Um grupo de cidadãos pontenovenses arrecada mais de 200 presentes para crianças carentes e pede apoio para a Polícia Militar na entrega das doações. Os militares deram sinal positivo aos voluntários e entregaram os presentes para crianças dos bairros Cidade Nova e São Pedro no dia 15 de outubro, sexta-feira.
Às 11 h, os militares distribuíram os brinquedos na a Avenida Orion, no Bairro Cidade Nova e depois seguiram para a Praça Estrela Dalva, no Bairro São Pedro. Nesses locais, os militares da Base Comunitária Móvel, comandante de pelotão e militares da Patrulha de Prevenção a Violência Doméstica realizaram a distribuição dos brinquedos a centenas de crianças que moram nessas localidades e adjacências.
Segundo os militares, a alegria das crianças foi enorme, os próprios pais demonstraram muita gratidão pelo simples, mas importante gesto. A Polícia Militar agradeceu em nota para imprensa a todos que realizaram as doações. “Apesar de não termos tido tempo hábil de captar um número maior de doações haverá novas ações no futuro e realizaremos uma divulgação maior e mais antecipada para que mais pessoas possam colaborar, pois o brilho nos olhos de uma criança é a esperança de um mundo melhor”.
Superlotação é um dos dados: Penitenciária de Ponte Nova tem capacidade para 592 e abriga mais de 1.100
Assim como o espaço, mais de 40% dos presídios mineiros estão em condições ruins ou péssimas. É o que revelaram os dados do Conselho Nacional Justiça (CNJ) obtidos a partir das inspeções realizadas no sistema penitenciário entre junho e setembro deste ano. Além disso, das 224 unidades do Estado, pelo menos 70% estão superlotadas, como é caso da Penitenciária de Ponte Nova I que tem capacidade para 592 custodiados e têm mais do que o dobro.
Os dados refletem a cultura do encarceramento no país, avalia a pesquisadora do Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública (Crisp) da UFMG, Ludmilla Mendonça. Em apenas uma década, a quantidade de detentos mais que dobrou, principalmente por conta do tráfico de drogas. “Há toda uma discussão sobre em que medida essas pessoas que estão ali presas deveriam ser consideradas usuárias em vez de traficantes. Muitas vezes, são detentos provisórios que, quando chegam ao fim do processo, são absolvidos por falta de provas”, argumentou.
De acordo com a especialista, apesar de o governo garantir que há um policial penal para cada 04 (quatro) presos, quando é considerada a escala de plantões, o número real passa a ser 12 detentos para um profissional. Aliado a isso, a Ludmila Mendonça enfatizou que as péssimas condições de trabalho refletem no dia a dia da profissão, assim como mostrou a pesquisa da UFMG.
Superlotação não é uma situação exclusiva do estado de Minas Gerais
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), por meio do Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen-MG), alegou “que o cenário de superlotação em unidades prisionais não é uma situação exclusiva do estado, porém, uma realidade nacional”. O órgão alegou ainda que trabalha para atenuar a situação, com a criação de novas vagas, como em Iturama, que terá a capacidade aumentada em 388 pessoas e Itajubá, que já inaugurou outras 306.
“A ação faz parte do esforço do governo em ampliar a oferta de vagas no sistema prisional mineiro com o objetivo de melhorar cada vez mais a custódia e a ressocialização dos indivíduos privados de liberdade”, afirmou. Em relação aos policiais penais, a pasta alegou que trabalha dentro do limite recomendado pelo Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, que é de até 05 (cinco) presos para cada agente.
A Sejusp ainda informou que presta assistência e acompanhamento psicossocial e faz encaminhamentos de todos os casos que chegam à diretoria das unidades prisionais para instituições parceiras e a rede pública de saúde. Por meio da Diretoria de Atenção à Saúde do Servidor (DAS), já foram atendidos mais de 10 mil servidores, 90% deles policiais penais e agentes socioeducativos. (Com informações do jornal O Tempo)
Superlotação é um dos dados: Penitenciária de Ponte Nova tem capacidade para 592 e abriga mais de 1.100
Assim como o espaço, mais de 40% dos presídios mineiros estão em condições ruins ou péssimas. É o que revelaram os dados do Conselho Nacional Justiça (CNJ) obtidos a partir das inspeções realizadas no sistema penitenciário entre junho e setembro deste ano. Além disso, das 224 unidades do Estado, pelo menos 70% estão superlotadas, como é caso da Penitenciária de Ponte Nova I que tem capacidade para 592 custodiados e têm mais do que o dobro.
