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Adilson Bombassaro

Caros leitores, Todo ciclo tem um fim, e hoje, com um misto de gratidão e nostalgia, escrevo minha última coluna para este jornal. Foram 676 edições em 13 anos de uma jornada incrível, recheada de aprendizados e trocas, que me permitiram crescer tanto profissionalmente quanto como cidadão. Se eu precisasse resumir toda essa experiência em uma palavra, eu não conseguiria, pois ela é feita de muitas emoções e memórias. Lembro-me do primeiro texto, da ansiedade da estreia e da responsabilidade que é ocupar este espaço, dialogando diretamente com vocês, que sempre foram a razão de cada palavra escrita. Ao longo dos anos, este jornal foi minha casa, um lugar onde pude exercitar a liberdade de expressão e a paixão pelo jornalismo. Mais do que apenas informar ou opinar, meu maior aprendizado foi o de ouvir. Através dos abraços, e-mails e conversas, entendi as nuances da nossa comunidade e a força das nossas raízes. Foi uma honra poder usar esta plataforma para, de alguma forma, contribuir para o debate público e o bem-estar da nossa sociedade. Agradeço a cada um de vocês pelo apoio e pela oportunidade de caminhar juntos até aqui. Este percurso reforçou em mim o profundo amor à pátria. Acredito na força do nosso povo, na importância da informação de qualidade e na capacidade de juntos, construirmos um futuro melhor. Meu compromisso com esses valores permanece inabalável, mesmo seguindo novos caminhos. Na trajetória, da mídia escrita no papel à digital. Metamorfose vivida. "Vivi a essência de uma das transformações mais profundas da comunicação humana nas últimas décadas”. Resultou no progresso inegável, quanto na nostalgia de uma era que se encerra. A transição da mídia escrita no papel para o formato digital não foi apenas uma atualização tecnológica; foi uma verdadeira metamorfose cultural e comportamental que todos nós, de alguma forma, vivenciamos. A era do papel era tangível, permanente e, de certa forma, ritualística. Folhear um jornal pela manhã, sentir a textura das páginas de um livro ou guardar uma carta impressa criava uma conexão física e sensorial com a informação. O papel tinha peso, ocupava espaço e exigia tempo — o tempo do prelo, da distribuição e da leitura focada. Hoje, meu coração está cheio de gratidão. Agradeço à direção do jornal pela confiança, aos colegas de redação pela parceria e, principalmente, a vocês, leitores e leitoras, por me permitirem entrar em seus lares e mentes por mais de uma década. A saudade será eterna, mas as lições e o carinho que recebi ficarão para sempre. Sigo de mãos vazias, mas com o coração confiante e a certeza de que a vida é feita de ciclos que se encerram para que novos possam começar. Não é um adeus, mas um "até logo", pois as histórias que compartilhamos continuarão a viver nas páginas que escrevi e nas mentes que toquei! Obrigado por tudo e BOAS FESTAS! Com carinho, Adão Adilson Bombassaro  

19/12/2025– 11:21

Caros leitores, Todo ciclo tem um fim, e hoje, com um misto de gratidão e nostalgia, escrevo minha última coluna para este jornal. Foram 676 edições em 13 anos de uma jornada incrível, recheada de aprendizados e trocas, que me permitiram crescer tanto profissionalmente quanto como cidadão. Se eu precisasse resumir toda essa experiência em uma palavra, eu não conseguiria, pois ela é feita de muitas emoções e memórias. Lembro-me do primeiro texto, da ansiedade da estreia e da responsabilidade que é ocupar este espaço, dialogando diretamente com vocês, que sempre foram a razão de cada palavra escrita. Ao longo dos anos, este jornal foi minha casa, um lugar onde pude exercitar a liberdade de expressão e a paixão pelo jornalismo. Mais do que apenas informar ou opinar, meu maior aprendizado foi o de ouvir. Através dos abraços, e-mails e conversas, entendi as nuances da nossa comunidade e a força das nossas raízes. Foi uma honra poder usar esta plataforma para, de alguma forma, contribuir para o debate público e o bem-estar da nossa sociedade. Agradeço a cada um de vocês pelo apoio e pela oportunidade de caminhar juntos até aqui. Este percurso reforçou em mim o profundo amor à pátria. Acredito na força do nosso povo, na importância da informação de qualidade e na capacidade de juntos, construirmos um futuro melhor. Meu compromisso com esses valores permanece inabalável, mesmo seguindo novos caminhos. Na trajetória, da mídia escrita no papel à digital. Metamorfose vivida. "Vivi a essência de uma das transformações mais profundas da comunicação humana nas últimas décadas”. Resultou no progresso inegável, quanto na nostalgia de uma era que se encerra. A transição da mídia escrita no papel para o formato digital não foi apenas uma atualização tecnológica; foi uma verdadeira metamorfose cultural e comportamental que todos nós, de alguma forma, vivenciamos. A era do papel era tangível, permanente e, de certa forma, ritualística. Folhear um jornal pela manhã, sentir a textura das páginas de um livro ou guardar uma carta impressa criava uma conexão física e sensorial com a informação. O papel tinha peso, ocupava espaço e exigia tempo — o tempo do prelo, da distribuição e da leitura focada. Hoje, meu coração está cheio de gratidão. Agradeço à direção do jornal pela confiança, aos colegas de redação pela parceria e, principalmente, a vocês, leitores e leitoras, por me permitirem entrar em seus lares e mentes por mais de uma década. A saudade será eterna, mas as lições e o carinho que recebi ficarão para sempre. Sigo de mãos vazias, mas com o coração confiante e a certeza de que a vida é feita de ciclos que se encerram para que novos possam começar. Não é um adeus, mas um "até logo", pois as histórias que compartilhamos continuarão a viver nas páginas que escrevi e nas mentes que toquei! Obrigado por tudo e BOAS FESTAS! Com carinho, Adão Adilson Bombassaro  

