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Colunistas

Nunca tive dúvida: a interação entre Jesus Cristo e a mulher samaritana junto ao poço de Jacó, relatada em João 4, é um encontro teológico profundo que transforma a necessidade física da água em uma revelação sobre a salvação e o Espírito Santo. A Água Viva oferecida por Jesus representa a graça que sacia a sede espiritual permanente do ser humano. A relação entre a mulher e a água no Sertão Nordestino é marcada pela resiliência, protagonismo e transformação social. Historicamente responsável pela busca de água em locais distantes, a mulher sertaneja passou a ser protagonista na gestão hídrica, através de tecnologias sociais como as cisternas, mudando sua própria realidade e a de sua comunidade. A tradição das lavadeiras de roupa à beira de rios, incluindo o Rio Piranga na região de Ponte Nova, representa um marco cultural e histórico de resistência e trabalho feminino. Por aqui, o simbolismo da água é grande com o Rio Piranga saciando a sede de todos e sendo sempre maltratado. Sem tratamento, depósito de lixo, poucas árvores na sua mata ciliar. A relação entre a mulher e a água é um tema lírico profundo, frequentemente associado à força, fluidez, fertilidade e emoção. Artigo Ricardo Motta 

27/02/2026– 11:25

A psicologia diz que falar sozinho nada tem de maluco. Há quem more e trabalhe sozinho. E como não vê ninguém por muitos dias, tem uma tendência maior a falar consigo mesmo, algo cientificamente associado a pessoas que passam mais tempo sem nenhuma companhia. No entanto, até mesmo quando está rodeada de gente, essa pessoa pode se pegar tendo uma conversa inteira consigo mesma, o que de forma alguma é um sinal de loucura. Na verdade, a psicologia diz que isso pode revelar certos traços de personalidade e de habilidades excepcionais associadas a uma inteligência emocional acima da média. Eu cá de cima e de baixo dos meus pensamentos fico imaginando certas coisas e falo sozinho. Às vezes me comunico com as plantas e bichos, que ficam assustados. Faço discurso, declamo poemas e até me pego em sonhos, quase sempre eróticos. Neste momento entram na minha fala todas as mulheres que nunca tive, mas gostaria de ter como companheira. Outro dia declamei um poema preferido, publicado no livro O Maldito dos Malditos, que começa assim: É você que me cobre/com seu corpo/e me arranha e deseja/feito louca/que sussurra obscena/que me mata/que me invade, me alisa/e me maltrata.  

13/02/2026– 11:53

Caros leitores, Todo ciclo tem um fim, e hoje, com um misto de gratidão e nostalgia, escrevo minha última coluna para este jornal. Foram 676 edições em 13 anos de uma jornada incrível, recheada de aprendizados e trocas, que me permitiram crescer tanto profissionalmente quanto como cidadão. Se eu precisasse resumir toda essa experiência em uma palavra, eu não conseguiria, pois ela é feita de muitas emoções e memórias. Lembro-me do primeiro texto, da ansiedade da estreia e da responsabilidade que é ocupar este espaço, dialogando diretamente com vocês, que sempre foram a razão de cada palavra escrita. Ao longo dos anos, este jornal foi minha casa, um lugar onde pude exercitar a liberdade de expressão e a paixão pelo jornalismo. Mais do que apenas informar ou opinar, meu maior aprendizado foi o de ouvir. Através dos abraços, e-mails e conversas, entendi as nuances da nossa comunidade e a força das nossas raízes. Foi uma honra poder usar esta plataforma para, de alguma forma, contribuir para o debate público e o bem-estar da nossa sociedade. Agradeço a cada um de vocês pelo apoio e pela oportunidade de caminhar juntos até aqui. Este percurso reforçou em mim o profundo amor à pátria. Acredito na força do nosso povo, na importância da informação de qualidade e na capacidade de juntos, construirmos um futuro melhor. Meu compromisso com esses valores permanece inabalável, mesmo seguindo novos caminhos. Na trajetória, da mídia escrita no papel à digital. Metamorfose vivida. "Vivi a essência de uma das transformações mais profundas da comunicação humana nas últimas décadas”. Resultou no progresso inegável, quanto na nostalgia de uma era que se encerra. A transição da mídia escrita no papel para o formato digital não foi apenas uma atualização tecnológica; foi uma verdadeira metamorfose cultural e comportamental que todos nós, de alguma forma, vivenciamos. A era do papel era tangível, permanente e, de certa forma, ritualística. Folhear um jornal pela manhã, sentir a textura das páginas de um livro ou guardar uma carta impressa criava uma conexão física e sensorial com a informação. O papel tinha peso, ocupava espaço e exigia tempo — o tempo do prelo, da distribuição e da leitura focada. Hoje, meu coração está cheio de gratidão. Agradeço à direção do jornal pela confiança, aos colegas de redação pela parceria e, principalmente, a vocês, leitores e leitoras, por me permitirem entrar em seus lares e mentes por mais de uma década. A saudade será eterna, mas as lições e o carinho que recebi ficarão para sempre. Sigo de mãos vazias, mas com o coração confiante e a certeza de que a vida é feita de ciclos que se encerram para que novos possam começar. Não é um adeus, mas um "até logo", pois as histórias que compartilhamos continuarão a viver nas páginas que escrevi e nas mentes que toquei! Obrigado por tudo e BOAS FESTAS! Com carinho, Adão Adilson Bombassaro  