Os dados refletem a cultura do encarceramento no país, avalia a pesquisadora do Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública (Crisp) da UFMG, Ludmilla Mendonça. Em apenas uma década, a quantidade de detentos mais que dobrou, principalmente por conta do tráfico de drogas. “Há toda uma discussão sobre em que medida essas pessoas que estão ali presas deveriam ser consideradas usuárias em vez de traficantes. Muitas vezes, são detentos provisórios que, quando chegam ao fim do processo, são absolvidos por falta de provas”, argumentou.
De acordo com a especialista, apesar de o governo garantir que há um policial penal para cada 04 (quatro) presos, quando é considerada a escala de plantões, o número real passa a ser 12 detentos para um profissional. Aliado a isso, a Ludmila Mendonça enfatizou que as péssimas condições de trabalho refletem no dia a dia da profissão, assim como mostrou a pesquisa da UFMG.
Superlotação não é uma situação exclusiva do estado de Minas Gerais
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), por meio do Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen-MG), alegou “que o cenário de superlotação em unidades prisionais não é uma situação exclusiva do estado, porém, uma realidade nacional”. O órgão alegou ainda que trabalha para atenuar a situação, com a criação de novas vagas, como em Iturama, que terá a capacidade aumentada em 388 pessoas e Itajubá, que já inaugurou outras 306.
“A ação faz parte do esforço do governo em ampliar a oferta de vagas no sistema prisional mineiro com o objetivo de melhorar cada vez mais a custódia e a ressocialização dos indivíduos privados de liberdade”, afirmou. Em relação aos policiais penais, a pasta alegou que trabalha dentro do limite recomendado pelo Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, que é de até 05 (cinco) presos para cada agente.
A Sejusp ainda informou que presta assistência e acompanhamento psicossocial e faz encaminhamentos de todos os casos que chegam à diretoria das unidades prisionais para instituições parceiras e a rede pública de saúde. Por meio da Diretoria de Atenção à Saúde do Servidor (DAS), já foram atendidos mais de 10 mil servidores, 90% deles policiais penais e agentes socioeducativos. (Com informações do jornal O Tempo)
Superlotação é um dos dados: Penitenciária de Ponte Nova tem capacidade para 592 e abriga mais de 1.100
Assim como o espaço, mais de 40% dos presídios mineiros estão em condições ruins ou péssimas. É o que revelaram os dados do Conselho Nacional Justiça (CNJ) obtidos a partir das inspeções realizadas no sistema penitenciário entre junho e setembro deste ano. Além disso, das 224 unidades do Estado, pelo menos 70% estão superlotadas, como é caso da Penitenciária de Ponte Nova I que tem capacidade para 592 custodiados e têm mais do que o dobro.
Os dados refletem a cultura do encarceramento no país, avalia a pesquisadora do Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública (Crisp) da UFMG, Ludmilla Mendonça. Em apenas uma década, a quantidade de detentos mais que dobrou, principalmente por conta do tráfico de drogas. “Há toda uma discussão sobre em que medida essas pessoas que estão ali presas deveriam ser consideradas usuárias em vez de traficantes. Muitas vezes, são detentos provisórios que, quando chegam ao fim do processo, são absolvidos por falta de provas”, argumentou.
De acordo com a especialista, apesar de o governo garantir que há um policial penal para cada 04 (quatro) presos, quando é considerada a escala de plantões, o número real passa a ser 12 detentos para um profissional. Aliado a isso, a Ludmila Mendonça enfatizou que as péssimas condições de trabalho refletem no dia a dia da profissão, assim como mostrou a pesquisa da UFMG.
