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Desde o final de janeiro, está disponível no YouTube o documentário “Na Imensidão do Pequeno”, produzido pelo Instituto Terra Brasilis (ITB) em parceria com o Laboratório de Genética da Conservação de Abelhas (LaBee), do campus Florestal da Universidade Federal de Viçosa (UFV). A produção apresenta pesquisas científicas sobre abelhas ameaçadas de extinção na Bacia do Rio Doce, conectando ciência, território e histórias humanas. O documentário reúne estudos conduzidos pelo professor Helder Canto Resende e sua equipe, que investigam a diversidade e a conservação de espécies de abelhas na região. As pesquisas contaram com o apoio do Projeto Biodiversidade Rio Doce e do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), por meio de uma chamada pública que aprovou três subprojetos propostos pelo ITB, em parceria com a UFV, sob coordenação técnica do professor. O financiamento, no entanto, foi encerrado neste ano, o que resultou na suspensão das pesquisas de campo. O filme Com 37 minutos de duração, Na Imensidão do Pequeno reúne ações do projeto Abelhas do Rio Doce, que integrou o monitoramento da biodiversidade na região. A produção também aborda os impactos do rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), destacando que muitas espécies de abelhas que constroem seus ninhos no solo foram soterradas pela lama. Além do viés científico, o documentário traz relatos de agricultores familiares, que observam as abelhas em seu cotidiano e reconhecem a relação direta desses insetos com a produção de alimentos, como o café. As filmagens ocorreram em diferentes localidades de Minas Gerais e do Espírito Santo, incluindo o campus Florestal da UFV, conectando áreas protegidas, espaços de pesquisa e territórios onde as abelhas fazem parte da vida diária das comunidades. O documentário está disponível gratuitamente no YouTube, com legendas e acessibilidade em Libras, ampliando o acesso ao conteúdo e reforçando a importância da divulgação científica e da conservação da biodiversidade. Informações: UFV

10/02/2026– 12:04

Dez anos após uma das maiores tragédias ambientais já registradas no país, os membros dos Comitês Afluentes da Bacia Hidrográfica do Rio Doce reforçam a importância da união dos colegiados nas discussões sobre a restauração dos cursos d’água e avaliam a atual situação ambiental do manancial, ainda profundamente marcado pelo desastre que provocou danos incalculáveis. O rompimento da Barragem de Fundão, em Mariana, ocorrido em novembro de 2015, deixou cicatrizes profundas no Rio Doce. O episódio gerou impactos devastadores nas comunidades ribeirinhas, entre povos indígenas que dependiam da pesca e na população dos municípios atingidos, tanto em Minas Gerais quanto no Espírito Santo. Ao longo dessa década, os representantes dos comitês das porções mineira e capixaba do Rio Doce uniram esforços e ampliaram ações voltadas à preservação e recuperação da bacia. Para o presidente do CBH Piranga, Carlos Eduardo Silva, o cenário atual é de lentidão na reparação e desigualdade no reconhecimento da tragédia. “Após dez anos do rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, a situação ainda é marcada pela lentidão da reparação, pela desigualdade no reconhecimento e indenizações das vítimas e pela permanência dos impactos sociais e ambientais. Estamos sempre buscando parcerias, especialmente com o Ministério Público, para fortalecer o processo de repactuação. Nosso objetivo maior é alcançar a universalização do saneamento”, destacou. Entre os avanços conquistados nesse período está a aprovação do Plano Diretor de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Suaçuí (PDRH), que traça um diagnóstico da realidade ambiental do território e define estratégias para solucionar os principais problemas em curto, médio e longo prazos. Apesar disso, o presidente do CBH Piranga ressalta que ainda há muito a ser feito. “Na avaliação do comitê, os acordos firmados ao longo dessa década não cumpriram integralmente o propósito de reparação ambiental da bacia. O que ainda falta? A repactuação ambiental, a recuperação do leito do rio — ainda com presença de rejeitos em suspensão — e a melhoria da qualidade da água e da vida aquática. A reparação total dos danos ambientais, a garantia de segurança hídrica e a reparação social seguem como desafios em andamento”, afirmou. Fonte: Prefécio Comunicações