15/12/2025– 16:04

Quem é você Jair? Um inocente fora do contexto das manobras políticas? Aquele que nunca comprou apoio para seus projetos e viu muitos hibernarem nas gavetas do Congresso? Um presidente que não comprou vacinas contra a COVID porque a ANVISA não tinha liberado e foi chamado de genocida na CPMI controlada pela esquerda lacradora? Você devia ter comprado o imunizante no camelódromo e respiradores na clandestinidade sem se preocupar com a entrega. Você devia ter aumentado os impostos em vez de baixá-los. Não devia ter direcionado recursos para os desamparados pelo desemprego. Quem mandou você depurar as Estatais e torná-las superavitárias? Olha como estão hoje, bilhões desviados para a festa dos “cumpanheros”, e você Jair, traído e perseguido pelo Sistema. Não é assim que se governa. Faltou conchavos e favorecimentos. Deixar o governo sem processo de corrupção está fora do contexto. Mas não do seu. E agora Jair? Ao entregar o governo não se deixa R$ 55 bilhões de superavit. Você devia ter criado mais uma dúzia de “BOLSAS” para garantir sua reeleição. Para que ser honesto quando a mentira contada diversas vezes se torna verdade? Você não entendeu que o Executivo é submisso ao Judiciário. Você não entendeu que mandar dinheiro para “los amigos” em contas irrecuperáveis retornam em forma de apoio logístico e estratégico para ganhar eleição. Lembra da facada na barriga que te levou a 9 cirurgias? O bandido está solto e quem mandou também. Agora a punhalada foi pelas costas. Um caminhão de melancia caiu no teu quintal. Os traíras se deram bem, e os amigos com idade avançada, condenados para morrer na prisão. Quem é você Jair? O patriota que nos deu 4 anos de esperanças? Na política não se joga só dentro das “quatro linhas”, Jair. Nas suas viagens você levava a comitiva para almoçar “hot dog” no quiosque da praça. Para que economizar dinheiro do contribuinte? E o cartão corporativo? De que valeu a decência? Você queria dignidade para o povo que hoje troca voto pelos benefícios sociais. Eles não queriam trabalhar e você devia ter deixado. Quando você levou água ao sertão nordestino afetou os coronéis dos carros pipas. Não se desmonta um “esquema” que operava a décadas. Você atingiu o ponto fraco. Gerou empregos para muitos e para aqueles que preferem as “bolsas”. Elas venceram! Deus, pátria, família e liberdade. Você sonhou e nos arrastou no seu sonho. Isso nos levaria a uma democracia “plena”, que sinceramente, não existe aqui. “Oxalá um dia ela exista”. Você quis valorizar o pessoal da enfermagem, mas “eles” engavetaram. Valorizou os professores e eles pregam Paulo Freire. Para que semear? Jair sonhador! Hoje eu te conheço. Você é o Bolsonaro, o MITO da esperança e da dignidade, da liberdade, da família e do amor a Deus acima de tudo. Você é um inocente vítima do sistema. Você é o deputado federal que chegou à Presidência da República panfletando na mídia. Que percorreu caminhos espinhosos. Que não vendeu a alma para nos servir. Você é Jair Messias Bolsonaro, para quem a esperança nunca morre. Força Capitão!    