19/12/2025– 11:21

Olá, tudo bem? Estamos vivendo tempos sombrios na economia e observando países ao redor do Brasil tomando medidas de redução de impostos e a economia decolando, como Paraguai, Argentina e Uruguai. O último a adotar essa medida foi a Bolívia, na última segunda--feira, através de seu novo e recém empossado Presidente Rodrigo Paz Pereira. No Brasil, com seu emaranhado tributário, mais uma Emenda Constitucional (EC) foi aprovada: a de nº 137, em 09 de dezembro de 2025. Tal Emenda dispõe sobre a imunidade de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) a veículos terrestres de passageiros, caminhonetes e mistos com 20 (vinte) anos ou mais de fabricação, à exceção de micro-ônibus, ônibus, reboques e semirreboques. Ou seja, com todo o respeito, é a famosa migalha e a penitência com chapéu alheio. Primeiro, a cobrança de tal tributo é de competência exclusiva dos Estados, o que se percebe no mínimo uma violação ao pacto federativo. Segundo, certamente haverá compensação de arrecadação em outros veículos, na medida em que irá reduzir a arrecadação e certamente o Governo irá dar com uma mão e tirar com a outra. Terceiro: não há a previsão de quanto que cada Estado perderá com tal arrecadação, sem contar que os repasses aos Municípios também diminuirão, já que parte de tal imposto é dos Municípios aos quais os veículos estejam endereçados. Ou seja, é a famosa penitência com o chapéu alheio. Enquanto isso, vejamos um show de horrores no Poder Legislativo nacional, onde um Deputado Federal que agrediu um visitante com socos e pontapés sendo somente suspenso de seu mandato enquanto outros, que cometerem ilícitos de caráter muito menor, de crimes contra a honra, tiveram os seus mandatos cassados. Esse é o Brasil varonil de 2025. Aguardemos os desdobramentos da dança e do xadrez no parla mento federal. Ano que vem tem eleições. Aguar demos os desdobramentos destas inovações legislativas! Abraço.    

19/12/2025– 11:17

Escravos, no Distrito Rosário do Pontal. Mas, ainda espero a água que absurdamente retiraram da lagoa do Passa-Cinco, além da reposição e reposição das árvores ceifadas por cortes criminosos em Ponte Nova. Mas, eis que recebo esta mensagem da Lara Repolez, que vai lançar novo livro, em 2026: “Lobo Guará da Bacia do Rio Doce, que amargou, Poeta verde, selvagem, amante de tudo que é feminino!  Segue o artigo de dezembro/2025 em anexo, junto dele meu uivo de amor longo, doce como mel de abelha sem ferrão, direto do Vale Mágico para você! Bendito aliado das mulheres: desde os tempos que não se falava disso!”. Estaria eu a querer mais alguma coisa? Feliz Natal, iluminada bruxa do Vale Mágico!  

