A respeito da PEC contra 6 x 1: acho que deveria ser mudada para 5 x 2, com descanso no sábado e domingo, mas todos os trabalhadores só deveriam dispensar 06 (seis) horas do dia para prestar serviço. Se for no serviço público, o efeito é muito superior. Todo mundo sabe que um trabalhador que coleta lixo e varre não produz nem a metade na parte da tarde. Os turnos deveriam ser de 06 horas até 12 horas; e de 12 horas até 18 horas.
A exemplo de São Paulo e Rio de Janeiro, Ponte Nova não deveria aplicar o Salário-mínimo nacional. Os servidores municipais deveriam receber pelo menos R$ 1.600,00. Isto já aconteceu em Ponte Nova, em 1992, graças à negociação realizada pelo Sindserp com o prefeito da época Antônio Bartolomeu. Eu participei das negociações, que envolveram o presidente do Sindserp, Newton Totino Pinguelli, e o secretário municipal de Fazenda, Afonso “Tim” Mauro Pinho Ribeiro. A partir de outubro de 1992 o menor salário era de Cr$575.294,87. O Salário-mínimo valia Cr$522.186,94.
Outra prática a ser seguida em Ponte Nova envolveria a criação de uma área de lazer. O lugar ideal pertence ao Sindicato dos Produtores Rurais e fica depois do GranValle Espaço de Eventos (Cerâmica). É só desapropriar. Esta ideia de um parque linear surgiu lá atrás: seria um parque linear ao lado do Rio Piranga, respeitando-se a metragem da mata ciliar.