Superlotação não é uma situação exclusiva do estado de Minas Gerais
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), por meio do Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen-MG), alegou “que o cenário de superlotação em unidades prisionais não é uma situação exclusiva do estado, porém, uma realidade nacional”. O órgão alegou ainda que trabalha para atenuar a situação, com a criação de novas vagas, como em Iturama, que terá a capacidade aumentada em 388 pessoas e Itajubá, que já inaugurou outras 306.
“A ação faz parte do esforço do governo em ampliar a oferta de vagas no sistema prisional mineiro com o objetivo de melhorar cada vez mais a custódia e a ressocialização dos indivíduos privados de liberdade”, afirmou. Em relação aos policiais penais, a pasta alegou que trabalha dentro do limite recomendado pelo Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, que é de até 05 (cinco) presos para cada agente.
A Sejusp ainda informou que presta assistência e acompanhamento psicossocial e faz encaminhamentos de todos os casos que chegam à diretoria das unidades prisionais para instituições parceiras e a rede pública de saúde. Por meio da Diretoria de Atenção à Saúde do Servidor (DAS), já foram atendidos mais de 10 mil servidores, 90% deles policiais penais e agentes socioeducativos. (Com informações do jornal O Tempo)
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) é a segunda polícia do país a contar com equipamento que agiliza análises periciais em bebidas com suspeitas de falsificação, adulteração e violação. O investimento, de quase R$ 1 milhão, é fruto de convênio da PCMG com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Fundo Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor.
O analisador, instalado no Instituto de Criminalística (IC) da PCMG, em Belo Horizonte, já está sendo utilizado para perícias em bebidas apreendidas em todo o estado. Além de agilizar os processos de análise, o equipamento oferece grande precisão e eficiência para a elaboração dos laudos periciais em bebidas alcoólicas (destiladas e fermentadas) e outras bebidas não alcoólicas gaseificadas, como energéticos e refrigerantes.
Relembre
Em janeiro de 2020, a PCMG deu início às investigações de pessoas que foram internadas com sintomas de intoxicação após tomarem cerveja Belorizontina da Cervejaria Backer (artesanal) de uma empresa da capital. Dez pessoas morreram e outras tiveram problemas de saúde graves em consequência das contaminações. Ao todo, 11 pessoas que tinham relação com a cervejaria foram indiciadas pela Polícia Civil nos crimes de lesão corporal, homicídio e intoxicação de produto alimentício.
Em junho de 2020, a Polícia Civil entrou na Cervejaria Backer com mandado judicial
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) é a segunda polícia do país a contar com equipamento que agiliza análises periciais em bebidas com suspeitas de falsificação, adulteração e violação. O investimento, de quase R$ 1 milhão, é fruto de convênio da PCMG com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Fundo Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor.
O analisador, instalado no Instituto de Criminalística (IC) da PCMG, em Belo Horizonte, já está sendo utilizado para perícias em bebidas apreendidas em todo o estado. Além de agilizar os processos de análise, o equipamento oferece grande precisão e eficiência para a elaboração dos laudos periciais em bebidas alcoólicas (destiladas e fermentadas) e outras bebidas não alcoólicas gaseificadas, como energéticos e refrigerantes.
Relembre
Em janeiro de 2020, a PCMG deu início às investigações de pessoas que foram internadas com sintomas de intoxicação após tomarem cerveja Belorizontina da Cervejaria Backer (artesanal) de uma empresa da capital. Dez pessoas morreram e outras tiveram problemas de saúde graves em consequência das contaminações. Ao todo, 11 pessoas que tinham relação com a cervejaria foram indiciadas pela Polícia Civil nos crimes de lesão corporal, homicídio e intoxicação de produto alimentício.
Em junho de 2020, a Polícia Civil entrou na Cervejaria Backer com mandado judicial
A policial mineira Ana Rosa Campos, da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Manhuaçu, é finalista de 02 (dois) prêmios de expressão nacional no meio judiciário do Brasil: Prêmio Patrícia Acioli e Prêmio Innovare. A escrivã foi a criadora da atendente virtual “! FRIDA”, canal direto entre as vítimas de violência doméstica e a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) da Polícia Civil.