06/11/2025– 14:58

Um acesso indevido ao sistema Sisbajud, operado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com o Banco Central (BC), resultou no vazamento de dados cadastrais vinculados a 11 milhões de chaves Pix. O incidente ocorreu nos dias 20 e 21 de julho e foi confirmado oficialmente nesta quarta-feira (24). Segundo nota do Banco Central, as informações expostas são de natureza cadastral, incluindo: Nome do titular da chave Pix Tipo de chave (CPF, e-mail, celular etc.) Instituição financeira Agência e número da conta Dados sensíveis como senhas, saldos, extratos bancários ou informações protegidas por sigilo não foram comprometidos. “O vazamento não permite movimentações de recursos, nem acesso às contas ou a outras informações financeiras”, destacou o BC. De acordo com o CNJ, o problema foi rapidamente identificado, contido e corrigido. O sistema voltou a funcionar normalmente após a adoção de medidas de segurança. A Polícia Federal e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) foram acionadas e acompanham o caso. Apesar de não haver comprometimento direto de valores ou contas, o CNJ alerta que a exposição de dados cadastrais pode facilitar tentativas de golpes e fraudes, como: Mensagens falsas em nome de bancos ou instituições públicas Phishing (envio de links maliciosos) Falsas cobranças via Pix Por isso, recomenda-se: Desconfiar de contatos suspeitos Não clicar em links enviados por SMS, e-mail ou aplicativos de mensagens Reforçar senhas e utilizar autenticação em dois fatores O CNJ reforça que não faz contato com cidadãos por telefone, e-mail ou SMS. Um canal oficial será disponibilizado no site do órgão para consulta individual sobre quem foi afetado. O vazamento acontece em um cenário de crescente atenção à segurança digital no país, especialmente após a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O artigo 48 da norma exige que os responsáveis por dados pessoais comuniquem incidentes com risco ou dano relevante aos titulares. Fonte: G1  

