Na última semana, na quarta-feira, 13 de julho, José Bueno, consultor da Irmandade do Hospital de Nossa Senhora das Dores, Wagner Mol, prefeito de Ponte Nova, e o deputado estadual Roberto Andrade foram recebidos pelo Dr. Fábio Baccheretti, secretário de Saúde de Minas Gerais, na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte.
O objetivo da reunião foi tratar sobre o avanço do processo de habilitação da Unidade de Radioterapia Francisco Bartholomeu. O secretário entendeu a urgência da demanda e apoiou a iniciativa.
Vale destacar que a Unidade de Radioterapia Francisco Bartholomeu já está em funcionamento desde o início do ano, com as devidas autorizações dos órgãos competentes, e completou, recentemente, mil sessões realizadas.
Contudo, a Unidade ainda não foi habilitada pelo Ministério da Saúde. Com a conclusão do processo, a Irmandade do Hospital de Nossa Senhora das Dores passará a receber recursos, via SUS, para a realização dos atendimentos. A IHNSD agradece ao deputado Roberto Andrade por articular o encontro com o secretário e também ao Dr. Fábio, por ter nos recebido.
“No mês de junho, 02 (dois) gêmeos vieram ao mundo na Maternidade da Irmandade o Hospital de Nossa Senhora das Dores. No entanto, esse parto foi diferente e especial: os bebês nasceram empelicados. Ou seja: ainda dentro da bolsa amniótica que protege o bebê durante a gravidez”, diz nota da assessoria de comunicação do HNSD, assinada pela jornalista Isabella Ottoni.
A informação mereceu registros em diversos portais de notícias do Brasil. O parto foi feito pelo ginecologista e obstetra Dr. Emílio Garavini e pela equipe do Bloco Cirúrgico do HNSD. O médico relatou que, no momento da abertura uterina, percebeu que seria possível fazer o parto empelicado. “O que ele não imaginou é que conseguiria retirar os dois bebês empelicados e ainda ao mesmo tempo”, acrescenta o HNSD. As crianças nasceram bem e saudáveis e já receberam os nomes de Maria Cecília e Maria Alice.
Segundo o Instituto Nascer, uma clínica multiprofissional referência no cuidado integral e humanizado à gravidez, ao parto e à primeira infância (Belo Horizonte), o “Parto Empelicado” é uma ocorrência raríssima no cuidado obstétrico clássico no mundo contemporâneo onde a cultura obstétrica e do rompimento artificial da membrana amniótica durante o trabalho de parto. Estima-se que 01 (um) em cada 80.000 bebês nasçam empelicado.
Veja vídeo produzido no HNSD
Em primeiro turno, os vereadores da Câmara Municipal de João Monlevade aprovaram nessa quarta-feira, 13, o Projeto de Lei nº 1.271/2022, de iniciativa do vereador Gustavo Prandini (PTB). A matéria dispõe que maternidades, casas de parto e estabelecimentos hospitalares congêneres, da rede pública e privada do município permitirão a presença de doulas durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, sempre que solicitadas pela parturiente.
As doulas são mulheres capacitadas para dar apoio continuado às outras mulheres (e aos seus companheiros e/ou outros familiares), proporcionando conforto físico, apoio emocional e suporte cognitivo antes, durante e após o nascimento de seus filhos.
Na justificativa da matéria, Prandini informou que estudos têm demonstrado que a presença da doula faz com que o parto flua com maior tranquilidade, rapidez e com menos dor e complicações maternas ou fetais. O parlamentar ainda ressaltou que a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde de vários países (entre eles o Brasil), reconhecem e incentivam o parto humanizado, por compreenderem que elas melhoram a qualidade dos serviços e reduzem os custos, pois diminuem a necessidade de intervenções médicas, assim como minimizam os casos de depressão pós-parto e aumentam os índices de amamentação.
Durante sua fala na Tribuna, Prandini destacou a importância da matéria que garante à família o direito de ter a presença da doula durante o parto. “Estamos dando um passo importante no município, com a valorização do parto normal e humanizado para que a criança nasça bem acompanhada”.
A votação da matéria foi acompanhada por doulas, que estiveram presentes na reunião. O projeto deverá voltar para a votação em segundo turno, na primeira semana do mês de agosto, após o fim do recesso parlamentar.