19/12/2025– 11:16

Caros leitores, Todo ciclo tem um fim, e hoje, com um misto de gratidão e nostalgia, escrevo minha última coluna para este jornal. Foram 676 edições em 13 anos de uma jornada incrível, recheada de aprendizados e trocas, que me permitiram crescer tanto profissionalmente quanto como cidadão. Se eu precisasse resumir toda essa experiência em uma palavra, eu não conseguiria, pois ela é feita de muitas emoções e memórias. Lembro-me do primeiro texto, da ansiedade da estreia e da responsabilidade que é ocupar este espaço, dialogando diretamente com vocês, que sempre foram a razão de cada palavra escrita. Ao longo dos anos, este jornal foi minha casa, um lugar onde pude exercitar a liberdade de expressão e a paixão pelo jornalismo. Mais do que apenas informar ou opinar, meu maior aprendizado foi o de ouvir. Através dos abraços, e-mails e conversas, entendi as nuances da nossa comunidade e a força das nossas raízes. Foi uma honra poder usar esta plataforma para, de alguma forma, contribuir para o debate público e o bem-estar da nossa sociedade. Agradeço a cada um de vocês pelo apoio e pela oportunidade de caminhar juntos até aqui. Este percurso reforçou em mim o profundo amor à pátria. Acredito na força do nosso povo, na importância da informação de qualidade e na capacidade de juntos, construirmos um futuro melhor. Meu compromisso com esses valores permanece inabalável, mesmo seguindo novos caminhos. Na trajetória, da mídia escrita no papel à digital. Metamorfose vivida. "Vivi a essência de uma das transformações mais profundas da comunicação humana nas últimas décadas”. Resultou no progresso inegável, quanto na nostalgia de uma era que se encerra. A transição da mídia escrita no papel para o formato digital não foi apenas uma atualização tecnológica; foi uma verdadeira metamorfose cultural e comportamental que todos nós, de alguma forma, vivenciamos. A era do papel era tangível, permanente e, de certa forma, ritualística. Folhear um jornal pela manhã, sentir a textura das páginas de um livro ou guardar uma carta impressa criava uma conexão física e sensorial com a informação. O papel tinha peso, ocupava espaço e exigia tempo — o tempo do prelo, da distribuição e da leitura focada. Hoje, meu coração está cheio de gratidão. Agradeço à direção do jornal pela confiança, aos colegas de redação pela parceria e, principalmente, a vocês, leitores e leitoras, por me permitirem entrar em seus lares e mentes por mais de uma década. A saudade será eterna, mas as lições e o carinho que recebi ficarão para sempre. Sigo de mãos vazias, mas com o coração confiante e a certeza de que a vida é feita de ciclos que se encerram para que novos possam começar. Não é um adeus, mas um "até logo", pois as histórias que compartilhamos continuarão a viver nas páginas que escrevi e nas mentes que toquei! Obrigado por tudo e BOAS FESTAS! Com carinho, Adão Adilson Bombassaro  

15/12/2025– 16:04

Cuidar da nossa cidade é também cuidar das bênçãos que Deus nos deu. A criação do Senhor não é apenas cenário para a nossa vida — ela é um presente confiado às nossas mãos. E quando falamos de conservação ambiental, especialmente do descarte de lixo, estamos falando de responsabilidade, de amor ao próximo e de obediência a Deus. A Palavra diz que “ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela existe” (Salmo 24:1). Se tudo é d’Ele, então cada rua, cada praça, cada rio e cada bairro da nossa Ponte Nova são espaços sagrados que devemos honrar. Por isso, precisamos despertar uma consciência mais profunda: o lixo que jogamos fora nunca desaparece - ele sempre chega a algum lugar. E quando descartado de maneira errada, ele machuca nossa cidade, entope bueiros, causa enchentes, contamina a natureza e prejudica famílias inteiras! Cada saco bem fechado, cada lixo colocado no horário certo, cada atitude responsável, é uma semente plantada para uma cidade mais limpa, mais segura e mais bonita. É um testemunho de fé! Cuidar do lixo é cuidar de gente. Cuidar do lixo é amar o próximo. Cuidar do lixo é honrar a Deus. Que cada um de nós seja parte da mudança. Que possamos ensinar pelo exemplo. E que Ponte Nova seja conhecida não só pelo povo acolhedor, mas também pela consciência e respeito com a criação de Deus. Observação: Este texto poético ecológico-religioso é de autoria do Pastor Fabiano, pastor da Igreja Quadrangular Gerando Propósitos e vereador em Ponte Nova (MG). Foi lido na palavra Livre da Câmara, em 08 de dezembro de 2015.