05/12/2025– 11:38

No passado não muito distante, transportar boiada requeria atravessar rios infestados de piranha. Depois vieram estradas, pontes e novas formas de deslocar a manada. Ainda no antigamente, os tropeiros escolhiam um boi magro e o sangravam rio abaixo para atrair e saciar os peixes vorazes. E rio acima, a boiada atravessava sem maiores riscos. Explico a analogia: atualmente a mídia distrai a opinião pública dando ênfase aos assuntos que interessam ao poder. Para isso, ela é devidamente remunerada. Os do contra, “chupam o dedo”. Neste formato, está difícil ser seletivo. Quem busca informação fica à mercê daquilo que nos impõe. Sem cronologia precisa, selecionei alguns acontecimentos. A invasão policial às favelas do Complexo do Alemão e da Penha no RJ (28/10) foi usada no formato “lavamos as mãos”. Confrontos intensos com o Comando Vermelho resultaram em 122 mortes, incluindo 5 policiais e 117 suspeitos. Para isentar o governo federal de responsabilidade colocou-se foco no governador Cláudio Castro (PL-RJ), porque a COP-30 atraia a atenção mundial. Sobre Cláudio descarregaram todo tipo de acusação, até uma velha denúncia do tempo de eleição. Visita de ministro do STF ao Centro de Operações da PM/Rio colocou pressão. Combater o crime “quase” virou crime. A Lei Antifacção desfilou intensamente no Congresso e na mídia. As facções e o governo venceram; facções não são grupos terroristas. Politicamente a oposição perdeu e marginais quase viraram heróis. A COP30 (10 a 21/11) em Belém PA, foi um fracasso de organização. Invasão de indígenas e de militantes do PSOL resultou em agressões e suspensão das atividades. Faltou energia, comida e acomodações caras. Navios, iates e mais de 150 geradores de energia elétrica consumindo combustível fóssil. Para coroar o fracasso, um incêndio com 27 pessoas atendidas e 6 internadas por inalação de fumaça. Os avanços para financiar ações para o clima foram tímidos. Inclusão social fez parte das discussões e como sempre, não trarão resultados. Não houve consenso sobre o fim dos combustíveis fósseis. Essa bandeira levantada pelo Brasil desafiou a lógica. Para quem tem o poder econômico e a capacidade de mudar rumos, o petróleo vai ser usado até a última gota. Para preservar os planos da “esquerda” era preciso abafar internamente o fracasso da COP30. No dia 22/11, logo após o encerramento da COP-30 veio a prisão da Jair Bolsonaro. Teria a data (22) alguma relação com o Partido dele? Lembrando: a condenação de Bolsonaro aconteceu em 11 de setembro. Seria resposta contra as sanções impostas pelo USA ao ministro Alexandre de Moraes? Em 11/09/21 a AL-QAEDA de Osama Bin Laden atacou as Torres Gêmeas do World Trade Center e o Pentágono. Incluindo 19 terroristas, foram 2.996 mortos. Mais de 6.000 feridos. Foi o maior atentado terrorista na história em solo americano. Alexandre de Moraes foi cirúrgico na escolha das datas. E assim, vão nos distraindo. Messias será ministro do STF. Haddad continua extraindo ($) de quem produz e gera emprego. O plano de transformar o Brasil em país Socialista continua. O boletim Prisma Fiscal projeta um déficit em torno de R$ 75 bilhões. Dinheiro do povo usado para iludir e garantir voto desse mesmo povo.  

28/11/2025– 10:48

COP30 terminará neste dia 21 de novembro, podendo ser prorrogada se para as decisões não houver consenso. A COP de Belém tem uma pauta viciada e repetitiva. Na última década os temas principais são o aquecimento global, transição para o fim do uso do combustível fóssil e canalização de verbas para irrigar os diversos Fundos. Desmatamento da Amazônia foi inserido por pressão e aceite do governo brasileiro. As propostas, como sempre acontece, integrarão um documento que os países firmam e depois esquecem. Cientificamente o tema aquecimento global parece ser aquele que merece mais atenção. Falar em aquecimento em tempo de frio intenso parece utopia. No Brasil tivemos em 2025 um dos invernos mais rigorosos dos últimos tempos e na Europa, EUA e outros países ele também acontece. Para relembrar um fenômeno, em 1964 houve registro de neve no Distrito Federal, algo extremamente raro fora da região Sul do país. Há registros da revista SCIENCE de que existem cerca de 215 mil geleiras no mundo. Nessa estimativa, não estão incluídas as grandes camadas de gelo da Groenlândia e da Antártida. Essas geleiras ocupam uma área de 705 mil km². Elas são os principais reservatórios de água doce fora das calotas polares e desempenham papel crucial no equilíbrio climático global. O monitoramento se dá por sensores remotos, drones, satélites e estações de campo. Alguns cientistas apontam imprecisões no monitoramento, principalmente aqueles feitos por satélites. Dizem eles, que apenas 100 geleiras são monitoradas, e se assim o for, os dados seriam insuficientes para se determinar riscos. Mas eles existem. Expedição de 7 meses, iniciada em dezembro/2024 reuniu pesquisadores da Rússia, China, Brasil, Argentina, Chile, Índia e Peru. Viajaram a bordo do navio russo Akademik Tryoshnikov e percorreram 20 mil km da costa Antártida. Coletaram dados físicos e atmosférico, químicos e biológicos para entender os impactos das mudanças climáticas nas geleiras. O desafio é entender como os fenômenos espaciais afetam o planeta. E concluíram que as geleiras cresceram os últimos 3 anos. Aumentando as geleiras na Antártida é de se pensar o futuro. Se acontecer o aquecimento global haverá mais água nos oceanos e os danos podem ser enormes. Num cenário de extremismo, os oceanos poderiam subir 1,9 metros até o ano 2100, segundo estudo da Universidade Tecnológica de Nanyang. Se acontecer, cidades como Macapá, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Recife ficariam parcialmente submersas. Com maior nível de água, os oceanos represariam um rio que deságua diretamente no mar (rio de foz oceânica) e os efeitos de alagamento poderão chegar as nascentes. O aquecimento global é levado a sério por alguns e desacreditado por muitos. Estudos indicam que o tema deve ser elevado a sério. A COP30, infelizmente, não consegue despertar a atenção necessária para que ações efetivas sejam adotadas desde já. A transição para o uso de energia limpa e abandono do combustível fóssil tem forte resistência dos países produtores como membros da OPEP, Rússia e China. Eles não assinam qualquer tratado que determine data para o fim do uso. Como dito, extrairão até a última gota. Arrecadar fundos a fundo perdido, está envolto em ceticismo. Países pobres estão com o pires na mão.  

