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Presidente da Câmara de Ponte Nova apresenta projeto de lei para retornar com o Tiro de Guerra no município

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A Unidade/quartel do Exército Brasileiro foi desativada em 1984 época em que era prefeito de Ponte Nova, o médico sanitarista Sette de Barros O vereador Wellington Neim (PP), presidente da Câmara Municipal, protocolou na semana passada (23/06) Projeto de Lei (PL) que autoriza o Poder Executivo a celebrar convênio com o Exército Brasileiro para implantação de um Tiro de Guerra em Ponte Nova.

O vereador Wellington Neim (PP) argumenta que o Tiro de Guerra vai trazer inúmeros benefícios para a comunidade, entre eles: a possibilidade de jovens prestarem o serviço mi litar em sua própria cidade, a formação de cidadãos mais conscientes e comprometidos com a sociedade, e a presença de uma instituição que pode auxiliar em campanhas sociais, educativas e emergenciais.

O Tiro de Guerra em Ponte Nova, o TG 04 149 foi implantado em 19 de março de 1966 e desativado no final de 1984, durante a gestão do então Prefeito Sette de Barros (1983-1988). Historiadores chegam a alegar que a saída da unidade/quartel deveu-se a desentendimentos com a 4ª Região, Região das Mi nas de Ouro, que comandava também Juiz de Fora, responsável pelo TG 04 149. A unidade de Juiz de Fora, o 17º Batalhão Logístico Leve era comandado pelo General de Divisão Oswaldo de Paula Lima Filho.

Outras correntes disseram à época que não houve interesse de Sette de Barros em permanecer com a unidade do Exército em Ponte Nova em função de ele ter sido cassado (era deputado estadual/PTB, em 1967) pela Ditadura Militar. Segundo o assessor de imprensa da época, jorna lista Ricardo Motta, que participou da reunião entre Set te de Barros e o general, no Sítio Pouso Alto (saída para Viçosa), a conversa foi ríspida e o mandatário de Ponte Nova se negou a realizar melhorias onde funcionava o quartel na Vila Centenário. E o Exército Brasileiro, então, se retirou de Ponte Nova há exatos 40 anos.

 

 

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