15/12/2025– 16:03

Mais uma Emenda Constitucional!   Olá, tudo bem? Estamos vivendo tempos sombrios na economia e observando países ao redor do Brasil tomando medidas de redução de impostos e a economia decolando, como Paraguai, Argentina e Uruguai. O último a adotar essa medida foi a Bolívia, na última segunda-feira, através de seu novo e recém empossado Presidente, Rodrigo Paz Pereira. No Brasil, com seu emaranhado tributário, mais uma Emenda Constitucional (EC) foi aprovada: a de nº 137, em 09 de dezembro de 2025. Tal Emenda dispõe sobre a imunidade de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) a veículos terrestres de passageiros, caminhonetes e mistos com 20 (vinte) anos ou mais de fabricação, à exceção de micro-ônibus, ônibus, reboques e semirreboques. Ou seja, com todo o respeito, é a famosa migalha e a penitência com chapéu alheio. Primeiro, a cobrança de tal tributo é de competência exclusiva dos Estados, o que se percebe no mínimo uma violação ao pacto federativo. Segundo, certamente haverá compensação de arrecadação em outros veículos, na medida em que irá reduzir a arrecadação e certamente o Governo irá dar com uma mão e tirar com a outra. Terceiro: não há a previsão de quanto que cada Estado perderá com tal arrecadação, sem contar que os repasses aos Municípios também diminuirão, já que parte de tal imposto é dos Municípios aos quais os veículos estejam endereçados. Ou seja, é a famosa penitência com o chapéu alheio. Enquanto isso, vejamos um show de horrores no Poder Legislativo nacional, onde um Deputado Federal que agrediu um visitante com socos e pontapés sendo somente suspenso de seu mandato enquanto outros, que cometerem ilícitos de caráter muito menor, de crimes contra a honra, tiveram os seus mandatos cassados. Esse é o Brasil baronil de 2025. Aguardemos os desdobramentos da dança e do xadrez no parlamento federal. Ano que vem tem eleições. Aguardemos os desdobramentos destas inovações legislativas! Abraço.

15/12/2025– 15:59

Olá, tudo bem? Nas últimas colunas ficou claro que as eleições 2026 já começaram. Além de estarmos vendo possíveis pré-candidatos com a pauta segurança pública com combate ao crime organizado, os presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, junto com outros partidos, já estão, digamos, mexendo os tabuleiros. Enfim, observemos. Foi divulgada recentemente portaria pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a respeito do tempo de propaganda partidária gratuita no rádio e em televisão para o primeiro semestre do ano que vem já que, no segundo, teremos eleições. No caso em questão, e em razão do tamanho das bancadas, 19 (dezenove) dos 30 (trinta) e cinco partidos, que terão direito ao tempo. Tal propaganda visa divulgar os programas dos partidos, as atividades de cada legenda no Congresso Nacional e expor o posicionamento sobre temas políticos, sociais e de participação feminina na política, com tempo de cinco a vinte minutos, conforme o tamanho da bancada. A distribuição é feita de acordo com os seguintes critérios: a) partidos com mais de vinte deputados federais terão vinte minutos no semestre, com inserções de trinta segundos em redes nacionais e estaduais; b) partidos que elegeram entre dez e vinte deputados terão dez minutos no semestre terão dez minutos no semestre, também com inserções de trinta segundos; c) partidos com até nove parlamentares terão direito a cinco minutos semestrais para a exibição de suas propagandas. Está aí um dos motivos para que os partidos procurem se fortalecer, sejam elegendo novos filiados ou fundindo-se com outros. E que fique claro: caso o partido político não tenha atingido pelo menos um deputado federal, não terá direito a propaganda partidária. Aguardemos os desdobramentos da dança e do xadrez no parlamento federal. Ano que vem tem eleições. Aguardemos os desdobramentos destas inovações legislativas! Abraço.  