21/11/2025– 11:59

Na última semana registrei aqui na coluna que o número de líderes mundiais com presenças confirmadas na COP30 seria de 57. Por líderes, entenda-se chefes de estados ou governos. O número foi divulgado pela ISTOÉ. No vaivém das narrativas, a presença de líderes chegou a 16. A organização do evento é deficiente: falta de energia elétrica, ar-condicionado insuficiente para as altas temperaturas de Belém, carros incendiados, transporte e segurança deficientes mesmo com a GLO, manifestações inadequadas de grupos que buscam notoriedade, e o custo das acomodações e refeições exorbitantes e oportunistas. No site TERRA encontrei os seguintes preços: sanduiche natural R$ 35 – água mineral 300 ml R$ 25 – brigadeiro R$ 20 e a coxinha R$ 30. Não encontrei o preço do “pão com mortadela”. Provavelmente a distribuição é gratuita. As acomodações para hospedagem, segundo o Ministro de Portos e Aeroportos Silvio Costa Filho a CNN, os preços estão dentro da normalidade. Depende do ponto de vista do que é normalidade. Pousadas cobram US$ 100 (R$ 527) sem café da manhã. Hotéis 5 estrelas chegam a US$ 3,5 mil (R$ 18.445) a diária. Para atender o evento, o governo contratou dois navios de turismo: o MSC Seaview e o Costa Diadema. Juntos, oferecem 3.882 cabines e capacidade para até 9 mil pessoas, com diárias variando de R$ 3 mil a R$ 25 mil. Alternativa encontrada para compensar a infraestrutura insuficiente de hospedagem. Aí não resisto a pergunta: por que A COP não foi para Manaus onde a infraestrutura está praticamente pronta? Qual a vantagem de mostrar Belém com a sala arrumada e a sujeira varrida para debaixo do tapete? Num evento em que se combate a queima de combustível fóssil, esses navios consomem toneladas de óleo diesel. Não bastasse isso, o governo alugou um IATE de grande porte para fazer morada. O barco consome 3,6 mil litros de diesel por dia. Mas no discurso de Luiz Inácio na abertura do evento, foi enfático em defender a transição energética e a redução do uso do petróleo. Discursos a parte, o governo autorizou o início da prospecção de jazida de petróleo na bacia do Rio Amazonas. Planos e sonhos irrealizáveis e ideias generosas cheias de narrativas, porém impossíveis. A cúpula da COP só fala em dinheiro. Nações ricas prometem para países pobres doações para os próximos 5/10 anos, esperando que eles invistam na preservação do meio ambiente. Se não ficarem na promessa, as verbas percorrem um longo caminho até terminar no proposto. Nessa trajetória é comum acontecer forte desidratação dos recursos. A proposta do governo brasileiro para criar o TFFF – Fundo Florestas Tropicais para Sempre – engatinha. O Brasil possui a maior área de florestas tropicais do mundo e seria o principal beneficiado. Legislar em causa própria pode ser restritivo. Brasil, Noruega, Indonésia, França e Portugal aderiram ao projeto. O total prometido ultrapassa US$ 5,5 bilhões, metade da meta anual. A China prefere não desagradar TRUMP, com quem vem fazendo bons negócios. Outros membros, prometeram pensar. Em tempos de aquecimento do planeta, a COP30 ainda não esquentou. BOA SEMANA, e pense: tenha consciência e respeito com todas as raças.