24/07/2025– 10:26

Nascido em viçosa, a Cidade Universitária, Danilo de Castro completou 80 anos de idade no último dia 05 de março. Recebeu diversas homenagens, principalmente do seu filho, o deputado federal Rodrigo de Castro (União Brasil). Danilo de Castro é filiado ao PSDB. Foi secretário estado do Governo de Minas Gerais em diversas ocasiões e deputado federal eleito por 03 (três) vezes consecutivas. A trajetória de Danilo de Castro mostra sua vocação para a coisa pública e o respeito de altas autoridades brasileiras, entre elas o ex-Presidente Itamar Franco, que o nomeou presidente da Caixa Econômica federal no período de 20 de outubro de 1992 até 30 de março de 1994, quando Danilo de Castro iniciou sua campanha para uma cadeira na Câmara dos Deputados. “Hoje é um dia muito especial para nossa família e para todos que tiveram e têm o privilégio de acompanhar a trajetória do meu pai. Seu compromisso com Minas Gerais, seu trabalho incansável e sua liderança sempre foram exemplos de dedicação e amor ao próximo. Que esta data seja marcada por homenagens e pelo reconhecimento de tudo o que construiu e segue construindo ao longo dos anos. Parabéns, pai! Sua história nos inspira e nos enche de orgulho”, disse seu filho Rodrigo de Castro, o deputado federal mais votado de Ponte Nova nas últimas eleições. Nesta data importante, Danilo de Castro foi homenageado com um artigo do ministro do TCU, Antônio Anastasia, publicado no jornal Estado de Minas. O Líder Notícias, dirigido pelos também viçosensea, jornalista Leandro Torres, e o gerente Irani Silva, republica o texto (box) e parabeniza Danilo de Castro. A última raposa de Minas Antonio Anastasia  (*) Antonio Anastasia  Ao me referir à raposa, eu não aludo ao animal silvestre ou ao símbolo do Cruzeiro Esporte Clube... uso uma figura de linguagem que a tradicional política mineira, herdeira da República Velha, utilizava para identificar as principais lideranças políticas do estado. Personalidades ilustres, extremamente hábeis na arte da boa política, do diálogo, da conciliação, na superação de divergências e na identificação de soluções para os problemas relevantes. Assim, a boa política mineira legou ao Brasil muitas destas “raposas”, políticos reconhecidos e famosos pela capacidade do convencimento e da supremacia pela cordialidade e poder de argumentação! Benedito Valadares, José Maria Alckmin, Magalhães Pinto, Tancredo Neves, Hélio Garcia, Antonio Carlos Ribeiro de Andrada, Pio Canedo, Gustavo Capanema, dentre outros tantos, bem ilustram esta notável galeria de homens públicos renomados e exitosos em seus misteres. Todavia, ao longo dos últimos anos, o modo de fazer política alterou-se substancialmente. Ao invés do diálogo e da conciliação, o conflito e a ofensa; ao contrário da conversa ao pé do ouvido e das visitas pessoais e das caminhadas com eleitores, no contato pessoal, olho no olho, as redes sociais. Destarte, o estilo prevalente de política não é mais o mesmo de outrora, infelizmente, em meu pessoal juízo! Mas estas reflexões servem tão somente para explicar o título deste artigo e o seu destinatário: a última raposa política de Minas – Danilo de Castro. Conheci Danilo de Castro na década de 90 do século passado, quando ele já exercia o mandato de deputado federal e eu integrava o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. Mas nossa maior aproximação deu-se com a campanha eleitoral e posterior administração do governador Aécio Neves, em Minas Gerais, a partir de 2002. Fomos integrantes juntos do governo, ele como secretário de Estado do Governo, responsável por toda a articulação política do governo e eu como secretário de Planejamento e Gestão, responsável pela coordenação geral das políticas públicas. Neste período frutuoso da história de Minas, trabalhamos de forma fraternal e pude, muito satisfeito, reconhecer no estilo de Danilo de Castro o espírito maior da verdadeira política mineira. Com seu jeito concomitantemente simples e ameno, mas firme e decidido quando necessário, Danilo de Castro comandou, ao longo de 12 anos, o dia a dia da política estadual, em seus aspectos mais relevantes. Com certeza, o mais longevo coordenador político de governo em nosso estado. Com paciência infinita ao receber parlamentares, prefeitos, lideranças políticas de todos os matizes, Danilo de Castro sempre tinha uma palavra positiva a cada um: se não resolvesse de pronto o assunto demandado, assumia o compromisso de se empenhar em sua solução. E o mais peculiar é que o interessado, ainda que não atendido no pleito, em muitas vezes nem posteriormente, saía do despacho agradecido e satisfeito, pois tinha sido recebido e tratado com o que são fatores mais importantes no mundo político: atenção, respeito e consideração. São estas frutíferas qualidades que diferem um político comum daqueles poucos que alcançam o status de “raposa”, mercê de sua habilidade e elegância no trato pessoal. Tive a honra de contar com Danilo de Castro em meu governo em Minas Gerais, de 2010 a 2014, como secretário de Estado de Governo e confesso que tinha a mais absoluta serenidade da certeza de sua condução assertiva nos aspectos políticos de nossa administração. Tanto assim, que em todo este longo período, jamais tivemos uma derrota sequer na Assembleia Legislativa do Estado. Faço, deste modo, esta singela homenagem ao grande homem público Danilo de Castro, em seu octogésimo aniversário, responsável que foi por um período de grande estabilidade política no estado, o que permitiu um imenso salto em nosso desenvolvimento econômico e social. Oxalá o futuro permita o retorno da política feita com diálogo e compreensão, sem ódios, a gerar, aí sim, novas “raposas”. Por ora, é uma espécie em extinção, da qual Danilo de Castro é o derradeiro e vitorioso exemplar. (*) Professor, mestre em Direito Administrativo pela UFMG, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), ex-governador de Minas Gerais.  

28/03/2025– 11:41

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta terça-feira, 04 de fevereiro, no Palácio do Planalto, a jovem Samille Malta, de 19 anos, única estudante de escola pública a tirar nota 1.000 na redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2024. Ela era aluna do Coluni (Colégio de Aplicação) Universidade Federal de Viçosa (UFV). Lula comentou a recepção a Samille Malta durante discurso na abertura da 6ª edição do Encontro do Pnae (Programa Nacional de Alimentação Escolar). Samille Malta confessou ter mais facilidade, de modo geral, com a área de Exatas, mas não teve dificuldades em desenvolver a redação do ENEM, que teve como tema: Desafios para a valorização da herança africana no Brasil”.  Samille Malta, que vai estudar Medicina na Universidade Federal de Minas Gerais, é de Brockton, Massachusetts, nos Estados Unidos, mas mudou-se para Virginópolis, Minas Gerais, aos 07 (sete) anos. Seus pais são brasileiros. Virginópolis tem pouco mais de 10 mil habitantes, de acordo como Censo do IBGE de 2022. Fica no leste dfe Minas, perto de Ipatinga. Virginópolis É conhecida pelo seu famoso Festival da Jabuticaba, que reúne os virginopolitanos ausentes, com shows, desfiles e venda de produtos produzidos a partir da jabuticaba. A futura estudante de Medicina, Samille Malta conseguiu o encontro com o presidente Lula por meio da deputada federal Ana Pimentel do PT, a pedido de Sávio José, que também foi estudante do Coluni, de Viçosa.