05/12/2025– 11:40

Quem é você Jair? Um inocente fora do contexto das manobras políticas? Aquele que nunca comprou apoio para seus projetos e viu muitos hibernarem nas gavetas do Congresso? Um presidente que não comprou vacinas contra a COVID porque a ANVISA não tinha liberado e foi chamado de genocida na CPMI controlada pela esquerda lacradora? Você devia ter comprado o imunizante no camelódromo e respiradores na clandestinidade sem se preocupar com a entrega. Você devia ter aumentado os impostos em vez de baixá-los. Não devia ter direcionado recursos para os desamparados pelo desemprego. Quem mandou você depurar as Estatais e torná-las superavitárias? Olha como estão hoje, bilhões desviados para a festa dos “cumpanheros”, e você Jair, traído e perseguido pelo Sistema. Não é assim que se governa. Faltou conchavos e favorecimentos. Deixar o governo sem processo de corrupção está fora do contexto. Mas não do seu. E agora Jair? Ao entregar o governo não se deixa R$ 55 bilhões de superavit. Você devia ter criado mais uma dúzia de “BOLSAS” para garantir sua reeleição. Para que ser honesto quando a mentira contada diversas vezes se torna verdade? Você não entendeu que o Executivo é submisso ao Judiciário. Você não entendeu que mandar dinheiro para “los amigos” em contas irrecuperáveis retornam em forma de apoio logístico e estratégico para ganhar eleição. Lembra da facada na barriga que te levou a 9 cirurgias? O bandido está solto e quem mandou também. Agora a punhalada foi pelas costas. Um caminhão de melancia caiu no teu quintal. Os traíras se deram bem, e os amigos com idade avançada, condenados para morrer na prisão. Quem é você Jair? O patriota que nos deu 4 anos de esperanças? Na política não se joga só dentro das “quatro linhas”, Jair. Nas suas viagens você levava a comitiva para almoçar “hot dog” no quiosque da praça. Para que economizar dinheiro do contribuinte? E o cartão corporativo? De que valeu a decência? Você queria dignidade para o povo que hoje troca voto pelos benefícios sociais. Eles não queriam trabalhar e você devia ter deixado. Quando você levou água ao sertão nordestino afetou os coronéis dos carros pipas. Não se desmonta um “esquema” que operava a décadas. Você atingiu o ponto fraco. Gerou empregos para muitos e para aqueles que preferem as “bolsas”. Elas venceram! Deus, pátria, família e liberdade. Você sonhou e nos arrastou no seu sonho. Isso nos levaria a uma democracia “plena”, que sinceramente, não existe aqui. “Oxalá um dia ela exista”. Você quis valorizar o pessoal da enfermagem, mas “eles” engavetaram. Valorizou os professores e eles pregam Paulo Freire. Para que semear? Jair sonhador! Hoje eu te conheço. Você é o Bolsonaro, o MITO da esperança e da dignidade, da liberdade, da família e do amor a Deus acima de tudo. Você é um inocente vítima do sistema. Você é o deputado federal que chegou à Presidência da República panfletando na mídia. Que percorreu caminhos espinhosos. Que não vendeu a alma para nos servir. Você é Jair Messias Bolsonaro, para quem a esperança nunca morre. Força Capitão!    