14/11/2025– 10:50

Começará no próximo dia 10 a COP30 patrocinada pelos contribuintes brasileiros. Serão 15 dias e o objetivo é mostrar ao mundo os temas relacionados ao clima. Para organizar o evento a governo contratou sem licitação a Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI) ao custo de R$ 478,3 milhões. Contratar serviços com dinheiro público sem licitar, é ilegal. O trabalho da OEI é cuidar da logística, hospedagem, segurança, infraestrutura e serviços gerais aos participantes. A OEI tem experiência em organização de eventos internacionais multilaterais. Valor bem maior (R$ 5 bilhões) foi investido na revitalização de Belém, sede do evento. No escopo a reforma do Mercado São Brás, pavimentação de ruas, transporte público e ampliação da rede hoteleira. A segurança também contemplada na verba, estará amparada pela GLO – Garantia da Lei e da Ordem, com atuação das Forças Armadas. Confirmada a presença de 57 chefes de Estado, além de 168 delegações oficiais e representantes de 198 países signatários da ONU. Na COP29 realizada em BAKU no Azerbaijão/2024, 100 líderes mundiais estiveram presentes. Pelos números, a COP30 “made in Brazil” será menos representativa que a de BAKU. Para a agenda de Belém haverá continuidade das discussões que trarão a mesa a necessidade de “avanços para o financiamento climático”, mitigação de danos e implementação de metas do Acordo de Paris. A respeito, os EUA retiraram-se do Acordo de Paris e pela 1ª vez em 30 anos, deixarão de participar do encontro. Além de Donald Trump, Javier Milei (ARG Presidente) e Santiago Peña (Paraguai) também boicotarão o evento. Recentemente TRUMP afirmou na Assembleia Geral da ONU que “as mudanças climáticas são a maior farsa do mundo”. Para quem quer para “já” a transição energética, ele diz que defende o uso do carvão e critica energias renováveis. Surtou! TRUMP quer acordos bilaterais de energia. O Brasil vai colocar a Amazônia na vitrine. Cobiçada pela vasta quantidade e diversidade de minerais em suas terras raras, crescerá a cobiça da China, França, EUA e do megaespeculador e multimilionário húngaro George Soros, famoso por quebrar o Banco da Inglaterra em 1992. A Amazônia está em território brasileiro, mas afirmar que ela é “nossa”, é como fechar os olhos para o perigo. Certamente a promessa de acabar com o desmatamento ilegal na Amazônia até 2030 será reafirmada com ênfase no discurso de abertura. Será que o próximo governo dará conta da missão? O governo brasileiro insistirá na criação do TFFF – Fundo Florestas Tropicais para Sempre – para o qual oferecerá 1 BILHÃO. O presidente não disse até agora se de Real ou Dólar. O TFFF busca romper com a lógica de doações pontuais, propondo um modelo de investimento climático com retorno financeiro. Estou curioso para saber como se dará e quem regerá o Fundo. Será que a ideia de criar a arrecadação foi do ministro Fernando Haddad? Considerando que os recursos virão de investidores públicos e privados, que serão compensados com lucros gerados pelo fundo, teme-se pelo insucesso. As restrições dos EUA refletem a política ambiental de TRUMP, cada vez mais distante dos compromissos climáticos globais. Sua ausência da COP30 enfraquece o peso político e financeiro do evento.    

07/11/2025– 11:42

Após 5 anos de hibernação no IBA MA sob a proteção da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, finalmente foi auto rizada a prospecção de petróleo na Foz do Rio Amazonas. Apenas a sondagem está autorizada. Se houver petróleo, e os indícios indicam ter muito, a autorização para exploração será outra novela. Nada fora dos padrões num país que ainda discute quem matou Odete Roitman. Se foi Leila ou Marco Aurélio, ou se ela fugiu e vive “la dolce vita” em paraíso fiscal, não faz diferença e nem vai baixar a taxa SE LIC. Direcionando a análise para o mundo de hoje, perdemos tempo e riqueza. Explico: no mesmo lençol petrolífero a Venezuela e Bolívia retiram quantidades significativas do “ouro negro”. Uma riqueza energética estratégica que moveu o mundo até aqui. Quem vem lá de traz, do período pós 2ª guerra mundial, sabe que o desenvolvimento ocorrido nas últimas 8 décadas trouxe melhoras na vida das pessoas. A influência positiva do petróleo vai além dos postos de gasolina. Tem sido um dos pilares da economia global, com papel estratégico e econômico. Como fonte primária de energia movimenta aviões, navios, carros e gera energia elétrica em muitos países. É também base na indústria petroquímica, como matéria-prima para plásticos, fertilizantes, medica mentos, tecidos sintéticos e cosmético. Imaginemos se tudo isso não existisse. O mundo seria um “saco”. O petróleo também influencia o mercado financeiro. A cotação do barril afeta a in f lação, a taxa de juros e até políticas públicas. Também gera conflitos quando atua como motor da geopolítica. Alianças e sanções muitas vezes giram em torno do controle das reservas e rotas de distribuição. Quem tem petróleo tem poder. Nos equivocamos quando cremos que a transição energética acontece rá rapidamente. Os donos do petróleo com seus poderes e influências para mudar rumos, não irão permitir que o “ouro negro” petrifique no subsolo. A extração se dará até a última gota. Os estudos para desenvolver uma energia alternativa continuam e as soluções não serão uniformes. O Brasil tem possibilidade de uma matriz energética diferenciada, a exemplo dos EUA e outros poucos. O ETANOL de cana de açúcar ou de milho poderá ser a vedete brasileira. É energia renovável. O biodiesel já faz parte da com posição do óleo diesel que aqui se consome. A produção dele se dá em processo químico relativa mente simples, mas com grande impacto ambiental e energético. Ele é feito a partir de óleos vegetais ou gorduras animais, que passam por uma reação chama da transesterificação. Veículos movidos a energia elétrica ainda não se consolidou, em que pese os esforços e narrativas de Elon Musk e dos chineses. O petróleo tem benefícios e impactos ambientais. A queima de seus derivados vem sendo acusada como uma das principais causas do aquecimento global. Acidentes na exploração e em navios petroleiros causam danos cuja reversão pode levar séculos. Quem produz, muitas vezes enfrentam instabilidade política e dependência econômica. A busca por alternativas direciona as pesquisas para fontes renováveis como a energia solar, eólica e hidrogênio. Carro elétrico? Ainda é cedo!