05/02/2025– 10:37

Na segunda-feira 13 de janeiro, a nota do Enem tão esperada por milhares de estudantes foi divulgada. A estudante Samille Leão Malta, gabaritou o tema da redação Desafios para a valorização da herança africana no Brasil, proposto para o Enem 2024. Samille moradora do interior de Minas Gerais, Virginópolis. Em 2020 foi estudar no Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa (CAp-Coluni). A redação nota mil foi resultado de muito estudo. “Eu tinha dificuldades em me expressar, fiz cursinho de redação, aprendi as fórmulas, mas o que me valeu muito foi o conteúdo que aprendi nas aulas de história, geografia e outras matérias. Aprendi a sentir o tema, a refletir sobre ele e a ter senso crítico sobre as coisas da vida. Isso fez a diferença na minha redação”. “Infelizmente no Brasil as escolas não mostram que muitos de nossos hábitos vêm da cultura africana e nem os governos valorizam as tradições, as crenças e as manifestações artísticas da cultura negra”, escreveu na redação.  Agora o sonho de Samille está mais próximo, Medicina, seu desejo é estudar em uma universidade pública tão boa quanto a UVF.

14/01/2025– 13:47

Na madrugada do domingo 12 de janeiro, chuvas intensas no Vale do Aço, resultou em tragédia, 11 óbitos. Sendo:10 em Ipatinga, sendo 01 (uma) vítima na Rua Boston, 06 (seis) Rua Turim, 01 (uma) Rua Salomão, 02 (duas) Rua Tucanuçu e na Cidade Santana do Paraíso 01 (uma) vítima Rua Finlândia. Das onze vítimas, duas eram crianças e 05 (cinco) pertenciam à mesma família com idades entre 8 e 75 anos. Devido ao deslizamento de encostas que atingiram várias residências em bairros como Vila Celeste, Barra Alegre, Bethânia e Canaã. Além das mortes, as equipes de resgate seguem atuando na busca por desaparecidos e na assistência aos afetados pelas fortes chuvas e deslizamentos. Segundo informação da Secretaria do Estado de Governo de Minas, ao 150 pessoas estão desabrigadas na cidade. Os Bombeiros também receberam chamados para vistorias em áreas afetadas por quedas de barreiras e instabilidade no solo. O temporal causou transbordamento de córregos, alagamentos e deslizamentos em diversos pontos da cidade. De acordo com a prefeitura de Ipatinga, a cidade registrou 80 milímetros de chuva em uma hora. O município decretou Estado de Calamidade Pública por 180 dias. A prefeitura informou que o estádio Ipatingão foi preparado para abrigar pessoas atingidas pela tragédia. Até o momento, não há um levantamento oficial do número de desabrigados e desalojados. Na tarde de ontem, o Governador de Minas Gerais, Romeu Zema emitiu uma nota lamentando e se solidarizando com os familiares das vítimas.    

13/01/2025– 10:36

Márcio Rocha Francelino e José João Lelis de Souza, da UFV, farão parte de um grupo seleto de pesquisadores que explorarão todo o continente Antártico para entender as mudanças climáticas através dos solos gelados. A UFV participa de expedições na Antártica há mais de 20 anos e, entre os 61 pesquisadores da atual expedição, apenas os brasileiros e mais dois outros pesquisadores focarão em estudos sobre criossolos. A UFV, sob a liderança do professor Carlos Ernesto Schaefer, está envolvida em pesquisas na região da Antártica Marítima desde 2002. Durante as expedições, os pesquisadores já instalaram 29 sítios para monitorar temperatura e umidade do solo, formando a maior rede mundial desse tipo e criando um importante banco de dados. Nesta nova expedição, eles percorrerão nove estações de pesquisa de outros países, onde os brasileiros irão estudar a formação e transformação dos solos ao longo do tempo. José João Lelis, em sua quarta viagem à Antártica, coletará amostras de solos e investigará sua gênese, afirmando que “o solo é como um livro, ele conta a sua própria história”. As rochas que formam os solos serão datadas para entender a evolução da região ao longo de bilhões de anos. Em paralelo, Márcio Francelino, em sua 17ª viagem, instalará sensores em nove estações para monitorar a temperatura, que enviarão dados via satélite. Esses sensores ajudarão a avaliar as mudanças climáticas e as emissões de gases de efeito estufa. A pesquisa é crucial, pois a Antártica, assim como o Ártico, é sensível às mudanças climáticas, e suas descobertas podem prever impactos globais, como o aumento do nível do mar e a biodiversidade. Os pesquisadores dedicarão dois meses a essa importante tarefa no continente gelado. As pesquisas citadas nesta matéria estão alinhadas com os seguintes Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS): Ação Contra a Mundaça Global do  Clima, Vida na Água e Vida Terrestre.