Votação da matéria foi acompanhada por doulas, que estiveram presentes na reunião
“O atendimento da mulher que busca realizar um aborto deve ser preocupação dos serviços de saúde”, diz a jornalista de saúde, Mariana Varella. Ela é formada em Ciências Sociais e pós-graduanda na Faculdade de Saúde Pública da USP. Interessa-se por saúde pública e saúde da mulher. Prêmio Especialistas Saúde 2021 e Prêmio Einstein Colunista +Admirados da Imprensa de Saúde e Bem-Estar 2021.
Quem lê as notícias recentes sobre o Brasil fica com a impressão de que o país não gosta das mulheres. Essa é a única conclusão possível, também, para quem acompanha a área da saúde. Como entender a maneira como vítimas de violência sexual, muitas vezes meninas com menos de 14 anos, são tratadas? Como compreender que negamos o direito à assistência médica adequada a mulheres que não desejam uma gravidez, senão como sinal de ódio?
“Não fazemos isso com nenhum paciente, independentemente da doença, mesmo que seu quadro tenha sido provocado ou agravado por más decisões pessoais. Alguém aceitaria que um médico negasse tratamento a um paciente com câncer causado por anos de tabagismo, por exemplo, com a desculpa de que ele foi responsável pela doença? Seria desumano, certo?, analisa Mariana Varella.
No Brasil permite-se que uma mulher que não deseje seguir com uma gestação seja jogada à clandestinidade e tenha que se virar para encontrar uma solução, com medo de procurar aqueles que poderiam acolhê-la. “O que ganhamos com a proibição do aborto, menos abortamentos? Já sabemos que a proibição não impede o procedimento: quem precisa e deseja fazê-lo encontra meios clandestinos para isso, mesmo que arrisque a vida”, argumenta Mariana Varella.
No mês de junho, o Instituto de Oncologia da Irmandade do Hospital de Nossa Senhora das Dores deu início a um novo serviço. O “Ambulatório de Cuidados Paliativos” que conta com equipe multidisciplinar: médica oncologista, enfermeira, assistente social, psicóloga, nutricionista e farmacêutica. A função do Ambulatório é trabalhar em conjunto para garantir que pacientes com doenças graves sejam tratados de forma integral, nas diversas áreas (física, psíquica, social e espiritual).
O objetivo é promover qualidade de vida ao paciente, trabalhando pelo diagnóstico, tratamento, cuidados paliativos e recuperação do paciente. Futuramente, os trabalhos do setor serão ampliados com a “Casa de Acolhimento Vó Mila” que será construída no Bairro Cidade da Serra para atender aos pacientes que vierem de outras cidades para as sessões de radioterapia. Este local evitar que as pessoas tenham que voltar para casa todos os dias, pois existem tratamento que são mais de 15 aplicações diárias.
O nome do espaço Vó Mila é uma homenagem a Ludumila Bartholomeu, esposa de Francisco Bartholomeu, que dá nome à Unidade Radioterapia do serviço de Oncologia do Hospital Nossa Senhora das Dores, inaugurada em 31 de julho de 2021. O serviço de oncologia do hospital já conta com a unidade de quimioterapia Miguel Bartholomeu, que há mais de 14 anos atende pelo SUS a população de toda a região, com reconhecida eficiência e qualidade.
Vereadores reunidos com representantes do Hospital Margarida
Nessa segunda-feira, 4, os vereadores da Câmara de João Monlevade estiveram no Hospital Margarida para buscar informações sobre a unidade de Saúde. Participaram da reunião o presidente da Casa, Gustavo Maciel (Podemos), e os vereadores Belmar Diniz (PT), Pastor Lieberth (DEM), Rael Alves (PSDB), Leles Pontes (PRB), Thiago Titó (PDT), Marquinho Dornelas (PDT), e a assessora do vereador Revetrie Teixeira (MDB), Adriane Fuscaldi. Eles foram recebidos pelo provedor do HM, José Alberto Grijó, consultor financeiro Ricardo Torres, o advogado Felipe Ivens e os membros da diretoria da Unidade: vice-presidente Carlos Alberto Nepomuceno, secretário Sérgio Márcio Coura e 2º secretário Tarcísio Bicalho.
