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Ipatinga registra primeira morte por dengue em 2026; vítima era mulher com mais de 70 anos

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Ipatinga confirmou a primeira morte por dengue registrada em 2026. A vítima é uma mulher com mais de 70 anos, que faleceu durante a 13ª semana epidemiológica, entre 29 de março e 4 de abril. A confirmação foi incluída no painel epidemiológico estadual após a conclusão de exames laboratoriais.

De acordo com a Superintendência Regional de Saúde de Coronel Fabriciano e a Secretaria Municipal de Saúde, o caso foi confirmado após análise realizada pela Fundação Ezequiel Dias (Funed), laboratório público de referência em Minas Gerais. Outros dados da paciente não foram divulgados, em conformidade com normas de proteção de informações pessoais. O município também investiga outra morte suspeita de dengue, que ainda aguarda conclusão das análises. Na região do Vale do Aço, há registros de óbitos confirmados pela doença em outros municípios, como Timóteo e Belo Oriente, ao longo deste ano.

Segundo o boletim mais recente da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, atualizado em 22 de junho, o estado contabiliza 64.304 casos prováveis de dengue em 2026, dos quais 36.517 foram confirmados. Até o momento, são 32 mortes confirmadas e outras 39 seguem em investigação.

As autoridades de saúde reforçam a importância da atenção aos sintomas iniciais da dengue, como febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares e articulares, enjoo, fraqueza e manchas vermelhas na pele. A recomendação é procurar atendimento em uma Unidade Básica de Saúde logo nos primeiros sinais, principalmente entre idosos e pessoas com doenças crônicas.

Sinais de alerta como dor abdominal intensa, vômitos persistentes, tontura, dificuldade para respirar e sangramentos podem indicar agravamento do quadro e exigem atendimento médico imediato, podendo surgir mesmo após a redução da febre. A principal forma de prevenção segue sendo o combate aos focos do mosquito Aedes aegypti, com a eliminação de recipientes que acumulam água. A população deve manter caixas-d’água vedadas e realizar verificações frequentes em quintais e imóveis, incluindo vasos de plantas, calhas, ralos, pneus, garrafas e outros objetos que possam acumular água parada.

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