28/10/2025– 15:28

Em busca desesperadora pela popularidade perdida e aceitação de seu governo, Luiz Inácio cumpre uma agenda das mais estranhas. Após o incremento das entrevistas em rádios, TVs e aparecimentos outros, o presidente agora envereda pelos caminhos do interior, onde almeja angariar simpatias e votos para sua reeleição em 2026. A palavra democracia virou uma narrativa da esquerda. Dita com ênfase soa em tom aveluda do nos ouvidos dos “cumpanheros”. Mas, que democracia é essa que não nos permite liberdade de expressão e nem questionar os gastos da máquina pública? Nas redes sociais a vigilância é per manente. O Congresso Nacional esqueceu de sua missão principal: LEGISLAR. Virou uma casa de negociação e travamento dos interesses da nação. Volto a peregrinação do presidente. Desta feita fez uma visita ao acampamento do MST – Movimento dos Sem Terra – e despejou narrativas. Deve considerar importante alimentar de esperanças essa camada de campesinos atrelados a uma organização ilegal e sem nenhum tipo de personalidade jurídica. No escopo da esquerda sempre esteve a manipulação da “massa de manobra”. O MST agrega em suas hostes oportunistas. Não são produtivos e por trás dos aspectos sociais que norteiam suas invasões, existem intenções nem sempre identificadas. Uma delas é manter o Exército do Stédile, assim chamado pelo presidente, pronto para atuar em caso de uma convulsão social. Esse modelo já é usado em diversos países do continente, principalmente naqueles com tendências ditatoriais. Reorganizar o país e colocá-lo no caminho do desenvolvimento requer ações que envolvam a sociedade produtiva e com capacidade de investimento. Não se faz uma nação com distribuição de benesses e farra com o dinheiro público. O custo do Estado Brasileiro é inaceitável e desnecessário. Muito se gasta para alimentar os sistemas que conduzem ao poder. É como pescar, para uma boa colheita é preciso cevar. O atual governo não admite cortar gastos e gasta mal. A insegurança jurídica afugenta investidores estrangeiros. Estes, não trazem apenas produtividade e emprego. Trazem tecnologia para suprir a carência que temos pela falta de investimento governamental. Um exemplo de barganha está na aprovação do orça mento da União (2025) marcado para o próximo dia 18/03. Para destravar a pauta, o Parlamento impôs a liberação de emendas no valor de R$ 4 bilhões agora e mais R$ 3 bilhões para breve. No orçamento, os parlamentares incluíram a generosa quantia de R$ 55 bilhões para emendas neste ano. Esse dinheiro será usado pelas excelências do Congresso Nacional para fazer política e fortalecer suas bases eleitorais. Só para lembrar, esse dinheiro vem do contribuinte. Aí me disse um desinformado: “eu não pago imposto de renda”. Aí perguntei se ele por acaso tinha um cupom de supermercado. Ele tinha! Mostrei que no cupom havia o valor do imposto de 17,68% da compra. É assim que funciona, o povo paga sem sentir. Esse dinheiro alimenta a máquina. Para crescermos e termos justiça social, não precisamos de um ESTADO que prometa fazer tudo e que não se limite à regulação. Que não acene com risco fiscal e respeite o teto de gastos. Que não tenha uma reforma tributária onerosa. Que não imponha a jornada de trabalho de 4 X 3.