Inicialmente, Ricardo Torres informou que o Hospital Margarida contratou uma empresa de Auditoria Externa para analisar as contas da unidade e que no relatório, emitido pela empresa, não foi apontado nenhuma irregularidade. "Os documentos estão disponíveis no HM e podem ser consultados por todos os vereadores. Somos uma instituição privada e recebemos também recursos públicos e é nossa obrigação prestar contas para a comunidade", explicou.
Questionado a respeito da diferença de salários entre médicos do Hospital, Ricardo Torres explicou que os valores são estabelecidos conforme os plantões durante os dias da semana ou finais de semana. Ele ainda destacou que em alguns casos os profissionais recebem, além do plantão, um valor por produtividade.
Outro questionamento esclarecido pelo advogado Felipe Ivens foi em relação ao valor pago para que a unidade tenha atendimento de neurologista. Segundo ele, a Resolução da Secretaria de Saúde do Estado nº. 7521, que estabelece as diretrizes para a organização do Programa Rede - Resposta de Urgência e Emergência - prevê que as Unidades de Saúde podem utilizar o serviço de telemedicina para algumas especialidades. Assim, o médico clínico faz o atendimento, solicita os exames e encaminha para o médico especialista, que analisa o material e prescreve o diagnóstico e tratamento.
Felipe também explicou que o Hospital possui um contrato com uma empresa especializada que oferece o serviço, disponibilizando uma equipe de médicos 24h para atendimento. "O valor é bem menor do que manter um médico plantonista, sem contar que há dificuldade em encontrar médicos especialistas para atender na cidade".
O Conselheiro, Carlos Nepomuceno, ainda endossou que a medida beneficia a população, uma vez que as transferências para Belo Horizonte só são feitas apenas nos casos que o paciente já está diagnosticado e com a necessidade de atendimento especializado.
Os representantes do Hospital enfatizaram que a Casa de Saúde está aberta para quaisquer esclarecimentos e que trabalham para melhor atender a população.
Em Minas Gerais, um novo pico de casos de coronavírus está para chegar. A projeção, divulgada pelo secretário de Estado de Saúde, o médico Fábio Bacheretti, durante reunião do Comitê Extraordinário Covid-19, indica para as 02 (duas) primeiras semanas de julho um aumento de casos provavelmente ainda maior que os 122% atuais, a taxa de incidência nos últimos 07 (sete dias). Este crescimento era esperado e justificado por fatores sazonais, como o período de frio, maio e junho, e o pós-feriado de Corpus Christi, que também trouxe dados represados.
O secretário abordou também os dados atuais de vacinação no estado, com destaque para a cobertura vacinal infantil da 2ª dose, que ainda não atingiu 50% das crianças entre 5 e 11 anos. Em Ponte Nova nas últimas 72 horas 77 novas pessoas foram contaminadas, mas o ritmo de pessoas curadas segue na mesma linha mantendo-se uma média de 100 pessoas contaminadas. A Vigilância Epidemiológica de Viçosa divulgou novo Boletim Epidemiológico de COVID-19: foram realizados 251 testes de detecção do coronavírus, sendo 86 resultados positivos e 165 negativos. Foram registradas 283 altas. Nos hospitais, onze pessoas estão internadas, sendo 10 em leito clínico e uma no CTI.
Da redação do Líder Notícias, Ricardo Motta.
A Prefeitura de Itabira decidiu prorrogar, pelo menos até o dia 31 de julho, a obrigatoriedade do uso de máscaras em locais fechados no município. O Decreto 2.871 foi publicado no Diário Oficial desta sexta-feira, 1º de julho. A medida protetiva foi estabelecida diante do atual cenário de aumento de contágio da Covid-19 na cidade.
A decisão de prorrogar o decreto foi tomada considerando o número médio de transmissão da Covid-19 por infectado (RT), que em Itabira se mantém acima de 1,00. O último dado registrado, no dia 23 de junho, ficou em 1,44. Por este motivo, a Comissão Municipal de Enfrentamento ao Coronavírus (CMEC) definiu como adequado a continuidade do uso de máscaras em ambientes fechados, pelo período determinado. A medida é preventiva e pode ser reavaliada de acordo com o cenário no município.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, com dados do Boletim Epidemiológico, Itabira tem, nessa quinta-feira (30), 692 pessoas em isolamento domiciliar, sendo que 59 pessoas tiveram a contaminação confirmada nas últimas 24 horas.
