O IMA (Instituto Mineiro de Agropecuária) publicou portaria em janeiro de 2023 estipulando novas regras para extração de mel e recebimento pela unidade apícola. As mudanças colaboram para a rastreabilidade do produto, além de facilitar o trabalho dos produtores. Com as novas regras é possível extrair a matéria-prima dentro da propriedade para, em seguida, entregá-la à unidade apícola.
O trânsito é permitido, desde que o mel seja manipulado e acondicionado em condições higiênico-sanitárias. Ponte Nova e Acaiaca são 02 (duas) cidades da região do Vale do Rio Piranga que produzem mel e própolis em grande quantidade e qualidade. Mel Milagres de Acaiaca tem sinônimo de exportação, assim como o mel produzido em Ponte Nova por Ney Abelha e Guilherme Saporetti, este último pioneiro, tendo começado no negócio ecológico ainda na década de 1980.
Ney é apicultor do Distrito Rosário do Pontal. Para extração da matéria prima o produtor rural deverá estar cadastrado junto ao IMA, além de ser vinculado ao estabelecimento beneficiador. Mariana Telles, da Emater -MG explica que dessa forma, as melgueiras não saem da propriedade e o estabelecimento não precisa realizar a etapa de extração do mel, favorecendo qualidade do produto e segurança para o consumidor.
Produtor mamila abelhas para extrair mel e própolis
O professor Carlos Sperber, do Departamento de Biologia Geral da UFV, agora dá nome a um novo gênero de gafanhoto. O Sperberacris muriciensis n. sp., encontrado no município de Murici, em Alagoas, foi descrito pelas pesquisadoras Maria Kátia Matiotti da Costa e Anelise Fernandes e Silva, em parceria com os professores Riuler Acosta e Edison Zefa, em artigo publicado na revista Zootaxa. Os autores são de universidades do sul do Brasil e não foram orientados pelo professor Carlos.
Carlos Frankl Sperber é especialista em ecologia de Orthoptera, a ordem de insetos que reúne grilos, gafanhotos e esperanças. Foi ele o coordenador do projeto Biota de Orthoptera do Brasil, que reuniu os principais ortopterólogos do país em torno do estudo da diversidade desses insetos. Para o professor, a publicação é uma grande honra e uma forma de reconhecimento dos seus esforços para fomentar a colaboração e crescimento desta área da ciência.
Atualmente, o professor da UFV é coordenador da rede de pesquisas Terra-Água, que desenvolve projetos para avaliação dos impactos do rompimento da barragem da Samarco/BHP Billiton/Vale, em Mariana (MG). Ele orienta trabalhos sobre a ictiofauna (peixes), macroinvertebrados bentônicos e insetos terrestres na bacia do Rio Doce.
Gafanhoto batizado de Sperberacris muriciensis n. sp.
O Hospital São Sebastião de Viçosa terá 100 dias para estruturar a equipe de profissionais de enfermagem da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Neonatal. A medida foi determinada pela Justiça após pedido do Ministério Público. Além disso, em 30 dias, a unidade deverá implementar, efetivamente, a equipe executora da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, conforme a portaria do Ministério da Saúde.
A sentença prevê multa de R$ 20 mil em caso de descumprimento das cláusulas citadas e ainda condena a instituição a pagar R$ 10 mil se algum quesito não for cumprido. A Ação Civil Pública movida pela Promotoria de Justiça de Viçosa havia sido proposta em 2020.
Naquela data, a liminar visava garantir a adequação do quantitativo de profissionais de enfermagem ao bom funcionamento do espaço, a composição correta da equipe da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar e a produção de Manual de Boas Práticas, definindo a equipe necessária conforme os serviços ofertados e o quantitativo de recursos humanos necessários ao perfil da demanda.
“Tiro um tempo para mim, estudo sobre inteligência emocional, faço terapia e exerço a autocompaixão”. Essas são as estratégias que a enfermeira Sandra Pereira encontrou para preservar a saúde mental e emocional durante o exercício da profissão.
As ações individuais são essenciais, simultaneamente, especialistas recomendam que os centros de saúde tenham espaços de acolhimento coletivo e reconheçam que as desigualdades também recaem sobre a saúde mental dos profissionais negros.
A pandemia do coronavírus (COVID-19) evidenciou um problema antigo: a falta de amparo psicológico aos profissionais de saúde no Brasil. Bruno Chapadeiro, psicólogo, pesquisador e professor da UFF (universidade Federal Fluminense, publicou pesquisas sobre a saúde mental dos trabalhadores na saúde nesse período: “Eles têm sinalizado sintomas de depressão, ansiedade e sobrecarga de trabalho”.
O adoecimento mental, segundo ele, ocorreu porque as condições de trabalho dos profissionais de saúde já eram precarizadas pela falta de recursos materiais e humanos. Dessa forma, a pandemia agravou esses problemas muito por conta da emergência sanitária que exigiu um deslocamento dos colaboradores.
Uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, em parceria com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) , mostrou que 83,4% dos profissionais de saúde sentem medo da COVID-19. Na nota técnica, as instituições declararam o perfil racial dos profissionais de saúde que participaram da pesquisa: predominância de brancos entre os médicos (84,7%), profissionais de enfermagem (57,3%) e outros profissionais (56,7%). Já os negros e negras são maioria entre os Agentes Comunitários de Saúde (77,2%).
PANDEMIA ALTEROU A VIDA DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE
O levantamento da FGV (Fundação Getúlio Vargas) também informa que apenas 30% dos trabalhadores da saúde ouvidos receberam apoio para cuidar da saúde mental. Ao mesmo tempo, 08 (oito) a cada 10 dos respondentes sentiram que a saúde mental foi afetada negativamente pela pandemia.
Chapadeiro relata que houve muitos afastamentos devido à sobrecarga causada pela Síndrome de Bornaut. “Percebemos que poucos hospitais forneceram apoio psicológico. Os profissionais lidaram com equipes reduzidas para atender todo mundo, poucos aparelhos como os respiradores. Ainda existe o medo da pandemia, pois ela não acabou”, afirma o psicólogo.
A enfermeira Sandra Pereira destaca que a exposição às mortes em larga escala também contribuiu para o adoecimento psíquico das profissionais de Enfermagem. De março de 2020 a dezembro de 2021, o Conselho Federal de Enfermagem estima que 4.500 profissionais de saúde faleceram em detrimento da COVID-19.
Além disso, a categoria precisa lidar com diversas preocupações: “É uma profissão com a maioria feminina, uma sobrecarga de trabalho e insegurança no emprego. Quando o sofrimento é potencializado, gera frustrações, uma sensação de mal-estar e de que poderia fazer mais”, explica a enfermeira.
Os profissionais da área de Saúde ficaram esgotados durante o combate à COVID-19 afetando a saúde mental, provocando ansiedade e depressão, além de ficarem contaminados e morrerem
O Centro de Nefrologia do Hospital Nossa Senhora das Dores conta com 45 poltronas novas para os pacientes da hemodiálise, todas com capas e mantas. Os materiais foram adquiridos com recursos doados pelas empresas Bartofil Distribuidora, Ciacarne, Porto Alegre e Saudali. Cada empresa doou R$ 30 mil.
No dia 31 de janeiro dos representantes das empresas doadoras visitaram o Centro de Nefrologia, onde puderam conferir de perto a importância da contribuição que fizeram ao Hospital Nossa Senhora das Dores. As novas poltronas já estão em uso desde o início de janeiro.
Os representantes das empresas foram recebidos por Francisco Cunha, provedor da instituição; Maurício Morais, assistente da provedoria; José Bueno, consultor; Dr. Marco Túlio Kfuri, responsável técnico pelo Centro de Nefrologia.
A Irmandade do Hospital de Nossa Senhora das Dores, gestora da casa de saúde agradeceu pela parceria de sempre! “O apoio dessas empresas é muito importante para nossa instituição”, disse Francisco Chiquinho Rodrigues da Cunha Neto, provedor da instituição de saúde.
Reforçando a importância da vacinação na comunidade acadêmica, em especial após casos e 01 (um) óbito por meningite meningocócica na região dos Inconfidentes, a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) reafirma a sua preocupação com a doença, que pode ser prevenida por meio de intervenções como a intensificação vacinal e a profilaxia medicamentosa, de acordo com a conduta médica nos casos notificados.
A meningite C é uma infecção bacteriana aguda que causa inflamação nas membranas que revestem o sistema nervoso central. É considerada uma doença endêmica em nosso país, com casos esperados ao longo de todo o ano e com ocorrência de surtos e epidemias ocasionais. A ocorrência das meningites bacterianas é mais comum no outono e no inverno e das virais, na primavera e no verão.
Os sintomas e sinais frequentes da doença são: febre, vômitos, dor de cabeça, rigidez de nuca, aversão à luz, dor nas articulações, podendo também ocorrer o aparecimento de pequenas manchas cor violeta na pele.
Segundo especialistas, a transmissão ocorre de uma pessoa para outra através da liberação de secreções respiratórias, como saliva, espirro e tosse. A vacinação é a principal forma de prevenção da doença meningocócica. As vacinas são seguras e eficazes, com uma média de proteção de mais de 95% dos vacinados.
O Ministério da Saúde divulgou o cronograma para 2023 do Programa Nacional de Vacinação. As ações começam em 27 de fevereiro, com a aplicação de doses de reforço bivalentes contra a COVID-19 na população com maior risco de desenvolver formas graves da doença, como idosos acima de 60 anos e pessoas com deficiência.
Também está previsto para abril intensificar a campanha de vacinação contra a influenza, antes da chegada do inverno, quando as temperaturas mais baixas levam ao aumento nos casos de doenças respiratórias. Já em maio, deve ocorrer uma ação de multivacinação contra a poliomielite e o sarampo nas escolas.