07/03/2025– 15:13

A marreta da Procuradoria Geral da República bateu forte na bigorna do ex-presidente Jair Bolsonaro e mais 33 pessoas, entre elas seu vice, ex-ministros, generais e almirante. A denúncia entregue no dia 18/2 ao STF, baseada nas investigações da PF (Polícia Federal) ecoou na turma da oposição. Prontamente a denúncia foi taxada de descabida, fabricada, e de perseguição política. Paulo Gonet (PGR) não poupou esforços no relatório de 272 páginas para tentar indiciar Bolsonaro e sua turma. O ex-presidente foi relatado como SUPOSTO “Líder de Organização Criminosa” que teria tramado golpe após as eleições de 2022 para manter-se do cargo. O pivô desse processo foi à delação do tenente-coronel Mauro CID, que pediu em troca perdão judicial, bens e proteção da PF. CID foi ex-ajudante de Ordens de JB. No trâmite normal a denúncia enviada ao Ministro Relator, Alexandre de Moraes (STF), seguirá para análise da 1ª turma do STF para apreciar a denúncia. Os acusados têm prazo de 15 dias para apresentar alegações. Decorrido o prazo, retorna a PGR. Caso haja indiciamento, o julgamento de Bolsonaro e seus pares poderá ocorrer na primeira turma do STF composto pelos ministros: Cristiano Zanin (presidente) Alexandre de Moraes (relator), Carmen Lúcia, Luiz Fux e Flávio Dino. Há tendências na Corte Suprema de o julgamento ir a Plenário, contra vontade de Moraes. A defesa do ex-presidente disse que recebeu “com estarrecimento e indignação” a denúncia da PGR. De acordo com o comunicado, Bolsonaro “jamais compactuou com qualquer movimento que visasse a desconstrução do Estado Democrático de Direito ou das instituições que o pavimentam”. Cabe a quem acusa a apresentação das provas. Na denúncia da PGR os 34 envolvidos são acusados de: “organização criminosa armada; tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; golpe de Estado; dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União, com considerável prejuízo para a vítima; e deterioração de patrimônio tombado”.  A defesa de JB entende que o processo está contaminado do princípio ao fim. Não se pode considerar como provas anotações manuscritas em agendas pessoais, planos sem identificação do autor, bilhetes, delações sob medo, lives de Jair Bolsonaro e outras inconsistências. Acusados já presos “tiveram seu pedido para prestar esclarecimentos sumariamente ignorado pela PF e pelo MPF, demonstrando o desprezo por uma apuração criteriosa e imparcial”. Os advogados destacaram que “é surpreendente que a denúncia seja feita sem que o relatório complementar da investigação fosse apresentado pela PF”. “É inadmissível numa democracia, no Estado Democrático de Direito, tantas violações ao direito de defesa serem feitas de maneira escancarada. A defesa confia na Corte, que o STF irá colocar essa malfadada investigação nos trilhos.” Tirar J. Bolsonaro da vida política passou pelas tentativas da CPI e cartão de vacina, joias e questionamento das urnas, esta lhe custou a perda dos direitos políticos por 8 anos. Agora vem cartada de aniquilação final. De onde virão as forças necessárias para que se coloque os pingos nos “is”? Um beco de saída estreita. Bolsonaro é o grande líder da direita. Não haverá democracia sem diversificação de ideias.

21/02/2025– 11:32

ABIEC – Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes garante que não faltará carne do Brasil no corrente ano. A produção prevista para o ano é de 31,5 milhões de toneladas. Resta saber se os preços exorbitantes que vem sem praticados, permitirão manter o mesmo nível de consumo. Curiosamente, notícias dão conta de que a produção de “picanha bovina” teve queda de 1,6 milhão de tonelada no ano passado. É possível que neste cenário, alguém não esteja cumprindo promessas feitas. Nas redes dos conhecidos “sacolões” aumentou a venda do quiabo, abóbora, repolho e mandioca. A oscilação dos preços foi suportável pela camada da população que sonhava em comer carnes nobres. O Brasil é um barco cujo timoneiro é inimigo da bússola. Recentemente o governo brasileiro reafirmou que a promessa de acabar com o desmatamento na Amazônia, prometido para até 2030, será cumprido. Bem, com o crescimento assustador das queimadas na região, é de se supor que em 2030 não haverá mais mata para ser derrubada. Ainda neste ano acontecerá no Pará a COP 30 (“Conferência dos Pares") que tem como objetivo discutir questões relacionadas ao aquecimento global e às mudanças climáticas." A famosa maquiagem brasileira para impressionar os visitantes tem cronograma atrasado. Diversas obras de saneamento estão paradas e há suspeita de corrupção envolvendo empreiteiras e órgãos controladores. A COP é formada por ricos aposentados e outros velhinhos que sem ter o que fazer, viajam pelo mundo ensinando o que deve ser feito, e que eles não fazem. A guerrinha para tributar operações via PIX tem efeitos que ainda não terminou. O vídeo do deputado federal (MG) Nikolas Ferreira, que obteve mais de 320 milhões de visualizações, está na mira da esquerda. A matéria de Nikolas veio em defesa dos menos favorecidos e apontava os absurdos da medida. Em decorrência, uma mobilização nacional promoveu um recuo na medida impositiva. Um grupo de advogados ligados ao Presidente da República articula pedir cassação do jovem deputado. Não é de hoje que o deputado mineiro vem denunciando os abusos daqueles que detém o poder maior, porque vem sempre em detrimento dos menos favorecidos. Para estancar a sede arrecadatória do Governo extrativista, precisaríamos de mais “Nikolas” e menos passivos como “Tiririca”. “Morro, mas não vejo tudo” dizia sempre um querido amigo lá no Mato Grosso do Sul. Em recente pronunciamento, o Presidente Luiz Inácio praticamente lançou a candidatura do Senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) ao Governo de Minas Gerais em 2026. Cheio de moral, Pacheco falou do sonho de governar seu próprio Estado. Mas ele sabe que isso depende de muitas variáveis. Primeiro que ele não é mineiro, nasceu em Porto Velho (RO) em 03/11/1976. De outra parte, ele abandonou os interesses de Minas para cuidar exclusivamente da sua carreira pessoal e política. É sabido que Rodrigo Pacheco almeja uma vaga no STF – Supemo Tribunal Federal. Por isso, se faz simpático a Luiz Inácio. Mas aqui em Minas, ele está devendo, e muito. O Brasil não é para amadores e puros. É preciso desenvolver a arte de ler nas entrelinhas para compreender que tem gente que vende a alma, mas não entrega. BOA SEMANA.        