05/12/2025– 11:38

  A Rua Assad Zaidan, debaixo do Camelódromo, em Palmeiras, não cansa de mostrar que a natureza é forte, mesmo contra atos insanos. Cortaram todas árvores perto da Ponte do Bahamas, mas elas já se regeneraram em apenas 18 meses. Pena que a magnífica orelha-de-macaco, com mais de 15 metros de altura não conseguiu. Mas suas potentes e magnífica raízes estão vivas para denunciar a sanha dos destruidores. Passo todos os dias pela escadaria para acessar a parte de cima da Assad Zaidan e ir trabalhar no Mila Center, localizado na Avenida Dr. Otávio Soares. Em 2020, algum menino, que chupou um coquinho-babão, o fruto da palmeira jerivá, jogou a semente no solo, bem perto da escada. A semente cresceu. Agora, 05 (anos), o jerivá depois produziu 03 cachos enormes, sem ter qualquer tipo de apoio. Só mesmo, força da natureza. Já tentaram extirpá-la cortando suas palmas, mas ele resistiu e está magnifica. Parece até uma mãe orgulhosa exibindo seus trigêmeos nas alturas. Lendo um artigo no site do Instituto Auá de Empreendedorismo Socioambiental, estabelecido na microrregião de Osasco, cidade do interior de São Paulo, fiquei entusiasmado. Há uma aparente normalidade na presença do jerivá na paisagem urbana e no meio rural, como a de uma árvore que dá em todo lugar, afastando a noção da riqueza dessa espécie brasileira. Ela começa a ser redescoberta como ouro amarelo por seu forte potencial de uso humano e recuperação da floresta nativa. O valor da palmeira foi tão esquecido pelas pessoas, que há poucos estudos sobre a espécie de frutos comestíveis, produção abundante e importante expressão da cultura guarani. A bebida extraída da palmeira jerivá é fonte rara de nutrientes, como os carboidratos, fibras solúveis e carotenoides, que provêm do fruto doce, colorido e carnoso. São milhares de coquinhos que brotam nos cachos de um único pé, dando a média de 03 (três) floradas ao ano e dezenas de quilos por florada. Ao contrário de outras espécies quase extintas na Mata Atlântica, a palmeira jerivá mantém-se preservado devido a diferentes fatores: além de existir em grande quantidade na natureza e frutificar quase o ano todo, seu caule é tão fibroso que dificulta o corte. “Há ainda uma crença antiga de que pessoas da família podem se acidentar se for cortado um pé de jerivá. Poucos fazem uso da árvore, o coquinho-babão cai e dizem que suja o chão”, comenta o Instituto Auá (gente em tupi-guarani).  

05/12/2025– 11:36

Eleições 2026: mais novidades!   Olá, tudo bem? Nas últimas colunas ficou claro que as eleições 2026 já começaram. Além de estarmos vendo possíveis pré-candidatos com a pauta segurança pública com combate ao crime organizado, os presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, junto com outros partidos, já estão, digamos, mexendo os tabuleiros. Enfim, observemos. Foi divulgada recentemente portaria pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a respeito do tempo de propaganda partidária gratuita no rádio e em televisão para o primeiro semestre do ano que vem já que, no segundo, teremos eleições. No caso em questão, e em razão do tamanho das bancadas, 19 (dezenove) dos 30 (trinta) e cinco partidos, que terão direito ao tempo. Tal propaganda visa divulgar os programas dos partidos, as atividades de cada legenda no Congresso Nacional e expor o posicionamento sobre temas políticos, sociais e de participação feminina na política, com tempo de cinco a vinte minutos, conforme o tamanho da bancada. A distribuição é feita de acordo com os seguintes critérios: a) partidos com mais de vinte deputados federais terão vinte minutos no semestre, com inserções de trinta segundos em redes nacionais e estaduais; b) partidos que elegeram entre dez e vinte deputados terão dez minutos no semestre terão dez minutos no semestre, também com inserções de trinta segundos; c) partidos com até nove parlamentares terão direito a cinco minutos semestrais para a exibição de suas propagandas. Está aí um dos motivos para que os partidos procurem se fortalecer, sejam elegendo novos filiados ou fundindo-se com outros. E que fique claro: caso o partido político não tenha atingido pelo menos um deputado federal, não terá direito a propaganda partidária. Aguardemos os desdobramentos da dança e do xadrez no parlamento federal. Ano que vem tem eleições. Aguardemos os desdobramentos destas inovações legislativas! Abraço.

28/11/2025– 10:50

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