10/01/2025– 13:39

No dia 09 de janeiro, quinta-feira, foi feita a primeira revelação da dupla do Big Brother Brasil 25, ambos são de Minas Gerais, cidade de Ubá. Pai e filha irão participar, Edilberto de 42 anos, popularmente conhecido em Ubá como o palhaço Danoninho, é dono de um circo itinerante que percorre o interior do Brasil, encantando diferentes plateias e Raissa de apenas 19 anos, cresceu imersa no mundo mágico do circo. A jovem, que começou a se apresentar ainda criança, é especialista em números de bambolê, além de trabalhar com arco e flecha e dar vida a personagens infantis no espetáculo familiar. Carismática, Raissa se descreve como animada, emotiva. Em Ubá, a participação de Edilberto e Raissa já mobiliza a torcida local, que irá acompanhar com grande expectativa o dia da dupla. Será que o talento circense irá conquistar o público brasileiro e Ubá ganhará o prêmio? segunda-feira,13 de janeiro, segunda-feira, irá estrear o Brother Brasil 25.

10/01/2025– 09:20

Na manhã de terça-feira, 7 de janeiro, a Polícia Federal iniciou a Operação Progênie, que desmantelou um esquema de fraudes contra o INSS, causando perdas milionárias ao governo, mais de R$ 7 milhões. Foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e sete mandados de busca e apreensão, emitidos pela Justiça Federal de Ponte Nova, nas cidades de Ouro Preto, Mariana e Viçosa. A operação foi feita em colaboração com a Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social. A investigação da Força-Tarefa Previdenciária de Minas Gerais mostrou que o grupo criminoso falsificava documentos, como certidões de nascimento e RG, para criar pessoas fictícias e obter benefícios do INSS, especialmente para idosos de baixa renda, resultando na identificação de 43 benefícios fraudulentos. Os envolvidos podem enfrentar penas de 2 anos e 4 meses à 9 anos e 7 meses de prisão. O prejuízo causado pelas fraudes excedeu sete milhões de reais, e a operação evitou um dano maior de mais de nove milhões de reais aos cofres públicos. A operação, “Progênie”, faz referência à origem das fraudes, que envolviam principalmente membros de uma mesma família. O termo significa “descendência” ou “descendentes”, “origem” destacando a conexão entre os criminosos.  

07/01/2025– 14:20

O período das inscrições para a 1ª edição do Prêmio Mulheres e Ciência, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) termina na próxima segunda-feira, 06 de janeiro de 2025. Líder Notícias publica as fotos das vencedores de 2023. São objetivos do Prêmio: promover a diversidade, pluralidade e participação de mulheres na Ciência, Tecnologia e Inovação, além de fortalecer a equidade de gênero e étnico-racial. Serão investidos cerca de R$ 500 mil. Haverá prêmios para pesquisadoras com até 45 anos de idade; com idade a partir de 46 anos, e para instituições que se destaquem na implementação de ações de igualdade de gênero. O edital prevê, para cada uma das 03 (três) faixas, prêmios em 03 (três) grandes áreas do conhecimento: Ciências da Vida; Ciência Exatas, da Terra e Engenharias; e Ciências Humanas e Sociais, Letras e Artes – totalizando 09 (nove) premiações. Além do CNPq e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), são parceiros da iniciativa o Ministério das Mulheres (MM), o British Council Brasil e o Banco de Desenvolvimento da América Latina e do Caribe.

30/12/2024– 09:21

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