pela Universidade Federal de Viçosa. Foi coordenador-geral de Análise Macroeconômica na Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda em Brasília. Economista/estrategista da Unidade Private Bank do Banco do Brasil em São Paulo. Foi também pesquisador sênior e analista financeiro nas Diretorias de Finanças (Brasília-DF) e Internacional (São Paulo-SP) do Banco do Brasil. Denísio Liberato Delfino, foi o entrevistado de segundafeira,1º de fevereiro, na Live do Valor

11/02/2021– 14:51

Ao menos oito mulheres foram mortas por ex-maridos na frente das famílias Uma jovem de 22 anos foi morta com golpes de faca na tarde de sexta-feira, 25 dezembro, em pleno Dia da Natal, em Ervália, cidade vizinha de Viçosa. Segundo a Polícia Militar (PM), o marido, Romário Lucas de Freitas, 31 anos foi preso, após ter atacado a vítima, sua esposa Amanda Reis Alves, 22 anos, na frente dos 03 (três) filhos do casal, todos menores, entre 01 (um) e 03 (três) anos. De acordo com o Boletim de Ocorrência (BO), o homem ligou para a PM através do 190 e disse que a jovem não teria aceitado o término do relacionado e se matado. Os militares desconfiaram da história e foram até a casa, onde estavam os filhos do casal. Aos policiais, uma das crianças contou que o pai matou a mãe. Amanda engrossou a lista de ao menos mais 07 (sete) mulheres, todas mortas entre os dias 24 e 25 de dezembro deste fatídico Natal que ficará conhecido como o Natal do Feminicídio. Amanda era a mais jovem de todas, com 22 anos apenas enquanto o ciúme também atingiu uma ex-mulher de um deles que cometeu suicídio, Loni Piebe de Almeida, de 74 anos, que morava em Ibarama, interior do Rio Grande do Sul. Veja as outras que morreram em vários estados: Viviane Vieira do Amaral Arronenzi, de 45 anos, moradora de Niterói (RJ); Thalia Ferraz, 23, de Jaraguá do Sul (SC); Evelaine Aparecida Ricardo, 29, de Campo Largo (PR); Anna Paula Porfírio dos Santos, 45, de Recife (PE); Aline Arns, 38, de Forquilhinha (SC) e Antonia Leuda de Sousa, de 34 anos, moradora em Leme, interior de São Paulo ( marido tentou suicídio). 07 (sete) mulheres que, até este Natal, viviam suas vidas separadamente, ou juntas com o marido assassino, mas agora se encontram nas estatísticas do Feminicídio no Brasil. Na véspera de Natal, Viviane, que é Juíza de Direito, morreu com 16 facadas desferidas pelo ex-marido, o engenheiro civil Paulo Arronenzi; Thalia foi morta a tiros pelo ex-companheiro diante dos parentes; Evelaine não resistiu ao ser baleada pelo namorado durante a ceia; Loni recebeu 01 (um) tiro na cabeça pelo ex-companheiro, que cometeu suicídio. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu. Já no dia 25, Anna Paula foi morta a tiros pelo marido dentro de casa, onde também estava a filha de 12 anos; Aline foi baleada pelo ex-companheiro também no interior da residência por volta das 20h30min. Amanda, de Ervália, foi morta depois do almoço, pelo marido. Estatística - No Brasil, Feminicídio - tipificado pela Lei 13.104 de 2015 - é definido como um homicídio em contexto de violência doméstica e familiar ou em decorrência do menosprezo ou discriminação à condição de mulher, normalmente praticado por alguém do convívio da vítima, dentro de casa ou em locais onde ela costuma estar. A nível nacional, o Atlas da Violência 2020, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), verificou que, entre 2013 e 2018, a taxa de homicídio de mulheres fora de casa diminuiu 11,5%, enquanto as mortes dentro de casa aumentaram 8,3%. O levantamento concluiu que este dado é um indicativo do crescimento de feminicídios.

01/01/2021– 10:00

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