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ATROPELAMENTOS REACENDEM DEBATE SOBRE SEGURANÇA DE PEDESTRES EM UBÁ

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O trânsito de Ubá voltou a chamar atenção para a segurança dos pedestres após mais um atropelamento registrado no sábado (19), no bairro São Domingos. O caso mais recente envolve Dona Penha, atingida por uma bicicleta enquanto desembarcava de um ônibus do transporte coletivo.

Segundo informações iniciais, o ciclista teria passado pelo espaço entre o ônibus e o meio-fio. A ocorrência reforça a necessidade de atenção durante o embarque e desembarque de passageiros e do cuidado entre todos os usuários das vias. O episódio ocorre em um período marcado por outras ocorrências graves envolvendo pedestres. Em pouco mais de um ano, quatro mulheres morreram em acidentes distintos envolvendo motocicletas ou bicicletas.

Em agosto de 2026, Cleusa Tavares morreu após permanecer 15 dias internada em decorrência de um atropelamento por motocicleta enquanto atravessava uma faixa de pedestres. Em setembro de 2025, Maria das Graças, conhecida como “Gracinha”, de 66 anos, morreu após ser atropelada por uma motocicleta na Rua Padre Gailhac, no Centro.

O acidente aconteceu nas proximidades de uma faixa de pedestres, após ela deixar um asilo. Já em junho de 2025, Roberta Leite foi atropelada por uma motocicleta na Avenida Olegário Maciel, próximo à Drogaria Indiana, no bairro Industrial. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no dia 13 daquele mês.

Embora as circunstâncias sejam diferentes, os casos têm em comum o envolvimento de pedestres entre as vítimas e levantam questionamentos sobre a segurança viária no município. As responsabilidades em cada ocorrência devem ser apuradas individualmente pelas autoridades competentes.

O assunto também vem sendo abordado pelo poder público. No início de setembro, a Guarda Civil Municipal de Ubá realizou uma campanha educativa orientando motoristas a reduzirem a velocidade e respeitarem as faixas de pedestres, além de reforçar os cuidados durante as travessias.

Os episódios reacendem a discussão sobre a necessidade de fiscalização, educação no trânsito, respeito à sinalização e atenção redobrada por parte de motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres. Mais do que números, as ocorrências representam vidas perdidas e famílias impactadas pela violência no trânsito.

Fonte: Notícias Rio Pomba
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