Desde o início da pandemia, 31.979 casos de Covid foram confirmados em Itabira e a cidade registrou 392 óbitos, sendo o último registro em 28 de junho. Nos hospitais, 13 pacientes estão na enfermaria (11 de Itabira e dois da região) e oito internados em UTIs (cinco de Itabira e três da região). Os números são referentes a unidades SUS e convênios.
Quais os protocolos estabelecidos pelas secretarias municipais de Saúde e de Assistência Social para minimizar os riscos de transmissão da COVID-19 no Asilo Municipal foi o tema de requerimento de autoria do vereador Dr. Wellerson Mayrink (PSB), aprovado durante a reunião plenária da última segunda-feira, 13 de junho. De acordo com o autor do texto, é necessário ter conhecimento sobre esses protocolos, pois a COVID-19 ainda não acabou.
O Asilo Municipal foi o principal foco de mortes pela doença em 2020, que gerou a criação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que indiciou servidores por crimes dolosos. Até hoje não há informações sobre a situação da CPI que foi protocolada no Ministério Público no ano passado. Durante o período mais agudo da COVID-19 14 pessoas que eram internadas no Asilo Municipal morreram.
O Asilo volta ser preocupação do vereador Dr. Wellerson Mayrink com o amento de casos de COVID-19 em Ponte Nova
Suellenn Fisioterapeuta destacou a realização do primeiro procedimento de embolização de aneurisma cerebral realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Hospital Arnaldo Gavazza Filho. “É uma vitória que o Gavazza conquistou, é uma vitória que a população tem hoje e que a gente tem que comemorar, que é feito pelo SUS. Antigamente era muito difícil conseguir vagas em Belo Horizonte”. A implantação da Rede Municipal e Intermunicipal de Atendimento ao Paciente com Acidente Vascular Cerebral pelo Hospital Arnaldo Gavazza Filho também foi lembrada por ela.
Vereadora Suellenn Fisioterapeuta (PV)
Os 02 (dois) hospitais de Ponte Nova estão passando por um período crítico de aumento na demanda por atendimentos, segundo a vereadora Suellenn Fisioterapeuta (PV). Na segunda-feira, dia 20 de junho, ela disse que as unidades estão superlotadas, os profissionais de saúde estão exaustos e que a situação vivenciada é um caos. “Nós estamos vivendo um caos nos hospitais. Pacientes de 20 a 25 pacientes internados num pronto socorro, pacientes intubados, com crianças também de 10 meses intubados no box de emergência. Não é COVID-19 tem que deixar bem claro. Então, é pneumonia, DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) infectado, é AVC (Acidente Vascular Cerebral)”, explicou.
Hospital Nossa Senhora das Dores
Segundo Suellenn, a situação é fruto do aumento da demanda por atendimento e não está relacionada à qualidade dos serviços prestados pelos hospitais Arnaldo Gavazza Filho e Nossa Senhora das Dores. A parlamentar lembrou que tanto a Prefeitura como os hospitais têm orientado a população a buscar atendimento no Serviço de Assistência Médica Municipal de Urgência (SAMMDU). Apesar disso, a unidade não funciona após as 07 (sete) horas da noite. Ela disse que, assim como sugerido pelo colega Dr. Wellerson Mayrink (PSB) meses atrás, é necessário ampliar o horário de atendimento da unidade disse.
Hospital Arnaldo Gavazza Filho
SAMMDU
Quais os protocolos estabelecidos pelas secretarias municipais de Saúde e de Assistência Socialpara minimizar os riscos de transmissão da COVID-19 no Asilo Municipal foi o tema de requerimento de autoria do vereador Dr. Wellerson Mayrink (PSB), aprovado durante a reunião plenária da última segunda-feira, 13 de junho. De acordo com o autor do texto, é necessário ter conhecimento sobre esses protocolos, pois a COVID-19 ainda não acabou. O Asilo Municipal foi o principal foco de mortes pela doença em 2020, que gerou a criação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que indiciou servidores por crimes dolosos. Até hoje não há informações sobre a situação da CPI que foi protocolada no Ministério Público no ano passado. Durante o período mais agudo da COVID-19 14 pessoas que eram internadas no Asilo Municipal morreram.
Dr. Wellerson Mayrink (PSB)