As etapas, de acordo com o ministério, foram organizadas de acordo com os estoques de doses existentes, as novas encomendas realizadas pela pasta e os compromissos de entregas assumidos pelos fabricantes de vacinas.
O cronograma foi pactuado com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e pode ser alterado caso o cenário de entregas seja modificado ou tão logo novos laboratórios tenham suas solicitações aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A Comissão Técnica Nacional em Biossegurança (CTNBio) aprovou na semana passada a segurança da vacina contra a dengue da empresa Takeda Pharma. De acordo com a Lei Geral de Biossegurança, cabe à comissão avaliar a segurança ao meio ambiente, a animais e humanos de produtos e tecnologias que contenham organismos geneticamente modificados.
A aprovação aconteceu após 02 (dois) anos de discussão. Durante a análise, a CTNBio encomendou estudos que demonstraram a segurança do produto no Brasil, onde há maior prevalência do mosquito Aedes aegypti.
Após a apresentação dos resultados, a comissão concluiu sobre a biossegurança e determinou que sejam monitorados os efeitos do uso da vacina no país. De acordo com a CTNBio, as análises de eficácia e uso da vacina, agora, serão feitas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Reforçando a importância da vacinação na comunidade acadêmica, em especial após diversos casos e 01 (um) óbito por meningite meningocócica na região dos Inconfidentes, a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) reafirma a sua preocupação com a doença, que pode ser prevenida por meio de intervenções como a intensificação vacinal e a profilaxia medicamentosa, de acordo com a conduta médica nos casos notificados.
A meningite C é uma infecção bacteriana aguda que causa inflamação nas membranas que revestem o sistema nervoso central. É considerada uma doença endêmica em nosso país, com casos esperados ao longo de todo o ano e com ocorrência de surtos e epidemias ocasionais. A ocorrência das meningites bacterianas é mais comum no outono e no inverno e das virais, na primavera e no verão.
Os sintomas e sinais frequentes da doença são: febre, vômitos, dor de cabeça, rigidez de nuca, aversão à luz, dor nas articulações, podendo também ocorrer o aparecimento de pequenas manchas cor violeta na pele. Segundo especialistas, a transmissão ocorre de uma pessoa para outra através da liberação de secreções respiratórias, como saliva, espirro e tosse.
“Viemos novamente pedir a colaboração da população no descarte correto de lixo. Durante a coleta de 23 de janeiro, um dos nossos coletores cortou a perna com vidro descartado de forma irregular. Eles também depararam com facas apontadas para cima”, diz nota da assessoria de Comunicação
A nota publicada nas mídias digitais e no portal oficial da Prefeitura de Ponte Nova reforça o pedido para descarte correto dos materiais perfurocortantes e vidros. São itens comumente usados em casa e descartados no lixo.
A secretaria municipal de Saúde de Viçosa firmou parceria com a UFV (Universidade Federal de Viçosa) para a realização da análise de resultados de exames de Arboviroses como dengue, zika, chikungunya e febre amarela, Vírus Respiratórios Influenza A e B e Vírus Sincicial Respiratório, Síndrome Respiratória Aguda Grave associada ao coronavírus e febre maculosa.
[Ao todo serão repassados à instituição de ensino superior um valor equivalente a R$ 2,5 milhões para o investimento em análises laboratoriais dos exames realizados pelas macros e microrregiões de saúde.
Rainério Fontes, secretário de Saúde de Viçosa evidencia que o valor destinado também é importante para financiar os recursos das cidades que fazem parte deste acordo: municípios das macrorregiões de Ubá e de Muriaé e das microrregiões de Ponte Nova e de Viçosa.
“Normalmente os municípios realizam a coleta dos exames que são encaminhados para Fundação Ezequiel Dias (Funed), em Belo Horizonte. Agora os exames serão encaminhados ao LabTec-Centro Colaborador SES/UFV e com isso teremos agilidade e rapidez nos resultados facilitando, assim, o diagnóstico da doença e o tratamento dos pacientes” destaca.
Na quarta-feira, 25 de janeiro, o setor Materno Infantil do Hospital de Nossa Senhora das Dores realizou mais um “Encontro de Gestantes”. O evento é mensal para dar oportunidade às futuras mães tirarem dúvidas sobre diversos assuntos relacionados à maternidade. Participaram mulheres de Rio Casca e Ponte Nova.
Durante o Encontro, as gestantes participaram de um bate-papo com Sarah Abdalla, farmacêutica e responsável pela consultoria de “Mãe para Mãe”, que falou sobre amamentação e primeiros cuidados com o bebê.
A enfermeira obstetra Tereza Lacerda e as médicas Dra. Isadora Assunção e Dra. Isabella Campos, residentes de Ginecologia e Obstetrícia, falaram sobre os sinais de alerta na gestação, parto e assistência ao recém-nascido.