07/02/2025– 15:36

Sensibilizado com a maior tragédia verificada no rio Grande do Sul, me traz de volta às origens. Sou filho de gaúchos e naquelas “plagas” tenho familiares. Nos contatos que mantemos sinto que a tragédia é maior do que a mídia vem mostrando. As dificuldades aumentam à medida que o Estado se agarra a narrativas para engambelar o cidadão urbano e o homem do campo, esse, é aquele que mantém viva a tradição deixada pelos Charruas. O aumento na produção de alimentos. Alimentos que agora não temos. Chega-se ao cúmulo de barrar nas fronteiras frotas de carretas com donativos pela estúpida razão de não ter nota fiscal. Como é possível se juntar notas quando centenas de doadores compõem cargas com milhares de itens? Onde está a coordenação do governo do RS? No sentimento nativo e único do gaúcho, Eduardo Leite (1985 Pelotas) é do PSDB e cumpre 2º mandato no cargo, tem falhado na prática e se concentrado nos efeitos políticos. Estamos diante de um acontecimento cujas dimensões serão conhecidas quando as águas baixarem totalmente. As perspectivas não são boas. Mais de 414 cidades atingidas. Mais de 100 mortes e 383 mil desabrigados. Onde a água baixou o cenário é catastrófico. Territórios devastados e bens irrecuperáveis. Num Estado com tradição na pecuária, há perda considerável de criações de abate. Na agricultura as perdas ainda não podem ser mensuradas, mas estima-se de grande monta. Os produtos em silos podem perecer por falta de escoamento. Leite vem sendo jogado fora ou doado se possível. Falta água e energia elétrica, que vem sendo suprida pelo Uruguai. Esse mesmo país que quis enviar aeronaves e socorristas para ajudar e foi rejeitado pelo governo de Luiz Inácio. Onde se envolve a política acaba o bom senso. Na conta dos desaparecidos famílias inteiras são encontradas mortas no forro das casas por falta de resgate. A inundação em determinados locais ultrapassou 8 metros. A frota de helicópteros do Estado foi insuficiente e desnorteada, em que pese os esforços. Do governo federal ouviu-se muitas promessas e poucas ações. Não fossem os voluntários gaúchos a perda de vidas seria maior. Muitos foram impedidos de utilizarem seus jet skis e barcos por falta de licença em mãos. O resgate era imprescindível naquele momento. O “Véio da Havan SC” mobilizou sua frota de helicópteros e fez centenas de salvamentos. Os funcionários da organização arrecadaram mais de 1 milhão de reais em 02 dias. Esse montante não foi enviado a conta do governo, mas sim a entidades assistenciais idôneas. O voluntariado está salvando e junto com a iniciativa primada reconstruirá o Rio Grande do Sul. O governador está perdendo a simpatia dos maragatos e chimangos. Quando os holofotes se acendem todos aparecem e prometem. Gostaria de ver ao longo dos próximos meses a divulgação das integralizações das promessas feitas pelo STF, Governo do Brasil, Congresso Nacional, bancos estatais, CNBB, ajudas pelo PIX e outros. Quanto, de onde e como foi utilizado esse dinheiro. Mas sabemos de antemão que estamos por nossa conta e risco. Quem puder, ajude com qualquer valor. Deus haverá de recompensá-lo. Obrigado!  

13/05/2024– 10:34

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