A atendente virtual “Frida” é um canal direto entre vítima de violência doméstica e a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) da Polícia Civil. O atendimento é feito por um chat-bot programado no WhatsApp, que acolhe a denúncia, esclarece dúvidas, faz uma avaliação preliminar do risco e aciona a polícia em situações de flagrante, inclusive enviando uma viatura (quando a vítima não consegue acionar o 190). Frida evita deslocamentos desnecessários até a delegacia e é inclusiva porque recebe solicitações também por áudio (em casos de vítimas analfabetas).
“Esses prêmios são a coroação de um trabalho que acredito muito e de uma causa que eu dedico a minha vida. Ser finalista de prêmios tão importantes me enchem de alegria. Para mim, esses prêmios são das meninas e mulheres que confiam em mim”, disse a policial mineira em depoimento ao jornal Estado de Minas online.
Frida Khalo, a icônica artista mexicana, que se tornou um símbolo feminista, inspirou a policial Ana Rosa Campos
Por que o nome FRIDA?
Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón foi uma das mais importantes pintoras mexicanas da história. Ela nasceu em 06 de julho de 1907, no distrito de Coyoacan, filha de um judeu alemão e uma católica fervorosa. Frida trouxe para as artes algo que até então não era abordado pelos pintores: as questões íntimas femininas. Abortos, partos e feminicídio foram alguns dos assuntos presentes em suas obras.
Uma de suas obras mais chocantes é “Unos Cuantos Piquetitos”, de 1937. Na tela, é possível ver uma mulher nua e ensanguentada em uma cama e um homem ao seu lado, segurando uma faca. A pintura veio de um caso que Frida teve conhecimento, o qual se tratava de um marido que matou a esposa por ciúme e disse ao juiz que foram “apenas uns cortes pequenos”, na tentativa de ser absolvido.
Uma operação da Polícia Militar prendeu 06 (seis) pessoas na cidade de Oratórios e apreendeu diversos materiais ilícitos utilizados no tráfico de drogas. A ação batizada de “Operação Carpinteiro” aconteceu na manhã de 07 de outubro no município.
A “Operação Carpinteiro” foi deflagrada para combater o tráfico de drogas na cidade, sobretudo no Bairro São José, que inspirou o nome da operação, já que São José é reconhecido na Bíblia também pela sua profissão de carpinteiro, além de ser o esposo de Maria, mãe de Jesus. A movimentação policial começou por volta das 6h20min.
Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em 11 endereços, contudo, com um número menor de traficantes-alvo, já que alguns possuíam mais de 01 (um) endereço onde supostamente realizavam a venda de drogas.
Ao todo foram presas 06 (seis) pessoas sendo 02 (dois) homens maiores de idade, 01 (um) adolescente do sexo masculino, 02 (duas) mulheres maiores e 01 (uma) adolescente do sexo feminino. Os menores receberam tratamento conforme preconiza a lei, sendo acompanhados por representantes legais e conselheiros tutelares.
No BO, a PM registrou a seguinte apreensão: 07(sete) pedras pequenas de crack; 03 (três) pedras maiores de crack; 02 (duas) bucha de maconha, além de 04 (um) celulares de variadas marcas e R$ 449,00.
Material apreendido na “Operação Carpinteiro”
Equipes do Tático Móvel da PM de Piedade de Ponte Nova realizaram em 09/10, durante a noite, uma operação antidrogas em locais rastreados anteriormente pela polícia na cidade. Foram realizadas abordagens em bares com índice de criminalidade e patrulhamento preventivos.
A operação, com o objetivo de prevenir o consumo e comércio de drogas, não fez apreensão de ilícitos durante o seu curso. Não foi detectado na ocasião nenhum movimento de comércio ou apreensão de drogas.
Bares e estabelecimentos noturnos da cidade foram vasculhados pelos militares atrás de drogas e tráfico
CONJUNTO DALVO DE OLIVEIRA BEMFEITO
Um menor em conflito com a lei foi apreendido no dia 05 de outubro, por volta das 17h20min. O Boletim de Ocorrência (BO) foi registrado pela PM de Ponte Nova, após interceptação do menor na Rua Paraná, localizada no Conjunto Habitacional Dalvo de Oliveira Bemfeito, na Vila Alvarenga. Ele estava com drogas, armamentos e materiais para dolagem.
O adolescente havia sido denunciado por tráfico de drogas. Equipes da PM foram até ao local denunciado anonimamente e encontraram o adolescente com outras 04 (quatro) pessoas na porta da sua residência. Os militares preparam uma abordagem aos indivíduos e todos tentaram fugir, mas foram contidos e abordados assim mesmo. Com os abordados nada de ilícito foi encontrado.
Mas, após solicitar permissão da mãe do adolescente, os militares deram buscas no interior da casa, onde encontraram drogas, armas, munições e também um colete balístico. No BO da PM foi registrado que o material apreendido era composto por 01 (um) revólver calibre 38; 06 (seis) munições calibre 38; 06 (seis) munições intactas calibre 9 mm e 01 (uma) capa de colete e placa balística.
Além do armamento e congêneres, foram apreendidos 01 (um) saco plástico contendo crack; 01 (um) pé de maconha; 01 (um) saco plástico contendo maconha; 04 (quatro) balanças de precisão e 02 facas. O menor foi apreendido e encaminhado para a Delegacia Regional de Polícia Civil de Ponte Nova. Ele foi acompanhado de sua representante legal e de um conselheiro tutelar.
CONJUNTO DALVO DE OLIVEIRA BEMFEITO
Um menor em conflito com a lei foi apreendido no dia 05 de outubro, por volta das 17h20min. O Boletim de Ocorrência (BO) foi registrado pela PM de Ponte Nova, após interceptação do menor na Rua Paraná, localizada no Conjunto Habitacional Dalvo de Oliveira Bemfeito, na Vila Alvarenga. Ele estava com drogas, armamentos e materiais para dolagem.
O adolescente havia sido denunciado por tráfico de drogas. Equipes da PM foram até ao local denunciado anonimamente e encontraram o adolescente com outras 04 (quatro) pessoas na porta da sua residência. Os militares preparam uma abordagem aos indivíduos e todos tentaram fugir, mas foram contidos e abordados assim mesmo. Com os abordados nada de ilícito foi encontrado.
Mas, após solicitar permissão da mãe do adolescente, os militares deram buscas no interior da casa, onde encontraram drogas, armas, munições e também um colete balístico. No BO da PM foi registrado que o material apreendido era composto por 01 (um) revólver calibre 38; 06 (seis) munições calibre 38; 06 (seis) munições intactas calibre 9 mm e 01 (uma) capa de colete e placa balística.
Além do armamento e congêneres, foram apreendidos 01 (um) saco plástico contendo crack; 01 (um) pé de maconha; 01 (um) saco plástico contendo maconha; 04 (quatro) balanças de precisão e 02 facas. O menor foi apreendido e encaminhado para a Delegacia Regional de Polícia Civil de Ponte Nova. Ele foi acompanhado de sua representante legal e de um conselheiro tutelar.
Militares do 4º batalhão PM de Jequeri realizaram na cidade, no dia 07 de outubro, às 08h30min, na Escola Estadual Tenente Mol, a entrega de cestas básicas às famílias dos alunos carentes que precisam da merenda escolar em seu cotidiano. A entrega das cestas vem sendo feita pelos militares desde o começo da pandemia quando os alunos ficaram impedidos de frequentar a escola. A ação foi promovida a partir do PROERD (Programa Educacional de Resistência às Drogas).
A soldado Camila, instrutora do PROERD, junto com o comandante de pelotão, tenente Henrique, e outros militares do 4º pelotão de Jequeri também participaram dessa distribuição de cestas básicas. Na ocasião, foi feita a distribuição de cartilhas do PROERD referente ao 2º semestre do ano de 2021 aos alunos do 5º ano da Escola Estadual Tenente Mol.
A atividade contou com a participação da mascote do PROERD, o Leão Darem, caracterizado pelo soldado Dutra, do 4º batalhão. O leão Darem representa a resistência às drogas e à violência.